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Amizade colorida

Publicado em maio 15, 2020 por Marcelo

O Léo foi o meu primeiro namorado na adolescência, e começamos a ficar mais íntimos quando eu tinha 17 anos e ele 18. Estudávamos na mesma sala no segundo grau, e ele era um dos colegas que eu mais gostava. Também falava com algumas garotas, mas com menos frequência. Das que eu conhecia, minha preferida sempre foi a Renata, lá do prédio. Tinha uma caidinha por ela, mas alguma coisa me travava na hora de me declarar. Conversávamos quase todos os dias, e nada. No fundo, eu sabia o motivo. Ela me achava bonitinho, mas apenas isso.

Em uma quarta-feira, quando a aula de Matemática já tinha terminado, o Léo veio tirar uma dúvida sobre um exercício comigo. Ele perguntou se eu não poderia estudar com ele em sua casa, pois precisava tirar 8.0 para não ficar de recuperação. Eu não estava muito a fim, mas fui convencido quando ele disse que me pagaria um lanche no Mac.

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Fiz minhas exigências:

– Mas tem que ser com batatinha e refri.
– Ok.

Na casa dele, depois de uma hora de problemas, equações, contas e mais contas, paramos um pouco para assistir televisão e conversar. Passou um comercial de cerveja com uma loirona linda de biquíni vermelho na praia, com seios fartos e bundão de parar o trânsito. Os lábios eram carnudos e boca bem sensual. Quando eu elogiei, ouvi o Léo dar risada todo debochado.

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– Você gosta mesmo de mulher, Marcelo?
– É lógico!
– Nunca te vi namorando.
– Eu gosto de uma garota do meu prédio, a Renatinha.
– Você já ficou com ela?
– Não. Ela é atraente, e os caras mais velhos e mais fortes vivem em cima dela.
– Você já transou com uma mulher? Fala a verdade.
– Já. Que pergunta!
– A maioria dos caras mentem quando falam de sexo. Eu sei perceber quando alguém mente.
– Na verdade, não. Nunca.

Minha resposta o encorajou a ir direto ao assunto que pretendia desde o início da conversa.

– Preciso te confessar algo, Marcelo. Te acho muito lindo e muito simpático, um amor de pessoa. Eu estou gamadinho por você.
– Ka, ka, ka… É sério?

Sempre tive o riso solto, e me arrependi disso naquele momento. Não queria magoá-lo. Só achei diferente o jeito que ele havia falado, e também muito interessante. Percebi que foi mesmo com o coração, pois me olhou nos olhos de uma forma que ninguém nunca havia olhado antes, nem mesmo a Renatinha em nossos beijos de brincadeira quando éramos mais jovens. Já que o Léo teve coragem de falar a verdade, achei que ele se sentiria melhor se eu revelasse o que eu entendia ser minhas “fraquezas”.

– Eu até me sinto mais a vontade ao lado dos caras, mas sei lá… Para ter uma relação, aí já seria demais.
– Muitos homens tiveram a primeira transa com um amigo gay, sabia? Serve como um treino.
– Sei. Mas acho que não rolaria.
– Como assim você acha? Quando você está com sua amiga, você realmente sente atração por ela?
– Sinto, claro que sinto! Mas não sei se conseguiria satisfazê-la… Bem, você sabe… Se fôssemos para a cama.
– Por quê não?
– É que… Meu pênis é assim um torpedão daqueles… Os caras tem aquelas baitas pirocas gigantes nos filmes pornô, e isso me deixa meio intimidado.
– Pintudões como aqueles são poucos que existem por aí, sabia? Vai por mim, eu sei do que estou falando.
– Confesso que, às vezes, também me excita o que as atrizes sentem nas cenas mais picantes. As gostosas só faltam decolar de tanto tesão.
– Se for bem feito, você decola mesmo no sexo anal.
– Por quê você está me olhando assim, Léo? Não vem não, hein!
– Se você quiser experimentar… Eu te acho uma gracinha.
– Para com isso, Léo!

A quem estava enganando? Eu tinha muitas fantasias sexuais e, em parte delas, me imaginava fazendo o papel feminino e me empolgava com aquelas rolas maravilhosas dos filmes me virando do avesso. Meu amigo me fez abrir o coração pela primeira vez. Falava coisas que nunca havia falado antes, e ele me compreendia perfeitamente. O Léo me contou como é que se faz para deixar o cuzinho bem lubrificado, para não doer tanto, e eu ouvi fingindo desinteresse e fazendo piadinhas. Enfim, me contou todos os detalhes. Por mais que eu disfarçasse, ele sabia perfeitamente que estava instigando minha imaginação contando cada passo.

Não parava de pensar no Léo quando voltei para casa, e nem dormi direito. Percebi que não precisava mais mentir sobre o que sentia, e não estava mais indeciso. No dia seguinte, liguei para meu amigo gay depois da aula.

– Alô!
– Oi, Léo! É o Marcelo. Você não quer estudar de novo comigo hoje? Aí na sua casa?
– Estudar mesmo?
– Na verdade… Eu quero fazer tudo o que você me ensinou. Me sinto bem ao seu lado.
– Nossa, Marreco! Assim eu fico sem jeito.
– Posso ir aí? O meu cuzinho já está prontinho para estrear.
– Quem diria, hein! Então vem logo que eu estou te esperando.

O calor daquela tarde deixava o clima bem propício para uma boa troca de experiências. Tiramos as calças, as meias e os tênis praticamente em sincronia. Quando o Léo tirou a cueca branca dele primeiro, eu fiquei um pouquinho envergonhado. Vi que o pinto dele era maior, e já estava levantando ao ponto de começar a ficar ereto. O formato também era bem bonito. O Léo percebeu minha insegurança, e agachou-se na minha frente olhando-me de joelhos.

– Posso baixar sua cueca?

Respirei fundo e falei que podia. Quando olhei para baixo, até me surpreendi com a empolgação em que já estava o meu pênis maroto. Quase no mesmo estágio que o dele, mas em tamanho menor. O Léo deu beijinhos que fizeram ele se dilatar completamente. Eu ainda nem tinha tirado a camiseta azul, mas meu amigo não se aguentava de curiosidade.

– Me mostra o sem bumbum, Marcelo.
Virei de costas para o Léo, que já estava bem excitado e com cara de faminto.
– Olha! É toda branquinha!
– Você gostou?
– Sua bundinha é linda!

De pé, o Léo arrancou minha camiseta azul e nossos pênis ficaram olhando-se como se quisessem se beijar, mas o dele ficou um pouco mais para cima, pois o Léo também é alguns centímetros mais alto do que eu. Eu mais clarinho, e ele um pouquinho mais moreno. Quando ele começou a fazer carícias em minhas nádegas e lambidas nos meus testículos, queria aquela boquinha sexy entrando em ação imediatamente.

– Me chupa, Léo!

Agachado, meu lindo amigo me fazia suspirar cada vez mais com seus lábios amorosos e sua língua molhadinha. Fazia carinho em seu cabelo para retribuir a sensação gostosa que ele me proporcionava, deslizando com vontade sua boca no meu pau.

Eu me sentia até mais homem, mais viril, mas só até aquelas mãos carinhosas passarem, das minhas coxas, para o meu bumbum. Vieram então os meus primeiros gemidinhos, ainda tímidos e contidos. Enquanto isso, meu pênis era facilmente engolido até o fim, com a cabeça invadindo e entrando bem gostoso na garganta do meu primeiro amor, com o nariz dele pressionando meu púbis e depois soltando para recomeçar com mais intensidade. Entreguei-me de vez quando minha bundinha, já um pouco suada pelas suas mãos macias, foi apertada durante o boquete do Léo.

– Ahh!

Foi um chiado de veadinho mesmo, que se repetiu por várias vezes na medida em que o danadinho acelerava o ritmo da bocada agarrado em minha bunda, deixando minhas nádegas brancas totalmente abertas e excitadíssimas, e o meu cuzinho exposto e vulnerável caso um outro rapaz se encostasse de repente atrás de mim. A fantasia que me veio à cabeça me fez gozar para valer. Quando o Léo ouviu meu rugidinho felino e sentiu minha rola pulsando em sua boca, ele segurou-a com a mão direita e deixou o líquido espirrar com tudo em seu cabelo estiloso, em seu rosto bem desenhado e, por fim, em sua boca tesuda. Ejaculei bastante e quando terminei, o safadinho mostrou a língua gozada para mim, fechou a boca e engoliu. Seus lábios sorriam para mim lambuzados e satisfeitos.

– Agora é sua vez, Marreco.

Ele era a única pessoa que me chama assim. Sua voz dengosa me deixou tranquilo para o meu primeiro boquete. O gosto não me animou muito no começo, mas me deliciei quando o pênis do meu amigo que foi envolvido pela minha boquinha sedenta por experimentar novos sabores.

Depois das primeiras chupadas, o iniciante já agia como um profissional. Mais experiente, o safadinho surpreendeu-me pedindo para abrir bem a boca e respirar fundo, e depois começou a foder minha boca com vontade, segurando minha cabeça com as duas mãos, para ensinar-me uma lição. Aprendi a me virar na prática.

Os suspiros que ele emitia ao ser boqueteado eram muito mais masculinos do que os meus. A saliva que se formava escorria pelo pescoço, respingava em minha perna dobrada e caía no chão. Que delícia! Queria mais e mais…

– Vai com calma, Marcelo. Assim não vou conseguir comer sua bundinha depois.
– Pronto, parei.
– Olha só… Isso é que é vontade de dar o bumbum, hein!

Ainda estava meio sem jeito, um pouco tímido até. Um carinho no ombro e um beijinho no rosto não só me acalmaram, como também me comoveram. Que amor! – apenas pensei, mas nem precisava dizer nada. Ele notou os pelos do meu antebraço se arrepiarem todinhos, e deslizou suas mãos por eles suavemente.

– Fica de quatro para mim, Marcelo.
– Tá bom.

Curiosamente, de costas, fiquei muito mais tranquilo e sem receio algum. Percebi que seria mesmo o mais passivo da relação, e isso não me incomodou nem um pouco. O encaixe foi difícil, mas melhorou depois que o Léo tirou o pênis do meu buraquinho e enfiou o dedo indicador molhado de saliva, bem devagar, e começou a gira-lo em sentido horário. O pênis gostoso do meu amigo também foi bem salivado, e assim, minhas preguinhas virgens ficaram todas assanhadinhas. Elas acolheram o pênis do Léo de forma muito mais receptiva do que anteriormente.

Ele começou devagar, para eu me adaptar à penetração, mas depois não se conteve de tesão e começou a meter mais forte.

– Que cuzinho apertadinho!!!
– Ah, ah, ah…

Meus gemidos eram suaves e delicados como os de uma mulherzinha na cama. Mesmo sendo novato, já me sentia uma atriz pornô em ação. Suas mãos ficaram em meus ombros, com o Léo inclinado um pouco para frente e me enrabando bem gostoso. O lubrificante ajudou bastante na foda, pois o apetite meu amigo me surpreendeu bastante. Não imaginava que um sujeito tão doce e gentil no dia a dia, se transformasse em impetuoso e voraz na hora de foder o bumbum do amigo.

Ele gozou bastante, com seu quadril batendo na minha bundinha suada com vontade, segurando meus cabelos com uma das mãos e puxando minha cabeça para trás. Senti-me totalmente dominado e apaixonado naquela posição, com a boca aberta, a respiração ofegante e o coração disparado.

Quando ele tirou seu membro gostoso de dentro de mim, comecei a bater punheta em ritmo alucinante, na mesma posição de cachorrinho, com o cuzinho piscando para o Léo. O sem-vergonha não resistiu ao ver a cena e enfiou, com muito amor e carinho, o seu mesmo indicador direito novamente. Meu cuzinho festeiro engoliu-o como se quisesse puxa-lo para dentro, faminto por mais diversão. Gozei de novo, e foi muito mais gostoso com o dedo dele enfiadinho no meu cu. Não deu nem para terminar o troca-troca. A vez dele dar a bundinha para mim ficaria para uma outra ocasião.

Fomos então para debaixo do chuveiro e a festinha continuou. Toda vez que o Léo me beliscava na cintura, eu suspirava e dava um gritinho de menina. Ele descobriu um ponto fraco em mim que era bastante sensível. Eu simplesmente não conseguia controlar a risada, e o danado só se divertia com a situação. Fiz o mesmo e também belisquei a bunda dele como revide, mas o efeito não foi o mesmo. Como não tive outra escolha, deixei-o ganhar. Foram vários suspiros, gritinhos e risos durante o restante do banho.

Semanas depois, descobri que ele nem precisava de ajuda em Matemática ao ver o seu boletim. Mas foi uma mentira por uma boa causa, e perdoei dando-lhe vários beijinhos na boca.

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3 - Comentário(s)

  • Marcelo 29/05/2020 06:03

    Estou curioso em saber das suas histórias também... Publiquem no site. Quero muito saber como foi a aventura do Arnold. Beijos.

  • Ariel 22/05/2020 19:04

    Que delícia, três dedos atolados no meu cuzinho, entrando e saindo vem rápido me fazendo gozar nesse momento

  • Arnold 19/05/2020 05:47

    Meu colega também estuda na minha casa só pra me dar a bundinha. Antes eu chupava o pau dele e tomava o leitinho e depois dava uma leitada nele também. Agora ele deixa meu pau no ponto e senta metendo tudo naquele cuzinho quentinho. Fica rebolando e me chamando de safadinho. Encho a bunda dele de porra. Um dia também quero.

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