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A aluna que me tirou o juízo

Publicado em setembro 7, 2020 por Fernando Sousa

A profissão de professor traz os seus percalços e suas recompensas.

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Meu nome é Julio, tenho 40 anos e sou professor da rede pública de ensino há dezoito anos. Levo a arte de lecionar muito a sério, não dou mole pra aluno, sou severo quando devo ser, mas também tento ser justo e compassivo. Durante minha carreira me envolvi com apenas uma aluna, há dois anos, o que me custou o casamento e o emprego. Depois de um longo processo de separação, acabei mudando de cidade e arrumei um novo trabalho na Instituição de Ensino Nova Esperança. Sem dúvida era uma nova esperança e um novo recomeço para mim. Já estava ministrando nesse lugar há um ano e estava indo muito bem. Vencidas as dificuldades passadas, estava resoluto a não me envolver com nenhuma aluna novamente. Tinha aprendido a lição de maneira bem dura e amarga.

Sou professor de matemática, o que exige uma dose de paciência a mais para ensinar. Além de ter alguns conteúdos complexos, a maioria dos alunos não gostava da disciplina ou tinha dificuldade para aprender.

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Após um recesso corrido, deu-se início a mais um ano letivo. Novas salas, novos colegas de trabalho, novos alunos, novos ares. A diretoria tinha gostado do meu trabalho no ano anterior. Além das sete turmas que eu já tinha, ganhei mais cinco esse ano, totalizando doze turmas.

O primeiro dia de aula foi trivial. Conheci oito das minhas turmas, a maioria rostos do período anterior. No segundo dia conheci o restante.

Quando a minha aula é a última do dia, costumo ficar alguns minutos na sala após o término, para tirar eventuais dúvidas. Como era meu primeiro contato com a classe, não imaginei que alguém tivesse dúvida, entretanto, como de costume, fiquei sentando à mesa e esperei que algum aluno viesse tratar da disciplina comigo. Depois de quase todos terem saído, para a minha surpresa veio uma aluna até mim, chegou à mesa e perguntou:

– Oi profi, você tem whatasapp?

– Olá, tenho sim, normalmente costumo fazer um grupo para tirar dúvidas, mas vou lhe passar e depois eu monto o grupo.

Anotei meu número num papel e lhe entreguei. Ela pegou com um sorriso no rosto e foi embora.

Não é incomum um aluno me pedir o whatasapp para tratar sobre trabalhos, exercícios, atividades, etc. Mas havia alguma coisa de estranho naquele pedido. Relembrei a chamada e vi que seu nome era Suzana, era a primeira vez que a via ali. Era uma morena clara de cabelo castanho claro e liso, olhos da mesma cor, era obscenamente sensual e ao mesmo tempo meiga e serena. Não tinha dado um pio durante a aula; sempre que a olhava estava prestando bastante atenção.

Cheguei em casa cansado naquele dia. Jantei, tomei um banho e fui deitar. Inesperadamente chega uma mensagem no meu smartphone:

– Oi profi, aqui é a Suzana. Grava meu número aí.

Minha resposta? Disse simplesmente “ok”.

– Adorei a sua aula. Você é bastante simpático e atencioso.

– Que bom que gostou. Obrigado – respondi.

– O que você tá fazendo de bom agora? – me perguntou.

– Tô indo dormir – tentava ser o mais sucinto possível.

– Eu também tô indo dormir. Como você acha que eu estou?

Ela me envia uma foto vestida em uma camisola branca semitransparente, bem curta. Dava pra ver o biquinho dos seus seios bem durinhos e parte das suas lindas pernas. Aquilo me provocou, mas tive que me conter.

– Olha, sinceramente não acho uma boa ideia você ficar me mandando esse tipo de foto. Não quero confusão com seus pais ou com a escola. Boa noite pra você.

Desliguei o telefone. Fui dormir.

Antes de cair no sono, pensei: Será que fui rude demais com ela?? Rapidamente refutei esse pensamento. Não podia dar muita abertura, caso contrário aquilo poderia acabar muito mal. Depois de pensar assim, dormi um pouco mais tranquilo.

No dia seguinte quando acordei e liguei o celular novamente, não tinha nenhuma outra mensagem dela. Ela entendeu o recado, pensei.

Fui para a aula pronto para mais um dia de trabalho. Chegando na turma da Suzana, percebi que ela tinha sentado na primeira fileira dessa vez, bem na minha frente. Confesso que isso me deixou um pouco curioso, mas dei a aula normalmente.

Passei uma lista de exercícios para os alunos e, enquanto eles respondiam, fiquei na minha mesa observando, tentando descobrir quem eram os mais brilhantes daquela sala. De repente eu olho para Suzana e ela estava de saia com as pernas abertas. Usava uma calcinha vermelha de renda, o que deixava muita coisa aparente. Numa das suas coxas estava escrito “ELA É” e na outra “TODA SUA”. Aquilo me deixou totalmente desconcertado.

Assim que ela percebeu que eu tinha visto, fechou as pernas de imediato. Para a minha sorte, a sirene do fim da aula tocou e pude ficar mais aliviado. Meu coração ainda estava batendo forte quando ela passou por mim e disse:

– Tchauzinho, profi, espero que tenha gostado da vista.

Tentei trabalhar normalmente o resto do dia, mas sempre a visão daquelas pernas abertas me vinha à cabeça. Tinha que tomar alguma atitude ou poderia acabar fazendo alguma besteira. Pensei em levar o caso para a secretaria mas, de alguma forma, imaginei que isso poderia ser revertido contra mim, e o que eu menos precisava no momento era de um desentendimento ou desconfiança dos diretores da escola.

Cheguei em casa no fim de tarde. Depois de tomar um bom banho, vi que tinha uma mensagem dela no celular:

– Oi, profi! Peguei seu endereço lá na escola. Tô passando perto da sua casa agora. Posso ir aí pra gente conversar um pouco?

– Suzana, sinceramente não acho uma boa ideia.

Assim que termino de mandar a mensagem, a campainha toca. Ainda tava enrolado na toalha, mesmo assim fui atender. E, pra minha surpresa, era ela:

– Oi, profi, como você tá?

– Oi Suzana, não é uma boa hora agora.

– Tava aqui de passagem e resolvi encostar pra conhecer sua casa. Não vai me convidar pra entrar?

– Talvez seja melhor não.

Suzana ficou me encarando sem dizer nada.

– Você falou pra alguém que vinha aqui?

– Não, não disse pra ninguém.

Depois de pensar um pouco, concluí:

– É melhor você entrar do que ficar aqui fora e alguém lhe ver.

Ela entrou e disse-lhe para sentar-se no sofá. Falei para esperar um pouco enquanto eu colocava uma roupa. Antes de sair da sala e ir para o quarto, ela me chamou e perguntou:

– Profi, posso pedir uma coisa?

– Se eu puder atender.

– Posso te dar um abraço?

Ela pediu de uma forma tão carinhosa que era impossível dizer não. Consenti que sim e ela veio me abraçar.

Sentir aquele corpo abraçado ao meu era uma sensação maravilhosa. Estava só de toalha e aquilo começava a me deixar excitado. Sabia que não podia ir adiante. Mas ela não me largava e começou a afagar minhas costas e meu cabelo. Ela me largou por alguns instantes e, num só movimento, tirou sua blusa. Estava sem sutiã. A vista de seus lindos seios tamanho médio era esplêndida. Ela voltou a me abraçar e senti os bicos dos seus peitinhos tocando meu corpo.

Naquele momento eu estava absolutamente entregue. Sabia que não devia fazer aquilo, que não devia me arriscar novamente, mas o tesão falava mais alto.

Ela então levou sua boca à minha e demos um beijo bem apaixonado. Parou por um instante e baixou sua calcinha até a metade das pernas e deixou sua saia enrolada na cintura, permitindo que eu visse sua xotinha lisinha e delicada. Voltou a me beijar, e dessa vez pude sentir sua língua passeando pela minha boca, ao que retribuí na mesma intensidade.

Tirou a toalha na qual eu estava enrolado e jogou no chão. Ajoelhou-se no tapete da sala e pegou meu pau duro e grosso com muita habilidade. Comecei a sentir a boca macia e quente de Suzana me chupando intensamente enquanto eu segurava nos seus cabelos lisos e macios. Era uma mistura de delicadeza e fúria que me fez ir ao céu. Comecei a gemer alto até que ela fez jorrar bastante leitinho da minha pica, deixando seu rosto todo lambuzado.

Pedi que ela deitasse no sofá e terminei de tirar sua saia e sua calcinha. Quando passei a mão devagar sobre sua bucetinha, ela se contorceu e estremeceu. Aproximei o rosto devagar e comecei a passar a língua nos seus lábios escorregadios, sentindo todo o seu gosto.

Coloquei-a de ladinho e fiquei de pé ao lado do sofá. Dei umas pinceladas de leve na entrada de sua grutinha. Fui colocando meu pau aos poucos. Não teve dificuldades pra entrar, estava bem molhadinha. Iniciei o movimento de vai e vem bem devagar. Sentia seu corpo em êxtase, e ela não parava de gemer e dizer: – Vai profi! Olhei sério pra ela e disse:

– Me chama de professor!

Ela começou a falar e aquilo me deixou com mais tesão. Eu mal podia acreditar naquela ninfeta deliciosa ali, toda submissa, totalmente oferecida pra mim. No momento seguinte ela pediu pra eu parar e falou:

– Come meu cuzinho, professor.

Fui rapidamente ao quarto pegar o KY. Passei o lubrificante naquela entrada apertadinha. Empurrei a cabeça do meu pau, que teve uma certa resistência, mas enfim entrou e ela soltou um gemido bem alto. Comecei a meter gostoso; a encarava e via seu olhar de desejo e feições de prazer. Pouco tempo depois seu cu estava todo cheio de porra.

Paramos um pouco e ficamos bastante tempo abraçados e fazendo carícias no sofá.

Não tenho a mínima noção do que iria acontecer dali em diante. Mas tinha a certeza de uma coisa: se eu morresse ali naquela noite, morreria feliz.

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2 - Comentário(s)

  • Evandro 02/10/2020 17:16

    Também sou professor, tenho 42 anos e me separei,pra ficar com uma aluna de 19..iniciei ela no swing e estou muito feliz com a minha puta juvenil.

  • juan Pablo Gomes Lescano 09/09/2020 12:29

    Excelente. Maravilha. É bom ter aluna dedicada.

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