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Contei que sou gay, mas minha amiga quis tirar a prova

Publicado em maio 25, 2020 por Marcelo

A Renatinha cresceu comigo no mesmo bairro e sempre foi a única garota que eu realmente gostei. Tínhamos a mesma idade, mas o corpo dela desenvolveu-se muito mais depressa. Ela já era um mulherão aos 17 anos, enquanto eu continuei o mesmo magrinho branquelo de cabelo espetado. Quando a Renata começou a sair com um grandão mais velho, o Jéferson, confesso que fiquei triste no começo. O Léo foi quem trouxe de volta a alegria em meu rosto. Passei então a viver uma vida dupla por um período. Namorava com o gatinho às escondidas no colégio e costumava dar a bundinha para ele em sua casa. Ao mesmo tempo, mantinha pose de hominho no bairro onde morava, com receio de que contassem alguma coisa para meus pais.

As meninas da minha classe foram as primeiras a espalhar comentários. Estava quietinho sentado na escada da entrada da sala durante o intervalo, esperando o Léo voltar da cantina com um lanche para mim, enquanto três delas conversavam há uns dois metros de distância. Foi quando ouvi sem querer meu nome na conversa.

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Deisy: – Vocês acham que o Léo e o Marcelo estão tendo um caso?
Fernandinha: – Parece que sim. Os dois não largam um do outro.
Luciana: – Com certeza estão.
Deisy: – Se eles estiverem se pegando, quem vocês imaginam sendo o passivo na hora H?
Fernandinha: – Acho que seria o Marcelo. Ele é bonzinho demais para ser o macho.
Luciana: – É o Marcelinho na certa.
Deisy: – Também acho.

Depois de um tempinho, elas saíram de onde estavam e passaram por mim assustadas, embora a Deisy parecesse fingir desde o começo.

– Oi, Marcelo! Não tinha te visto aí. Estávamos falando de você, acredita?
– Espero que tenham falado bem.

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Aqueles jogos femininos tinham impacto muito maior do qualquer soco na cara de algum brigão, mesmo que nunca tivesse levado um para saber a diferença. Já no meu bairro, além da Renatinha, tinha amizade maior com o David. Também jogava bola com os outros garotos na quadra do condomínio, mas aquele negrão alto e bonito mexia demais com minha imaginação. Tinha medo de me revelar e ele não falar mais comigo, como muitos fizeram no colégio. Achei então que poderia abrir o coração primeiro para a Renata, que deu os primeiros beijos da minha vida quando brincávamos de namorar. Éramos muito novos antes, e nunca passou disso. Naquela tarde, estávamos na entrada do prédio quando a verdade veio à tona.

– Eu sabia! Sempre desconfiei do seu jeitinho, Marcelo.
– Posso continuar sendo seu amigo?
– É lógico que sim! Agora você é minha melhor amiga. Me conta os detalhes, quero saber tudinho.

Contei tudo mesmo, até sobre o que sentia ao ser invadido pelo pênis gostoso do Léo.

– Que tamanho é?
– Assim.

Demonstrei com os dois dedos indicadores esticados paralelamente, dando a noção exata para ela do comprimento.

– Que sortudo!
– E o do seu namoradão, o Jéferson? Como é?
– Um pouquinho maior.
– Nossa!
– Vamos subir lá em casa? Preciso te mostrar uma coisa.

Quando entramos no apartamento dela, a Renata me mandou esperar na sala e foi para o seu quarto. Depois de alguns minutinhos, ela me pegou totalmente desprevenido ao voltar vestindo uma bela lingerie.

– Marcelo, olha aqui. Eu o Jéferson vamos ter uma noite especial, e preciso de uma opinião mais masculina. Acha que este modelo me cai bem?
– Caramba! Fiquei todo sem jeito agora, Renata.
– Não precisa ficar assim. Sempre quis ter um amigo gay para essas coisas.
– Você é lindíssima de qualquer forma. Sou suspeito para comentar.
– Chega de bobagem, Marcelo! Volto daqui a pouco com outro modelo e você diz qual é o mais bonito, tá?
– Tudo bem.

Eu transpirava de nervosismo no sofá, sem saber direito como comportar-me naquela situação. Quando ela retornou do quarto, o segundo conjunto era ainda mais sexy. O sutiã pressionava mais os seios e a calcinha fininha também valorizava muito mais a bundinha volumosa dela. Tinha uma blusinha também. Era tudo rosa e quase transparente.

– O que você achou deste, Ma?
– Uau! Muito melhor.
– E a calcinha?
– Também é incrível. Seu bumbum fica show nela, Renata. Deu até inveja agora.
– Quer vestir uma também?
– Para com isso, Renata!
– Vou escolher uma, espera só um pouquinho.
– Que parte do “para com isso” você não entendeu?

Sorrindo, a danadinha voltou para a sala com uma calcinha vermelha bem sensual na mão, que tinha rendinhas e formato quase de fio dental.

– Deixa eu te ver com esta?
– Você é doidinha, sabia?
– Deixa de frescura. Melhores amigas brincam assim, você não sabia?
– Não fazia ideia.
– Quer ir lá no quarto? Vai que eu fico aqui esperando.
– Tá bom.

Quase desisti no meio do caminho, mas queria experimentar ao menos uma vez o que todos os caras fazem quando estão com uma calcinha de mulher nas mãos. Respirei fundo a parte interior e senti explodirem os meus hormônios mais primitivos. Quando tirei a roupa, notei meu pinto se erguendo rapidamente. A porta estava fechada e haviam outras daquelas espalhadas pela cama, mas contive o surto de empolgação.

– Vem logo, Ma.
– Já vai!

Consegui controlar o medo e fui segurando meu pênis maroto com as duas mãos, para ela não notar minha excitação.

– Que timidez é essa, Marcelinho?
– Acho que assim já está bom por hoje.
– Então vira e deixe-me ver como ficou.
– Fazer o que, né?
– Ka, ka, ka, ka, ka… Que divertido te ver de calcinha! Tem que levantar um pouquinho mais… Deixa eu ajeitar para você.
– Que vergonha!
– Pronto, agora sim. Seu bumbum branquinho é bem bonitinho. Você se depila? Olha só que pernas lisinhas…
– Tá bom! Chega, né!
– Posso ver seu pênis, Ma?
– Melhor não.
– Só de brincadeira. Você não confia em mim?
– Não posso. Emocionei-me um pouco com essa maluquice toda.
– Sério!? Mostra, vai. Prometo que não vou fazer nada.

Hesitei por alguns segundos, mas não resisti ao seu olhar carinhoso e mostrei. Já estava praticamente ereto quando soltei-o das mãos. A reação dela não foi exatamente o que os homens gostariam de ouvir quando ficam pelados na frente de suas amadas.

– Que gracinha! Achei um amorzinho.
– Melhor pararmos por aqui.
– Se eu e o Léo estivéssemos nus agora na sua frente, e você só pudesse escolher um de nós, qual seria sua opção?
– Caramba, Renata! Por favor…

Fiquei completamente sem rumo quando ela levantou a parte de cima do conjuntinho e abaixou a calcinha. Com seu sorriso brincalhão, a Renatinha se divertia fazendo-me sofrer naquele dia. Os peitinhos eram muito bonitos, o quadril tinha uma bela curvatura e os cabelos soltos nos ombros a deixavam ainda mais sensual. Os pelos embaixo estavam raspadinhos e, com as coxas juntinhas, o púbis formava um belo desenho triangular. Ela sempre foi linda.

Sempre tive uma caidinha pela Renata em minha juventude, e aquela seria a escolha mais difícil da minha vida. Mas a lembrança do Léo fodendo minha bundinha com vontade, comigo gemendo feito mulherzinha, também era muitíssimo excitante. O safado fazia meu cuzinho ainda bem apertadinho na época delirar de prazer, e chupar o pênis dele era tão delicioso quanto. Também gostava de foder a bundinha dele. Fazíamos malabarismos em várias posições diferentes na cama, e suávamos da mesma forma que os maratonistas ficam quando terminam uma corrida. Acho que a Renata leu meus pensamentos naqueles poucos segundos de silêncio.

– É, Marcelinho… Você é gay mesmo.
– Desculpa. Gosto muito de você, mas também do Léo. Na verdade, eu amo ele.
– Eu acredito, bobinho. Só queria provoca-lo para ter certeza.

Depois de dar um beijinho no meu rosto, a Renatinha foi em direção ao quarto para se vestir novamente. Quando a vi caminhando de costas mexendo o seu lindo bumbum, me veio um último ímpeto de macheza.

– Quer continuar até o fim, Renata? Se for para te ver feliz, eu poderia fazer…
– Não, Marcelinho. Prefiro ser sua amiga.

E foi assim que continuamos a ser, mas sempre guardarei na memória aquela linda imagem da Renatinha nua. Se uma segunda oportunidade acontecesse, provavelmente resistiria com mais facilidade. Bem… Não sei ao certo. Naquela época, meu pobre coraçãozinho ficou por um bom tempo dividido em três partes: Léo, David e Renatinha, não necessariamente nesta ordem. Ainda tinha o professor de Educação Física, que também fazia parte dos meus sonhos mais íntimos. Era muita emoção ao mesmo tempo.

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1 - Comentário(s)

  • Marcelo 02/06/2020 17:01

    Me desculpem. Adoro escrever contos eróticos, mas reli e acho que mandei mal neste. Aconteceu, mas tentei acrescentar algumas coisas que não encaixaram muito bem. Estou aprendendo ainda... Me deem um desconto, né? Beijos, seus lindos!

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