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MÚTUA INICIAÇÃO

Publicado em outubro 6, 2020 por ANTONIO

Como narrei em meus últimos contos, a idade nos impele a novas experiências, seja porque exista uma imensa atração pelo proibido/desconhecido, seja simplesmente, porque se quer explorar possibilidades, até então, relegadas a um segundo plano em detrimento de atribulações da vida, pressões pela sobrevivência profissional, família e outros estabelecimentos de ordem social. Verdade é que sempre há lugar para a inovação!

Neste sentido, comecei a frequentar salas de bate-papo virtual, sempre em temas bissexuais e homossexuais; certa noite, eu estava em uma sala frequentada por homossexuais, quando fui chamado a conversar com alguém, cujo codinome era “Queridinho”; iniciamos uma conversa informal, primeiro sabendo um pouco de nós mesmo e depois de nossos gostos e preferências; ao longo da conversa, percebi que “Queridinho” devia ser jovem e pouco experiente, pois, em alguns momentos, fazia perguntas que denotavam absoluto desconhecimento do universo homossexual.

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Sempre que possível, eu procurava dar a ele informações fidedignas e confiáveis, sem o interesse de usá-lo ou seduzi-lo intencionalmente; conversamos por um bom tempo, até que ele me perguntou se eu tinha whatsapp; respondi que sim e ele quis saber se poderíamos manter um contato mais próximo por meio do aplicativo. Sempre tenho um certo receio de usar aplicativos de mensagens instantâneas com essa finalidade, mas senti que “Queridinho” inspirava confiança, razão pela qual aceitei; trocamos números e ele me adicionou quase que imediatamente.

Passamos, então, a manter um diálogo regular, sempre que era possível; e a medida em que conversávamos, eu percebia nele uma inquietação inexplicável; como um afã de algo mais íntimo, mais real. Certo dia, perguntei-lhe se queria me conhecer; imediatamente, ele hesitou, escrevendo que tinha medo de que eu fosse um tarado ou um estuprador. Disse-lhe que era um temor razoável, mas que, se eu fosse esse tipo de pessoa, já o teria seduzido e me encontrar.

“Queridinho”, permaneceu inseguro e eu não insisti, dizendo que cabia a ele decidir o que fazer; continuamos conversando, até que um dia ele me perguntou onde morava; assim que respondi, ele mandou vários emoticons alegres. “Posso te ligar?”, escreveu ele, após toda euforia virtual; respondi que sim e esperei que ele me chamasse. Atendi sua ligação e pela voz, confirmei que ele era bem jovem e também verborrágico, pois não parava de falar.

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-Olha, descobri que moramos muito próximo um do outro! – disse ele em tom esfuziante – Achei isso o máximo! Muito legal mesmo! Nem imaginei que poderia ser assim …

-Tudo bem, meu querido – interrompi para que pudesse falar – Primeiro, vamos às apresentações; me chamo Neto e você?

-Meu nome é Paulo, mas todos me chamam de Tico – ele respondeu com tom alegre.

-Muito bem, Tico …, agora, já que moramos próximos um do outro, que tal um encontro – sugeri eu com tom afetuoso – Pode ser em um lugar público …, uma praça, uma cafeteria ou o que você preferir.

-Hum …, deixa eu ver – respondeu ele, com tom pensativo – Ah! Já sei! Sabe aquela praça perto da biblioteca? Podemos nos encontrar lá! O que acha?

Concordei, propondo que nos encontrássemos no dia seguinte pela manhã; Tico ainda ficou hesitante, mas, acabou aceitando. Mandei uma foto minha para que ele me reconhecesse e nos despedimos, com a promessa do futuro encontro.

Na manhã do dia seguinte, sentei-me em um banco de concreto da praça e pus-me a esperar por Tico. Só percebi sua presença quando ele emitiu um cumprimento jovial; olhei para ele e vi seu sorriso; Tico era um rapazote, com pouco mais de dezessete anos (na verdade descobri que ele tinha vinte, embora não aparentasse!), gordinho, mas não obeso, cabelos raspados, olhos castanhos, levemente bochechudo e sempre sorridente. Usava uma bermuda de surf e camiseta regata.

Ele estendeu a mão e nos cumprimentamos; pedi que ele se sentasse e começamos a conversar; de cara, percebi que Tico nutria uma curiosidade atroz por sexo; confidenciou-me que já chupara uma mulher mais velha e conseguira uma trepada com uma menina de sua idade; porém, o que mais o excitava era o sexo gay …, ou melhor, o relacionamento com alguém do mesmo genero.

-Mas, você nunca teve nada com outro parceiro homem – perguntei, incapaz de esconder a minha curiosidade.

-Bom …, já beijei um cara – ele respondeu com tom encabulado e baixando o olhar.

-E foi bom? – perguntei, em tom ameno – Você gostou?

-De verdade? Foi estranho – ele respondeu, ainda de cabeça baixa – Acho que foi porque ele tinha barba e bigode e não achei muito legal …

-Entendo … e nunca mais fez nada? – tornei a perguntar.

-Não senhor …, nunca mais! – ele respondeu com tom entristecido e ainda com a cabeça baixa.

-Tá, mas não me chame de senhor …, isso é desnecessário – prossegui, querendo saber mais – E sente vontade de experimentar?

-Ah, claro, né! Por isso que eu entro no bate-papo – ele respondeu, levantando o rosto e sorrindo.

-Sabe de uma coisa? Fiquei com muita vontade de te beijar – confessei para ele, com um sorriso, deixando Tico ainda mais encabulado.

-Isso que você disse …, de me beijar …, é sério, mesmo? – quis ele saber, alguns minutos depois.

-Claro que é! E porque não seria – respondi, me aproximando dele – Você é um garoto lindo e esse teu jeitinho me excitou!

-Mas, aqui não dá, né! – comentou ele, um pouco ansioso – Nem na minha casa …, e acho que nem na sua …, então …, como vamos fazer?

-Tenho uma ideia – respondi sorrindo – mas, antes, preciso saber se você topa …, nos podíamos ir para um hotel …

-Que é isso? Tá pensando que sou um viadinho? – redarguiu Tico com tom ríspido – Vai me pegar, me foder, dar uns beijinhos e tchau! Ah! Olha, preciso ir …, conversamos depois …

Sem esperar por resposta, Tico se levantou e foi embora, me deixando com ar embasbacado, sem saber o que pensar. Fui para casa e mergulhei no trabalho remoto, tentando esquecer do acontecido. Entretanto, ao longo da tarde, não consegui parar de pensar em Tico e de como ele me deixara excitado! Lamentei minha abordagem imprópria e torci por uma segunda chance.

Dias se passaram, sem que Tico desse sinal de vida, o que me deixava ainda mais chateado e sem esperanças; queria ter a oportunidade de reparar meu erro e explicar para ele …, mas, do jeito que a situação estava, pensei que não teria mais essa chance. Para minha total surpresa, ele me ligou! Assim que atendi, ele me pediu desculpas pela forma como terminara nosso encontro e propôs uma nova oportunidade para nos vermos e conversar. Claro que aceitei de primeira. Combinamos que nos veríamos em uma cafeteria que fica no interior de um supermercado próximo.

-Será que poderia ser hoje? – ele arrematou com um tom amedrontado.

-Olha, Tico, esse horário é meio complicado mas … – respondi, ponderando que, talvez, não haveria outra chance de vê-lo – tudo bem …, em quinze minutos estarei lá!

Pouco depois, eu estava sentado na cafeteria, esperando por Tico, que logo chegou, sentando-se e me cumprimentando com um sorriso. “Olha, Tico …, preciso te falar …, não quis te magoar aquele dia, mas é que …”, comecei sem coragem de prosseguir.

Mas o que, Neto? O que foi? – perguntou ele, com tom ansioso.

-É que, assim como você, eu também não tenho muita experiência! – respondi, com ar envergonhado.

-Mas, do jeito que você falava na sala de bate-papo, pensei que fosse experiente? – devolveu ele, com ar de surpresa.

-Pois é …, sei falar muito bem …, mas, também preciso aprender na prática – respondi, ainda envergonhado.

-Legal, Neto …, gostei de tua sinceridade – comentou ele em tom calmo, pousando sua mão sobre a minha – E eu também agi errado aquele dia …, fui grosseiro, pensando uma coisa errada …, mas, se você ainda quiser …, podemos ir …

-Ir? Ir pra onde? – perguntei, mesmo sabendo a resposta, pois queria ouvir dele.

-Pro hotel, como você sugeriu – ele respondeu, hesitante – Porque? Mudou de ideia?

-Não! Claro que não! – respondi rápido – Mas, quando?

-Por mim, poderia ser hoje mesmo! – ele respondeu com um sorriso – Mas, acho que pra você não dá, né?

-Sim, de fato, hoje não dá – devolvi, prosseguindo – E amanhã? De manhã? Você pode?

Tico respondeu afirmativamente, e nós combinamos de nos encontrar ali no estacionamento do supermercado no dia seguinte. Nos despedimos com formalidade, embora eu cresse que, tanto eu quanto ele, queríamos nos beijar! Fui para casa, doido de ansiedade pelo dia seguinte. Mal dormi naquela noite, acordando várias vezes com o pau rijo e pulsando.

Tico entrou no carro assim que estacionei; ainda com vontade de trocar beijos, arranquei, rumando para um local mais tranquilo; decidi surpreender o meu acompanhante, e fui para um motel que ficava próximo. Na recepção, o sorriso da atendente, deixou a ambos um pouco constrangidos, mas, mesmo assim, eu não perdi o rebolado.

Mal descemos do carro dentro da garagem, e eu agarrei Tico e nos beijamos; no início, ele pareceu desconfortado, mas não demorou para que ele me abraçasse aprofundando ainda mais o beijo que parecia não ter fim. Nos agarrando e nos beijando, entramos no quarto, e eu comecei a tirar a roupa dele; Tico me deteve, pedindo para que ele mesmo fizesse isso; sorri para ele e me sentei na beirada da cama, a fim de apreciar o espetáculo.

Ao vê-lo nu, fiquei extasiado; Tico tinha a pele alva e leitosa, destacando-se seus mamilos róseos que estavam durinhos e seu ventre liso com a sua benga a meio mastro; tinha uma rola não muito grande, mas muito grossa, e eu não resisti; me ajoelhei na frente dele e comecei a mamar a rola do garoto, que endureceu dentro da minha boca.

Tico gemia e suspirava, deliciando-se em receber minha mamada carinhosa; segui em frente, sentindo aquela rola dura dentro da minha boca, ora apertando-a com os lábios, ora lambendo como um picolé, ora sugando com força …, a minha impetuosidade oral, logo, venceu a rigidez de seu membro, com o garoto tremelicando, enquanto ejaculava dentro da minha boca. Sua carga não foi tão volumosa e assim, pude retê-la por inteiro dentro da boca, exibindo-a para ele antes de engoli.

Imediatamente, Tico me puxou e me deu outro longo beijo, enquanto, de maneira afobada, tentava me deixar nu; fomos para a cama, e com ele de bruços, fique acariciando e apreciando sua bunda gorda, roliça e firme. Apertei suas nádegas e depois beijei e mordisquei, tudo ao som dos gemidos de tesão dele; com as mãos, separei as nádegas e meti língua no cuzinho, lambendo e chupando. Tico enlouquecia de tesão recebendo minha carícia, e logo ele pediu para retribuir.

Virei-me de costas e deixei que ele se divertisse com minha enorme bunda, até que senti sua língua bolinando meu buraco; depois de algum tempo, propus a ele um sessenta e nove, que ele aceitou, embora confessasse que não sabia o que era; mostrei um vídeo para ele no canal prive da televisão; Tico adorou e pediu para fazermos. Nos chupamos e lambemos, inclusive com direito a dedadas no cu e algumas linguadas.

Novamente, o gozo sobreveio, só que agora para ambos, gemendo e gritando em histeria coletiva; descansamos abraçados e trocando beijos e lambidas nos mamilos um do outro. Eu estava por demais feliz em desfrutar da companhia e Tico e quis saber como ele se sentia. “No início, enquanto estávamos no carro, tive muito medo …, mas, agora, me sinto realizado!”, ele respondeu com um tom alegre e um ar de satisfação.

Depois de algum tempo, Tico virou-se de lado, exibindo seu bundão majestoso para mim; não resisti a tentação e colei nele, esfregando meu pau naquela suculência; ele gemeu baixinho e também se esfregou em mim; com sua mão, ele puxou a nádegas para cima, deixando o vale entre elas descoberto; pincelei meu pau que estava a meio mastro, mas não avancei porque estávamos, ambos, sem lubrificação.

Com o auxílio de um gel, untei o buraquinho e também meu pau, retomando as pinceladas que Tico parecia gostar muito …, enfiei a glande com alguma resistência e esperei para que ele se acostumasse; Tico soltou um gritinho, mas disse que estava bom e pediu que eu continuasse. Atendi ao seu pedido, enterrando a rola aos poucos dentro do seu buraquinho.

Em breve, eu estava socando minha rola no meio daquela bunda branquinha e enorme que vibrava a cada novo golpe que eu desferia contra ela, enquanto eu apertava os peitinhos do garoto, beliscando seus mamilos com força controlada; Tico não parava de gemer, dizendo como era bom ser enrabado, e inclinando-se um pouco mais, aproveitando para se masturbar como doido. Eu nãoa dava trégua ao safadinho, metendo rola com força e saboreando o momento.

Algum tempo depois, mudamos de posição, passando para a tradicional “frango assado”, permitindo que ficássemos olho no olho; o rostinho de Tico estava levemente contraído, e sua boquinha fazia biquinho toda vez que ele gemia de tesão. Eu prosseguia socando rola, e também punhetando o pinto dele, massageando suas bolas e o chamando de meu cachorrinho.

-Aiiii! Uhhhhhhhh! Que foda gostosa! Tô adorando! Seu pau …, dentro de mimmmmm! – dizia ele, com voz entrecortada – Não para! Não para! Issoooo! Soca! Soca!

Ouvindo as palavras de Tico, eu me imbuía de mais excitação e também de mais vigor; mesmo com mais de sessenta anos, foder aquele garoto me fazia sentir revigorado, querendo foder pelo resto do dia, até que não restasse um pingo de energia vital em meu interior. Estávamos ambos suados e ofegantes, e mesmo assim, eu prosseguia metendo rola no cu do safadinho, cujos gemidos e gritinhos deixava claro o quanto ele estava gostando.

No entanto, tudo que é bom acaba, e meu corpo começou a dar sinais de arrefecimento, assim como a sensação de prazer atingia seu ápice. E antes que eu pudesse avisar meu parceiro, um arrepio profundo, seguido de espasmos que contraíam meus músculos, o ápice anunciou-se e eu grunhi, enquanto era tomado por um tremendo orgasmo!

Ejaculei com vigor, lançando jatos de esperma para dentro do cu de Tico, que também gozava com o auxílio de minha mão, punhetando seu pau; meus músculos contraíam-se e, em seguida, dilatavam-se dolorosamente, enquanto meu pau ainda jorrava esperma nas entranhas de meu parceiro; e quando tudo chegou ao fim, desabei sobre a cama ao lado dele; ambos estávamos ofegantes, exaustos e suados, talvez eu mais que ele, pois a idade também cobrava seu preço elevado.

Depois de um merecido descanso, fomos tomar um banho, com direito e beijos e carícias; e a impetuosidade, novamente, tomou conta de nossos corpos, e logo eu estava mamando a rola de Tico, apertando suas bolas. “Vira …, eu quero roçar meu pau no seu cu!”, pediu ele em tom de súplica; olhei em seus olhos e dei um sorriso; voltei-me contra a parede e arrebitei o traseiro. Tico pincelou sua pica dura entre minhas nádegas, tencionando algo mais.

Separei as bandas com minhas mãos, deixando meu cu à mostra pra ele; Tico deu uma socadinha; e depois outra …, e depois mais uma …, senti a glande me invadir, e teria permitido que ele seguisse em frente, não fosse a dor lancinante causada pela minha fissura anal; envergonhado, lhe pedi desculpas. Tico olhou em meus olhos e sorriu. Contemplei-o com uma deliciosa mamada, até sentir seu sêmen escorrer em minha boca.

Enquanto nos vestíamos, ele confessou a vontade de passar o dia junto comigo, pois queria mais prazer (assim como acho que ele tinha a vontade de me enrabar!); lamentei que não fosse possível, pois, de meu lado, tinha coisas a fazer, mas lhe prometi um novo encontro com direito a passarmos mais tempo, juntos. Deixei-o no mesmo lugar onde nos encontráramos pela manhã. Tico me agradeceu e pediu que eu não sumisse de sua vida. Prometi que sempre que possível estaríamos juntos mais uma vez.

De fato, saímos mais algumas vezes, até que ele conheceu alguém de sua idade; ele me contou entristecido, desculpando-se por me deixar; eu segurei seu queixo, sorri e lhe dei um beijo desejando que ele fosse muito feliz com quem ele quisesse. A amizade permaneceu por mais algum tempo, mas, creio que o parceiro não aprovava esse nosso “relacionamento”, pois, passados alguns meses, Tico, simplesmente, desapareceu e nunca mais tivemos contato. Mas, jamais esqueci a mútua descoberta!

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