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Contos adultos » Contos lésbicos » Um final de semana com a prima que me odeia – Dia 2 (parte 2/2)

Um final de semana com a prima que me odeia – Dia 2 (parte 2/2)

Publicado em julho 24, 2022 por Eliana

Essa história é a continuação do conto “Um final de semana com a prima que me odeia – Dia 2 (parte 1/2)”
Para quem não leu, sugiro que entre no meu perfil e leia toda a história para entender a situação e todo o contexto da história que vou continuar agora.

Anteriormente, terminei na parte em que minha tia havia falado para a bia:
– Nada de banho agora. A comida já tá na mesa, depois você toma. Vamos logo, só estamos esperando as duas madames.
Depois disso minha tia saiu andando, a bia fechou a porta e veio em minha direção falando:
– Temos que ir lá. A mamãe disse que só está faltando nós duas na cozinha.

Eu levantei da cama, coloquei uma mão em cada lado de seu pescoço, coloquei minha testa contra a sua e disse:
– Bia, temos que parar com isso. Isso já está virando loucura. Eu quero muito continuar próxima de ti, mas não fazendo esse tipo de loucura.

Bia colocou uma mão em cada lado da minha cintura e me disse:
– Eu sei disso. Eu também sinto que já está no hora de eu esquecer o passado e voltar a confiar em você de novo. Vai demorar um pouco para eu voltar a ter a mesma confiança, mas também não posso negar que já me sinto bem e confortável ao falar contigo, prima. Sobre nossos atos errados de ontem e hoje, já prometemos que acabou. Acredito que só fizemos isso porque queríamos voltar a ser primas e amigas como antigamente, e como nos gostamos muito, acabamos fazendo qualquer para que isso acontecesse.

Olhei sorrindo para a bia e respondi:
– Sim, prima. Obrigada, mesmo que por enquanto, por me dar uma segunda chance de ficar perto de ti.

Ela sorriu de volta para mim, me abraçou e disse para eu ir indo para a cozinha, pois ela ainda iria tirar o vestido e colocar a roupa de antes para ir almoçar também. Antes de sair eu dei um abraço bem apertado nela, depois me olhei no espelho para me ajeitar o máximo possível e então fui para a cozinha.
Enquanto caminhava passava mil coisas pela minha cabeça. Desde o que tinha acontecido, como iria ser agora com a bia e em quais perguntas e assuntos nossos pais iriam falar durante todo o almoço.
Antes de chegar na cozinha passei pelo banheiro, joguei uma água em meu rosto, lavei as mãos e dei mais um toque em meu cabelo. Depois disso fui até a cozinha e me sentei. Meu pai logo começou a falar:
– Você e a bia agora que voltaram a ser amiguinhas estão igual unha e carne. Passam mais tempo lá gastando a língua para colocar as fofocas em dia do que aqui com nós.

Neste momento a bia foi chegando na cozinha e já respondeu meu pai:
– Eu e a lili, bom… nós conversamos bastante desde ontem. Estamos voltando a nos sentirmos bem quando estamos próximas.

Meu tio e meu pai idiotas do jeito que são, logo levantaram seus copos vazios e fizeram um brinde entre eles para comemorar.
Minha tia agindo de uma forma muito mais normal e racional falou:
– Que ótimo! Sempre soube que uma hora ou outra vocês estariam próximas de novo. Quem viu vocês grudadas quando eram mais novas sabia que não conseguiriam ficar longe uma da outra por tanto tempo.

Eu um pouco sem reação apenas mexi no meu cabelo e comecei a me servir para almoçar. Almoçamos todos ali juntos enquanto nossos pais conversavam. Passado alguns minutos já havíamos terminado de almoçar e depois disso nossos pais ficaram na mesa conversando entre si enquanto eu e bia ficamos só ouvindo por um tempo. Depois de um tempo minha tia disse para meu tio e meu pai irem para a rua fazer alguma coisa ou conversar pois ela e minha mãe iriam lavar a louça e ter conversas de mulheres.
Eles falando bobagens e rindo foram saindo em direção a área. Eu e bia ajudamos a limpar a mesa e então a bia falou:
– Mãe, vou tomar um banho agora, tá?! Depois vou deitar e descansar um pouco, se não eu vou estar com sono cedo hoje de noite.

Minha tia sorrindo concordou com o que a bia falou e disse para ela ir. Eu também cansada falei:
– Se vocês não se importarem eu vou colocar meu colchão lá do lado da cama da bia e descansar também.

Elas faziam gestos com as mãos, brincando, como se estivessem nos expulsando da cozinha. Minha tia ainda falou:
– Deita junto com a bia, aquele colchão que arrumamos pra ti não é muito confortável.

A bia logo respondeu:
– Não, mãe! Eu tô cansada. Vocês todas sabem que eu gosto e preciso de espaço para dormir e descansar quando tô assim, se não de nada adianta e acabo me irritando.

Eu para não ficar parecendo ser rejeitada, mesmo que ninguém pensasse isso, respondi também:
– Eu também sou assim. Prefiro ficar no colchão, se não eu vou acabar derrubando ela da cama e ela vai acabar brigando comigo de novo ainda hoje.

Minha tia e minha mãe ficaram rindo na cozinha enquanto eu e bia saiamos e íamos em direção ao quarto dela. Chegando lá a bia foi direto pegar sua toalha, seus pertences para o banho e suas roupas. Pegou um pijaminha e só. Não pegou nem calcinha e nem sutiã. Eu fui arrumando o colchão e separando minha roupa para tomar banho depois dela. Ela saiu e foi para o banho enquanto eu fiquei deitada no colchão mexendo no meu celular.
Depois de um tempo a bia voltou. Olhei para ela e lá estava ela com seu pijaminha colado ao corpo. Seus peitos e seus mamilos marcavam sua blusinha. Eu, para evitar qualquer problema, resolvi ficar quieta e não alertar ela. Peguei minhas coisas e fui para tomar meu banho também.
Dessa vez meu banho foi rápido. Como havíamos prometido esquecer os nossos atos errados, dessa vez fiquei pensando em outras coisas enquanto ensaboava meu corpo. Depois que saí do banho larguei minhas coisas na varanda e voltei para o quarto mais aliviada. Este era o momento em que eu mais estava me comportando bem com tudo aquilo. Talvez menos estressada, já aliviada e feliz por estar novamente convivendo bem com minha prima.
Ao entrar no quarto me senti tão bem naquele momento e com aquele ambiente. A janela estava com o vidro fechado mas sem as cortinas para tapar a luz que vinha da rua. O tempo na rua agora estava ficando nublado, o que fazia uma luz suave entrar no quarto através do vidro.
A bia já estava cochilando em sua cama. Ela estava de barriga pra cima e com a perna esquerda um pouco dobrada para um lado e com a perna direita esticada para o outro lado. Ela estava sem cobertor, então me aproximei lentamente para não acordar ela, peguei um cobertor e fui lhe tapar. Não pude deixar de olhar para o meio de suas pernas. Aquele pijaminha/short curto estava um pouco esticado pelo fato dela estar com as pernas abertas, isso fazia com que ele colasse no corpo dela e acabava marcando levemente a sua bucetinha. Ele era muito curto, molinho e solto próximo as coxas, o que deixava entradas e um convite para olhar. Conseguia ver toda a parte interna de suas coxas ao mesmo tempo em que via sua bucetinha marcada contra o short. Confesso que aquilo me desconcertou na hora, mas respirei fundo, peguei o cobertor e tapei ela lentamente. Ela sentindo o cobertor caindo em seu corpo acabou se virando para o canto e continuou dormindo.
Eu então me deitei no meu colchão, peguei um lençol e me cobri para descansar também. Logo peguei no sono e por toda aquela situação envolvendo eu e a bia, acabei sonhando com ela. Foi um sonho confuso, não fazia muito sentido. Em um momento estávamos na rua conversando e rindo, quando de repente do nada estávamos sentadas lá no sofá da minha casa. Eu e ela assistíamos televisão juntas até que ela disse que estava cansada e deitou-se em meu colo e pediu para eu fazer carinho em seu cabelo para ela dormir. Eu lembro que comecei a fazer e ela logo começou a retribuir e a fazer carinho na minha perna. Ela começou a fazer carinho cada vez mais próximo ao meio de minhas pernas. Nessa hora eu acordei um pouco assustada com o vento batendo na janela. Na hora já lembrei do que eu havia sonhado e percebi que eu tinha ficado um pouco molhada com o sonho. Não querendo pensar nisso eu virei meu corpo para o lado da cama da minha prima para voltar a descansar. Ao virar dei de cara com ela deitada e olhando para mim.
Ela sorrindo um pouco me perguntou:
– Tá bem? teve pesadelo?
Eu um pouquinho sonolenta respondi:
– Não. Não que eu lembre.
Bia respondeu:
– Ah bom. Tava se mexendo um pouco e com a respiração acelerada, daí de repente acordou do nada, achei que tava sonhando com o filme de terror de ontem. Já ia pegar o celular pra te gravar e depois mostrar pros tios.
Eu ri e respondi:
– Você não e nem maluca de me gravar dormindo. Eu mato você bia.
Ela riu e me disse:
– Já é mais de 16:00h, vamos para lá com eles ou tu quer ficar aqui ainda descansando?
Eu respondi para a bia:
– Vamos lá, vai ser bom aproveitarmos um pouco eles. Amanhã já voltamos e nem aproveitei os tios e você também nem matou a saudade da mamãe e do papai.

Minha roupa era um pouco mais comportada, então me levantei e saí do quarto e fui para a cozinha aonde estavam meus pais e meus tios. Bia ficou no quarto e pouco tempo depois apareceu na sala com uma calça daquelas com tecido de moletom e com uma blusinha de frio. Nos sentamos ao redor da mesa e ficamos lá com eles. Eles estavam jogando baralho e minha tia nos convidou:
– Querem jogar com nós? A gente tava na rua mas tá quase chovendo, só nos restou jogar, tomar um pouco de vinho e dar risadas.

A bia por sorte respondeu da mesma maneira que eu teria respondido:
– Vamos jogar! Mas quero um pouco desse vinho também, se não eu tô fora.

Minha tia olhou para ela com uma cara séria e disse:
– Então você pode voltar para seu quarto, não quero você bebendo.

Bia levantou-se e ia saindo quando minha tia começou a rir e falou para ela:
– Tô brincando, reinenta! Até porque nós sabemos que vocês tomaram o vinho que estava na geladeira ontem.

Bia voltou para a mesa com o rosto um pouco fechado sem falar nada, mas logo começou a se soltar e ficar mais receptiva novamente. Ficamos ali jogando, colocando conversa fora e nos divertindo como uma família normal. Passado algum tempo todos nós já estávamos “alegrinhos” por conta do vinho. Não poderia ser diferente, olhei para a garrafa de vinho e já estava quase no final. Então minha tia, como sempre a mais consciente, após acabar mais uma rodada do nosso jogo de cartas, falou:
– Já passa das 18:30h, vamos parando por aqui porque temos que preparar as coisas para jantar. Daqui a pouco tá chovendo, se inventa de faltar energia por causa do vento e da chuva, já era para nosso jantar em família.

Todos concordaram com ela. Eu e bia novamente ficamos responsáveis por limpar a mesa. Meu tio e meu pai pegaram algumas carnes e começaram a colocá-las nos espetos e depois saíram com os espetos em direção a churrasqueira que ficava na área. Minha tia e minha mãe
começavam a preparar o restante das coisas. Eu e bia ficamos por ali por mais um tempo e a bia então falou:
– Se me derem licença, a atração da noite vai ficar ausente um pouco para tomar banho e por a roupa da noite.

Rimos do jeito como ela falou, ela então deu as costas para nós e saiu em direção a varanda para pegar uma toalha. Depois voltou e foi em direção ao seu quarto para pegar as roupas e ir ao banho. Eu fiquei ajudando minha mãe e minha tia por um tempo e uns 25 minutos depois a bia aparece na cozinha:
– E aí, como estou? Gostaram?

Olhei para a bia e lá estava ela novamente com seu vestido. Ela ainda estava com os cabelos um pouco molhado, havia colocado um colar muito lindo e brilhante com um pingente. O colar corria todo seu pescoço e acabava com o pingente muito próximo ao meio de seus peitos.

Minha mãe foi a primeira a falar:
– Nossa! Você tá muito linda, bia. Sempre foi né, mas dessa vez se superou. Nunca tinha te visto com esse vestido. Muito linda mesmo! Dá uma voltinha pra tia ver.
A bia então deu uma voltinha e minha mãe completou:
– Que vestido lindo. Ficou muito bem em ti, meu amor.

A bia sorriu e respondeu minha mãe:
– Obrigada, titia. Eu gosto bastante dele. No começo tinha um pouquinho de vergonha, mas acho ele tão lindo que acabei me acostumando.

Minha tia então falou:
– Cada vez mais bela a minha filha. Coisa linda! Parabéns minha filha. Já tinha te visto com ele algumas vezes, mas cada vez que você coloca parece que fica mais linda.

A bia riu e agradeceu sua mãe:
Obrigada, mamãe. Você sabe que amo esse vestido né, eu não poderia usar outra coisa hoje.

Bia então olhou para mim, riu e disse:
– E tu não vai falar nada prima?

Eu olhei para ela e respondi:
– Você tá muito linda! Eu já tinha te falado antes, mas não me canso de te elogiar. Você tá uma verdadeira princesa minha prima.

Ela sorriu para mim com os olhinhos brilhando, depois abaixou a cabeça e deu uma mexidinha em seu colar. Depois disso ela foi até a porta e chamou meu tio e o pai para verem ela. Eles de longe começaram a rasgar elogios para ela. Ela sorria e brincando mandava beijos para eles. Eu fiquei admirando ela o tempo todo. Minha prima estava realmente magnifica.
Depois disso eu falei para elas ali na cozinha:
– Bom, eu vou ali tomar meu banho. Não criem expectativas, eu não vou voltar tão linda quanto a bia.

Bia lá na porta virou para mim e disse:
– Tu é linda prima! Mesmo que esteja do jeito mais simples você é sempre linda.

Eu dei um sorriso pra ela e respondi:
– É por isso que te amo. Sempre me colocando pra cima.

Fui até a varanda, peguei minha toalha e fui para o quarto da bia para escolher uma roupa. Eu não tinha levado muitas roupas, muito menos roupas bonitas. Então resolvi simplificar. Peguei uma calcinha preta, uma legging preta e uma blusinha de frio. Depois peguei meu sabonete e shampoo e fui para o banho. Tomei meu banho tranquilamente, depois me vesti, sequei meu cabelo e voltei para o quarto. Me olhei um tempo no espelho, apesar de simples me senti bonitinha também, então saí e fui em direção a cozinha,
Antes que alguém pudesse falar algo, eu mesma já disse:
– Eu avisei pra não criarem expectativas. E me desculpa bia por não ter uma roupa para ficar linda para comemorar com você.

Ela me olhando sorrindo e disse:
– Você tá linda, prima. Como eu disse antes, você não precisa se esforçar pra ficar linda. É linda de qualquer maneira.

Minha tia e minha mãe me elogiaram também. Eu então fui até a varanda largar minha toalha e minhas roupas e depois voltei para a cozinha. Isso já devia ser por volta de 19:30h. Minha mãe e minha tia estavam quase terminando o jantar e já começavam a apurar os homens lá na rua para trazerem a carne.
Meu tio lá de fora gritou:
– Mais uns 40 minutos e tá tudo pronto aqui.

Minha tia então, como esperado, pegou seu celular e falou para a bia:
– Vem! Você vai tirar uma foto comigo, com a lili e com sua tia.

Bia um pouco desconfortável não pode falar não. Tiramos algumas fotos todas nós e depois, para alivio da bia, minha tia resolveu encerrar as fotografias. Depois disso ficamos mais um tempo conversando e escolhendo as fotos para postar, até que meu pai e meu tio começaram a trazer as carnes para nos servirmos. Depois de um tempo estava tudo pronto, estávamos todos na mesa prontos para jantar e a bia então resolveu falar:
– Não quero ser chata, mas sei que já estou sendo. Só queria dizer que tô muito feliz de estar perto de vocês três novamente. Não conto mamãe e papai porque estamos sempre juntos, óbvio. Vocês sabem tudo que aconteceu, mas meu carinho e amor por vocês sempre foi verdadeiro apesar de muitas vezes eu tentar esconder.

Estávamos sentadas uma ao lado da outra, ela então pegou minha mão e disse olhando para um lugar vago tentando não ficar mais envergonhada do que já estava:
– Eu e a lili estamos nos acertando cada vez mais e tô feliz por isso também. Ela sabe o quanto é importante para mim e o quanto amo ela.
– Enfim, só queria falar isso mesmo tentando parecer o menos maluquinha possível.

Então ela soltou minha mão e abaixou a cabeça. Nossos pais ficaram falando algumas palavras para nos tranquilizar e amenizar o clima, e logo já estávamos falando de outras coisas, felizes e prestes a jantar.
Estávamos todos na mesma sintonia. Parecia uma cena daquelas famílias felizes de filme. O clima estava leve e eu já me sentia mais relaxada. Mesmo com a bia ali ao meu lado e seu perfume exalando próximo a mim, eu conseguia manter a tranquilidade e pensar somente na alegria que nossa família estava sentindo naquele momento.
Passamos um bom tempo ali jantando e conversando. Para todos que eu olhava, via somente sorrisos e felicidade. Aos poucos fomos terminando o jantar e minha tia disse:
– Obrigada, estava ótimo tudo. A boa alma que quiser me ajudar a guardas as coisas e colocar os pratos na pia, eu agradecerei eternamente.

Obviamente todos nós ali ajudamos minha tia e em alguns minutos a mesa estava vazia. Minha tia agradeceu e então falou:
– Alguém quer tomar mais um pouco de vinho enquanto o sono não vem?

Antes que alguém pudesse responder fomos interrompidos por um trovão muito alto. A bia levou um susto que quase deixou o celular cair da sua mão. Meu tio então falou:
– Você não perde tempo né?! Sabe que eles vão embora amanhã. Eles não podem beber muito, eu acho.

Meu pai então respondeu:
– Um copinho ou dois até aceitamos e podemos tomar enquanto conversamos mais um pouco.

Minha tia então pegou algumas taças e nos serviu. Ficamos ali por mais uns 40 minutos, olhei no celular e era quase 22:30. Então falei:
– A companhia tá muito agradável, mas eu tô morrendo de sono. Vocês se importariam se eu fosse deitar?

Minha tia super simpática disse que não tinha problema, eu então dei um beijo de boa noite em meus pais e meus tios e fui em direção ao quarto da bia. Rapidamente tirei minha calça e coloquei um short para dormir, tirei minha blusa de frio e meu sutiã e troquei por uma blusinha leve. Peguei minha escova de dentes e fui até o banheiro, quando voltei a bia já estava no quarto também. Ela pegou uma roupa bem parecida com a minha de dormir, sua escova e foi em direção ao banheiro. Eu fiquei ali no quarto guardando algumas coisas na minha mochila e depois arrumando meu colchão para deitar e dormir. Enquanto arrumava meu colchão a bia voltou. Ela fechou a porta e falou:
– O que tu tá fazendo? Tu vai dormir comigo hoje prima.

Eu respondi pra ela ainda arrumando meu colchão:
– Não quero te atrapalhar. Você tá cansada e não gosta de dividir a cama quando tá assim. Você mesmo disse hoje.

Ela rindo me respondeu:
– Por favor, prima. Amanhã você já vai embora, então quero ficar perto de ti até lá. Por favorzinho.

Diante do carinho dela por mim, eu não pude negar e então falei para ela sorrindo:
– Esse teu jeitinho meigo convence qualquer um a fazer o que tu pede, bia. Que saco! Mas confesso que vou adorar dormir pertinho de ti igual fazíamos quando éramos pequenas.

Olhei pela janela e via alguns raios cortando o céu. Conseguia ver que começava a chover levemente. Então fechei a cortina da janela, peguei somente meu travesseiro e me deitei na cama dela e fiquei olhando pra ela. Ela sorriu e apagou a luz do quarto e veio deitar na cama também. A casa estava num silêncio e conseguíamos ouvir a chuva caindo fraquinha no telhado da casa. Ela então me disse:
– Esse clima é tão bom né?

Eu respondi pra bia:
– Sim, muito bom. Amo dormir quando tá chovendo, e contigo do meu lado fica melhor ainda.

Ela então deitou sua cabeça próxima à meu peito e disse:
– Foi tão bom você ter vindo, lili. Tô feliz de estarmos nos acertando. Eu gosto muito de ti.

Ficamos ali conversando por um tempo enquanto a bia mexia na ponta dos meus cabelos, então falei para ela:
– Tá com soninho?

Ela já com uma voz baixinha e dengosa respondeu:
– Tô sim. E tu prima?

Respondi para ela que sim, então coloquei meu braço por volta dela e comecei a fazer carinho entre sua nuca e seus cabelos. Pouco a pouco sentia os carinhos dela em meus cabelos cada vez mais lentos. Até que alguns minutos depois chamei ela e ela não respondeu. Ao perceber que ela havia dormido, eu fiquei mais um tempo fazendo carinho nela e pensando um pouco na vida. Com aquele barulho de chuva e alguns trovões, logo não resisti e cai no sono também.
Dormiu eu de barriga para cima, com o braço ao redor da bia meio que segurando ela para dormir agarrada em mim. E ela estava ali deitada de ladinho para mim, com a cabeça próxima do meu peito, com uma perna entre as minhas e com uma mão no meu ombro. A mãozinha que ela estava me fazendo carinho mas que caiu até meu ombro quando ela pegou no sono.
Acredito que nossa noite de sono estava fluindo normalmente. Em algum momento da madrugada acordei com um trovão muito forte. A chuva havia aumentado e já fazia um barulho alto quando caia nas telhas da casa. Fiquei um tempo parada ali até meu sono chegar novamente, quando escuto a bia me chamando bem baixinho:
– Tá acordada também?

Como estava tudo escuro e ela não me via, fiquei em silêncio para que ela voltasse a dormir e não perdesse o sono naquele horário. Passou mais um tempo e ela me chamou de novo.
Percebi que ela estava com medo e confesso que dei um sorrisinho, pois era muito fofo o jeito que ela falava quando estava com sono e medo ao mesmo tempo. Dei um sorrisinho e uma resmungadinha como quem estivesse dormindo, ela então parou de me chamar e achei que ela tivesse dormido novamente.
De repente sinto a mão da bia mexendo no meu cabelo novamente. Fiquei quieta e deixei ela continuar, pois sabia que ela fazia aquilo quando queria dormir. Passou algum tempo e ela tirou a mão do meu cabelo e resmungou baixinho:
– Tá muito frio.
Ela então colocou sua mão sobre minha barriga. Ela não parecia estar com tanto frio, pois sua mão estava quentinha. Continuei quieta fingindo estar dormindo e ela ficou com sua mão quietinha lá como quem tivesse tentando esquentar ela. Tudo parecia normal até que comecei a sentir ela levantando pouco a pouco a minha blusinha para cima. Ela fazia movimentos lentos com medo de me acordar. A cada vez que ela achava que tinha feito algum movimento capaz de me acordar, ela ficava receosa e falava:
– Tá acordada? Eu tô com medo.

A chuva continuava a cair cada vez mais forte na rua. O som já era bem alto dos pingos caindo no telhado. Eu continuava deitada e já começando a entender o que ela estava fazendo. Deixei para ver até onde ela iria ir. Ela levou algum tempo mas levantou minha blusinha até quase começar a deixar meus peitos de fora. Neste momento me mexi um pouco na cama e ela rapidamente tirou sua mãozinha dali e colocou próxima do meu braço. Depois de uns segundos ela me cutucou para ver se eu respondia, permaneci imóvel e ela voltou com sua mãozinha para perto de meus peitos. Pouco a pouco ela foi levantando toda minha blusa e deixou meus peitos para fora. Não preciso nem falar que enquanto ela fazia tudo isso eu estava ficando cheia de tesão e pouco a pouco ficava com minha buceta molhadinha também. Se ela tivesse colocado a mão direto no meio de minhas pernas, ela perceberia na hora que eu estava acordada e curtindo aquilo.
Após me deixar praticamente sem blusa ela parou por alguns momentos. Pensei que ela tivesse se arrependido e fosse parar, engano meu. Momentos depois senti ela se mexendo e tirando a cabeça dela que estava próxima ao meu peito. Estava tudo escuro mas conseguia ter a percepção que ela estava meio que sentada na cama ao meu lado. Ela ficou um tempinho assim e depois me chamou duas vezes:
– Lili? Lili?

Eu não respondi e então senti que ela se aproximava lentamente com sua cabeça para deitar no meu peito de novo. Provavelmente queimando de desejo já, ela ao invés de deitar ao lado do meu peito, ela veio deitando e encaixando sua boquinha quente no meu peito. Na hora fiquei com meus mamilos rígidos e ela ficou ali parada. Uma de suas mãos estava próxima a minha cintura e sentia ela tremendo um pouco.
Devagar ela começou a criar coragem e a chupar meu peito devagarinho. Ela começou a perder o medo, senti ela levar uma de suas mãos até sua boca, logo depois ela desceu sua mão até meu umbigo, depois foi resvalando sua mão para dentro do meu short lentamente e deixou ali parada. Eu sabia que era questão de tempo para explodirmos novamente. Ela colocaria sua mão na minha buceta, sentiria ela molhada e tudo iria virar uma loucura novamente.
Ela então começou a me massagear lentamente com sua mãozinha. Não sei o que ela estava pensando. Se ainda imaginava que eu estivesse dormindo ou se já sabia que eu estava acordada e curtindo. Ela continuou por um tempo me massageando e com a boquinha no meu peito. Até que então ela criou coragem, parou me masturbar e deslizou sua mãozinha mais para baixo e encontrou minha buceta completamente molhada.
Nesse momento ela teve certeza de que eu estava acordada. Sem falar nada ela tirou sua mão do meio das minhas pernas, tirou sua boquinha do meu peito e subiu com seu corpo para cima do meu. Ficou sentada com sua bunda sobre minha cintura, deitou-se quase encostando sua barriga na minha, colou seu rostinho no meu e começou a me beijar lentamente. Eu coloquei minhas mãos em sua bunda e continuamos nosso beijo.
Um tempo depois ela parou o beijo, inclinou-se e tirou sua blusinha. Eu fiz o mesmo e terminei de tirar minha blusa que já estava levantada. De fundo eu ouvia a chuva batendo forte no telhado e com isso abafando nossos suspiros e gemidos que começavam a surgir. Após tirar a blusa ela subiu um pouco deixando sua bunda sobre minha barriga e deitou-se colocando seus peitos sobre meu rosto e minha boca. Eu comecei a chupá-los enquanto ela deixava eles ali parados para que eu os usasse como eu quisesse. Com uma mão ela voltou até minha bucetinha e começou a enfiar seu dedinho lentamente e a tirar. Eu muito molhada já sentia minha buceta se contraindo e queimando. Depois ela levou seu dedo até a sua boca e ouvi ela o chupando. Depois disso ela me deu mais um beijo e pude sentir o gostinho da minha buceta sendo compartilhado entre nossas boquinhas.
Depois paramos o beijo e ela foi tirando primeiro meu short e depois o dela, quando eu percebi ela voltou e podia sentir que ela estava em pé sobre mim. Ela sentou-se rapidamente na minha boquinha e pude sentir seu corpo quente e sua bucetinha novamente na minha boca. Ela foi deitando o resto do seu corpo sobre o meu até que pude sentir sua língua encostando em meu clitóris. Estávamos nós duas sem controle começado a fazer um “69” enquanto nossos pais dormiam nos outros quartos poucos metros de distância dali.
Ela me chupava como podia e com uma das mãos enfiava o dedo em minha buceta. Eu com as duas mãos segurava suas nádegas e pressionava para que eu pudesse sentir cada vez mais a sua buceta em minha boca. Ela começou a fazer movimentos como quem tivesse cavalgando ali em cima da minha boquinha. Percebi que ela gemia e estava quase gozando. Ela começou a socar com mais força e velocidade seu dedo em mim enquanto sua língua passeava em meu clitóris. Eu então segurei sua bunda com força para que ela parasse os movimentos com a bunda, depois com as duas mãos abri bem sua bunda para deixar sua buceta o mais acessível possível, depois disso comecei a lamber sua bucetinha e a enfiar minha língua para dentro dela. Ela não aguentou e começou a cavalgar sobre minha língua de novo. Em pouco tempo senti ela começar a tremer um pouco, ela levantou-se de vez e ficou sentada sobre meu rosto enquanto tremia e se contraia. Minha prima estava novamente gozando na minha boquinha
Eu louca de tesão levantei, fui até a janela e abri as cortinas. Uma luz entrou no quarto deixando o ambiente ainda escuro mas fazendo com que conseguíssemos nos ver um pouco. Voltei para cama olhando pra bia, não falei nada, apenas fiquei de quatro sobre a cama com minha bunda bem empinada e com minha buceta virada para ela. Ela levantou-se e começou a me chupar enquanto eu jogava meinha buceta contra sua carinha. Ela passava a língua por toda a minha bucetinha e eu gemia igual uma putinha para deixar ela com mais tesão. Ela começou a se masturbar enquanto me chupava e começou a soltar gemidos também. Chovia muito, então podíamos gemer que dificilmente nos ouviriam. Eu comecei a falar coisas que me vinham na mente para ela:
– A prima ama tua bucetinha, sabia? Amo ela, amo seus peitos, seu cheiro, sua língua. Tudo que vem de ti me enlouquece e faz eu perder meu controle.

Ela com sua cara socada na minha buceta apenas conseguia gemer mais alto para mostrar que tava gostando.
Eu continuei:
– Eu quero você pra mim, prima. Eu quero poder gozar bem gostosinho contigo mais vezes. Vamos gozar juntinhas agora?

Ela tirou seu rosto da minha buceta e falou:
– Eu também quero poder fazer isso mais vezes. Eu não consigo me comportar com você do meu lado. Eu morro de tesão pelo teu perfume, por essa buceta gostosa e pelo teu corpo todinho.
– Quero muito gozar juntinha contigo. Quero nossas bucetinhas juntinhas gozando, assim como eu e você temos que ficar juntinhas aqui por mais vezes.

Bia ficou ali se deliciando em minha buceta por mais um tempo, eu depois mudei de posição e fiquei sentada na cama de pernas abertas e com os braços apoiados na cama, a bia antes de deitar, levantou-se e passou a chave na porta. Voltou e ficou sentada nos pés da cama de pernas abertas para mim também. Ficamos respirando ofegantes por um tempinho e nos encarando. Aos poucos ela foi chegando próxima a mim e a colocar sua buceta próxima a minha. Eu ficava olhando para seu corpo já um pouco suado e para o seu rostinho que tinha uma carinha de satisfação e um sorrisinho. Sentadas ali e já bem próximas, nós duas encostamos uma buceta contra a outra e ficamos nos encarando de perto.
De fundo ainda ouvia a chuva forte e uma vez que outra algum trovão também. Começamos a esfregar lentamente nossas bucetinhas uma contra a outra, entrelaçamos nossas mãos e começamos a falar uma com a outra:
Eu comecei:
– Promete que essa não vai ser a última vez que vamos viver isso? Eu quero poder sentir tudo isso que você me proporciona mais vezes.

Ela então falou:
– Sempre que você quiser eu vou ser toda tua, prima.

Eu continuei:
– Promete que vou ter essa bucetinha toda para mim por mais vezes?

Ela com uma voz dengosa respondeu:
– Se você não enjoar dela e de mim.

Eu tentei responder mas não consegui. Senti que iria gozar enquanto nossas bucetas cada vez mais molhadas e quentes se esfregavam sem parar. Comecei a gemer baixinho, fechei os olhos enquanto jogava meu pescoço para trás, segurei firme meus peitos e comecei a gozar.
Só tive forças pra falar:
– Eu tô goz… eu tô gozando pra você bia.

Senti meu corpo todo tremendo e minhas forças indo embora. Quando fui retomando o controle da situação, comecei a ouvir os gemidos da bia, abri os olhos e vi ela esfregando com força ainda sua buceta na minha. Segurando seus peitos e com o corpo todo suado, ela me olhou e começou a gemer igual uma putinha enquanto anunciava que iria gozar também:
– Eu vou… hmmm. Eu vou gozar pra ti também prima.

Eu respondi para ela:
– Goza! Goza bem gostosinho pra vadiazinha da sua prima.

Foi o que ela precisava ouvir. Ela me encarou até onde conseguiu e gemeu ainda mais alto. No ápice, ela não aguentou, fechou os olhos e mordeu os lábios enquanto gozava gostoso esfregando a sua buceta na minha.

Algum tempo depois quando ela voltou a si também, ela levantou sem roupa, olhou um pouco pela janela e depois fechou a cortina. Voltou pra cama e se deitou ao meu lado. Ficamos ali deitadas sem roupa. A cama estava com nosso cheiro, nosso suor e com tudo nosso ali. O cansaço bateu em nós duas e então ficamos em silêncio, apenas levei minha mão até a mão dela e fiquei fazendo carinho. Pouco depois eu virei para ela e me escorei em seu braço para dormir.

Essa foi a parte 2/2 do meu segundo dia na casa da minha prima. Assim que possível trago o relato do último dia que passei lá naquele final de semana. Não ocorreram grandes coisas no último dia, mas vou trazer para deixar a história completa.

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