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Questão de Oportunidade – Parte 02

Publicado em setembro 18, 2022 por ANTONIO

Com o desemprego do marido minha amiga Agnes viu-se na necessidade de retomar a profissão herdada de seu pai como restauradora de peças e artefatos em madeira; pediu-me ajuda na divulgação o que fiz de bom grado, o que redundou no contato de um amigo que tinha algumas peças que pretendia ver recuperadas; com uma rápida troca de mensagens via whatsapp tudo foi acertado cabendo a mim recolher as peças e levá-las para Agnes que não morava muito longe de mim; já em poder das tais peças, fui para casa dela que me recebeu com um sorriso esfuziante, vestindo uma bermuda justíssima e muito cavada com uma blusinha de alças cujo balanço denunciava que os seios fartos de minha amiga estavam livres e soltinhos.

Agnes era uma madurona encorpada com formas pra lá de generosas e um rosto dotado de olhos intrigantes e sorriso insinuante que sempre me despertou um tesão louco, mas que procurei conter já que além de casada também parecia realizada em todos os sentidos; o estranho naquele dia foi a sensação de que essa realização tornara-se incompleta ou desfeita. Depois de descarregarmos as peças, ela me convidou para um café com a possibilidade de pormos nosso papo em dia. Em dado momento tive o ímpeto de tocar no assunto querendo saber como estava sua vida conjugal após o marido ter perdido o emprego.

Contendo as lágrimas, Agnes me confidenciou que nada estava bem, pois seu marido, após ver-se desempregado descambou para o vício em álcool além de envolver-se com outra mulher também casada, vendo-se obrigado a buscar refúgio no interior do estado para que não sofresse possíveis agressões vingativas do macho coroado. Enfim a vida de Agnes virara de cabeça para baixo e seu casamento transformara-se em um pesadelo. Enquanto eu procurava confortá-la contou-me ainda que após essa crise viu-se envolta por dolorosa solidão da qual somente conseguiu escapar ao retomar sua profissão e reencontrar um caminho para sua vida.

-Sim, amigo …, estou sozinha – respondeu ela quando lhe perguntei se havia alguém compartilhando a vida – passei tempo reconstruindo minha vida sem meu marido que nada mais fazia sentido …, pelo melhor ou pelo pior ainda sou uma mulher casada.

Sem coragem suficiente para intentar uma insinuação de cunho sexual optei por me despedir afirmando que se ela precisasse de qualquer coisa poderia contar comigo; Agnes me abraçou e beijou-me o rosto gesto que de pronto causou maior alvoroço no interior da minha calça! Nos dias que se seguiram passamos a trocar mensagens regularmente, as vezes enviando vídeos engraçados, pensamentos com imagens e outras alegorias mais leves buscando dar leveza ao momento em que ela se encontrava.

Certo dia arrisquei a sorte enviando-lhe um vídeo de sacanagem com um casal entregando-se a uma foda homérica e ilimitada; ela não fez qualquer manifestação e eu temi ter perdido sua confiança; mesmo assim insisti e enviei outro com duas fêmeas se engalfinhando em uma batalha de línguas e dedos; da mesma forma que o anterior esse vídeo não recebeu qualquer comentário. Resignado retornei aos vídeos comportados embora não obtivesse qualquer resposta ou comentário. Estava prestes a desistir da intenção de seduzir Agnes quando algo surpreendente aconteceu.

Uma tarde recebi um vídeo dela com a legenda “veja apenas quando estiver sozinho”; aguardei a melhor ocasião e pus-me a ver o vídeo; nele a própria Agnes exibia-se pelada sobre a cama batendo uma siririca com enorme voracidade; gozou várias vezes sempre mudando de posição para que pudesse exibir-se por todos os ângulos; a cada nova cena eu enlouquecia chegando ao ponto de começar uma punheta violenta; acabei gozando ao mesmo tempo em que o vídeo chegava ao seu fim. Em resposta enviei-lhe uma foto do meu pau vertendo porra ao atingir seu ápice sem escrever nenhuma palavra.

-Você é mesmo um cachorro safado! – disse ela com tom maroto, assim que atendi sua ligação no dia seguinte – viu como seus videozinhos me deixaram doida varrida?

-Claro que vi – respondi em tom enfático – E a recíproca é verdadeira! Mas não queria ofendê-la …, apenas dar-lhe um pouco do sal da vida!

-Olha, o negócio é o seguinte – retomou ela com tom mais sério – sou uma mulher casada e você um homem casado …, não quero mais problemas do que aqueles que já me apoquentam a vida …, mas gostaria muito de que pudéssemos brincar um pouquinho …, eu disse brincar, viu?

Sem receio de ser feliz aceitei a proposta prometendo respeitar os limites impostos por ela; Agnes pediu-me para ir ao seu encontro em sua casa na manhã de próxima sexta-feira, convite aceito sem hesitações. Nos despedimos comigo tendo a certeza que era uma oportunidade imperdível. E assim foi que na manhã do dia combinado estacionei o carro em frente a casa dela e toquei a campainha no mesmo instante que meu celular vibrou indicando a chegada de mensagem. “Pode entrar que a porta está aberta”, dizia a mensagem vinda de Agnes.

Avancei rapidamente para dentro da casa e já na sala ouvi sua voz me chamando para seu quarto; assim que entrei a vi pelada sobre a cama dedilhando sua buceta com uma das mãos enquanto a outra apertava as mamas fartas alternadamente; fiquei tão surpreso com aquela visão que fui tomado por uma letargia súbita que me deixou inerte apenas apreciando a cena cheia de excitação. “Não fique aí apenas me olhando! Tire a roupa e vem deitar aqui do meu lado!”, pediu ela com tom exasperado. Não pensei duas vezes livrando-me das roupas e correndo a me deitar ao seu lado.

-Olha meu peitões! São gostosos, né! – perguntou ela com tom arfante – Vem! Chupa meus bicos bem gostoso, chupa!

Caí de boca nos mamilos durinhos de Agnes lambendo e chupando avidamente deixando-a ainda mais excitada entre gritinhos e gemidos; com movimentos delicados afastei sua mão da vulva e comecei a acariciá-la sentindo seu calor e umidade até conseguir dedilhá-la com afinco provocando uma sucessão de orgasmos que sacudiram o corpo dela que gritava e gemia como louca. Sentindo que me apoderara de sua confiança, troquei de posição com minha cabeça entre suas pernas linguando a vagina chorosa provocando mais gozos que causaram enorme alvoroço na fêmea que já tinha qualquer controle sobre suas reações.

Agnes experimentava tanto prazer que estava em desvario segurando minha cabeça entre suas pernas e pedindo mais e mais; depois de muito tempo subi sobre ela tencionando foder aquela buceta insaciável; de início ela hesitou, mas fitei seus olhos e fi-la compreender que aquilo era inevitável; Agnes acabou aquiescendo abrindo mais as pernas e esperando por receber minha piroca dentro de sua gruta; bastaram dois movimentos pélvicos contundentes para que eu a penetrasse metendo fundo e fazendo-a gritar e gemer sem parar. Segui golpeando sempre com uma intensidade crescente e me surpreendia com os gozos profusos que se sucediam de uma maneira delirante.

Suávamos às bicas e nossas respirações já ofegantes sinalizavam que logo seríamos vencidos pelo inexorável; e antes que eu pudesse fazer alguma coisa, meu gozo sobreveio antecedido por contrações musculares involuntárias e espasmos até tudo culminar com uma ejaculação volumosa que encheu a fêmea com uma carga de sêmen fazendo-a experimentar um último gozo tão veemente que ela quase beirou o desmaio. Permaneci sobre ela por algum tempo e quando tive forças deitei-me ao seu lado e nos quedamos em um merecido descanso. Agnes deitou sua cabeça sobre meu peito acariciando meus mamilos e ressonando suavemente.

Por fim tomamos banho juntos onde fui presenteado com uma deliciosa mamada na qual ela insistiu em provocar uma ereção dentro de sua boca deliciando-se em senti-lo crescer e pulsar ao mesmo tempo em que Agnes dedicava-se a sugar com avidez até conseguir extrair um novo orgasmo que ela fez questão de engolir para depois sorrir. A partir daquele dia, sempre que eu levava novas encomendas de trabalho ganhava como pagamento uma mamada ou uma trepada o que tornou-se oportuno para ambos. Vez por outra ela me contava que o marido lhe mandava mensagens dizendo que em breve estaria de volta ao lar o que a deixava desanimada já que não sentia nenhum interesse em tê-lo ao seu lado novamente. Fiz minha parte agindo como uma espécie de conselheiro matrimonial convencendo-a que o melhor seria aceitá-lo de volta e descobrir se ele havia realmente mudado. Para meu azar ela acatou minha sugestão e pouco depois eles voltaram às boas; confesso que não me arrependi de minha atitude, pois minha oportunidade já havia passado e eu estava feliz com isso.

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