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Será que eu transei com uma entidade?

Publicado em setembro 18, 2021 por Tiago André Kuhn

Olá Pastor.

Como você está?

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Queria pedir sua orientação. Acho que tive relações com uma entidade.

Pastor, eu me entreguei aos vícios da terra depois de deixar a Igreja. Eu me sentia perdido, vivia em bares, não sabia o que fazer. Até mesmo perdi o amor de minha vida, a Alessandra, por conta disso. Quando a perdi decidi parar de beber.

Eu tenho um amigo que me ajuda muito quando estou me sentindo mal, o nome dele é Gil. Acho que o Pastor não aprovaria ele, já que ele é Umbandista, mas ele é um ótimo amigo, independente da diferença de religião.

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Às vezes eu ia à casa dele e eles estavam fazendo algum ritual. Eu nunca assistia o ritual, apenas o esperava acabar e, depois, conversava com meu amigo até altas horas e isso me fazia me sentir bem melhor.

Uma noite eu estava impaciente e queria falar logo com meu Gil, e não tinha nada pra fazer, então eu assisti o ritual.

Não me leve a mal, eu pensava em voltar para a Igreja. Eu me sentia culpado por ter deixado a fé de lado. Ultimamente, na verdade, eu sentia como se eu fosse perseguido pelo mal. Tinha sonhos estranhos à noite, em que sombras me pegavam à noite. E nesse dia eu pensara muito nisso, inclusive. Mesmo assim eu assisti.

Eu nunca tinha visto nada como aquilo. Aqueles tambores tocando e as pessoas cantando em coro. Eu me sentia em algum lugar selvagem, animalesco, brutal, onde a noite era cheia de criaturas violentas e venenosas e onde pessoas devoravam outras em rituais como aquele que eu estava assistindo.

Alguns minutos depois eu simplesmente desliguei do que estava assistindo e comecei a pensar em Alessandra, em como eu queria tê-la, em como eu queria fazer sexo com ela. Fazia dias que eu tinha parado de beber e os sintomas de abstinência vieram acompanhados de uma vontade louca de sexo.

Em uma altura do ritual eu senti um arrepio supersticioso, como se algo traiçoeiro estivesse me olhando, então saí dali e fui direto ao ponto de ônibus.

Deixei a visita ao meu amigo aquela noite, outra noite, principalmente uma em que estivesse só ele, eu voltaria e conversaria. Talvez no próximo dia.

O ônibus que entrei não estava cheio, havia alguns acentos vazios. Escolhi um assento da janela, o assento ao meu lado não estava ocupado. Me preocupei com aquela sensação estranha de mau agouro que não passava. Minhas mãos estavam tremendo mais do que antes e comecei a ficar levemente tonto.

Nos próximos pontos mais gente subiu, poucas pessoas desceram, mas o lugar ao meu lado permanecia vazio e aquilo incomodava tanto quanto a sensação que estava sentindo sem parar.

Talvez eu estivesse cheirando mal ou parecendo doente. Então me desliguei e fiquei olhando pela janela. Estava uma noite quente e as pessoas se acumulavam nos bares tomando cervejinhas. E eu sem beber nada, que injusto!

Foi então que vi um par de olhos me olhando pelo na janela. Meu coração pareceu parar e um arrepio percorreu todo meu corpo.

Olhei na direção do corredor e vi que era apenas o reflexo de uma moça que se sentara ao meu lado. Eu suspirei de alívio e sorri.

Ela me disse: oi e eu retribuí com um sorriso.

Era uma garota negra de cabelo afro. Era baixinha e muito bonita, com olhos grandes e um sorriso meio travesso.  Parecia ser muito novinha, uns dezoito ou dezenove anos. Estava vestida com um vestido preto com estampa vermelha que parecia perfeito para ela.

“Eu não vi que tinha sentado aí, levei um susto.” Disse sem jeito.

“Você parece estar bem mal” me disse ela um pouco preocupada.

“Como assim? Estou com uma cara ruim?”

“Não, nada disso, são só as mãos tremendo, eu conheço algumas pessoas assim. Como é teu nome?”.

Eu disse meu nome e perguntei o dela.

“É Zuri” disse ela de um jeito meio vaidoso endireitando seu corpo de uma forma que não consegui resistir a olhá-lo. Era um corpo pequeno e cheio de curvas e eu senti uma vontade louca de o tocar, de colocar a mão por debaixo do vestido pra descobrir o que havia ali.

“Nome diferente” Disse eu sem perceber.

Ela pareceu notar que eu tinha olhado pro seu corpo e se moveu de forma que seu vestido subisse um pouco e deixasse as coxas mais amostra, além disso deixou suas pernas um pouco mais abertas.

Meu pau ficou duro na hora.

Eu olhei em seus olhos e por apenas um instante vi um brilho vermelho-fogo neles. Senti um arrepio. “Merda! Não é nada demais, só falta de álcool. Se controle, cara.”Pensei. Respirei fundo.

“É um nome antigo, até algum tempo atrás a gente não podia ter nomes africanos, as pessoas achavam feio ou engraçado. Agora está na moda. Se fosse há alguns anos teriam me dado um nome tipo maria-alguma-coisa.”

A gente conversou sobre alguma coisa que eu não consigo me lembrar. Só me lembro que ela chegava perto e se encostava em mim e às vezes lançava olhares para meu pau duro e quando via que eu notava, ela me dava um sorriso safado. Eu estava louco pra ficar com ela, mas a ideia de ver o sol através de grades é muito bom pra motivar a gente a ficar quieto, sem falar naquela sensação nojenta de agouro que me apertava o estômago.

Eu desci no meu ponto, me despedi e num impulso fui dar um beijo de despedida em seu rosto, mas ela se virou na hora e me roubou um beijo na boca e pegou no meu pau duro.

Foi um beijo rápido, mas senti aqueles lábios quentes se encaixando nos meus. Eu nunca tinha tido a sensação de beijar lábios tão carnudos. Como ela conseguiu enfiar a língua na minha boca em um beijo roubado? Não faço ideia. Mas e eu senti o gosto da saliva dela, era forte e gostoso e queimava como se ele tivesse comido pimenta.

Ela me deu um sorriso sacana e eu saí. Saí arrependido. Como eu queria ter ficado! Como eu queria ter chamado ela pra levar pra casa!

Apesar disso também senti um alívio inexplicável.

Meu prédio fica muito próximo ao ponto, então não foi uma grande caminhada até chegar nele. Mas foi um pouco assustador, pois as luzes dos postes no caminho estavam todas apagadas e uma que estava acesa se apagou no momento em que me aproximei.

Entrei no prédio caindo aos pedaços em que eu moro e nem reparei no homem que ficava na portaria, fui direto para o elevador.

Quando entrei nele vi um vulto entrando junto e quase morri de susto.

“Zuri! Você está querendo me matar do coração hoje?!”

O que ela estava fazendo ali? Voltei a ficar apreensivo.

“Oi” ela disse e ficou ali, parada me olhando, esperando a minha reação.

Eu não sabia o que fazer. Eu sabia muito bem o que fazer, mas não fiz. Eu queria, mas não queria.

E perguntei: “Você mora aqui?”

Ela riu um riso estridente de lata.

“Não, eu moro muito longe daqui.”

“Teu pai deve estar preocupado, imagina se ele souber que você anda com homens mais velhos por aí.”

“Meu pai tá longe e ele até gosta de saber que que sou safada assim, se você quer saber. É bom pra ele.”

“Olha quantos anos você tem?” É sempre bom perguntar.

“Eu sou bem mais velha do que pareço.” Disse ela me beijando e encerrando o assunto.

Mais uma vez eu senti a língua dela entrando na minha boca e chupei completamente a saliva dela.

Um cheiro de um perfume apimentado invadiu minhas narinas.

Eu não consigo me lembrar de ter entrado no quarto. Quando tento lembrar tenho a impressão de que tinha me teletransportado pra lá, de que em um segundo eu tava deitado na cama com ela por cima esfregando sua calcinha na minha calça.

Então ela ficou na beira da cama e, me puxando pelos cabelos, me obrigou a me ajoelhar ao lado da cama. Me ajoelhar pra ela.

“Isso, se ajoelha pra mim, se humilha pra mim.”
E eu me ajoelhei mesmo.

Ela riu e arrancou a calcinha e me mostrou sua bucetinha. Não era raspada, mas tinha só umas penugens na parte a frente.

“Agora essa cama é meu altar, você é meu fiel, eu sou tua deusa e você tem que fazer o que eu mandar. Agora chupa essa bucetinha. Com muito tesão.”

Essa heresia me deixou louco. Aquilo era pecado e eu estava louco pra pecar. Aquilo me dava muito tesão. Eu não sei por quê, mas me dava. Além disso eu queria me humilhar pra ela também, queria que ela me humilhasse, me fizesse rastejar no chão.

“Vou rezar pra minha demônia se é o que quer.”

Então eu enfiei a boca na bucetinha dela e ela gemeu e rebolou.

Ela estava encharcada e o gosto da bucetinha dela era tão apimentado quando da boca e parecia ter um cheiro de foda que eu nunca tinha sentido em uma buceta. E eu não parava, eu lambia a bucetinha dela e não conseguia parar. O clitóris dela estava muito duro e eu conseguia sentir quando ela o enfiava na minha boca e me obrigava a chupar. A grutinha dela escorria líquido e ela gemia muito.

“Agora vem aqui”, disse ela enquanto me puxava com os braços e com as pernas pra perto dela, me beijava e me levava pra cima da cama. Eu deitei e ela tirou meu pau pulsando pra fora e sentou sobre ele.

Meu Deus, eu nunca senti nada como aquilo.

Ela estava toda encharcada por dentro e se encaixava totalmente em meu pau, o apertava e deslizava por ele. E como era quente! Quente como o fogo do inferno!

Assim que ela subiu em meu pau ela arrancou o vestidinho. Eu delirei ao ver aquele corpinho de menina nova. Com os peitinhos pequenos e os biquinhos, bem pretinhos e pequenininhos estavam muito durinhos de tesão.

“É assim que você gosta?” disse ela com aquela voz de menina safada enquanto rebolava no meu pau.

“É”. Só consegui dizer.

Ela rebolava aquele bundão e eu enlouquecia. Quando eu estava quase gozando ela parava de rebolar.

“Ainda não! Eu quero mais um pouquinho.” Ela dizia manhosa.

Então, depois de algum tempo delicioso eu estava quase gozando de novo e não queria que ela parasse.

“Por favor, não pare vai, deixa eu gozar. Por favor.”

Disse: “Então quero faça tua oferta para mim, quero que ofereça teu sacrifício em meu nome, diga meu nome, diga Zuri.”

E eu fiz. “Zuri”

“Isso, de novo, vai.” Disse revirando os olhos.

Eu disse de novo “Zuri” e então ela rebolou com força e bem rápido. Eu senti a bucetinha dela apertar gostoso meu pau. Então ela gemeu, se contorceu e revirou os olhos que, por um segundo brilharam em vermelho, como o fogo.

“Vai seu porco safado, enche a minha bucetinha, é isso o que você quer né? Então vai, goza pra mim.”

Então eu gozei. Gozei gostoso. Senti minha porra encher a buceta dela.

Em algum lugar, ao fundo, tambores tocavam. Tambores de macumba. E ela se contorcia no meu pau, e gemia e cantava em alguma língua estranha. Mas sua voz não era sua voz, era um coro, eram muitas vozes que saíam de sua boca carnuda. Seus olhos brilhavam como se fosse brasas enquanto ela dançava  no meu caralho.

Não me lembro de nada do que aconteceu depois de eu gozar. Só tenho a sensação de ela sair de cima de mim e de sua boca chupando meu pau e limpando dele. Não sei se desmaiei ou dormi só sei que quando acordei, tenho certeza de que não tinha se passado muito tempo, a garota tinha sumido.

Na cômoda do meu quarto tinha um bilhete escrito em uma letra bonita de mulher:

“A transa foi deliciosa. Vou fazer o que me pediu, a Alessandra vai voltar pra você. A criança que vai nascer é um filho de Exu, não se esqueça.

Com tesão:

Zuri.”

O bilhete tinha um cheiro de batom, cachaça e sexo. Virei-o e vi que ele tinha sido escrito em um panfleto de um terreiro de Umbanda.

Eu senti um aperto no peito. Meu Deus. Que merda eu tinha feito? Sabe aquela sensação de desespero que toma nosso compor quando a gente percebe que fez uma besteira que pode acabar com a própria vida?

Desci rápido pra portaria e falei com o porteiro, um gordinho que passava o dia sentado fazendo palavras cruzadas e lendo revista de culinária. E disse que tinha perdido minha carteira e achava que podia ter sido na hora de entrar à noite e pedi pra ver as câmeras na hora que cheguei.

A única câmera que havia no prédio era velha e tinha uma resolução tão ruim que não dava nem pra ver o rosto de quem chegava.

Meu estômago revirou na hora que me vi entrando no prédio.

A câmera não registrou ninguém chegando chegando comigo. A única pessoa que entrou depois de mim foi uma senhora, uma hora depois. Nada;

O que tinha acontecido então? Uma alucinação? Mas e o bilhete? Quem tinha escrito?

Procurei nos meus bolsos o bilhete, mas ele não estava mais ali.

Uma semana depois, quando estava mais calmo, Alessandra apareceu de repente na minha frente quando eu saía para trabalhar.

“Diego, eu não sei como posso contar isso pra você, mas eu estou grávida e acho que o filho pode ser teu. Na verdade eu sei que o filho é teu.”

Eu lembrei logo do acontecido alguns dias atrás. Meu estômago embrulhou de um jeito que eu quase vomitei.

“A gente terminou há algumas semanas e eu sei muito bem que você tá namorando outra pessoa, o filho é dele.” Disse eu seguro.

Ela deixou escapar um riso de descrença e balançou a cabeça em negação.

“Não é não. É impossível.”

“Se vocês transaram…”

Ela me interrompeu “Diego. Eu não tava saindo com um homem. Eu tava saindo com outra mulher, Lucas! Não tem como! Além disso, não é só o bebê, já faz alguns dias que eu não paro de pensar em você. Dia e noite. Eu até sonho com você. Na verdade eu tive um sonho esquisito em que a gente… você sabe. Foi tão real!”

E agora. O que eu posso fazer? O senhor deve ter algum conselho pra me dar. Ah, e desculpe os palavrões e palavras chulas, mas eu precisava desabafar o que eu fiz, talvez, escrevendo dessa forma eu possa tirar essa sensação estranha de mim. Eu não consigo parar de pensar naquela garota. Esses dias eu achei que tinha visto ela na rua, mas era só outra garota com cabelo afro. Tenho sonhos com ela toda noite, sonho que transo com ela e faço coisas que não deveria fazer.

Ah, antes que eu me esqueça. Da última vez que vi meu amigo da umbanda, ele disse que tinha me visto no ritual, mas não foi falar comigo por que eu estava acompanhado. Eu não perguntei mais nada pra ele. Não quero mais falar com ele.

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