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Laura e seus dois filhos II

Publicado em fevereiro 24, 2021 por Helga Shagger

– O que é isso?
Pergunta Laura ao seu filho Luis, segurando nos dedos um artefato parecendo uma jóia.
– É um buttplug! A última moda que as mulheres adeptas do sexo anal estão usando!
– Oh, não! Isso é um absurdo! Como pode voce ser tão desrespeitoso assim comigo, Luis!
– Qual é, mãe!? Pára de apelar pra esse relacionamento de mãe e filho! Voce é minha putinha e faz tudo o que eu mandar!
– Maldita hora que pari voce! E o que fiz de mal pra ser tratada assim como… como uma… putinha? Voce não sente remorso pelo que me obriga a afazer?
– Os tempos são outros, dona Laura! A geração de voces é tremendamente hipócrita! Voce traía meu pai com meu avô! Ultimamente estava participando de orgias e se prestava a fazer swing com empresários que conheciam o papai! Até que ele descobriu e pediu o divórcio!

Laura finge que não está escutando o filho e fica observando o artefato que tem na mão. Numa extremidade tem uma bolota em forma de pião que é ligada através de uma pequena haste a uma espécie de botão que é decorado por cima com alguma pedra semi-preciosa cobrindo toda a circunferência do dito botão.
– Tá…tá bem! Me diz logo o que voce quer que eu faça com isso! É pra eu enfiar no meu fiofó, né? E depois?
– E depois? Lhe direi depois! Vamos ver como fica, agora!
– Que pessoa mais escrota que voce se tornou, Luis! Isso é muito humilhante! E teu irmão está vindo do colégio a qualquer momento!
– Deixa de lorota, dona Laura! Vamos logo! Levanta essa saia que eu quero ver teu bundão me punhetando enquanto voce enfia o buttplug no cuzinho!
– Por favor, filho! Eu te peço! Eu imploro! Não me obrigue a fazer isso! Já não basta me sodomizar sempre que voce quer! Por que agora quer que eu fique me mostrando e me arreganhando toda! Isso não é normal! É antinatural! É pura perversão de uma mente pervertida!
– Deixa de ladainha, Laura! Tudo no sexo que for fora do padrão papai-e-mamãe é perversão! Se voce goza quando leva na bundinha é perversão somente aos olhos de quem não gosta de levar na bundinha! Vamos, vamos! Suspende a saia e vem aqui levar um beijo na xana!

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Laura se aproxima do filho que está sentado, se sentindo tremendamente envergonhada, começa a suspender a saia. Luis está impaciente e ele mesmo suspende a saia até a cintura e num movimento brusco abaixa a calcinha dela. Em seguida, cola a boca na estufada xaninha e só interrompe quando houve sua mãe dar os primeiros soluços de prazer.
Laura está um pouco tonta e se vê virada de costas pro filho pelas mãos dele. A palmada em sua volumosa e bem torneada nádega estala ao mesmo tempo em que ela suspira e tem o coração acelerado.

Ela procura uma posição no sofá em frente donde seu filho está sentado. De quatro, ela tenta enfiar o buttplug no anus, mas o estresse da situação faz que a ponta não consiga de jeito nenhum ultrapassar o anelzinho.
Laura tenta se acalmar e aos pouco ela própria fica curiosa pra saber como aquilo ficaria decorado em seu cuzinho. Luis observa sua mãe levar a extremidade que tem o pião à boca e facilmente engoli-lo todo.
– Viu só? Nenhuma puta profissional teria idéia melhor que isso que voce está fazendo! Deixa bem salivado pra entrar mais facilmente!

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Laura não dá atenção ao filho canalha. Ela agora se concentra em sentir aquela bolota que tem na boca pra depois sentir que efeito terá quando enfiar no anus. Aparentemente, ela está lidando bem com a situação e não se sente tão envergonhada. Mas então Luis tinha que falar daquele jeito grosseiro com ela.
– Vai, mãe! Vai! Enfia no cuzinho! Abre bem a bunda pra eu ver ele entrando!

Lágrimas afloram dos olhos da bela mãezinha. Era humilhante ela estar de quatro de costas pra ele, com uma das mãos separando uma das nádegas e com a outra tentando introduzir o buttplug no próprio anus.
A respiração de Luis se trona acelerada, vendo o espetáculo que era as rechonchudas nádegas de sua mãezinha e o solzinho rosado entre elas. Ele se levanta e fica próximo ao lado do sofá, se masturbando, conforme Laura vai aos pouco introduzindo o buttplug no rabinho.

Com um pequenino esforço, Laura introduziu todo o pião ficando de fora o botão decorado com a pedra azul.
– Fica assim, mãe! Fica assim!

A envergonhada mãe tenta ficar imóvel , mas o buttplug pareça lhe dar choquinhos na sensível membrana do tubo anal. Inconsciente, leva a mão de volta ao buttplug e ensaia um entra-e-sai. Ela começa a gostar da situação.
– Assim, assim, dona Laura! Assiiiim! Faz… faz mais rápido!

A merda do filho tinha que falar lhe humilhando de novo. Laura imediatamente tira a mão e fica imóvel. A sensação de que poderia estar gostando se dissipa com as palavras do filho. Fica esperando que ele ejacule logo em sua bunda pra acabar com aquilo.
Mas, Luis tem outra idéia. Ela passa a acariciar as volumosas nádegas e Laura sente quando ele toca do botão do buttplug.
– Não! Não, não faça isso! É humilhante demais! Por favor… por favor… pare, pare!

O buttplug agora desliza pra dentro e quase todo pra fora do anus dela, guiado pelas mãos do filho. A tesão começa a tomar conta do corpo de Laura e era isso que ela temia. Ela não ia conseguir esconder a excitação e isto era o que lhe envergonhava mais. E, pra ela, o pior aconteceu.
– Quero te comer, te beijando na boca!

Luis a fez deitar-se de costas e involuntariamente Laura tomou a posição de frango-assado, expondo o cuzinho com o buttplug dentro, como se estivesse indicando a caminhão para a sodomização incestuosa.
– Mete! Mete, seu desgraçado, mete! Me faz gozar e vamos acabar logo com isso!

O confortável plug e retirado e a rombuda glande de Luis toma o lugar no cuzinho das sua mãezinha. Em poucos minutos, mãe e filho estão se beijado freneticamente com a anus dela engolindo o cacetão dele.

– Estou vendo que voce foi as compras. Quantas sacolas!

Laura não dá ouvidos ao filho enquanto recolhe as roupas e as sacolas.
– Eu quero que voce use o butty amanhã no meu baile de formatura! E toda hora que quiser, voce terá que me mostrar

A boca e os olhos de Laura se arregalam. Aquilo já era demais. Como toda mulher inteligente e passado todo o estresse da situação, Laura passa a raciocinar friamente como vai agir pra barrar essa compulsão do filho por ela.

Laura tinha outro filho que era um amor de pessoa. Gabriel era o oposto de Luis, mas nutria a mesma compulsão sexual pela mãe. Timidamente e sutilmente, conseguiu que Laura desenvolvesse uma atração sexual por ele como algumas mulheres se atraem por homens com perfil juvenil. Resumindo, Ela fazia de tudo com Gabriel por prazer, sem obrigação como era com Luis.

Luis tinha o lado bom de ser um excepcional atleta e já estava praticamente contratado por um famoso time de futebol. Ele também atraia muitas garotas, mas foi se apaixonar por uma que o tratava com certa aspereza. Ela se chamava Sibila, era norueguesa, filha do cônsul e chefe da igreja luterana no Brasil. E lésbica. Ela se apaixonou por Laura quando a viu num dos eventos do colégio onde ambos os filhos de Laura e ela estudavam. Sibila confessou que só namorou o Luis pra se aproximar dela.

Laura foi tomada de surpresa e estupefata com a confissão dela e ficou sem reagir quando aquela bela viking de um metro e oitenta a abraçou. Laura não pode fugir daquele forte abraço e de ser beijada apaixonadamente.
Pra encurtar a estória, Laura trepava com os dois filhos sem nenhum saber do outro. Sibila chupava e tesourava Laura, fazia ménage à trois com ela e Gabriel. Recusava a Luis ir além de beijos, prometendo que seria toda dele depois do casamento.

No dia do baile, Sibila se encontrou com Laura. A noite, já no baile, Luis apareceu com sua bela viking e cumprimentou todos que estavam a mesa. O pai de Sibila tirou a esposa pra dançar. Luis, maquiavelicamente, sugeriu que Gabriel dançasse com sua noiva. Prontamente Sibila se levantou e puxou Gabriel pela mão.
– Agora só restou nós dois… e temos que dançar! Quero sentir essa xaninha de mãe incestuosa e tocar o buttplug no teu cuzinho!
– Se eu fosse voce ficaria quieto, seu escroto!
– Qu’isso, dona Laura! Quer que eu espalhe na internet o que voce realmente é!?
– É só palavras que voce tem, Luis! Pode espalhar o que quiser! Não esqueça que tem gente que gosta muito de mim… e voce pode se acidentar!
– Duvido que voce faria isso comigo! Eu sou teu filho, porra! Voce não teria coragem! Agora me mostra esse cu!
– Está bem… Aonde podemos ir?
– Aqui mesmo! Não tem ninguém atrás da gente. Fica em pé de costa pra mim.

Laura sente os dedos do filho deslizando por cima de suas coxas e subindo até introduzir dois dedos na fenda de suas nádegas. A mão dele treme ao perceber que a ponta de um dos dedos se introduziu no cuzinho da mãe.
– O que voce fez com ele, mãe?
– Guardei. Vou usá-lo na próxima suruba que eu participar! Até que achei bonitinho ter meu fiofó com um olho azul! Imagina aqueles empresários se estivessem aqui e sabendo que eu estivesse com um butty no cuzinho! Não era isso que voce queria?
– Porra mãe! Eu comprei ele só pra voce usar pra mim!

Nesse instante o celular de Luis vibra. Ele atende e ver que é número desconhecido, mesmo assim ele abre a foto. É um filminho. Nele, uma bela e bronzeada bundona aparece em close-up. Em seguida uma mão aparece manejando o buttplug pra dentro da tal bundona. Luis olha interrogativamente pra Laura.
– Por que… por que voce deu ele?
– Eu não dei! Só emprestei!

De novo o celular vibra. Dessa vez é uma bunda bem torneada, mas típica de atleta e houve o mesmo processo. Luis fica desnorteado.
– Se voce não fosse um imbecil escroto, eu poderia ter feito isso só pra voce! Agora voce terá que adivinhar quem está usando o butty!

A musica parou e os pares voltaram pra mesa. Sibila entrega um embrulhinho a Laura.
– O carinha do bar mandou lhe entregar, dona Laura!
– Obrigada.

No dia seguinte, domingo, Laura, Gabriel e Sibila foram levar Luis a concentração do clube. O time viajaria pra jogar em outro estado.
Ao voltarem, Sibila fodeu Laura com um consolo, tendo o buttplug enfiado no cuzinho. Daniel se aproximou por trás e retirou o butty, Sibila se viu como recheio de um sanduíche.
– Voces acham que ele identificou minha bunda?
– Claro que não! Mas de quem era aquela segunda bunda?
– Da minha tia, irmã de meu pai!
– O quê? Quantos anos ela tem?
– Não sei. Mas ela é mais velha que meu pai e está fudendo com teu filhinho aqui!!

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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