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O lado bom da vida: O vigilante solitário

Publicado em outubro 21, 2022 por ANTONIO

Depois de descansarmos um pouco, Geraldo sugeriu que nos vestíssemos para irmos embora; já recompostos e ainda dentro do apartamento ele tornou a elogiar meu desempenho confessando que gostaria que nos encontrássemos mais vezes; optei por manter-me em silêncio até chegarmos de volta no estacionamento do supermercado onde quebrei meu silêncio.

-Eu também gostei muito do nosso lance – disse eu mirando o rosto de Geraldo – Só que da próxima vez também quero gozar …, nem que seja na punheta …, isto é, se você topar!

-Da minha parte, tudo bem – ele respondeu com um sorriso nos lábios – e também …, se quer saber …, achei estranho que você não tenha gozado …, vamos manter contato, combinado?

Apertamos as mãos e eu saltei do carro caminhando na direção de onde estava o meu; voltei para casa sentindo-me satisfeito com a experiência além de ansioso por outras oportunidades com Geraldo; estava me sentindo tão realizado que somente naquele momento dei conta de que Geraldo tinha o meu número de celular e eu não me recordava de ter dado a ele essa informação; aquilo me deixou confuso, mas a satisfação que ele me proporcionou naquela manhã superava essa preocupação.

Mesmo saltitante com a primeira experiência com outro homem, não dispensei as salas de bate-papo, pois sentia muita vontade de conhecer outras pessoas e ter novas experiências. E enquanto Geraldo não me procurava acabei descobrindo uma nova oportunidade. Numa noite em uma das salas um sujeito de apelido “Vigilante Solitário”, me procurou; começamos a conversar sem muito interesse até o momento em que o sujeito partiu para o ataque dizendo que estava doido por uma mamada bem gostosa e que estava muito a fim que eu lhe desse essa oportunidade, já que ele lera minhas mensagens anteriores todas sobre o mesmo assunto.

Quando abri a possibilidade de atender ao seu pedido ele me disse que trabalhava como vigilante noturno e que somente tinha disponibilidade durante o dia, de preferência pela manhã, pois ficava sozinho em sua casa com sua esposa indo para o trabalho. Fiquei chocado e assustado ao mesmo tempo; chocado do sujeito me propor mamá-lo em sua casa e assustado pelo risco envolvido. Ficamos teclando por algum tempo permitindo que eu sopesasse sua proposta avaliando risca versus oportunidade.

E aí, mano? Topa ou não topa?”, escreveu ele demonstrando sua exasperação; derrotado pelo tesão respondi afirmativamente, e o vigilante pediu que nos colocássemos no modo privado para que ele me passasse seu endereço e também para combinarmos o horário. “Cê gosta de rola, putinha? Então vem aqui mamar a minha que é grande, grossa e gostosa!”, escreveu um tal de “PAU GG” que se apresentou para mim; como eu já havia combinado com o vigilante o nosso encontro para o dia seguinte pela manhã, agradeci e disse que não seria possível naquele momento, mas que se ele quisesse marcar para outra vez, eu estaria disposto.

Sabia! Tu é mesmo um cagão! Acho que nunca mamou rola nenhuma e nem sabe fazer direito!”, teclou ele demonstrando uma agressividade gratuita. Eu bem que podia simplesmente ignorar a grosseria, mas ele mexera com meu brio e por conta disso respondi a altura: “Não apenas já mamei, como mamo muito gostoso; e se depender de mim você vai se acabar na punheta!”. Sem esperar pela resposta desconectei-me da sala e fui cuidar da vida, não sem antes anotar o endereço do vigilante.

Na manhã do dia seguinte, deixei minha esposa no seu trabalho e rumei para meu novo encontro experimentando um misto de ansiedade, receio e tesão. O local ficava em um bairro próximo do centro velho da cidade em uma rua de prédios residenciais de pequeno porte que certamente não era um lugar seguro para circular-se durante a noite. O número indicado por ele tratava-se de uma edificação de três andares bem antiga e mal cuidada, sem elevador e sem portaria contando apenas com um tipo de porteiro eletrônico. Assim que acionei o botão uma voz rouca perguntou de quem se tratava; respondi que era sobre o combinado na noite anterior sem dar mais detalhes.

A pesada porta de metal abriu-se após o ruído de um contato magnético; o sujeito morava no primeiro andar para minha sorte e mal havia tocado a campainha ele veio me atender; era um negro de meia-idade, estatura mediana, cabeça raspada e corpo bem definido vestindo apenas uma cueca boxer; ele sorriu e pediu que eu entrasse; disse chamar-se Olavo e pessoalmente parecia bem mais atencioso e gentil.

Nos sentamos no sofá e ele me ofereceu água que aceitei, pois além de um pouco ofegante ainda estava temeroso; conversamos um pouco, e Olavo mostrou-se ainda mais amável deixando-me mais à vontade; contou-me que gostava muito de uma mamada, mas sua esposa recusava-se a fazê-la afirmando que era algo nojento e por essa razão ele procurava por isso fora do casamento.

-Mas porque prefere ser mamado por um homem? – perguntei a certa altura um tanto curioso.

-Ah, sei lá! Acho que é mais fácil e com menos frescura! – ele respondeu com tom brincalhão – E você? Porque gosta?

-Também não sei explicar direito – respondi com tom ameno – No início era curiosidade …, agora …, acho que gostei …

Olavo deu um sorriso safado e ficou de pé olhando para mim e pedindo que eu puxasse sua cueca; respondi que o faria se ele permitisse que eu ficasse sem roupa. “Pô! Demorô, parceiro! Manda ver!”, respondeu ele com tom entusiasmado. Fiquei de pé e me despi sem perda de tempo; a seguir me pus de joelhos na frente dele e comecei a puxar lentamente sua cueca para baixo, não demorando a libertar o bruto que saltou para fora rijo e pulsante. Olavo tinha uma rola de tamanho médio, mas o que impressionava era seu calibre que saltava aos olhos! Acariciei a vara e também as bolas mirando o rosto do parceiro que sorria afagando meus cabelos.

Dei umas boas lambidas na glande ouvindo Olavo sibilar e grunhir baixinho e depois a envolvi com os lábios apertando-a com suavidade; o sujeito não aguentou e soltou um gemidinho me estimulando a prosseguir; comecei a mamar com certa cadência engolindo e cuspindo boa parte daquela rolona bruta sentindo a mão dele me afagando sinalizando que não tinha pressa. Larguei a rola sob controle de minha boca e apalpei e apertei suas nádegas um pouco temeroso da reação; Olavo não esboçou nenhuma reação permitindo que eu continuasse apertando suas nádegas cuja firmeza era intrigante.

-Uhhh! Isso é bom! – murmurou ele após algum tempo – Me diz uma coisa …, Ahhh! Você já lambeu um cu?

-Não! Nunca! Mas faço se você quiser! – respondi enfático sem disfarçar minha excitação.

Olavo deu uma risadinha e se pôs de quatro sobre o sofá empinando o traseiro; eu me aproximei e acariciei suas nádegas que eram firmes e roliças sentindo meu pau enrijecer de uma forma surpreendente. Separei-as com as mãos e examinei o rego entre elas localizando o buraquinho que parecia piscar; comecei a lamber todo o rego de cima para baixo e depois no sentido contrário até me deter no orifício que lambi e chupei com eloquência chegando a meter a língua dentro dele ao mesmo tempo em que puxava a rola para trás fazendo uma ordenha bem vigorosa.

Eu me deliciava ouvindo o sujeito gemer e grunhir sentindo sua rola dura em minha mão enquanto lambia seu cu piscante; em dado momento girei o corpo e naquela posição abocanhei o bruto mamando com avidez deixando Olavo enlouquecido de tesão. Aproveitei para dar uma dedada no brioco sentindo o pau mais duro dentro da boca até que o sujeito não aguentou mais e gozou fartamente; foi tanta porra que acabou vazando deixando tudo lambuzado. De pernas trêmulas, Olavo despencou no sofá e eu me sentei no chão suando ofegante.

Olavo me convidou para um banho, mas ao olhar para o relógio, declinei do convite porque estava atrasado; achei engraçado quando ele fez menção de pegar a carteira já perguntando sobre o preço da mamada. O mais cômico foi o fato de que não me senti ofendido e assim perguntei a ele se havia gostado. Pô, parça! Se gostei? Foi a melhor mamada que alguém já me deu! E vou querer outra vez, viu?”, ele respondeu com tom esfuziante e com uma enorme carga de sinceridade. Nos despedimos com apertos de mão e troca de números de celulares e eu segui com minhas tarefas cotidianas.

Mais tarde naquele dia, decidi sair para uma caminhada para me exercitar; vesti um calção largo e uma camiseta regata e munido de fones de ouvido e contador de passos fui para uma avenida que fica nas imediações e iniciei meu circuito. Um bom tempo depois fui interrompido por uma mensagem de texto. “Se quiser mamar uma rola estou bem próximo de você!”, dizia a mensagem que era do Geraldo.

Muito preocupado em saber que ele tinha meu celular e seguindo meus instintos, disse a ele que não poderia, pois tinha compromissos pessoais. Geraldo não respondeu nem teclou mais nada. Sentindo uma certa frustração voltei para casa e esqueci o assunto e procurei esquecê-lo também. Pouco mais de duas semanas depois Olavo me enviou uma mensagem dizendo que estava louco por uma mamada; o único problema era que ele fora transferido de posto para uma concessionária de veículos e que seu turno era durante o dia. “O legal é que fico sozinho aqui o dia todo! E aí! Vai rolar?”, escreveu ele ao final. Cheio de tesão e ansiedade pedi o endereço e depois de resolver alguns assuntos, peguei o carro e rumei para o local que não ficava muito distante de casa.

Estacionei em uma rua lateral e segui as instruções dele até chegar ao fundos já que a frente é inteiramente envidraçada. Olavo esta de uniforme e tinha um largo sorriso no rosto ao me ver. Fomos para seu minúsculo alojamento que ficava mais ao fundo onde havia uma mesa, cafeteira elétrica, bebedouro e um cama de armar. Como dois adolescentes açodados tiramos as nossas roupas e logo eu estava aninhado entre as pernas dele desfrutando de sua rolona grossa e dura. Fiz muitas estripulias com aquele pauzão grosso mamando, lambendo mordiscando as bolas e punhetando tudo ao mesmo tempo ao som dos gemidos e grunhidos roucos do vigilante.

De surpresa, Olavo se desvencilhou de mim e pediu que eu ficasse de quatro sobre a cama; foi incrível quando ele estapeou minhas nádegas antes de separá-las para lamber meu cuzinho e a sensação de sua língua vagando pelo rego e pelo orifício me causava demorados arrepios e uma sensação de submissão da fêmea ao macho. “Ahnnn! O que …, o que você tá fazendo …, Uhhh!”, murmurei quando senti a chapeleta larga do vigilante pincelando meu rego e cutucando meu brioco.

-Calma, parça! Vou pôr só a cabecinha – ele disse com tom safado – Se doer eu paro tá bom?

Olavo deu umas cuspidas no rego e depois de deixá-lo bem lambuzado cutucou com força; já no segundo golpe senti o troço rombudo laceando meu buraquinho penetrando um pouco; foi uma dor lancinante, principalmente por conta da minha fissura anal, e eu não contive um gritinho agudo; ao perceber meu sofrimento, o vigilante estancou a penetração. “Deixa assim …, só a cabecinha, tá?” sussurrou ele enquanto pegava meu pau que estava duro como pedra e aplicava uma punheta robusta causando uma sensação mista de dor e prazer. É claro que o safado não deixou apenas a chapeleta enfiando um pouco mais mesmo ante meus protestos.

Olavo socava devagar a parte que ele já metera em meu cuzinho arregaçado sem desviar atenção da punheta que me deixava louco; confesso que era uma sensação ambígua a dor da penetração parcial e a punheta do meu pau duro como nunca; por conta disso não reagi e deixei que ele conduzisse a situação. “Ahhh! Uiii! Devagarzinho, tá? Não vai me deixar todo arrombado!”, murmurei entre gritinhos e gemidos. Olavo me apaziguou dizendo que seria carinhoso e depois de umas boas socadinhas no meu cu ele sacou a pica causando-me uma sensação inexplicável de alívio e vazio. O vigilante virou-se encima de mim e continuou me punhetando pedindo que eu o mamasse o que fiz com enorme prazer.

E a gozada mútua veio farta e rompante com minha boca e meu ventre encharcados de sêmen; não fui capaz de engolir todo a carga do vigilante, mas desfrutei ao máximo o que me foi permitido. Olavo estirou-se nos pés da cama perguntando se eu estava bem. “Estou sim! Um pouco dolorido, mas muito satisfeito!”, respondi com uma pontinha de orgulho; afinal, pela primeira vez senti um pau de macho no meu cu! Ficamos conversando por algum tempo e logo percebi que a rola do sujeito dava claros sinais de enrijecimento.

-Viu só? Ela tá te querendo outra vez! – disse ele enquanto alisava a jeba que crescia a olhos vistos – Me dá mais uma mamada, vai!

É claro que o gulosinho aqui não se fez de rogado e me aninhei entre as pernas do vigilante saboreando sua rolona mais uma vez; eu não conseguia descrever as sensações que me aguçavam com uma excitação desmedida despertada por estar ali chupando e lambendo a rola de um macho, mas o que eu sabia …, aliás, o que eu tinha certeza era que queria mais. Depois de receber mais uma carga de sêmen na boca, me vesti despedindo-me de Olavo que reafirmou os elogios a meu respeito. Voltei para casa e às escondidas tratei de cuidar do meu fuleco com uma pomada indicada ainda guardando na memória a desvario daquela manhã com o vigilante; mesmo com o rabinho dolorido eu não pretendia parar por ali; tanto é fato que naquela mesma noite voltei a frequentar as salas de bate-papo a procura de algo novo e mais excitante!

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