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Maiara

Publicado em outubro 9, 2022 por lyonrent

Durante um tempo da minha vida eu dei aulas como voluntário em um projeto comunitário na minha cidade, tive vários alunos e quem é professor sabe que sempre tem um ou outro que a gente se apega mais dependendo da turma, no meu caso era o Matheus, era um moleque bem gente boa, não largava do meu pé, era participativo e bem animado, certo dia fizemos uma festinha para todos, alugamos casa com piscina e tudo mais e vou nesse dia que conheci a mãe do Matheus, a Maiara.
Ela estava lá com seu short amarelo, dava pra ver a alça do seu biquini preto, mas como era um evento pra molecada infelizmente ela estava com uma camiseta também, mas era linda, cabelos lisos e pretos que ia até a altura dos ombros, pele branquinha, belas coxas e rabinho perfeito, olhos castanhos num olhar redondo e penetrante, um pequeno piercing no nariz e um belo sorriso.

-Olha mãe, esse é o professor que eu falei! Veio Matheus correndo em minha direção.

 

Segurei ele nos braços e o levantei, enquanto sua mãe se apresentava pra mim.

-Oi, ele sempre fala do senhor, prazer Maiara.

Seu sorriso era mesmo lindo.

-Senhor? Nossa pra que tanta formalidade?

-Rss, me desculpa deve ser por causa do professor.

Eu estava no auge dos meus 30 e ela pela aparência deveria ter no máximo uns 25, dava pra ver que foi mãe cedo.

– Ele sempre fala do professor que ele mais gosta, que ensina coisas legais, as vezes passa horas e horas no computador mostrando o que o senhor, ops o que você ensina.

– Nossa eu fico bem feliz, ele nunca me disse que a mãe dele era tão linda. Disse e depois achei que já estava me excedendo, porém ela riu e deu aquela passada de mão nos cabelos sobre as orelhas. O moleque falou algumas coisas, mas estava tão fascinado com sua mãe que não prestei muita atenção.

Coloquei ele no chão e fiquei trocando ideia com a mãe dele enquanto ele foi brincar e foi assim que conheci Maiara, aos sábados comecei a chegar mais cedo no projeto para vê-la quando fosse deixar o menino, era breve pois ela sempre saia com pressa para ir trabalhar, mas ela sempre foi de uma simpatia incrível.

Conversa vai, conversa vem, números de celulares se trocam e certo dia a chamei para sair, ela foi relutante, disse que era difícil achar alguém para ficar com o menino e tudo mais, deixei pra lá por um tempo, porém voltei com a ideia e dessa vez tive sorte, marcamos para a tarde de um sábado que era feriado, não haveria atividades no projeto e ela folgaria e por sorte uma amiga da família faria uma festa de criança e o Matheus poderia ficar lá até a noite.

Era a chance que eu precisava.

Marcamos em um barzinho no centro da cidade, eu queria busca-la em casa, mas ela achou melhor não, cheguei antes ao bar, peguei uma mesa num canto discreto pedi uma bebida e aguardei por uns 20 minutos, ela já havia mandado umas mensagens dizendo que se atrasaria então estava tudo certo e confesso a vocês que quando a vi atravessando a rua, toda espera valeu a pena.

Ela estava com um vestido preto curto, que tinham mangas que iam até um pouco abaixo dos ombros, bem decotada, era possível ver a renda do seu sutiã preto, agora dava pra ter uma bela noção dos seus seios médios e estava com um radiante batom vermelho

-Se eu estava querendo comer, ela estava querendo dar.

Me viu acenou e veio até a mesa

-Desculpa pelo atraso. Eu ainda estava meio embasbaco, mas respondi que não tinha problemas.

Ela se sentou, pediu sua bebida começamos a conversar.

Ela falou sobre a vida dela, tinha 26 anos, foi mãe adolescente e o babaca sumiu quando soube, falou das dificuldades de ser mãe entre outras coisas, eu ouvia fascinado e as vezes tentava uma investida que ela desviava com classe, porém sem deixar claro se estava afim ou não.

– E os relacionamentos? Como vão? Fui com toda objetividade que a bebida me proporcionava.

– É bem difícil quando sabem que sou mãe, ou são uns babacas que acham que vou querer que eles criem meu filho, ou alguém que acha que sou uma prostituta por que fui mãe cedo.

-O mundo tá cheio de babacas, kkk mal sabem eles o quanto seu filho é amável e a mãe é uma companhia maravilhosa…

Ela riu meio sem graça, a bebida ia entrando e ela ficando mais solta, mas nada de beijinho ou deixar eu tocar o corpo dela.

– Já está anoitecendo, acho melhor a gente ir.

O tempo voou, passamos umas 4 horas ali conversando.

-Ah, mas já? Disse eu frustrado já perdendo as esperanças de que iria fode-la violentamente naquele dia.

-Rss sim temos que ir senão fica tarde.

Então assim foi, paguei a conta, apesar de ela insistir em dividir, mas queria mostrar meu bom cavalheirismo, ela aceitou, mas fez cara feia.

-Como castigo por ter pago sua parte, posso te dar uma carona até a festa?

Ela sorriu e disse que sim.

Fomos conversando no caminho e uma hora que parei no sinal na minha última tentativa coloquei minha mão sobre sua coxa gostosa, ela nada disse, dei uma alisada de leve, mas logo o sinal abriu e tive que usar a mão para trocar a marcha do carro.

-Sabe, ainda nem escureceu ainda, talvez possamos passar em algum outro lugar antes de irmos pegar o Matheus. Disse ela me surpreendendo.

– Onde você sugere? Respondi.

-Ela passou a mão de leve por cima do meu pau.

__-Não sei, um lugar onde possamos ficar mais à vontade.

Meu coração começou a palpitar mais forte, olhei pra ela que agora fazia uma carinha de safada.

-Com prazer.

Era meu dia de sorte, ela começou a falar.

-Sabe, já tem um tempo que estou com um tesão enorme em você, rss não me julgue.

-Sério? Respondi enquanto ela ia abrindo o zíper da minha calça e colocando meu membro que já estava babando pra fora.

– Meu filho sempre falava de você, como você é legal e gentil com ele e é bem difícil hoje em dia achar alguém assim. Alisava meu pau.

Eu apenas arfava, tinha que prestar atenção no trânsito enquanto ela segurava meu pau.

– Não pense que sou uma vagabunda, mas logo na primeira vez, vi que você era diferente, hoje eu vim sim na intenção de te dar uns beijos, mas fiquei com muito mais tesão depois de te conhecer melhor.

_- Nossa, nem sei o que dizer, apenas que to adorando, encostei o carro embaixo de um viaduto da Brigadeiro Luiz Antonio.

Ela se debruçou nas minhas pernas e envolveu os lábios na minha cabecinha, chupando bem gostoso.

-Ai que delícia. Gritei de repente, foi inesperado, mas extremamente gostoso, ela manjava muito do boquete e eu no ápice do êxtase me conti quase gozando.

-Olha … olha tá ótimo, mas acho melhor a gente ir para um local mais seguro.

-Rss, ah pensei que você fosse mais aventureiro.

-Geralmente eu sou, mas nem escureceu ainda, no meio da rua não consigo focar, mas conheço um motel ótimo.

-Ela riu e após uma rápida volta de carro estávamos no motel.

Peguei um quarto da hora, um puta espelho em frente a cama que pegava quase toda a parede, adoro me ver fodendo.

-Uau. Ela disse.

– O melhor é o que a ocasião pede. Respondo segurando sua cintura e beijando sua nuca.

Ela já estava entregue, gemendo baixinho, continuei mordendo seu pescocinho e agora enquanto uma mão continuou na cintura a outra foi na sua tetinha macia dando apertões bem gostosos, era fácil encontrar seus seios pelo decote, então me aproveitei bem, depois a mão que estava na cintura desceu mais um pouco, fiz um súbito movimento entre suas penas, o vestido curto facilitava roçar minha mão em suas coxas e sentir sua calcinha, ela jogava a mão pra trás e acariciava meu cabelo e orelha, logo se virou e nos prendemos em um beijo bem gostoso, já começando molhado e com as línguas se batendo em volúpia.

Ia subindo seu vestido enquanto minhas mãos agora apertavam com força as carnes do seu belo rabo, o beijo continuava ardente, com ela agora segurando meu rosto, seu decote estava mais bagunçado depois que minha mão estivera ali, seu sutiã estava quase todo visível.

Larguei sua bundinha divina e minhas mãos começaram a trabalhar em deslizar para baixo o fecho do seu vestido.

Agora ela estava só de lingerie, preta de renda, seu corpo era lindo, belas coxas, seios incríveis, fiquei admirando por uns segundos, o que a deixou sem graça, mas logo a joguei na cama, abri suas pernas e me ajoelhei em frente a ela.

Girei seu corpo para que ficasse paralelo ao espelho da parede, eu queria que ela olhasse de todos os ângulos o que eu ia começar a fazer.

Fui beijando devagar sua coxa direita, colocando a língua pra fora deslizando e sentindo sua pele, minhas mãos apertavam sua bunda, seu sabor era incrível o salgadinho de suor misturado com hidratante, o cheiro também, perfume misturado com o cheiro da sua bucetinha quando eu roçava o nariz por sua calcinha.

-Uhmmmm. Ela soltou um gemido tímido

Tirei minha camisa e coloquei sua calcinha um pouco pro lado, entrei com o dedo do meio virado pra cima e nossa, que delícia, ela já estava meladinha e deu uma arrepiada quando meu dedo entrou, dei risada e comecei a fazer movimentos de vai e vem lentos.

-Aiinn, estou muito excitada, ela disse ofegante.

Ela fechou as pernas e virou sua posição na cama, ficando com o rosto de frente pra mim.

-Eu tô com muito fogo, quero muito te mamar.

-Então realiza seu desejo, abri o botão, abri o zíper, tirei o sinto e deixei meu mastro a mostra pra ela, que ali mesmo deitada, segurou com cuidado e o abocanhou, mas abocanhou com gosto, já começou o boquete rápido, com vontade, era delicioso sentir meu pau mergulhado na sua boca cheia de saliva, eu praticamente perdi os sentidos, só conseguia me segurar em pé ali enquanto recebia essa mamada sensacional.

-Gostosa.

Segurei sua nuca e forcei pra frente, ela segurou com força a base do meu pau e foi pra uma garganta profunda.

-Ohhh que delícia.

Ela engasgou, fazia grunhidos estranhos, mas agora comecei a forçar a cabeça dela pra frente com as duas mãos, a saliva escorria, era delicioso, vi que ela já estava fazendo cara feia e decidi solta-la, ela largou do meu pau com um filete enorme de saliva que ligava sua boca ao meu pau, ofegante, vermelha, porém sorrindo.

– Seu pau é muito gostoso.

– Me mama mais.

Ela dessa vez veio com a língua pra fora, lambendo pra cima e pra baixo a ponta do meu pau, depois abocanhou novamente, foi até a base e voltou, deixou os lábios envoltos na cabecinha molhada.

Eu soltei o fecho do seu sutiã e deixei aquelas duas coisas maravilhosas soltas, mas por pouco tempo, segurei seu seio direito com vontade, até ela soltar um gemidinho.

Caralho, que peito gosto de apertar e sentir na mão, ela continuava me chupando, mas eu estava tão maravilhado com seus seios que logo estava apertando os dois um em cada mão.

A textura, a maciez, os biquinhos duros apontando pra frente, suas tetas eram maravilhosas e eu estava louco.

Ela continuava brincando com meu pau na sua boca, segurou na base e ficava forçando-o na bochecha por dentro, aquilo me excitava demais, ela parava para pegar ar, depois colocava ele pra dentro de novo e forçava na bochecha novamente, subitamente enchi a mão e mandei um tapa quando ela fez isso, ela fechou os olhos, fiquei preocupado pois tinha colocado bastante força e foi muito rápido na sua cara.

-Pensei que não ia me bater. Disse ela sorrindo.

Segurei seu cabelo com força e comecei a mexer meu quadril enquanto ela mantinha meu pau na boca, a chupada ficou insana.

-Gosta de apanhar safada?

E posterior a isso mandei mais uns 3 tapas na cara da safada que aceitava com prazer.

-Aiiii.

-Vádia.

Tirei a rola de dentro e comecei a bate-la no rosto da Maiara, ela ria e ficava colocando o rosto pra frente pra receber a minha surra de pica.

– Vai safada.

Eu virei o corpo dela, abaixei minha calça de vez e joguei longe.

-Camisinha viu.

Fui até a calça que joguei longe e peguei, ela já estava arreganhada abrindo a bucetinha com os dedos.

Fui igual a um animal pra cima dela, a encaixada foi bruta.

-AHhhhhhhhhhhhhhhnw

Segurei e ergui ela pelas canelas, tirei sua calcinha e comecei a bombar minha pomba pra dentro, forte, firme e rápido.

Coloquei as pernas dela nos meus ombros, segurei sua cintura e a trouxe para mais próximo de mim e voltei nas estocadas violentas.

Ela gemia alto, o barulho dos nossos corpos também era alto, eu estava insano, sua tetinhas tremelhicavam loucas com o impacto dos nossos corpos, na base do pau onde a camisinha não cobria dava pra sentir seu melzinho molhado e quente, ela cruzou os braços embaixo dos seios enquanto eu mandava ver, ela tinha um sorriso safado enquanto gemia de olhos fechados, isso me excitava mais e mais o que fazia com que eu metesse cada vez mais rápido.

Ela começou a usar o dedo sobre o grelinho enquanto eu metia, afrouxei um pouco mais a posição e voltei a segurar em suas canelas pra meter, um pouco mais lento agora, porém mesmo assim ela gemia feito louca. Era muito gostoso olhar e ver sua buceta e virilha molhados, continuei forte e seus gemidos agora eram gritos e não demorou muito até sentir os espasmos fortes do seu corpo, ela levantando as costas da cama subitamente e gozando deliciosamente.

Ela não falava nada, apenas ofegava.

Deixei meu pau duro dentro e comecei a usar meu polegar com jeitinho, porém bem rápido no seu grelinho, ela se remexia toda.

– Não vai ter moleza só porque gozou gata.

-Ahhhhhhhhhhhhhhhh Ahhhhhhhhhhhh safado ahhhhhhhhh, não para.

Ela gritou de novo, ficando mais molhada gozando gostoso de novo.

-Que mamãe mais safadinha você, gozando duas vezes fácil assim.

-E espero gozar mais, ela me disse sorrindo.

Virei seu corpo, deixando ela de cachorrinho com a bundinha empinada pra mim, ela olha pra trás sorrindo safadamente.

-Bate.

E eu obedeci, e com gosto, enchi a mão e mandei com tudo naquela raba gostosa.

– AIiiiii.

Ela soltava gritinhos quando mandei a segunda rodada de tapas, 3 seguidos, a nádega direita estava toda vermelha de apanhar, eu vi uma lagrima rolando no olho dela, mas não liguei, mandei mais um tapão que fez seu corpo tremer.

Segurei bem sua cintura com a mão e fui encaixando meu pau com a outra, devagar agora, deixei o meu pau ir até o fim e tirei devagar, ela rebolou gostoso, mas eu estava cheio de tesão e comecei a mandar ver pesado de novo, sua bunda me excitava muito e pegar ela no cachorrinho ela bom demais.

Mandei mais um tapa, agora com as gostas da mão, ela apenas gemia de forma deliciosa, assim de quatro a pica tava comendo solta, sem dó.

Depois de tanta violência tanto com as mãos quanto com o meu pau eu estava cansado, desencaixei e fui pra cama.

Deitados fui direto nos seus seios, coloquei minha língua pra dançar com o biquinho de um, enquanto sentia o outro na minha mão, fechei os olhos e mamei gostoso, troquei de seios fazendo a mesma coisa, depois apertei os dois ao mesmo tempo com força até ela soltar um gritinho.

Ela deitou, fiquei por cima dela e logo ela entendeu, pressionou um seio contra o outro e eu meti entre eles, queria uma espanhola bem gostosa e consegui, porém, foi rápido, não aguentei e gozei muito ali nos peitos dela.

-Que porrinha quente.

Eu apenas sorri pra ela e deitei ao seu lado exausto.

– Nossa, é muita porra, ela se levantou e foi para o banheiro se lavar, eu dei risada e fiquei recuperando meu ar.

Ela voltou correndo.

-Quer mais?
Quero que você me chupe.

E assim o fiz, cai de boca na sua bucetinha.

Beijei bem os grandes lábios dela, quando tirava a boca deixava uma ponte de saliva e voltava a beijar, depois comecei a lamber as laterais, sabia que ela estava gostando pois começou a forçar minha cabeça a seu encontro enquanto arfava, ai chegou a hora de dar aquela atenção ao grelo, fui lambendo em círculos, depois pra cima e pra baixo bem rápido, ela largou minha cabeça, seu corpo tremia enquanto ela apertava firmemente o lençol, coloquei meus dedos pra trabalhar dentro dela , chupando e soltando o grelinho lentamente e revezando com a língua.

-Ownnnnnnnnnnn Ahwnnnnnnnnnn delicia.

Levantei o rosto e continuei esfregando sua buceta com a mão, voltei a deitar e ela de bate pronto veio com tudo e sentou no meu pau, sem camisinha mesmo, até doeu, mas eu retribuí dando um beliscão na sua teta direita.

Ela começou a senta, subindo e descendo bem rápido enquanto apoiava uma mão no meu peito e levava a outra na sua boceta.

Eu segurava sua bunda perfeita, hora apertava, hora batia com as duas mãos sem sincronia.

-Eu estou louuuuca ahhhh.

Ela sentava cada vez mais forte e rápido, deu umas cavalgadas, mas voltou a sentar.

O ritmo estava frenético.

-Euuu…euuuuuuu… goza…. gozarr…

A safada gozou de novo, mas eu ainda estava no clima.

-Não para sua safada, NÃO PARA!

E ela continuou sentando, gemendo alto e agora foi minha vez, meu vulcão explodiu e eu gozei com força dentro dela.

Eu estava exausto e ela também, quando ela saiu de cima deu pra ver aquele monte de porra represada escorrendo pra fora da sua bucetinha, ela me abraçou de um jeito fofo.

-Que delícia de professor.

-Que delícia de mamãe, a gente tem que fazer mais isso.

Nos beijamos.

Ela viu as horas no celular e também tinham uma mensagem de seu filho.

-Ai meu deus, tá tão gostoso, mas a gente tem que ir.

Tomamos um banho rápido, ela tirou fotos do quarto e fomos embora.

Chegamos em frente à festa, ela se maquiou no carro e estava preocupada que algo desse bandeira da nossa transa, segurei seu rosto e a beijei, ela segurou minha nuca e retribuiu, meti novamente a mão nos seus seios colocando-os pra fora e massageando muito.

-Ai caramba, vai borrar meu batom.

Enfiei minha mão entre suas pernas, dei o último toque no seu grelinho.

-É assim que eu digo tchau.

Ela arrumou o batom e a roupa e desceu, disse que hoje não podia mais, mas falou que logo marcaríamos outra, fui pra casa com a alma lavada e no fim daquele dia ainda recebi uma foto da sua buceta molhadinha e ela dizendo que ia dormir se tocando e pensando em mim.

Na semana seguinte foi muito engraçado interagir com seu filho, que não fazia ideia de tudo que eu havia feito com a mãe dele.

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