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O dia que mamei um jumento

Publicado em setembro 12, 2019 por CooledCutie

Enviado por: Barbudo

Sou de Salvador – Bahia, 180cm, moreno claro, corpo em forma, cabelos curtos, uma barba chamativa, um pau de 20cm bem grosso e uma bunda grande. Sim, sou bissexual, mas com homens, quando rola, é apenas sexo, não tenho vontade de ter algum tipo de relacionamento afetivo, neste caso meu lance é mulher mesmo, mas gosto da putaria. Como poderão constatar, já fiz muita coisa ???? . Deixarei para falar mais de mim em outras oportunidades, e vou focar no conto agora. Deveria contar os casos na ordem cronológica, mas vou contar este porque é um dos mais diferentes que já vivenciei e mais recente.

Cresci junto com a chegada da internet no Brasil e fui tento acesso a conteúdo picantes desde moleque (claro que tudo escondido), mas não me lembro quando o assunto zoofilia chegou até mim. Deve ter sido por algum site de bizarrices ou coisa parecida. Cresci no interior e numa casa com bastante gente e animais e este tipo de conteúdo nunca me chamou atenção, até me causava um pouco de nojo. O mais próximo que cheguei foi um conhecido que jogava bola comigo dizer que chupava as bucetas das éguas (ele era da roça), mas não sei se falou para perturbar na frente de todo mundo ou era real. Acho que nunca saberei. O tempo passou, tive minhas iniciações sexuais com mulheres e homens (contarei em outras oportunidades) e até via, de vez em quando, algum vídeo de mulheres com cavalos e até que me excitava um pouco, mas sem pretensão alguma.

A era do whatsapp chegou e este tipo de conteúdo chegava mais fácil tté mim, até porque tenho um tio que diz que gosta de vídeos com cavalos e eu acabei pedindo pra um amigo que tem uns grupos de putaria, então ele me repassava para eu passar ao meu tio. Este tio trabalha em fazendas, cuidando de animais e, principalmente, de cavalos. Uma certa vez fui no interior e aproveitei para visitá-lo numa fazenda. Fui conhecer o pasto, curral etc e no meio do caminho me aparece um burro (ou jumento, sei lá).

Ele era meio branco, meio preto, não sei exatamente como se chama aquela cor, mas era bem carinhoso, gostava de ser acariciado e ficava atrás de todo mundo. Por algum motivo, no meio do pasto, quando estava só eu, meu tio e minha ex (namorada na época), ele começou a ficar excitado e cacete dele começou a crescer e ver aquele cacetão preto exposto com a cabeça protuberante me deixou a mil, mas com meu tio sempre é muita gozação e ficamos nós dois dizendo que ele estava assim por causa do outro, eu falava que meu tio dava para o jumento e essas brincadeiras, mas aquilo me deixou na vontade segurar aquele pauzão. Fiquei com isto na cabeça e sempre brincava com meu tio pelo whatsapp mandando os vídeos e dizendo que ele pegava no pau dos cavalos para tentar puxar algum assunto de putaria na esperança dele me chamar para fazer real. Ele até chamou, mas, não sei até que ponto era real e até que ponto era perturbação.

O tempo passou e neste são joãofui ao interior novamente, já solteiro e consegui ir visitar esse tio na mesma fazenda, desta vez sozinho. Ficamos brincando no estábulo, ele mostrou os cavalos e éguas e eu, com a desculpa de tirar umas fotos da vista do pasto, sai sozinho por lá. Andei um pouco saindo do campo de visão de qualquer pessoa e o jumento apareceu. Fiz um pouco de carinho na cabeça dele e ele começou a me seguir. Parei em baixo de uma árvore no meio do pasto e lá estava eu e o jumento e o pervertido dentro de mim começou a maquinar. Não sabia o que fazer…

meu coração a mil, fui fazendo carinho na cabeça dele, brincando, tirando fotos da vista, passando a mão nas costas dele, patas e nada do bicho ficar com o pau duro. Me atrevi e passei a mão na barriga, sempre olhando para ver se vinha alguém e qual era a reação do bicho. Fui passando a mão cada vez mais perto do pau para ver se tinha alguma reação contrária do bicho e ele nada fazia. Tomei coragem e passei a mão onde seria o pau (pra quem conhece esses animais, sabe que o pau fica “guardado” tipo num saco). O bicho nem ligou. Passei a mão no saco dele nada. Apertei o saco que guarda o pau e podia sentir algo roliço e duro lá dentro (quem já pegou num pau mole e apertou sabe o que eu estou dizendo).

Tentei de alguma forma bater uma pra ele, meio que puxando pra baixo para ver se o pau saia e até ensaiava que ia ficar duro e fica mole novamente. Não sabia o que fazer. Tentei várias vezes em vão e nada. De qualquer forma aquilo me excitava e eu comecei a bater uma punheta perto da árvore, mas passaram dois caras para pegar passarinho no pasto e eu parei, dei uma mijada na árvore e voltei a tirar fotos e fingir que falava com alguém no telefone.

Fiquei com medo de fazer algo porque sabia que os caras estavam na área e podiam estar me observando. Fiquei na minha até eles irem embora e, quando eles estavam quase indo embora, o diabo do jumento fica de pau duro, ou seja, não podia fazer nada e ainda estava com medo deles verem (apesar de ser normal esses bichos ficarem de pau duro assim, do nada). Quando eles foram embora o jumento já estava mole novamente, mas eu tinha entendido porque o jumento ficou de pau duro: ele cheirou meu mijo e, por algum motivo ficou excitado. Passei a mão no pau e coloquei perto e ele ficou cheirando, cheirando e observei que o pau voltou a crescer, é muito excitante ver o pau sair da saco, ir crescendo, a cabeça grande, com formato de cogumelo, não resisti e peguei, segurei sem jeito, senti o calor, meu pau babava neste momento, senti a dureza daquele cacete, mas minha tia me gritou de longe dizendo que ia na cidade com meu tio e já voltava, ela não podia me ver, mas sabia que eu estava ali. Aquilo foi ruim, porque cortou o momento, mas agora eu estava sem preocupação deles chegarem e eu poderia ficar à vontade.

Assim que vi o carro partir, voltei a acariciar o focinho do jumento e demorou um pouco, o pau começou a crescer, mas não crescia por completo. Não conseguia deixa-lo duro como na outra vez… era sempre assim, ele ensaiava uma ereção e parava. Nesta hora tive a ideia de ir no estábulo, passei bem a mão na égua que estava lá e voltei para debaixo da árvore. Passava a mão no focinho do jumento, alisava um pouco, e logo o pau ia crescendo. Desta vez deixei ele sair por completo e quando estava todo rijo, o pau subia e batia na barriga. Segurei novamente naquele pau preto e fiz ele bater na barriga novamente, ficando bem duro.

Peguei mais embaixo, onde o pau é mais largo e iniciei uma punheta. Meu pau latejava e meu coração muito acelerado, bateu um impulso maluco e quando eu percebi estava com o pau do jumento dentro da boca (o que cabia na verdade). Quando o pau entrou na boca eu sentia o jumento tremer, comecei a chupar, apertando de leve a glande com a boca enquanto batia uma punheta pra ele. Em pouquíssimo tempo sentia o pau pulsar e o jumento despejou um líquido translúcido com cheiro forte na minha boca. Cuspi no chão com o tesão nas alturas. Sinceramente eu esperava mais porra e fui voltando a mim e pensei em ir embora, mas não teria outra oportunidade daquela e passei a manhã repetindo isto… estimulava ele, chupava e ele gozava na minha boca, mas não parecia muito. Na última vez antes de ir embora ele parecia mais afoito e ao invés de só tremer, ele começou a socar na minha boca e como eu não esperava, o cacete dele saiu da minha boca e ficava roçando na barba, na cara, na boca ele acabou gozando mais, mas uma boa parte na minha barba. Sai de lá correndo, lavei o rosto e fui embora. Pensei que nunca mais faria isso, mas aqui estou eu, morrendo de vontade de repetir a experiência. Até a próxima, pessoal.

Caso alguém queira entrar em contato, meu e-mail é: [email protected]

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