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Pamela na Casa de Swing

Publicado em outubro 19, 2020 por douglas e pamela itanhaem/sp

Se você já leu no conto anterior, “A PRIMEIRA GANGBANG DE MINHA ESPOSA” e “PAMELA VOLTA NA CASA DO CUMPADRE”, “SURPRESA NO BAILE”, “SURPRESA DE PAMELA”, minha esposa soube aproveitar minha ausência. kkkkk.

Ola, meu nome fictício, lógico, é Douglas e ela, Pamela.
Somos um casal diferente, pois ciúmes não existe, apenas cumplicidade e muito tesão. Minha esposa tem 38 anos bem vividos, altura mediana, 60 kilos, peitos medios e empinados ( estilo pera ), coxas grossas, pele clara, olhos azuis, cabelos loiros longos. Um tesão. Safada e ousada.
O que passo a relatar aconteceu a uns 2 anos atrás, quando minha cunhada, que eu já comi, chamou minha esposa e eu para levá-la em uma casa de swing em Campinas/SP, pois havia se acidentado e precisava acertar uma conta com uma amiga em uma casa de show.
Nos arrumamos, eu e Pamela, muito arrumados, pois de lá iríamos sair e curtir a noitada somente eu e ela. Pegamos minha cunhada que charei Telmice ( nome fictício, lógico ) e fomos para a casa de show. Logo que chegamos reparei que se tratava de uma Casa de Swing, mas já estávamos curiosos em conhecer uma casa dessas e lá entramos. Minha cunhada sumiu deixando eu e Pamela na ante-sala. Pedimos umas coca-colas e ficamos assistindo o show de um streper masculino. O povo notou que éramos estranhos ali, assim como o streper que chegou bem perto de Pamela e arrastou ela para a pista. Agarrou na cintura dela e ficou encochando ela na maior cara de pau. Quando acabou o show dele, ele a trouxe de volta e deixou um cartão com minha esposa, agradecendo pela ajuda.
Minha cunhada retornando quiz mostrar as acomodações e para minha surpresa, minha esposa aceitou e lá fomos. Passamos em um corredor e no escuro, minha esposa só dizia: “Ai … estão passando as mãos em mim. Tem uma mão apertando minha bunda.” Minha cunhada falou: “Você não viu nada ainda. Vou te levar em uma sala que só tem caralhos enormes e os caras ficam só com o cacete num buraco. Você pode apertar, chupar e até fazer sexo ali. Tudo discreto.” Fomos lá conferir. Entramos em uma salinha, trancamos a porta e logo um cacete imenso e grosso saiu de um buraco. Minha cunhada apertou o pau, alisou e ajudou minha esposa, ainda tímida a apertar tambem. Sentei em um sofázinho e fiquei observando. Minha esposa não conseguia nem fechar a boca de tão grande a rola que ela pegava com as duas mãos.
Minha cunhada pediu a nossa ajuda e encostamos minha esposa na parede. Levantei o vestido dela, e deixei ela e minha cunhada guiar a rolona até na entrada da vagina de minha esposa, que de tão ensopada, facilitaria um pouco uma penetração. Coloquei o sofazinho próximo ao buraco e posicionei minha esposa de quatro meio de lado. O cara colocou a cabeçona na entradinha da boceta de minha esposa, e foi entrando com dificuldade. Minha esposa só dizia que “esse troço” não parava de entrar, e ela gemia, mordia os lábios e jogava a bunda de encontro ao pauzão. Ela deu um grito e logo começou a escorrer a porra do cara pelas coxas e pernas de minha esposa. Ela sacudia e tremia todo o corpo num orgasmo que não tinha fim. Ela sentou no sofá e colocou a calcinha limpando o que dava com um lenço. Minha cunhada adorou ver aquilo e disse para irmos conhecer o lado dos solteiros.
Chegando lá depois de ser apalpadas no corredor, entramos em um corredor onde tinham vários caras nas portas de quartos minúsculos. Minha cunhada entrou em uma porta e sumiu lá pra dentro, deixando eu e Pamela pra fora. Um home de uns quarenta e poucos anos, estendeu a mão para minha esposa e colocou a mão dela em cima de um pedaço de carne rígida. Minha esposa novamente estremeceu. Empurrei ela para dentro da sala. Lá haviam outros dois caras, primos, que ao verem minha esposa, mostraram suas ferramentas. Minha esposa foi colocada delicadamente em um sofa e sua calcinha veio parar em minhas mãos. Ali o rapaz que estendera a mão para ela, irei chamá-lo de Nivaldo, e os primos, começaram a chupá-la e esfregar os pintos em seu rosto. Nivaldo pegou a rola e passou nos lábios vaginais de minha esposa, e entrou bem devagar arrancando gemidos e tremedeiras de Pamela, que chupava outros dois membros. Um dos primos, sentou ao lado e ficou oferecendo a pica para minha esposa, que com um giro, subiu em sua pica oferecendo o cuzinho para Nivaldo. Aí deu trabalho. O cacete não entrava. Nivaldo teve que trocar de lugar com o primo. Pamela veio por cima de costas para Nivaldo e aos poucos e com muito cuidado, foi alojando sua pica imensa no cuzinho de Pamela. O primo veio pela frente e colocou sua rola de uns 20 cm na boceta de minha esposa que gemia e tive que colocar uma de minhas mãos na boca dela para não chamar a atenção de todos que passavam lá fora. O primo deu umas bombadas, gozou e saiu dando lugar para o outro. Esse tambem socou a rola e gozou. Ambos os primos saíram e foram embora. Mas aí, foi a deixa. Esquecemos a porta sem trava. Começos a entrar um após o outro. Os machos metiam, gozavam e iam embora. Pelas minhas contas, ela teve uns 15 caras, até que Nivaldo anunciou que iria gozar e assim o fez. Quando Pamela saiu de cima, e a porra escorreu do cuzinho dela para cima de Nivaldo. Ele virou ela de costas, e lambeu o cuzinho dela arrancando um suspiro. Ele mostrou para mim e disse que não estava arrombado, mas inchado e lambuzou a boceta e o cuzinho dela com a porra que escorria.
Novamente, Pamela pegou sua calcinha e apenas limpou o que deu da porra, arrumou o vestido e saímos. Mesmo com os outros de fora querendo meter nela e levá-la para dentro dos quartos, um segurança se aproximou e nos ajudou a sairmos dali. Pagamos a nossa conta e fomos embora. Minha cunhada, nos ligou no outro dia, e ainda estava lá na Casa de Swing com amigos, fodendo lógico.
Minha esposa não quiz mais ir a uma Casa de Swing, o que não fizemos mais. Já minha cunhada bate cartão.
Quem se interessar em gangbang, suruba ou troca de casais, entre em contato: [email protected], em São Paulo.

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1 - Comentário(s)

  • Joelino 09/11/2020 09:38

    Adoraria foder sua esposa

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