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UMA HISTÓRIA REAL – PICANTE E DELICIOSA – 6º CAPÍTULO

Publicado em julho 31, 2022 por CARLOS A. LYRA

UMA HISTÓRIA REAL – PICANTE E DELICIOSA. – – – 6º CAPÍTULO

Capítulo Anterior – A sua beleza e a fome por ‘pika’. A percepção do marido pela filha. Uma viagem dos sonhos. Uma enquadrada no marido – – –
– . . . – Após o jantar, no entanto, escutei um barulho vindo do outro quarto e fui verificar.
Quase tive um choque quando eu vi.

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Cheguei devagar e, embora estivesse muito excitada naqueles dias, foi até um choque ver o Luís acuando a irmã e puxando uma das alças da camisola dela, como se quisesse baixar.
E como a Érika reclamava para ele parar, ainda que muito baixinho, me fiz aparecer e perguntei, também num tom de voz baixo o que estava acontecendo.
– . . . – Elis me diz que não é nada, mas que o Luís a estava perturbando querendo que ela tirasse logo a roupa, para ir treinando para amanhã.
Eduardo respondeu depressa que era só brincadeira, que só estava vendo sua reação.

Então, como eu vi que não era mesmo nada demais, resolvi chamar o Ernestinho.
– . . . – Quando meu marido chegou ao quarto me encontrou ao lado de Luís, e Elis apenas de camisola.
Ela vestia uma camisolinha bem curta e sensual, mostrando suas coxas lisas, e mesmo eu que sou mãe dela admito tinha as vezes vontade de levantar só para conferir a calcinha.
Como o quarto estava com a luz desligada, iluminado apenas pela que vinha do banheiro, Ernesto entrou com cara de quem queria saber o que estava acontecendo.

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– . . . – Então expliquei que os meninos estavam apreensivos por ter que tirar a roupa no outro dia, e disse que talvez fosse bom fazer um ensaio ali, aproveitando que éramos só nós e que assim sentiríamos menos vergonha.
Nessa hora Elis perguntou logo: Como assim ensaiar, mãe?. …
E eu disse que poderíamos experimentar tirar a roupa ali, para irmos nos acostumando e ser mais fácil.
– . . . – Luis Paulo estava calado, e calado continuou.

– . . . – Ernesto também não dizia nada, mas do tanto que olhava para Elis vestida daquele jeito pude notar um volume em seu short.
Ele pareceu gostar da ideia, tanto que disse: Mas, por mim está tudo bem e podemos ir treinando e nos acostumar com essa ideia.
– . . . – Nisso Luis Paulo disse também que era uma boa hora para irmos nos acostumando, e como Elis não disse nada, nem que sim nem que não, apenas esperando onde estava, pedi ao Tino que a ajudasse com a camisola.
Foi uma maneira de testar o meu marido em relação a nossa filha. …
Ernesto se aproximou de Elis e nessa hora senti Luís Paulo se chegar mais a mim e seus dedos tocarem minha mão. Não sei por que dei a mão a ele, e ficamos de mãos dadas, mas sá tínhamos olhos ao que acontecia, Tino então pegou na cintura da filha e perguntou se ela queria mesmo ir a praia amanhã.

– . . . – Elis olhava para ele nos olhos e balançou a cabeça afirmativamente. Ah. … Então fique relaxada, tá bom? Ernesto disse, no que ela respondeu com um Ah!!! Tá bom. …
Ele então pegou na camisola, como se fosse pegar em seu umbigo e a levantou um pouco, mostrando a calcinha dela.
Depois tornou a subir com ambas as mãos, no que Elis ajudou levantando os braços.
– . . . – Luis Paulo era o filho mais brincalhão que nós tivemos. … Mas naquela hora estava bastante encabulado e retraído. … Eu já tinha as minhas desconfianças. … Ele, Luís Paulo, me olhava e me devorava com todo desejo para o meu corpo. … Percebi uma ereção muito forte e ele procurava esconder esse sentimento. …

– . . . – Ele me devorava e comia os meus seios de forma voraz. … Ele direcionava os olhares dele para as minhas pernas e para minha linda buceta. … Eu estava vestida com um conjunto branco, todo conjunto rendado e a minha calcinha, que por si só já era de renda. Ela ficou mais transparente graças ao fato de eu tê-la molhado um pouco com a minha excitação. …
– . . . – O quarto estava com pouca iluminação, mas dava para ver o tecido transparente da calcinha e os pouco pelos da minha bucetinha, que contrastavam com o tecido branco da calcinha. …
Além disso eu percebi que minha buceta havia inchado um pouco, pela excitação, e havia se formado uma pequena rachinha na calcinha

– Tudo isso olhava Luís Paulo sem piscar os olhos, e por isso reparei o volume em seu calção. E foi por conta desse volume, tenho certeza, que ele se negou a tirar mais da roupa. Essa atitude dele meio que acabou com a brincadeira, pois Elis disse logo que também não tiraria mais nada, já que o irmão se recusava a tirar. Até que tentamos insistir para que ele tirasse, mas disse ao pai com ar sério que não queria e que faria amanhã. Não teve problema.
– . . . – Mas eu, que já estava no clima vendo meu filho e minha filha naquele estado, resolvi atiçá-lo ainda mais e pedi a Ernestinho que tirasse meu sutiã.
– . . . – Ernestinho me colocou de costa para ele e enquanto liberava meu sutiã discretamente fez pressão em minha bunda, com o volume de seu short. Ele também deveria estar muito excitado com tudo aquilo. Meus filhos nos olhavam e então fiz questão de olhar para Eduardo, enquanto meu marido tirava a peça e deixava meus seios expostos.

– . . . – Os bicos dos meus peitos estavam duríssimos e demonstravam minha excitação.
Notei os olhos vidrados de Luís Paulo neles.
Então, enquanto Ernestinho foi deixar a peça na prateleira eu disse: Viu, Edu, nem é tão difícil assim”.
– . . . – Nossa, do jeito como eu estava me sentia uma puta!
Quando meu marido veio novamente a mim não aguentei e me virando para ele lhe beijei na boca, um beijo de língua, que nunca mais havíamos dado, e talvez em razão disso ele tenha apertado minha bunda.
– . . . – Nessa hora me controlei, tirei sua mão e disse que bastava por aquele dia, que puséssemos a roupa e fossemos nos aquietar, que amanhã acordaríamos cedo.

– . . . – Luís Paulo ouvindo isso brincou, dizendo que a irmã poderia dormir daquele jeito, para economizar trabalho no outro dia. Todos rimos. Elis o chamou de engraçado e Ernestinho tratou de pegar sua camisola, que estava sobre a cama e entregar a ela.
Puxei meu marido e lhe entregando minhas roupas o empurrei na frente, saindo do quarto.
Não sai sem antes olhar para trás, em direção a Luís, que como eu esperava estava olhando para minha bunda, pois ela é volumosa e redonda e sempre a uso como arma de sedução.
– . . . – Meu útero agradece uma piroca gostosa depositando o leite dentro de mim. …
Carlyle Lyra. – – –

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