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Minha amiga transou com o sogro dela kkkkk

Publicado em setembro 15, 2021 por Tiago André Kuhn

Ariel, eu não estou conseguindo conversar com você por zap e preciso desabafar com alguém, por isso mandei esse email.

Desde que conheci meu namorado, o Diego, ele não gostava do pai. Eu sempre fiquei curiosa com isso. Eles se conversavam e iam à casa um do outro, mas principalmente pela mãe dele ou do trabalho, já que eles trabalham na mesma empresa de materiais de construção. Mas ele sempre tratava o pai dele friamente.

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Uma vez eu ouvi ele chamando o pai dele de “merda” no meio de uma conversa.

O pai de Diego se chama Ronaldo e deve ter uns cinquenta anos. É meio chegado em bebida e dizem que quando era jovem bebia muito mais. Eu sempre desconfiei que ele batesse na mãe de Diego e nele quando ele era pequeno.

Eu sempre achei ele nojento. Toda vez que passava uma mulher ele ficava olhando para a bunda dela e às vezes dava umas cantadas idiotas, principalmente quando as cervejinhas já tinha subido pra cabeça.

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Bem, Diego já vivia sozinho há algum tempo e quando perdi meu emprego como vendedora e o seguro tinha acabado, não pude mais pagar o aluguel da minha kitnet e me mudei para o apartamento dele

Poucos dias depois de me mudar para lá eu estava sozinha em casa enquanto Diego trabalhava quando alguém bateu na porta.

Imaginei que fosse a vizinha chata que vinha me visitar às vezes e ficava falando de dores que estava sentindo e sobre a vida dos outros. Ao abrir senti um aperto no estômago, era Ronaldo.

Perguntei o que ele queria, ali mesmo na porta. Meu marido estava fora e não conhecia Ronaldo o suficiente para ficar sozinha com ele. Eu não acreditava que ele fosse tentar me agarrar ou qualquer coisa assim, mas eu não me sentiria bem deixando-o entrar.

Ele disso: Viu, sabe o que é… Eu estou sem secretária e queria saber se você aceitaria trabalhar comigo.

Eu fiquei sem graça e na hora o convidei para entrar pedi várias vezes desculpa por minha falta de educação. Convidei ele para se sentar no sofá. Então fui à cozinha ver se tinha alguma coisa para oferecer para ele.

Na geladeira achei uma Coca ainda fechada e, de tão nervosa, quase derramei na hora de abrir. Coloquei num copo e levei para a sala.

Perguntei:  você aceita uma Coca?

Ele agradeceu, sentou em um sofá, bebeu um gole e deixou o copo quase cheio sobre a mesinha de centro.

Eu sentei no outro sofá para conversar sobre o emprego. Ele perguntou se não tinha me atrapalhado com alguma coisa e eu respondi que eu estava sem fazer nada.

Arrumei  e limpei a casa ontem. Hoje não sobrou nada, eu disse.

Comecei a me incomodar por que eu estava só com um shortinho jeans bem curto e ele não tirava os olhos das minhas coxas . O nojo que eu sentia dele começou a ficar mais forte. Eu pensei em parar com a conversa e dizer que eu iria sair para algum lugar, para poder me livrar dele, mas eu não podia, ele estava me oferecendo um emprego. Não, eu tinha que aturar ele mais um pouco. Pelo embrego.

Eu estava apreocupada, porque era dia de semana e não tinha vizinho nenhum em casa. Foi ao pensar nisso que lembrei que minha vizinha ia às quartas-feiras na igreja. Se acontecesse alguma coisa ninguém poderia me ajudar.

Seus olhares persistiram e eu não entendi direito o motivo, eu sei que não deveria estar sentindo o que eu sentia, mas uma parte de mim estava excitada e o bico dos meus seios ficou durinho e visível pelo tecido da minha blusinha

Ele pareceu ter notado meus seios, porque ficou  afoito e disse: Eu realmente estava precisando de uma secretária e tinha que ser competente e atraente também, então achei que você se enquadrava na vaga.

Bem, eu não sou uma mulher tão bonita, não a ponto de receber grandes elogios e nunca tinha trabalhado como secretária. Aquilo, com certeza era uma cantada nojenta da parte dele.

Então eu falei: que bom que o senhor me acha competente e… atraente. Eu disse meio sem jeito, como se tivesse incomodada. Droga, eu estava incomodada. O cara estava me assediando descaradamente e eu estava com medo de ter feito besteira ao deixá-lo entrar. O fato de eu estar com um pouco de tesão só me deixou mais incomodada.

Foi a vez dele de parecer incomodado e disse de um jeito um pouquinho grosseiro: não me chame de senhor, me chame de Ronaldo. Eu liguei para seu chefe antigo para saber se era competente e ele me deu boas indicações de você. E como eu sempre me senti atraído por você então deu certo.

Decidi que já era hora de dar um basta naquilo, então fui dar uma desculpa de que tinha de ir ao mercado comprar comida que estava faltando na geladeira.

Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ele levantou para sentar no sofá onde eu estava.

Eu tinha demorado demais. Eu não deveria ter sido tão fraca. O que eu posso dizer, eu me sinto culpada. Eu me  afastei na mesma hora para não sentar ao lado dele. Aquilo estava me assustando muito.

Eu não sei se eu conseguiria fugir. Ele poderia me pegar fácil se eu tentasse. Afinal, para sair eu teria que correr para o lado dele e dar a volta. Definitivamente eu não conseguiria escapar. O que eu podia fazer?

Meu coração disparou de medo. Minhas pernas tremiam, eu não sabia o que fazer. Decidi levantar e dizer que eu precisava sair e expulsar ele se fosse necessário.

“Olhe” comecei enquanto me levantava “o senhor me desculpe, mas… “

Quando eu me levantei ele me abraçou com força pela cintura com o braço direito e eu pude sentir os dedos fortes e grossos dele entrando na minha pele. Tentei forçar com as mãos contra o peito dele, mas ele era forte e eu podia sentir seus músculos com meus dedos. Sentir os músculos rijos e fortes dele fez minha bucetinha pegar fogo.  Eu tentei também o afastar forçando meu joelho contra sua perna, mas ela escorregou e eu acabei mais próximo dele. Corpo contra corpo. Sua respiração estava ofegante e ele suava feito um porco. Eu sentia aquele cheiro azedo de suor e sentia nojo.

Com a mão direita ele começou a acariciar e apertar meu seio macio por cima da minha blusinha preta e beliscar  o biquinho.

“Tá com tesão norinha”?

Eu podia sentir o pau dele muito duro que ele forçava contra minha coxa. Quando notei isso senti que o líquido quente da lubrificação minha bucetinha escorria dela.

Tentei me livrar de seu abraço, mas ele apertava com força. Eu lutei, talvez não com toda a força que eu tivesse, mas lutei.

“Não. O teu filho pode descobrir. Vamos parar com isso”. Mas minha voz não tinha força. Na verdade parecia até um pouco dengosa, como se eu estivesse gostando. Meu corpo parecia decidido a me trair.

“Ele so vai descobrir se você contar e sei que você não vai contar. Ou melhor, conta sim, não vai acontecer nada, ele é um viadinho medroso. Nunca vai contar nada pra ninguém e não vai me ver pior do que já me vê”.

Ele então começou a beijar e chupar meu pescoço de deixando arrepiada e com as pernas amolecendo. Além disso o nojo que eu estava sentido dele se misturava com o tesão de uma forma estranha e doentia e me deixava ainda mais louca.

“Não, por favor”

Nesse momento percebi que ele ia me estuprar de qualquer jeito. Eu não tinha o que fazer. Pensei em gritar, mas ninguém viria, tentei escapar, mas não consegui, então decidi ceder e parei de lutar, afinal eu estava louca de tesão. Pra dizer a verdade, minha bucetinha comichava de tesão, eu sentia aquele calor febril subir e me deixar com o corpo mole e trêmulo. Eu sei que não deveria, me sinto culpada, mas não podia fazer nada se meu corpo reagia dessa forma.

Quando ele percebeu que eu não ia mais lutar contra aquilo, ele desabotoou à força meu short e com um forte puxão para o lado o ziper abriu sozinho.

Eu estava olhando pra baixo. Rezando pra não ver o que eu sabia que ia ver: que minha calcinha estava encharcada.

Ele passou os dedos em minha bucetinha por cima da calcinha branca de algodão e depois enfiou-os por baixo molhando os dedos ásperos em minha bucetinha lisinha. Droga! Eu estava morrendo de vontade. Eu suspirei quando seu dedo roçou meu clitóris. Com força ele começou a baixar o shortinho e a calcinha juntos até metade da coxa e me senti impotente e vulnerável.

Ele me pegou pela cintura e pelo cabelo e com um jogo de corpo me forçou a me ajoelhar e me dobrar contra a mesinha de centro da sala. Meu rosto bateu no copo de Coca e derramou pela mesinha. Então eu fiquei deitada de peito pra baixo com meu rosto pressionado contra a mesa encharcada de refrigerante.

“Você não tem vergonha de trair teu marido com o pai dele sua vagabunda gostosa”?

É claro que eu sentia vergonha. Eu não devia, mas sentia. Como pode eu sentir vergonha de estar sendo estuprada? Não era culpa minha.

Ele, então, enfiou o dedo do meio inteiro  na minha grutinha melada, tirou e enfiou de novo várias vezes, então limpou o líquido do dedo na minha bunda

“Você é mesmo uma putinha safada! Nunca vi uma puta tão encharcada!” disse baixando o ziper da própria calça e tirando seu pau duro e cheio de veias saltadas. Algum lugar da minha mente, em algum momento, deixou o terror que tomava conta dela e pensou que o pau dele era bem maior que o de Diego. Ele então pegou meu quadril com uma mão e empinou bem minha bunda.

No momento em que senti a cabecinha do pau dele na porta da minha bucetinha eu soltei um gemido que deixou ele mais louco ainda.

“Eu tava louco pra comer você faz tempo. Se soubesse que você era tão fácil já tinha te pegado antes, igual eu fazia com a namoradinha dele quando ele tinha 14 anos.”

“Ele não te contou que eu fazia ela de putinha? É por isso que ele não gosta de mim. Eu comi ela na frente do Diego uma vez, do jeito que vou fazer com você.”

O pau dele, apesar de enorme, entrou fácil na minha bucetinha por que ela tava muito melada. Ele enfiou devagar na primeira vez e eu senti aquela coisa dura e grossa deslizando para dentro de mim, arregaçando bem minha grutinha até socar o fundo.

Quando tinha enfiado tudo ele ficou parado por um momento dentro de mim só aproveitando o momento.

“Minha nora virou minha putinha. Tá gostando da vara, tá?”

Então tirou tudo devagar e enfiou de novo, mas dessa vez um pouquinho mais rápido.

A cada enfiada ele ia mais forte até que logo estava me fodendo com força. A cada enfiada eu gemia. Eu me sentia humilhada daquele jeito, com minha cara esfregando na mesa lambuzada e ele com aquele pau nojento e enorme me invadindo.

Estava só no começo do estupro mas eu já tinha começado a gozar.  Mesmo assim eu gritei ” seu nojento, vagabundo, você é que devia ter vergonha de estuprar a mulher do teu filho, seu porco, “.

Então ele parou de me foder e eu parei de sentir o orgasmo chegando.

“Se é assim eu vou tirar”

“Ai, não !” reclamei para ele enquanto rebolava no pau dele pro movimento não parar. “Já que já enfiou essa coisa nojenta em mim agora continua. Continua, por favor, to quase gozando. Por favor. “Implorei.

Ele voltou a enfiar o pau em mim e logo minhas pernas amoleceram completamente e eu senti aquela sensação forte e gostosa que irradiava da minha bucetinha e gemi, gemi alto mesmo, se tivesse alguém escutando que se danasse. Eu gemi e me entreguei completamente à transa. Sim, não era mais um estupro, era uma transa gostosa e eu era uma vadia traindo meu marido com meu sogro e estava gostando disso!

Mesmo depois de eu ter gozado a transa durou vários minutos  de metida muito forte até eu gozar de novo no pau do meu sogro.

“Ai, meu Deus!” Eu vou gozar de novo”

Quando gozei ele ficou mais louco ainda e senti um pequeno espasmo vindo dele, as mãos dele me apertaram mais a bunda e senti a porra quente dele encharcar minha bucetinha, preencher ela inteira.

Ele tirou o pau lá de dentro e arrastou minha cabeça a força pelos cabelos da forma mais dolorida e humilhante possível até seu cacete melado de porra e enfiou ele na minha boca. O pau grosso dele encheu minha boca, eu sentia a porra viscosa  e grudenta dele com o sabor bem forte misturado com o gosto da minha buceta.

Eu sabia que ultimamente ele transava só com prostitutas. Era isso que ele estava fazendo. Ele estava me transformando na prostituta particular dele. Numa cadela que podia usar sem precisar pagar. Uma puta grátis.

“Isso aí norinha, limpa tudo, e faz o favor de lamber a porra que escorreu pelo saco também deixa meu pau limpo. Isso aí, é assim que uma vagabunda da tua laia faz!”.

Quando eu tinha limpado tudo  ele ergueu as calças, guardou o pau e deitou no sofá ofegante.

Eu cochilei exausta em cima da mesinha de centro mesmo, de bunda pra cima e com a porra do meu sogro escorrendo da minha buceta pelas minhas coxas.

Acordei sentido um dedo molhado entrando no meu cuzinho. Olhei para meu sogro e ele já tinha tirado o pau da cueca de novo e o estava masturbando  enquanto me enfiava o dedo.

Ronaldo me botou de bundinha para cima mais uma vez e cuspiu grosseiramente no meu cu como quem cospe algo nojento na rua. Eu senti o cuspe grosso e quente dele escorrendo pelo meu rabo e disse “não, o rabinho não, pode comer a bucetinha o quanto quiser, come e goza até se regalar, mas o rabinho é só do meu marido”. Disse eu lembrando que eu só dava meu cuzinho de presente pro meu marido nos dias do aniversário dele. Mas é claro que meu sogro não ia respeitar isso. Ele não tinha me respeitado até aqui, por que iria me respeitar agora. “Então não tem nenhum problema, por que você não vai ser mais mulher do Diego, vai ser mãe dele”.

Não sei porque, mas isso fez eu me sentir mais puta do que eu já tava me sentindo e me deu mais tesão ainda.

“Tudo bem então, você que manda, come ele o quanto quiser.” Disse eu enlouquecida.

Eu não tava acostumada a ter um pau tão grande ali. Doeu um pouco na entrada, achei até que ia arrebentar a portinha e eu gemi e ele gostou e ele me fodeu o cuzinho primeiro devagarinho pra ele relaxar e depois com força.

“Come meu cuzinho. Pro teu filho eu quase nunca dava. Já você vai comer ele todo dia. Safado. Velho sem-vergonha. Faço qualquer coisa pra ter esse pau gostoso todo dia. Vai maridão. Fode meu cú, maridão” Gritei alto enquanto aquela verga grossa entrava no meu rabo com força. Comecei a me masturbar loucamente enquanto ele me enrabava, até que, do nada ele parou e tirou do meu rabinho. Eu gemi em reclamação. Antes que eu pudesse olhar pra ele pra reclamar,  ele me puxou pelo cabelo pra perto do pau dele e vi que ele estava se masturbando e gozou no chão.

“Agora limpa a porra do chão, vai minha vagabunda”. Disse ele empurrando minha cara contra a o líquido quente e esfregou minha cara no chão deixando ela completamente melada de porra.

Mas essa não foi a última humilhação. Eu não tinha notado, mas ele estava gravando tudo no celular.

“ O que você tá fazendo? Por que tá filmando?”

“Pra ver depois o que eu fiz com você. Não se preocupe. Quase ninguém vai ver isso.”

“Pra quem você vai mostrar isso. Não pode mostrar pra ninguém.”

“Ah, só pros caras da loja e pros meus amigos. “ Disse meio irritado.

“Mas o que teus amigos vão pensar de mim quando mostrar pra eles o que você faz com a tua mulher?  Não vou ser tua mulher né. É claro que não.

“Mas é óbvio que não. Você acha que me casaria com uma puta fácil igual a você? O que você tava pensando? E é claro que não vai trabalhar na minha loja. Se quiser trabalhar comigo vai ser como empregada lá em casa. Não se preocupe, eu pago o salário e enrabo você todo dia.”

Agora que o tesão tava passando minha mente ia clareando. Meu Deus, o que eu tinha feito? Mas eu também nunca estivera tão excitada em toda minha vida. Eu estava com vergonha do que tinha acontecido. De tudo. Estava com nojo de ter transado com aquele cara nojento, de ter feito as coisas que fiz com ele, estava com nojo dele e nojo de mim mesma.

Ele então se levantou, limpou um resto de porra que sobrara no pau na mão e passou a mão na minha cara. Eu dei um tapa na mão dele olhando-o ferozmente. Ele nem voltou seus olhos para mim. Apenas fechou o ziper, o botão, afivelou o cinto e saiu da casa.

Eu fiquei ali, sentada no chão, chorando. Quando parecia não haver mais lágrimas eu fui ao banheiro e me esfreguei com a esponja até minha pele ficar vermelha. Eu precisava tirar aquilo de mim, aquela sujeira. A sujeira do meu pecado. Na verdade eu queria arrancar aquela Giovana que eu tinha sido com meu sogro.

E quando Diego descobrisse? O que eu faria? Meu Deus, ele me mataria por ter feito aquilo? Por que eu sentia que merecia. Merecia morrer por ter traído ele, ainda mais com o pai dele e pior, com o homem mais nojento da face da Terra.

O que eu faço amiga?

Ariel falando: o conteúdo é igual ela mandou, mas tive que alterar algumas palavras pra ficar interessante: ela não falava coisas como “bucetinha” ou “pau”. E ela está bem. Já faz alguns meses que isso aconteceu. Ela sumiu da vida de Diego antes de ele saber da verdade. Nem sei se ele sabe, não conheço ele pessoalmente.

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1 - Comentário(s)

  • Bianca 22/09/2021 12:40

    Já fiz isso, é magnífico o tesão que dá, o velho era melhor que o filho e por 3 anos fui sua boqueteira especial rsrs. O corninho do filho nunca imaginou.

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