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A afilhada gostosa da minha esposa – parte 2

Publicado em setembro 9, 2020 por Fernando Sousa

Continuação. Leia a parte 1: A afilhada gostosa da minha esposa

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Eu e Glaucy começamos a tomar café e, lembrando da noite anterior, comecei a provocá-la:

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– Dormiu bem essa noite, Glaucy? Conseguiu dormir cedo?

– Mais ou menos, fui dormir depois de uma da manhã, parece que tava tendo um terremoto no quarto ao lado – ela disse, com uma certa malícia.

– Me desculpa pela sua madrinha, tá? Ás vezes eu pego pesado e ela acaba fazendo um pouco de barulho, se é que você me entende – disse encarando-a para ver sua reação.

– Fica tranquilo, Nando. Vocês estão na casa de vocês, não se sintam incomodados com a minha presença.

– De qualquer forma peço desculpas novamente. Imagino que quando está com seu namorado você não deve fazer tanto barulho assim, né? – disse jogando todas as cartas na mesa descaradamente.

– No momento eu tô sem namorado.

Quase não consegui disfarçar a minha satisfação ao ouvir isso.

– E tá solteira há quanto tempo?

– Uns cinco meses, mais ou menos.

– Nossa, muito tempo! Não consigo me imaginar ficando cinco meses sem transar – joguei tentando arrancar alguma safadeza da parte dela.

– Bom, eu já to meio que me acostumando. Mas, respondendo a sua pergunta, eu não faço tanto barulho como a minha madrinha – ela disse olhando para sua xícara de café com um sorriso no rosto.

Nesse momento meu pau latejou. Só de imaginar aquela deusa fodendo, minha pica subia. Ela devia deixar o ex namorado louco, pensei.

– Você não precisa se acostumar. Aliás, se estiver com vontade…

– Tô com vontade de sair um pouco – ela disse me cortando e quebrando o clima.

Fiz uma breve pausa e disse:

– Verdade. Você está de férias e agora a sua guia turística foi embora. Quer dar um passeio no lounge do condomínio e tomar um banho de piscina?

– Pode ser, só que eu não trouxe nenhum biquíni.

– Ah, que pena – respondi.

Terminei de tomar o café, lavei a louça e peguei a chave do carro. Falei pra ela que ia ao supermercado e que voltava em breve. De sorte havia várias lojas de roupas e artigos femininos perto do condomínio onde a gente morava. Fui atrás de um biquíni e escolhi um fio dental pequeno, amarelo com detalhes vermelhos e alças de amarrar (uma escolha bem marota 😉 ). Pedi pra embrulhar pra presente. Estava louco de vontade de vê-la dentro daquele biquíni, e com mais vontade ainda de tirá-lo do corpo dela.

Voltei rápido e sem cerimônia disse que tinha um pequeno presente pra lhe dar.

Ela abriu e disse:

– Obrigada, Nando, mas não precisava se preocupar.

– Você está de férias e deve aproveitar. Agora já pode tomar um banho de piscina.

– Tá bom. A gente pode ir depois do almoço?

– A hora que você quiser, meu anjo – falei.

– Pois em troca eu vou fazer um almoço bem gostoso pra você e mais tarde a gente vai à piscina – ela disse bem animada.

– Excelente, vou ficar com água na boca – eu falei, mas o meu pensamento era de que ela fizesse outra coisa pra mim…

Saí dali e fui pro banheiro bater uma. Fiquei imaginando ela dentro daquele biquíni com seu corpo sensual. Também fiquei pensando nela transando com seu ex namorado. Será que aquela boca deliciosa gostava de chupar uma rôla? Será que já tinha dado o cuzinho? Fiquei a imaginar, ainda mais depois de ela ter dito “não faço tanto barulho como a minha madrinha”. Que safada, essa fala dela foi bem provocativa, no fundo ela queria me atiçar também. E tava conseguindo.

Na hora do almoço me surpreendi com a comida que ela tinha feito: um delicioso bife ao molho com batatas, arroz, farofa e uma salada de folhas.

– Sua comida está ótima, Glaucy. Já dá pra casar.

– Obrigada, mas não pretendo casar tão cedo. Tenho muito ainda pra aproveitar.

– Verdade, você é bem novinha, tem um mundo ainda pela frente. Pretende arrumar outro namorado? – falei voltando ao assunto de namoro.

– Quem sabe? Se aparecer alguém legal.

– E porque terminou com seu ex? Ele não era legal com você?

– Ele era ótimo, passamos momentos maravilhosos juntos. Mas ele teve que ir pra outra cidade e a gente terminou.

– Que pena! – eu comentei, mas por dentro eu estava dizendo “perdeu otário!”. E depois não apareceu mais ninguém?

– Não, desde então estou na seca – disse ela, me olhando e sorrindo.

Mais uma vez querendo me provocar. Não me fiz de rogado e disparei:

– Quem sabe você não encontra alguém aqui na cidade pra te tirar dessa seca?

– Seria ótimo! Vou lavar a louça agora, descansar um pouco e depois a gente pode ir à piscina? – ela perguntou, mudando de assunto.

– O que você quiser, sou seu guia agora.

Fiquei deitado no sofá enquanto ela terminava suas coisas. Minutos depois ela sai do quarto vestida no biquíni que eu tinha dado. Ela tinha os seios e bunda firmes, as pernas bem torneadas. O biquíni estava tão apertado que dava pra perceber claramente o contorno da boceta dela.

– Como eu estou? Será que ficou bom? – ela perguntou me encarando com aquele olhar de safada.

Eu respirei fundo e disse:

– Você tá linda!

– Cadê a sua roupa de banho? Você não vai colocar?

Imediatamente fui pro quarto e saí de lá de sunga, a primeira que achei na gaveta.

Ele chegou perto de mim e disse:

– Você tá um gato. Minha madrinha é uma mulher de sorte por ter você.

– Você também tá com sorte, então aproveita que ela não tá aqui.

Nesse momento fui pra cima dela e roubei um beijo. Ela não fez nenhuma resistência e começou a me beijar também. Enquanto as nossas línguas se entrelaçavam em nossas bocas, minha mão começou a passear por aquele corpo lindo. Ela tinha os seios estilo pêra e uma bunda apetitosa.

Sentamos no sofá e, enquanto uma das minhas mãos acariciava o seu rosto durante o beijo, a outra desatava o laço da parte de cima do biquíni. Comecei a passar minha língua de leve naqueles peitinhos, depois dei algumas mordiscadas e comecei a mamar. Ela gemeu suave e começou a passar a mão por cima da minha sunga.

– Nossa!, como ele tá duro – ela sussurrou.

Peguei na mão dela e coloquei pra dentro da sunga, fazendo ela pegar no meu pau que tava pra explodir. Comecei a passar minha mão por cima do biquíni e vi que já estava molhadinha.

– Você tá com muita vontade, né? – perguntei.

– Sedenta de vontade. Ontem passei a noite na siririca ouvindo vocês dois.

– Eu imaginei – disse já descendo pro meio das suas pernas.

Vagarosamente eu desatei um dos laços do biquíni, olhando nos seus olhos. Passeei a minha mão por todo o seu corpo lentamente, aproveitando cada centímetro, e depois desatei o outro laço. Não estava com nenhum pouco de pressa. Queria aproveitar ao máximo aquele momento.

Tirei o biquíni e vi sua bocetinha cheia mel, depilada estilo moicano, bem aparadinha, e tinha os grandes lábios bem carnudos. Foi uma grata surpresa ver aquela delícia com alguns pelinhos. Devo confessar que boceta com os pêlos bem aparadinhos me dá mais tesão que uma boceta lisinha. E a boceta dela era perfeita nesse sentido.

Dei algumas lambidas de leve, cada chupada que eu dava ela gemia e se contorcia. Comecei pelos pequenos lábios, depois os grandes. Que boceta deliciosa! Fui aumentando o ritmo aos poucos, e voltava a ficar devagar. Os gemidos dela de prazer me deixavam mais excitado. Passei uns dez minutos chupando aquela maravilha e quando fui para o clitóris ela não se segurou e gozou rebolando a boceta na minha boca.

– Você chupa muito gostoso – ela sussurrou meio que sem ar.

– Seu ex chupava você gostoso assim? – indaguei.

– Não tão gostoso quanto você.

Senti uma leve satisfação ao ouvir isso.

– Agora é com você, quero te ver chupando também.

– Eu nunca fiz.

– Nunca chupou um pau!? – perguntei espantado.

– Não, meu namorado pedia, mas sei lá, ficava meio sem jeito de fazer. Achava que era coisa de filme pornô.

– Vem cá, não precisa ter vergonha. Vou te guiando. Eu falei que ia ser seu guia.

Ela pegou no meu pau e falei pra ela começar com umas lambidas.

Ela começou lambendo a cabeça como quem chupa um pirulito. Aquela vista era maravilhosa, ver sua boca linda sugando e lambendo minha piroca. Disse pra ela colocar dentro da boca e ir chupando bem devagar. No começou doeu um pouco, mas ela foi pegando o jeito. Minutos depois já estava chupando que era uma beleza. Não me aguentei de tesão e quase gozo dentro da sua boca, mas consegui tirar antes.

– Fiz direito? – ela perguntou.

– Se fez direito? Sua madrinha luta pra me fazer gozar com oral. Você conseguiu de primeira.

Ela deu um sorriso.

– Qual é a sua posição preferida, Glaucy?

– Eu gosto de quatro.

– Então vamos pro quarto. Vou te foder bem gostoso lá.

Tinha acabado de gozar, mas era como se nada tivesse acontecido. Já tava excitado de novo e com muita vontade de comer aquela ninfeta.

Ela ficou na cama de quatro e, antes de enfiar meu pau, dei mais umas chupadas nela com ela de quatro. Ela dizia algumas coisas mas o que eu conseguia distinguir ela dizendo era “que delícia”.

Subi na cama e comecei a roçar meu pau na entradinha dela. Ela tinha uma bunda bem voluptuosa. E que boceta apertada era aquela! Mal comecei a trepar e eu já tinha gozado mais uma vez. Enfiei meu pau novamente e ela voltou e gemer. De fato, não era tão escandalosa como minha esposa mas gemia gostoso.

Comecei a dar umas palmadas na bunda dela, e ela já estando num frenesi absoluto não parava de dizer:

– Vai, não para, não para!

Estávamos num vai e vem frenético até que ela gozou novamente e se desmanchou na cama, cansada. Eu também estava cansado e todo molhado de suor.

Deitamos um pouco e minutos depois já estávamos fazendo carícias. Parece que ela gostava de ficar pegando num pau.

Perguntei se ela queria sentar nele e, sem responder, veio pra cima de mim e ficou esfregando sua boceta nele. Ela ficou fazendo isso por um bom tempo, até que não aguentei e pedi pra ela colocar dentro. Ela sentava apertando a boceta, sabia exatamente o que tava fazendo. Comecei a chupar seus peitinhos tenros enquanto ela sentava. Ver no seu rosto outro orgasmo era demais. Acabamos gozando juntos.

Glaucy era maravilhosa. Não lembro se alguma outra vez na vida eu transei assim com tanto tesão.

Deitado na cama com ela acolhida em meus braços, fiquei imaginando como seriam as coisas depois que ela fosse embora, ou depois que minha esposa voltasse. Será que ela iria querer manter um relacionamento com o marido da madrinha dela? Não sei, era cedo pra pensar nisso. Por enquanto era melhor aproveitar o momento e me preparar pra outra foda. E quem sabe até comer o seu cuzinho…

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