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Terapia Sexual de Sucesso – V

Publicado em novembro 24, 2022 por Ricardo Cruz

Olá, amigos!

 

São fatos acontecidos há quatro anos. Era para ser uma “Terapia”, mas evoluiu para um relacionamento mais intenso, o que pode ser melhor percebido lendo os contos anteriores – “Terapia Sexual de Sucesso – I, II, III e IV” – em sequência.

Iniciou-se com um simples convite de bate-papo virtual…

Relacionamento do casal, Ricardo e Luíza /Iolanda, descrito em diálogos.

 

26/maio

I – Reparou os nossos atos falhos “Fomos para casa” Dormimos juntinhos” Se fôssemos amantes não iríamos pra casa e sim pra um motel e não dormiríamos juntos teríamos a preocupação de voltar pra nossas casas. Pode ser às 21 h nosso novo encontro.

I – Se fosse sua mulher e não fosse buscá-lo no aeroporto te esperaria em casa com uma mesa de lanche com tudo que você gosta com flores e uma tigela de morangos. Pegaria um morango colocaria em minha boca e iria dividi-lo com você. Aí nossas bocas se encontrariam e começaríamos a nos beijar loucamente. Te alisaria o sexo através da calça. Falaria o tanto que estava com saudades, que estava louca pra ser comida. Tiraria minha blusa e o soutien passaria chantili neles e pediria para lambê-los. Você mamaria neles. Já estaríamos loucos de tesão. Baixaria o zíper de sua calça e colocaria seu mastro pra fora o lambuzaria com chantili e o lamberia fortemente, mas com carinho. Você me carregaria no colo e me levaria para o tapete e eu o abraçaria com minhas pernas no seu pescoço deixando minha xoxota pronta para te receber de viagem. Mete em mim vai, estou louca pra te sentir bem dentro de mim. O resto seria com você. Este seria o meu recebimento de viagem. Não conheço seus gostos por isso pensei em morangos e chantili. Bom recebimento de boas-vindas em sua casa.

I – Não sonhei com você, porém acordei achando que estava em seus braços e fui te dar um beijo de bom dia. Viu o quanto estou carente de você?

I – Pode me contar sobre a sua chegada em casa. O que fez no dia. Recebeu meu conto?

R – Fui recebido com muita alegria, afinal a mulher tava com saudade de pica. Não teve nada do que você prepararia para me receber. Fomos direto para a cama.

I – Nossa! Que falta de romantismo. Pensei que hoje vocês sairiam à noite. Estava preparada pra não falar com você.

R – Aproveitamos a tarde. Transamos somente duas vezes, pois, tinha a expectativa de falar(?) com você.

I – Achei muito fofo avisar que tinha chegado. Você leu o conto que enviei pro seu e-mail?

R – Li, daqui a pouco vou comentar. Ou você está com vontade de dormir e sem disposição para conversar comigo?

I – Claro que não quero dormir. Estou pronta. Banho tomado, perfumada, já passei um hidratante no corpo e estou só de calcinha, mas podemos conversar um pouco, não?

R – Então vamos. Não está com frio? Aqui em LS está um gelo.

I – Sou bem calorenta. Uso ar-condicionado no carro até no inverno.

R – Nossa! Quanta energia! Precisa aplicá-la bem, sem desperdício.

I – Estou tentando canalizá-la pro sexo.

R – Muito bom, você está gostando, não é? Não é qualquer mulher experiente que faz sexo em dias seguidos. Até eu fico admirado com a sua performance.

I – Você acredita que ontem quando terminamos, fiquei assistindo um filme. Não era pornô. Tive que pegar meu massageador e tive um orgasmo ótimo chamando por você. Ricardo me faça feliz me dê mais um orgasmo. Falava seu nome e rebolava e apertava mais o massageador. Foi divino.

R – Nossa, depois daquela trepada maravilhosa nossa, você ainda “trepou” novamente? Então hoje você não deve estar aguentando.

I – Hj é outro dia. Ou você prefere deixar pra amanhã? Deve estar cansado da viagem, de fazer as obrigações de marido…

R – O que que é isso. Comecei te falando que tirei só 2 com minha mulher porque estava na expectativa de te falar hoje. Ontem já havia lhe dito que transaria com a mulher, mas reservaria um pouco de energia e porra pra minha putinha, tá lembrada?

I – Sim. Como eu iria esquecer. Se eu fosse a esposa e te recebesse como falei você me acharia muito brega?

R – Claro que não, me senti um rei. Quanto amor! Você está carente, mas com muita energia e amor para dar. Você elogia muito meu desempenho no amor, deixa-me lisonjeado, mas e com seu marido você faz o mesmo?

I – Faço, mas ele não gosta. Ele fala que não é romântico. Mas gosta de pedir uns caldinhos quentes, um leitinho quente com sal, um frango com quiabo. Faço tudo que ele pede. Não te falei que as vezes ficamos até mais de 15 dias sem trepar. Ele adora dormir, não gosta de sair de casa exceto às sextas. Vou sozinha pra todos os eventos que for convidada. Segundo meu psicólogo minha agenda social é bem cheia.

R – Em relação ao maridão, acho que deve insistir, pois, nunca tive contato com uma mulher tão disposta sexualmente, sempre à procura de uma rola; até parece que sua buceta acabou de acordar, acabou de conhecer o sexo e está sentindo êxtase após descobrir o quanto é prazerosa uma trepada, o que, aliás, estou amando. Já fez uso de seus “brinquedinhos” hoje?

I – Não. Comente o conto. Vou deixar os brinquedinhos à mão. Você quer comer minha xoxota hoje?

R – Claro meu amor. “O Sonho Impossível”, você escreveu hoje? Só pode ser, é muita semelhança com o que conversamos no final da noite de ontem. Estou impressionado com a sua sensibilidade e sensualidade

I – Não o escrevi, mas achei muito apropriado. É um desejo impossível. Só dei o nome ao conto.

R – Já estou ficando de pau duro. Sabe o que você disse na “recepção”, hoje quando minha mulher foi chupar a minha pica me lembrei do chantili, usei e abusei.

I – Hoje peguei um óleo de massagem aroma andiroba que eu adoro. Estou fazendo massagens nos meus peitos e barriga chegando quase à virilha.

R – Uhm! Adoro mulher perfumada e oleada. Fica escorregadia e facilita tudo. Conduza nossa trepada, hoje serei seu prostituto.

I – Imagine que você está deitado de costas eu derramo um pouco de óleo em você. Começo pelos ombros dou uma caprichada nos seus mamilos, desço pela barriga, passo pelas coxas. Ponho mais óleo para minhas mãos deslizarem mais suavemente. Passo as mãos pelo pênis, massageio o saco…

R – Beija-me com essa boca gostosa…

I – Espera. Agora subo te lambendo, mamo seus mamilos passo a língua neles que estão durinhos, subo para o pescoço cochicho no seu ouvido, meu amor, gostozão hoje você vai ser meu puto. Beija-me, mete sua língua gostosa na minha boca. Estou ficando tesuda.

R – Primeiro passo a língua em seus lábios, pedindo permissão para entrar. Enfio a língua e as duas se enroscam como se fosse briga. Quando estamos quase perdendo o fôlego, nos beijamos nos lábios. Peço-te: roça essa a buceta no meu pau sem penetrar….

I – Eu é que te peço. Esfregue esta vara na minha buceta, mas por cima da calcinha. Pego seu saco e faço um carinho. Agora chega a minha calcinha de lado e me dê uma metida de língua, vai meu puto, me faça feliz, mete esses dedos mágicos e meta com vontade.

R – Para retribuir o prazer que me dá uso a mão para acariciar a sua buceta, primeiro por fora, aí afasto a calcinha de lado e exponho o seu clitóris. Está enorme, do tamanho de uma azeitona. Começo a chupá-lo, enfio a língua na sua buceta que está repleta de um “suco” natural. Enfio um dedo, depois dois e faço o vai-e-vem…

I – Isso, mete com vontade. Agora vire em cima de mim. tiro a minha calcinha. vamos fazer um 69 eu quero gozar na sua boca e você vai ter o orgasmo mais intenso da sua vida se vire, vire venha deixe-me mamar nesse pau gostoso. vem vamos gozar juntos…

R – Vamos lá. Estou em ponto de bala. Giro o corpo e posiciono o cacete para iniciar um belo sessenta e nove. No momento em que sincronizamos os movimentos o primeiro orgasmo se aproxima. Sua xoxota escorre o suco delicioso. Você enfia meu pau na boca que chega quase à garganta. Vai me punhetando e chupando. Abro sua buceta com os dedos, chupo avidamente seu clitóris. Você acelera; foi irresistível. Quando percebo seu gozo, começo a chupar a xoxota e o clitóris com mais velocidade e pressão, aumentando o tempo e o prazer do orgasmo. Como recompensa, deitei-me de barriga para cima para você tentar engolir meu pau. Você deu uma chupada profunda, se concentrou mentalmente, fiquei quietinho, colocou o meu pau na boca e foi baixando a minha cabeça até sentir a glande encostar.

I – Vou gozar, não aguento mais. Não consegui fazê-lo meu puto, mas o trepador mais gostoso. Como é bom Te Amo.

R – Oh amor, me espera. Nem penetrei sua buceta. Viro-me e enfio com força meu pau. Urramos de prazer. Depois de descansarmos um pouco, vamos tomar banho juntos.

I – Ai! vamos abraçados até o banheiro e morrendo de tanta felicidade. O que vamos fazer agora. Pode conduzir. Eu vou te ensaboar.

R – Começo a passar sabonete nos seus seios, você faz o mesmo com meu pau. O endurecimento foi imediato. Você não resiste, limpa a espuma do pau, ajoelha-se e cai de boca. Logo após, te coloco em pé, me ajoelho e chupo sua buceta. Houve um momento em que com a boca na entrada da vagina senti o líquido quentinho entrar na sua buceta, dando-lhe um arrepio de prazer. Nunca tinha feito isso. Gostoso demais.

I – Eu também nunca fiz isso. Mas sua boca e a água quentinha é muiiito bom. já estou quase tendo mais um orgasmo. Você é muito bom.

R – Ficamos nos alternando, te chupo seu clitóris e enfio a língua, você mama a cabeçorra da rola e a rola toda. Explodimos num orgasmo total. Ficamos um bom tempo embaixo da ducha morninha para limpar e relaxar nossos corpos.

I – Realmente preciso relaxar. Acabamos o banho nos secamos e vamos pra cama nos beijar e ficar enroscadinhos um no outro.

R – Estou bem cansado. E você?

I – Dois orgasmos quase seguidos exauriram minhas forças. Obrigada. Realmente está ficando muito perigoso. Eu chamo você nos orgasmos.

R – Que bom. Se acontecer um ato falho seja criativa na explicação (treine antes), satisfaça minha curiosidade. Gozou com penetração ou foi no clitóris? Seu massageador é para penetrar ou só clitoriano?

I – Tenho pra penetrar e clitoriano. No primeiro foi o de penetrar no segundo você chupando minha xana no chuveiro usei o clitoriano. Temos até terça pra viver esta loucura. Viajo na quarta pra ficar com meu marido.

R – Teremos amanhã? A que horas?

I – Só a noite estarei disponível. Tenho uma feijoada à tarde e vou tomar umas caipirinhas. O cara faz a melhor caipirinha que conheço. É até as 15 h., mas depois ficamos uma turma dos organizadores encerrando o evento e tomando cerveja. Acredito que às 21 seria bom. Pra você dá?

R – Se você der pra mim, dá pra mim.

I – Não entendi. Se eu der pra você?

R – É se você “trepar” comigo, entendeu a brincadeira?

I – Trepar com você é ótimo. Qual a avaliação de hoje. Você gozou de verdade? Não sei se conduzi bem. Por curiosidade você está casado há quanto tempo?

R – Conduziu muito bem. Gozei me desculpe, mas a segunda foi na sua boca, só não me lembro se você engoliu ou não. Estou casado há um ano.

I – Acho que não consigo engolir. Desculpe. Espero não estar atrapalhando seu casamento, pois acho que o meu você está ajudando.

R – Você está evoluindo tanto e tão rápido que daqui a pouco seu maridão vai ficar me devendo um agradecimento. Somente te peço que quando estiver tendo essas transas com seu marido, não me abandone e reserve um pouco da sua energia para nossas trepadas. Você me garante?

I – Como vamos trepar com ele aqui? Ele não sai de casa. E não tenho coragem de trepar com você com ele dormindo a meu lado. A internet está com problemas e só pega no meu quarto. Como podemos fazer? Vou ver se consigo, quando estiver na minha sogra. Vou ficar lá até na segunda.

R – Se não der não tem problema, não pode dar bandeira. O que eu disse se aplica ao futuro, sei lá daqui a 2 semanas ou 1 mês, se você e seu marido estiverem se entendendo, pedi para não se esquecer de mim. Desde que começamos seu marido viajou diversas vezes. Ele vai continuar viajando sempre?

I – Ele viaja uma semana por mês. E as vezes fica uns 3 dias na fazenda do primo. Você sabe tanto de mim e eu tão pouco de você. Eu sou muito falante. Meu marido não tem que te agradecer, ele é que é meio parado. Eu que tenho a agradecer, pois não sabia que era tão sedenta de sexo. Estou me achando um espetáculo. Obrigada por me ajudar a me descobrir. Durante o dia você não tem tempo, né?

R – Durante o dia muito difícil, se aparecer uma oportunidade te falo. Vamos programar nossas trepadas para coincidir com as viagens dele então. O que acha?

I – Vou deixar meu celular se alguém atender no meu lugar você diz que quer falar com a Dra. Luíza. Não sou doutora, mas meus clientes me chamam assim. 8974-5373. Quando eu souber as datas te aviso, mas ainda temos até terça, com certeza treparemos toda noite.

R – Por celular pode ser complicado. prefiro e-mail. Vamos aproveitar até terça. Serão pelo menos mais 3 trepadas até lá. Ótimo não?

I – Sim. Tenha uma ótima noite. Durma bem e sonhe comigo. Beijo bem gostoso.

R – Calma. Peraí. Vou te contar um segredo. Nossas trepadas são tão boas que as releio. Às vezes acordo de madrugada leio nossos diálogos e normalmente rola uma punheta.

I – Eu também as releio. Poderia passar horas e horas conversando com você. Não nos conhecemos, mas temos uma química, uma cumplicidade e um grande segredo.

R – Todo segredo é tentador, quando se acaba muitas vezes perde-se o encanto. Uma observação sobre você: gozou 2 vezes hoje sem necessidade de álcool. Verdade?

I – É verdade nem tinha lembrado disso. Você é bem observador. Só de começarmos a conversar vou aos poucos ficando com o coração acelerado, a respiração vai aumentando e a vagina vai ficando eletrizada (não é bem esse o termo) e fico toda molhadinha.

R – Percebeu sua evolução sexual. Sem conhecer ou sem saber você está superando traumas. Claro que tem minha participação, mas o desenvolvimento depende essencialmente de você, da sua cabeça, do que você quer e da vontade de consegui-lo.

I – Mas como meu marido não faz coisas diferentes, só tira uma e as vezes ele atinge o orgasmo muito rápido sente que não me satisfaz eu achava que o problema era comigo. Nunca trepei com outra pessoa o problema era meu ou assim era o normal.

R – Mude seu comportamento quando estiver trepando com ele. Não o deixe penetrá-la. Peça o máximo que você achar necessário para gozarem juntos. Agora, a maioria dos homens goza rápido, afinal a glande onde se dá o prazer tem uma grande superfície. Cabe à mulher, desde que atinja o orgasmo, determinar o momento de gozo do casal.

I – Falhei. Ele me autorizou a paquerar outro e trepar pra eu sentir prazer e ficar satisfeita. Acha que isto daria a ele o maior tesão, mas disse que mesmo que gostasse muito pra não o deixar, pois sou a mulher da vida dele. Mesmo me traindo disse que o melhor era minha bucetinha, apertadinha, quentinha mordendo seu pinto.

R – Você não falhou. Ou encontrar-me foi um fracasso? Você está gozando e muito (segundo você mesma como nunca gozou em toda sua vida). Descobriu que não tem problema relacionado a orgasmo, enfim gozou com penetração. A não ser que você não esteja falando a verdade comigo. Estou ajudando vocês e tirando proveito também, nossas trepadas são fenomenais. Delete o sentimento de culpa, de falha da sua cabeça.

R – Acho que você dormiu. Está muito cansada, copio a sua despedida: “Tenha uma ótima noite. Durma bem e sonhe comigo. Beijo bem gostoso.”

I – Te amo. Não dormi tinha dado pau na internet aqui.

R – E você acha que ele te satisfaz?

I – Não. Quando acabamos sempre quero mais ou as vezes tenho que recorrer aos meus brinquedinhos. Alguns foi ele que me deu, outros eu comprei.

R – Quem me ama? A Luíza ou a Iolanda?

I – Acho que a Luíza.

R – Acho que a Luíza está apaixonada, mas o amor é da Iolanda. A Luíza já disse que ama o marido.

I – Agora não tenho certeza. Mesmo me traindo ele disse que o melhor era minha bucetinha, apertadinha, quentinha mordendo seu pinto.

R – Já é a segunda ou terceira vez que você diz “Gosta da minha bucetinha, apertadinha e quentinha, molhadinha mordendo o pau dele”. Meu cacete começa a reagir….

I – Você não imagina o quanto sou apertadinha. Acho que o seu pau é muito grande pra mim. Seria entrar como se estivesse tirando a minha virgindade. Teria que ser muito carinhoso e me deixar ficar bem molhadinha.

R – Vamos passando um óleo que ajuda. Das mulheres que relacionei não consegui penetrar em 5 delas. Elas me chupavam meu pau, mas ele não entrava nas xoxotas delas de jeito nenhum. Se eu forçasse elas ficariam arrombadas e seus homens perceberiam.

Você disse que tem masturbador de penetrar, meça o diâmetro dele e compare com o meu pau que tem 5 cm. Mais novo me chamavam de jumentinho.

I – Mas que triste. Sei que tem jeito de gozar sem a penetração, mas depois que estou com você estou achando ótimo. Vou medir o diâmetro do meu vibrador. Uma vez comprei um com 4 cm de diâmetro e não consegui fazê-lo entrar de jeito nenhum. Piquei com o facão e joguei fora.

R – Jumentinho por ter o pau avantajado. Você já está cansada, é melhor dormir. Agora vou reler nosso diálogo, o propósito já está definido: vou comer seu cuzinho e depois dormir bem relaxado,

Vou bater uma punheta caprichada.

I – Se quiser pode comer o meu cuzinho, se você não estiver cansado, é claro. Mas pode comer amanhã se quiser.

R – Agora?

I – Só durmo depois das 2 horas todos os dias. Mas pra você deve estar difícil. Pode comer meu cuzinho amanhã. Também é muito apertadinho, viu.

R – Tudo bem fica para amanhã, afinal você já gozou duas vezes e não pode se desgastar tanto. Prometo que estou torcendo para sonhar com você. Beijos minha “bucetinha, apertadinha e quentinha, molhadinha mordendo”.

I – Beijão meu garanhão. Por favor, responda quem é que te ama a Luíza ou a Iolanda? Bons sonhos.

 

Agradeço os comentários.

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Continua…

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