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Como Uma Filha Para Mim

Publicado em maio 1, 2022 por J. R. King

Clarisse era a melhor amiga da minha filha desde o jardim de infância, cresceram sempre juntas, estudando sempre nos mesmos colégios, e até planejavam fazer juntas faculdade de jornalismo na UFRJ. Para mim, Clarisse era como uma segunda filha, pelo menos eu pensava assim. Elas sempre vinham juntas em casa passar a tarde toda aqui, Clarisse parecia gostar bastante de mim e eu também dela, ela era uma garota ótima, gentil, educada e a via como uma boa influência para minha filha Beatriz. Mas uma noite, eu percebi que Clarisse queria ser mais do que isso. Essa é a história sobre essa noite.

Beatriz e Clarisse iam ter uma festa de um dos amigos do colégio, e já deixaram avisado que iriam dormir aqui em casa naquela noite, depois da festa. As duas saíram de casa por volta das oito da noite. Era uma sexta-feira, precisava relaxar um pouco. Então, abri uma garrafa de vinho e assisti a alguns filmes devo ter tomado umas 3 taças, o que me deixou já um pouco bêbada. Mas por mais estranho que isso possa parecer, ficar bêbada não me deixa com sono, na verdade ele me tira. Quando era por volta das 2 da manhã as duas amigas chegaram em casa. No entanto, Beatriz claramente bêbada, sendo praticamente levada nos ombros de Clarisse.

– O que houve? – Perguntei preocupada.

– Tá tudo bem, Tia Fernanda. – Respondeu Clarisse – A Bia só bebeu um pouco além da conta porque viu o menino que ela era afim com outra. Ela só precisa de um banho e descansar.

Ajudei então Clarisse a levar Bia até o banheiro no segundo andar. Ela me ajudou a dar um banho na Bia e depois a deita-la na cama, já praticamente desacordada. Tudo isso me fez lembrar dos meus tempos de juventude. Eu fui mãe muito cedo de Bia, com apenas 18 anos. Por isso, eu me considerava uma mãe bastante tolerante com relação a esse tipo de assunto, em parte por já ter vivido bastante a minha cota de aventuras juvenis. Por isso não fiquei puta ou decepcionada com o que Bia havia feito, embora já planejava ter uma conversa com ela sobre isso na outra manhã.

– Bem, ela deve dormir até umas 3 da tarde desse jeito. E você, menina, não bebeu muito também não?

– Eu? Não, só algumas cervejas, tô tranquila.

– Que bom. Bem, eu tava quase acabando uma garrafa de vinho, gostaria de uma taça?

– Eu adoraria, Tia Fernanda!

Descemos de volta à cozinha e eu servi duas taças, uma para mim e outra para Clarisse, e ficamos bebendo juntas ali mesmo.

– Nossa, você é uma mãe muito boa para a Bia. Se eu tivesse chegado desse jeito em casa, eu ainda ia apanhar da minha. – Disse Clarisse.

– Bem, eu já tive as minhas histórias, então eu sei o que Bia deve ter passado. Como foi a festa?

– Foi boa, tirando a última hora que eu passei segurando o cabelo da Bia no banheiro enquanto ela vomitava. Disse Clarisse, que deu uma risadinha.

– Você disse que Bia viu o menino que ela gostava com outra garota, como era esse menino?

– O Gustavo? Ele é um babaca, mesmo, não sei nem por que a Bia é afim dele.

– Acho que é um mal de família, então.

– Todos os garotos dessa escola são uns escrotos. Eu mal posso esperar para a gente ir logo para a faculdade.

– Vão ser os mesmos garotos escrotos, mas em um lugar bem maior. Vai por mim.

Clarisse riu da minha piada, um pouco a mais do que eu achei que era engraçada. Talvez o álcool já tivesse surtido efeito nela.

– Sabe, tia, você é muito legal. Sempre gostei muito de você. – Disse Clarisse.

– Obrigada, também sempre gostei de você, Clarisse.

O rosto de Clarisse ficou um pouco vermelho na hora, algo que eu só fui entender o porquê mais tarde.

– Além disso, os seus peitos novos ficaram incríveis!

Clarisse se referia ao silicone que eu havia colocado há alguns meses. 350ml em cada seio. Eu estava realmente animada com os meus seios novos, por isso adorei receber esse elogio tão sincero.

– Obrigada, essa era a intenção né?

– Será que eu poderia tocar neles? É que eu nunca vi peitos assim tão de perto.

Na hora, não vi nenhuma maldade no seu pedido. Como já disse anteriormente, sempre tratei Clarisse como uma filha, então achei normal o seu pedido. Disse que sim, Clarisse então deixou a sua taça, que já estava praticamente vazia, na bancada e se aproximou. Ela levou as duas mãos para os meus seios, e apertou de leve, sentindo eles durinhos em suas mãos. Ela deu uma risadinha, como se estivesse um pouco nervosa. Eu brinquei:

– Pode apertar com força, eles não vão estourar não.

– Tudo bem. Eles são muito bonitos. Acho que eu vou colocar também nos meus algum dia.

– Que isso garota, você não precisa não. Seus peitos são muito bonitos.

Realmente eram. Uma coisa que eu jamais deixei de notar era como Clarisse era atraente. Ela tinha cabelos pretos, mas adorava pintá-los. Naquela noite, eles estavam em um vermelho bem forte e escuro. Seus olhos eram grandes e escuros, e ela tinha um olhar que eu aposto que deixava qualquer garoto maluco, e algumas garotas também. Seu nariz era grande e pontudo, mas não era feio, na verdade, a deixava com um charme, uma beleza exótica. Seus lábios eram finos, mas seu sorriso encantador. Por fim, seu corpo estava no auge da sua beleza juvenil, seus seios eram fartos, suculentos e empinados, seu corpo era esbelto, fruto do vôlei que ela jogava no time da escola. Sua bunda era pequena, mas atraente, e suas pernas eram longas, com coxas grossas. De certa forma, ela me lembrava, lembrava a minha juventude. Apesar de já não ser mais uma garotona, cuidava bastante do meu corpo, era muito vaidosa. Fazia academia, o que me deixava com coxas e bundas também bem grossas, além dos seios novos que havia colocado, para me deixar ainda mais bonita para mim mesma.

Clarisse então apertou com mais força meus seios, suas mãos eram macias, e seu toque era bem gostoso, devo admitir. Foi então que eu notei que aquilo estava indo para um caminho onde eu não imaginava. Clarisse não ficou só apalpando os meus seios. Quando percebi, ela passou o seu polegar direito sobre o meu mamilo esquerdo, sentindo por um momento e depois voltando nele. Ela fez o mesmo com o direito. E por algum motivo, eu deixei que ela fizesse isso.

Um silêncio tomou conta de nós naquele momento, só se ouvia as nossas respirações, a de Clarisse pareceu ficar mais pesada. Ela olhou para mim por um segundo, percorrendo os seus olhos por todo o meu rosto, como se tivesse me escaneando, até focar em meus lábios. Foi quando ela os fechou e aproximou os seus lábios do meu. E então me beijou. Eu demorei alguns segundos para entender o que acontecia, talvez por causa do álcool em meu sangue. No automático, acabei beijando ela de volta, mas assim que notei o que acontecia, sai fora, e empurrei ela de leve para fora de meu beijo, segurando seus ombros.

– O que foi isso, Clarisse? – Perguntei, surpresa.

– Desculpa, eu não resisti. Para falar a verdade, tia, eu já queria isso há muito tempo.

– Eu não sabia que você gostava de garotas, Clarisse. – Disse e dei uma risada meio desconcertada.

– Jura? Achei que era meio óbvio. Eu venho aqui todo dia com a Bia.

– Sim, mas vocês são só amigas né, vocês vem aqui para passarem um tempo jun… – De repente, parei por um segundo e pensei. – …espera, tá dizendo que você e minha filha…

– Sim.

Comecei a rir, um pouco desconcertada e muito surpresa.

– Meu Deus, eu não fazia ideia! Achava que vocês eram como irmãs uma pra outra!

– Bem, a Bia achava isso no começo, mas eu consegui convencê-la do contrário. Quem sabe eu não convenço você também?

Novamente Clarisse se aproximou e me beijou, e novamente eu deixei que ela me beijasse por alguns segundos. Não podia deixar de negar que seus lábios eram bastante deliciosos de se beijar. Além disso, eu não era nenhuma santa, já me envolvi com outras garotas, mas fazia muito tempo que não beijava uma. Era diferente, era sexy, era delicioso. Senti um calor percorrendo o meu corpo como não sentia há muito tempo. Mas eu a empurrei de volta mais uma vez.

– Desculpa, Clarisse, eu não posso fazer isso. Você é como uma filha para mim.

– Eu sei que você pensa assim. Mas eu não quero ser só sua filha, quero ser mais. Eu venho pensando nisso há muito tempo, sabia? Antes mesmo de eu beijar a Bia pela primeira vez. Acho que você foi minha primeira paixão platônica. Uma mulher assim tão linda como você. Você deixa a minha buceta toda molhada.

Clarisse suspirou a última frase, de um jeito muito sensual. Enquanto ela falava, ela passava de leve os seus dedos pelo meu corpo, começando em meus seios, mas logo desceu para a minha barriga. o seu toque delicado me arrepiou todinha, fazendo o bico do meu peito se enrijecer todinho. Acho que Clarisse viu isso como um sinal de que eu estava gostando, e eu realmente estava, embora ainda lutava para admitir que eu já queria tanto quanto ela. Clarisse se aproximou uma terceira vez, dessa vez muito mais incisiva. Ela pegou nas minhas coxas e abriu as minhas pernas, colocando as suas entre elas e me pressionando junto à bancada. Depois, subiu um pouco, até a minha bunda, e apertou. Eu suspirei junto ao seu carinho, de repente, eu já não a via mais como minha filha, nem como a melhor amiga da minha filha, éramos como amantes, e eu finalmente me entreguei.

Ela me beijou pela terceira vez, e dessa vez eu deixei que ela explorasse os meus lábios. Não apenas os meus lábios, mas minha boca por completo. Nossas línguas se encontraram e dançavam em harmonia em um balé sensual que Clarisse me conduzia. Suas mãos percorreram o meu corpo novamente, lentamente passando pela minha barriga e cintura até chegar em meus seios. Ela apertou com vontade, me fazendo suspirar, beliscou os meus mamilos delicadeza, e suavemente empurrou a alça do meu pijama pelos meus braços para que ele caísse sobre os meus braços, deixando meus seios totalmente nus.

Clarisse foi me beijando o pescoço, dando gentis mordidas que fizeram minha buceta piscar de tesão e suspirar. Ela foi descendo, até que finalmente encontrou os meus peitos, onde começou a beijar e a chupar. De vez em quando ela olhava para cima, encontrando os seus olhos aos meus. Eu ainda não acreditava no que estava acontecendo. Essa garota, que eu vi crescer junto da minha filha, agora estava com sua boca em meus seios, dizendo que me desejava há muito tempo.

Ao ritmo de sua boca, comecei a soltar leves gemidos. Depois da cirurgia, meus mamilos ficaram mais sensíveis, o que fazia com o que o jeito que ela os chupava me deixava com um tesão descontrolável. Logo ela começou a passar a sua mão entre as minhas pernas, sentindo o calor de meu sexo e a nítida umidade que já se acumulava lá embaixo. Ela logo enfiou sua mão por dentro do meu short e sentiu minha buceta.

– Como você tá molhadinha, tia Fernanda. Eu também estou, olha só.

Clarisse então pegou sua mão e enfiou dentro do seu short também. Senti meus dedos escorregarem entre os seus pelos sentir sua buceta quente e molhada em minha mão. Foi a primeira vez que lhe toquei, e foi maravilhoso. Passei a minha mão, subindo e descendo sobre os seus lábios, sentindo o seu grelinho, o que fez ela fechar os olhos e suspirar de tesão. Ela tirou minha mão de lá de dentro, e levou ela até sua própria boca, chupou os meus dedos sentindo o sabor do seu próprio mel, embebedada de vinho e tesão. Ela então abaixou o meu short e se ajoelhou na minha frente, pronta para pôr a sua boca em minha buceta. Mas antes que fizesse isso a interrompi.

– Espera, não vamos fazer isso aqui. Bia pode acordar e nos pegar, vamos para o meu quarto.

Clarisse sorriu, como se tivesse finalmente a confirmação de que havia conseguido o que tanto queria. Fomos andando de mãos dadas até o meu quarto, onde eu tranquei a porta e nos sentamos na cama. Clarisse me beijou novamente, mordendo os meus lábios como se estivesse louca de tesão, pois ela de fato estava. Ela me empurrou, fazendo com que eu me deitasse na cama e arrancou o short de mim. Ela então começou beijando a parte de dentro das minhas coxas, me fazendo arrepiar mais uma vez, até chegar em meus lábios onde primeiro deu um beijo e sentiu a minha buceta se contraindo de tesão, mas como se a beijasse também. Depois ela começou a lamber o meu grelo enquanto com dois dedos ficava alisando os meus lábios, abrindo os apertando contra si mesmo. Seu nariz roçava em meus pelos e eu comecei a gemer, sendo levada à loucura com o seu afago. Os dedos que antes alisavam meus lábios, agora foram para dentro da minha buceta. Ela continuava a chupar o meu grelo, passando a língua em volta dele, alternando entre movimentos circulares e subindo e descendo na vertical. Mas agora, também enfiava seus dedos em minha buceta, mexendo eles bem lentamente e depois acelerando.

Eu não conseguia falar mais do que poucas palavras entre os meus gemidos. O quarto girava em uma mistura de embriaguez e tesão. Clarisse levantou sua cabeça e começou a socar bem fundo os seus dedos na minha buceta enquanto me olhava derreter de tesão e apertava o meu seio com a sua outra mão.

– Tá gostando, Tia Fernanda? Não pareço mais tanto sua filha, não é mesmo.

Dizia Clarisse, me provocando. Eu só conseguia concordar e implorar por mais. Quando estava prestes a gozar, Clarisse parou, como se soubesse que eu estava próxima e quisesse prolongar mais esse momento. Ela então começou a tirar sua roupa, ficando completamente nua para mim. Seu corpo, que eu já achava lindo, agora parecia escultural. Seus seios eram magníficos. Sua buceta era fechada como de uma virgem, mas os poucos pelos que brotavam de sua virilha me faziam lembrar que ela já não era mais uma garotinha. Ela colocou suas pernas entre a minha cabeça e sentou com a sua buceta na minha cara. Eu então comecei a lhe chupar, da mesma forma e prazer com ela me chupou. Ela começou a gemer alto, como uma puta. Por um segundo eu fiquei com medo de que Bia ouvisse, mas logo deixei para lá e apreciei o som delicioso de sua voz implorando para que eu continuasse a lhe chupar. Lambuzei o meu rosto todo enquanto lhe chupava. ela jorrava o seu mel antes mesmo de gozar, como uma cachoeira de luxúria.

Por fim, chegamos ao ápice de nossa noite. Clarisse me beijou, ainda com meu rosto lambuzado em seu gozo e então pegou a minha perna e colocou em seu ombro. Parecia com a posição canguru perneta, mas foram suas bucetas que começaram a se esfregar. Pelo com pelo, lábios com lábios e grelo com grelo. Foram se esfregando com Clarisse ditando o ritmo de nossa transa, como havia sido a noite inteira. Ela não tirava os seus olhos de mim, era como se estivesse hipnotizada, embora ela estivesse mais para a hipnotizadora por ter feito eu chegar tão longe assim.

Ela foi aumentando o ritmo, e logo senti aquela sensação vindo, percorrendo todo o meu corpo, da ponta dos meus pés até os bicos de meus peitos, para terminar em minha buceta com um orgasmo intenso e maravilhoso, que fez todos os músculos do meu corpo se contraírem de tesão. Clarisse continuou a me foder por mais um tempo, até que ela também gozasse. Depois, ela veio engatinhando para o meu lado na cama, com os nossos corpos moles e dormentes. Nos beijamos mais uma vez, cansadas mas extasiadas. Até que, já morta de cansaço, pegamos no sono.

Na manhã seguinte, acordei sozinha em minha cama, estava nua, mas coberta por um lençol que não me lembrava de ter me coberto. Fui caminhando sorrateiramente até o quarto de Bia, e abri a porta tentando não acordá-la. Clarisse dormia na cama, junto de Bia, uma virada para outra. Um sono pesado que eu não fiz questão de acordar, apenas fechei novamente a porta.

No fim, a nossa noite foi apenas uma noite, nunca mais tivemos outra igual. Eu e Clarisse não tocamos mais nesse assunto, embora em alguns olhares eu notasse que ela jamais se esqueceu do que vivemos, como eu também jamais vou esquecer da noite em que aquela garota virou uma mulher aos meus olhos.

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