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Gozada no banheiro

Publicado em maio 11, 2020 por Thaynara

Oi, meus amores. Olha a Thayzinha de novo aqui. Esta é a terceira parte dos meus relatos, as duas primeiras estão aqui no site : A primeira vez que peguei num pau e Princesinha Punheteira.

Quando acabou a aula eu não sabia o que fazer, se eu ia ao encontro dos dois no banheiro dos meninos ou não. Decidi ir. Quando deu a hora de ir embora, muita gente ainda estava no patio da escola, o que era normal, mas em pouco tempo ficou vazio, ás vezes ficavam algumas pessoas que não tinham como ir para casa, mas nesse dia, estava tudo completamente vazio, me dirigi então a porta do banheiro dos meninos e já dei de cara com um deles na porta me mandando entrar.

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Meu coração disparou, mas assim eu entrei e logo dei de cara com o menino que eu tinha punhetado por último no parque. O filho da puta já estava duro com a piroca na mão. Me fiz de desentendida e tentei sair dali mas ele me pegou pelo braço e me trouxe pra perto.

– Quer que todo mundo conheça sua fama princesinha??

Ele sorriu todo sínico pra mim, eu me fiz de desentendida ainda, mas não fiz jogo duro, já levei minha mãozinha naquela piroca que não era tão grande, mas estava tão dura e segurei com força. Já comecei a socar uma rápida pra ele, minha intenção era que ele gozasse logo pra eu sair correndo dali o mais rápido possível. Mas pra minha infelicidade (ou não rsrs ) quanto mais eu punhetava, apertava no meio caralho , parecia que ele se empolgava mais, o caralho dele estava babando bem menos do que da última vez.

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Notei que ele se contraia muito na barriga, provavelmente estava tentando segurar a vontade de gozar. Acelerei a punheta o máximo que eu consegui até que levei um tapaço na mão. Ele segurou meu pulso com certa violência e tirou do cacete. Que de tão duro mal se mexia, apenas escorria e pingava melzinho. Olhei pra ele sem entender, pra mim ele queria esporrar e me deixar em paz. Foi que pra minha surpresa ele me empurrou até o mictório e me fez cair praticamente sentado nele.

– Vai chupar minha rola agora, princesinha. Não quis mamar aquele dia, agora vai engolir tudo…

Eu fiquei em panico, eu queria mamar demais num pau, mas não ali, no dele. Fiquei em panico pensando o que fazer, não podia gritar porque de qualquer maneira iria pegar mal pra todo mundo, e como uma boa punheteira que já havia me tornado, não podia deixar aquele cacete lindinho, todo babado e inchado sem esporrar. Fiz que ia chupar mas desviei o rosto deixando o caralho dele raspar pela minha bochecha e segurei nele de novo. Coloquei a outra mão nas suas bolas e dei uma leve apertada , fiquei olhando pra ele.

Acho que ele ficou com algum medo de eu machucar aquele saco pesado, que não falou nada, eu continuei socando uma pra ele, olhando de perto a cabeça da rola arregaçar e se esconder na pele, babando cada vez mais. E como o pau desse menino era babão, nossa. Quando senti a piroca pulsando eu logo virei ela pro lado, já sabendo que ele gozava que nem um cavalo, apontei pro mictório.

Ele deu um grito e começou a esporrar. Eu nem mexi a mão só deixei ele se contraindo e soltando aquela leitada na água que escorria. Depois que ele soltou tudo eu dei uma deslizada com a mão no pau dele e larguei. Ainda estava meia bomba, todo vermelho das minhas punhetadas. Me levantei com pressa peguei minha mochila e como sempre iria sair correndo, foi quando o outro menino me barrou na entrada.

– Aonde pensa que vai Thay? Acha que eu vai se livrar facinho??

Foi o tempo do outo menino se limpar e ir pra porta vigiar enquanto o outro me levou pra dentro do banheiro novamente. Pensei comigo: Ok, mais uma punheta e vou pra casa.

E lá fui eu, coloquei a rola dele pra fora do shorts, a dele já era bem maior que a do outro, agarrei a mãozinha e comecei a bater pra ele, até passei um pouco as minhas unhas pelas veias lindas que marcavam aquela rola. Mas não sei o que deu naqueles meninos aquele dia, ele não gozava por nada.

Ele agarrou em meus cabelos e tentou me fazer abaixar pra mamar na rola dele.

– Eu não vou gozar enquanto você não chupar meu cacete, Thay. Não adianta…

Logo pensei, agora fodeu. O que vou fazer pro meu primeiro boquete não ser em um banheiro masculino sujo. E o pior é que ele não deixou eu pegar mais na rola dele como o outro, não consegui enganar ele daquela maneira. Eu tentava e ele batia na minha mão. Não sabia mais o que fazer ia ter que mamar naquele cacetão duro.

Foi quando me veio a cabeça fazer outra coisa. Me virei de costas e empinei a minha bunda redondinha pra ele, cheguei pra trás e apertei ela no caralho duro. Senti ele afundando no meu reguinho mesmo que por cima da calça. A cabeça afundou bem no meio do meu rego, junto com a calca e a calcinha, senti na hora a entradinha do meu cu sendo forçada. Nunca tinha sentido aquilo e estava amando.

Comecei a rebolar como se estivesse dançando , o que era bem comum naquela época , rebolava a bunda de maneira descompassada, levando aquele pirocão de um lado pro outro só com a força da minha bundinha. De repente o menino segurou no elástico da minha calça e abaixou ela até as minhas coxas.

Gelei nessa hora, pensei comigo mesma : – Meu deus, não quis mamar agora vou ser comida a força num banheiro. E essa ideia me dava um tesão do caralho. Porém eu não queria ali. Consegui enrolar ele também, levei a mãozinha pra trás, puxei minha calcinha do meio da bunda , segurei no cacete dele com a outra mão e prendi na minha bunda por baixo da calcinha e fiquei sarrando nele. Ás vezes sentia o cacete dele tentando abrir a minha bunda , cutucando de leve meu cuzinho, melando ele.

Comecei a quicar na rola dele , rebolar, esfregar. Então segurei no cacete dele pela base e fiquei punhetando enquanto eu rebolava e sarrava naquela pica grande. Ele não aguentou muito e esporrou. Ainda bem que esse menino não soltava muita porra, mas mesmo as sim foi o suficiente pra lambuzar meu rego todo, meu rabo… Eu sentia a porra escorrendo pela minha bunda e pingando no chão. Grudando no meio da bunda. Até não sair mais uma gota.
Quando o cacete dele começou a esfriar, eu sai rapidamente dali que até me esqueci de limpar a bunda. Apenas enfiei a calcinha na bunda subi a calça e sai correndo. Antes de sair, o menino me segurou e disse :

– Você é ligeira né princesinha. A gente apostou quem iria conseguir te por pra mamar primeiro, e pelo visto nenhum dos dois conseguiu, mas logo te aviso que isso não acaba por aqui…

Ele falava isso com o cacetão na mão meia bomba. Achei que ele ia me agarrar de novo, foi quando me dei conta que estava quase no horário da próxima turma entrar, logo o banheiro estaria ocupado. Sai correndo que nem louca, com a calcinha e a calça cheia de porra, toda grudada na minha bunda, manchando a roupa toda. Eu sentia a porra grudada na minha pele a cada passo que eu dava e isso me deixava louca. Minha buceta estava ensopada, eu sentia os pelinhos que eu tinha nela nessa época roçando na calcinha.

Fui que nem um avião pra casa, chegando lá corri pro banho pra lavar minha calça e minha calcinha. Mas antes passei os dedinhos , como sempre, pra lamber e cheirar aquele cheiro de porra de macho. Me toquei gostoso pensando no que tinha feito. E também pensei comigo.

– Agora o jogo vai virar, eu que vou manter esses dois na minha mão.

****

É isso meus amores. Volto no próximo pra dizer o que foi que aconteceu nesse joguinho com esses dois. Ou vocês preferem que eu de uma pause e conte um relato mais atual? Pode ser a minha última aventura, que eu realizei o meu fetiche de dar pra uma travesti, rs. Deixem nos comentários.

Beijos.

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1 - Comentário(s)

  • Leonardo 13/05/2020 01:46

    Oi Thayznha, boa noite! Adoro seus contos. Me dá um tesão danado imaginar vc nessa descoberta da sexualidade. Continue relatando sobre suas primeiras experiências como ninfetinha. Sinceramente, se me quiser como ouvinte particular, estou a disposição. Fantasiar esse tipo de relato me enche de tesão.

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