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Fui feita de égua pelo caseiro na fazenda dos meus sogros. – Parte 1.

Publicado em agosto 11, 2020 por Karen Mascherani

Oi gente vou contar pra vocês minha aventura de quinze dias na chácara dos meus sogros, que aconteceu alguns anos atrás, quando eu tinha meus 21 aninhos, e ainda tava namorando com o Ricardo que hoje é meu marido, mas só de lembrar dessa história eu já fico toda melada de tesão.

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Primeiro vou me aposentar, eu me chamo Karen, tenho 27 anos, morena do cabelo liso até na bunda, pele branquinha, olhos verdes, 1,80m de pura safadeza, minha altura já por si só já chama bastante atenção, além de me render apelidos como girafa e esse tipo de coisa, mas nunca dei muita bola, sempre gostei de ser altona, e eu sou bem corpulenta, seios fartos, cintura fina, bunda grande e redonda, coxas grossas, e sempre fui muito vaidosa, academia faz parte da minha rotina, pra manter a boa forma e a barriga sequinha e definida. Adoro me vestir bem, com roupas curtinhas e apertadas pra deixar meu corpo ainda mais chamativo, maquiagem, jantar em lugares sofisticados, é patricinha que chama né?

Então certo dia meu namorado Ricardo quis me apresentar pros pais dele, na chácara da família, eu logo fiquei em choque, sem saber onde enfiar minha cara, sério, eu adoro a comodidade da cidade, pedir comida é só fazer uma ligação e entregam em casa, agora euzinha me enfiar no meio do mato cheio de bicho e mosquito durante duas semanas? Mas o maldito amor me fez concordar e acabei indo…

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No primeiro dia do meu pesadelo, que logo se tornaria um sonho depravado, começou bem cedinho, eu coloquei um shortinho jeans apertado que deixava a polpa da minha bunda volumosa exposta, um blusa vermelha de botão que eu fiz um laço pra deixar a barriga de fora e dar aquela empinada nos peitos, bota cano médio, e um chapéu de cowgirl, pra manter a pose e causar uma boa impressão nos futuros sogros.

Ainda de manhã na chácara já tava tendo churrasco, cerveja trincando de gelada, tinha umas 15 pessoas na festa, tudo família do meu namorado, meus sogros foram super simpáticos comigo, me trataram super bem, os outros parentes também foram bem receptivos, sempre me oferecendo comida, e toda hora meu copo de cerveja ficava cheio, aproveitei também pra dançar um forró gostosinho agarrada no meu macho, enquanto a gente ficava falando sacanagem baixinho no ouvido um do outro na frente de todo mundo.

Mas quando deu lá pras 2 horas da tarde, eu já tava com a cabeça começando a doer então dei uma desculpa pro Ricardo dizendo que queria andar um pouco pra conhecer a chácara e tal, ele foi super compreensivo então acabei caminhando pra um local mais umisolado da baderna, sentei num banquinho largo de madeira com uma mesinha em frente a lagoa, e fiquei ali por uns quinze minutinhos, com o pé doendo de ter que andar pelo chão esburacado em cima do saltinho da bota e ainda alcoolizada, quase caí de cara na terra uma hora, mas felizmente não passei essa vergonha. Eu abri uns botões da camisa e comecei a me abanar com porque tava bem afado e o álcool já tava fazendo efeito.

E logo depois um homem velho pele cor de chocolate chegou até onde eu tava com uma litrão de cerveja e uma bandeja com churrasco nas mãos, ele devia ter 1,7m ou menos, bem magro com o rosto cheio de rugas, vestia camisa aberta e uma bermuda larga, ele era bem feio e ainda tinha cheiro de esterco, eu nunca na minha vida ia dar moral pra alguém assim, mas ele era o caseiro da chácara e meus sogros pareciam gostar muito e confiar bastante nele, então tive que pelo menos ser educada pra manter as aparências. O nome dele é Sebastião e o apelido é Tião.

“Boa tarde dona, vi que a senhora tava aqui sozinha e trouxe um pouco de comida tá tudo bem?” Ele era bem educado e respeitoso, tinha um sorriso gentil e parecia ser boa pessoa. “Oi seu Tião, pode me chamar só de Karen, muito obrigada pela comida, é que minha cabeça tava doendo um pouco por causa do barulho então procurei um lugar mais calmo pra descansar um pouco.” Tião então colocou a bandeja de carne e a cerveja em cima da mesa e sentou do meu, colocou a mão no meu joelho e fez umas carícias. “O dona Karen, a senhora fez, come um pouquinho, que daqui a senhora logo melhora.” Mesmo comigo avisando, ele ainda fazia questão de me tratar com muito respeito, chamando de dona e senhora, lógico que eu não reclamei de ser tratada assim, estranhei um pouco a mão no joelho mas ele parecia tão bonzinho que na hora simplesmente ignorei. Então comi um pouco e bebi a cerveja, como ele só trouxe um copo até ofereci pra gente dividir, primeiro ele negou dizendo que não queria beber no trabalho, mas eu insisti um pouquinho e ele rapidinho aceitou, então a gente conversou um pouco ele foi me falando do lugar, que tinha muita paisagem bonita, e até se ofereceu pra me ensinar a andar de cavalo, e eu fui dando corda dizendo que queria aprender a cavalgar, fazendo umas piadinhas malvadas pra provocar, e mão dele foi subindo e apertando minha coxa e eu coloquei uma das pernas no colo dele com a desculpa de que tava doendo, e Tião logo quis fazer massagem, eu sempre gostei de provocar assim, mesmo sabendo que não vai dar em nada só pra dar uma iludida mesmo, e como eu já tava meio alcoolizada e acesa por causa de dançar juntinha com Ricardo eu fui só atiçando o velho pra deixar ele louco mas sem poder fazer nada.

Aí teve uma hora que ele tirou o chapéu de palha e colocou na frente do peito. “O dona Kare com todo respeito, mas a senhora é o mulherão mais bonito que já vi nessa terra, mas a senhora me permite pergunta algo?” Ele abaixou a cabeça um pouco envergonhado, que até me deu um pouco de dó, e eu com as pernas abertas e mão dele já na virilha, eu já sentia minha calcinha começando a molhar, com as mãos ásperas e calejadas do Tião me apertando gostosinho, e ainda tinha meu ego inflado por um elogio daqueles. “Lógico Tião, não precisa ficar com vergonha.” Toquei no ombro no ombro e fiz um carinho. Tião coçou a bochecha parecia bem desconsertado. “As tetas da senhora é de verdade.” Na hora eu quis rir da pergunta besta, mas ao mesmo tempo fiquei irritada por alguém achar que meu corpo não é natural, só que apesar disso tudo eu tava com bastante fogo, e acabei exagerando na hora provocar o velho, me inclinei pra frente colocando os peitos no rosto dele. “Porque você não confere?” Eu achei que ele ficar morto de vergonha por eu ser tão abusada, mas engano meu, o velho bonzinho se transformou num tarado de uma hora pra outra, agarrou meus peitos com vontade, afundando os dedos, na hora eu até me assustei e prendi a respiração suspirando fundo, e antes que eu tivesse tempo de reagir aquele velho safado me tascou um chupão no peito, eu revirei os olhos na hora  me arrepiei toda e cobri a boca pra abafar um gemido escandaloso, ele ficou quase um minuto me apalpando, chupando meus peitos, lambendo e mordendo, eu sem reação só conseguia gemer cobrindo a boca com os olhos tremendo. Sentia aquele velho esfregando a cara nos peitos, a barba grossa roçava na minha pele macia, jesus, me deu um tesão da porra.

Depois de se divertir comigo ele lambeu os beiços e me deu um sorriso sacana. “É, suas tetona de vaca é de verdade mesmo.” Ele só tava se fazendo de ingênuo, e após deixar meus peitos cheios de saliva marcados de chupões e mordidas ele já nem se importando em manter o papel de bom moço. “Ah se seu velho filho da puta, você ainda me paga.” Fiquei puta da vida por ele ter me enganado, mas eu sentia minhas bochechas formigando, provavelmente vermelhinhas de tesão, e eu ofegava ainda sorrindo de maneira safada mesmo que tentasse esconder, não dava, eu fiquei com xota pegando fogo. Tião deu uma risadinha sacana, tirou minha perna do colo e ficou de pé na minha frente, ajeitando a bermuda. “Quando o sol baixar vai pro estábulo, que vou fazer você se sentir uma égua no cio, agora volta pro corno do seu namoradinho antes do chifre dele começar a doer.” Ele debochava da minha cara, e eu fiquei muda, porque na hora a cabeça da rola dele tava toda fora da bermuda, junto de uma moita grisalha, eu fiquei boquiaberta e nem pisquei de espanto, era grossa e roliça, ainda tava roxinha parecendo uma ameixa madura bem suculenta, Tião percebendo que eu fiquei praticamente hipnotizada agarrou meus cabelos por trás da cabeça e puxou meu rosto pra cima, me obrigando a olhar pro sorriso de satisfação na boca dele que ia de orelha a orelha. “Gostou é? Se quiser ver o resto já sabe.” Me deu dois tapinhas na bochecha só pra me atiçar mais e saiu dando risada. Fiquei ali sentada ainda sem acreditar no tamanho daquela chapeleta, me abanei com o chapéu porque eu tava sentindo um calor imenso, e minha calcinha já tava enxarcada nesse momento.

Depois de recuperar o ar abotoei a camisa pra esconder as marcas roxas de chupão nos peitos e voltei pra festa, não falei nada do que tinha acontecido pra ninguém, até porque mesmo se acreditassem em mim iria causar uma alvoroço enorme, e não é o tipo de coisa que eu queria no primeiro dia conhecendo meus sogros. E também aquilo me deixou louca de tesão, eu só pensava em montar na pica do meu namorado a noite toda, mas naquele dia ele parecia ter bebido e só deitou e dormiu, me deixando com a buceta inchada de tesão e meu clitóris parecendo uma bala de tão grande, só depois que eu fui descobrir que o Tião havia dado um “cházinho” pro Ricardo relaxar, na hora eu nem acreditei, porque meu namorado nunca foi de negar fogo, mas sem o pau do Ricardo pra me satisfazer eu tive que apelar pro banho gelado, toquei uma siririca mas nada resolvia, a imagem da cabeça daquela piroca não saia da minha cabeça.

Era umas 6 horas da tarde, o sol já tinha abaixado a alguns minutos, meus sogros foram dormir cedo, Ricardo tava praticamente desmaiado na cama, e o resto dos parentes tinha ido embora. Coloquei um babydoll vermelho fininho de seda que mal cobria minha bunda volumosa de tão curto, com um decote generoso nos seios, destacando meu corpo por ele ficar bem justinho, calcei as sandálias e fui pro estábulo, de manhã tava bastante abafado, mas naquela hora fazia frio, e eu sentia o vento gelado batendo no meio das pernas me fazendo arrepiar e apertar as coxas, os bicos do peito pareciam que iria furar o babydoll de tão eriçados, aposto que dava pra ver de longe meu farol aceso, a chácara era bem grande e o estábulo ficava a uns 5min da casa principal, durante todo o caminho ainda não acreditava no que iria fazer, indo até um estábulo pra ser fodida por um velho caseiro pobretão, mas a vontade de transar tava me consumindo e eu só fui.

Quando cheguei no estábulo o lugar era pouco iluminado por lamparinas e Tião já tava lá, ele havia preparado algumas coisinhas pra aproveitar a noite, tinha um colchão velho coberto por um lençol furado, uma garrafa de cachaça. O cheiro forte dos animais se misturava com o fedor de esterco, me deixando meio nauseada com o nariz impregnado por aquela mistura de cheiros. Torci a boca de desgosto e Tião me deu um sorriso largo, os olhos dele brilhavam de admiração, parecia que nunca tinha visto mulher na vida. “Gostou tanto que esqueceu até como se fala.” Dei aquela provocada, jogando os cabelos pra trás e sorrindo confiante. Tião veio andando na minha direção e só ficou me admirando, com os olhos cheios de cobiça. “É que tu é gostosa por demais, parece uma égua puro sangue da gosto de vê.” Ele veio andando na minha direção e ficou me devorando com os olhos. “Mas eu não vim aqui pra você ficar só olhando.” Depois que eu falei isso Tião puxou meu babydoll fininho até os tornozelos me deixando nua no estabulo, e abocanhou meus peitos sem fazer cerimônia, ficava revezando entre um peito e outro, eu sentia a língua dele passando em volta dos meus mamilos, ele ainda mordiscava e puxava, enquanto epertava e torcia o outro com a mão. Gemi alto sem o menor pudor, já que ninguém ia escutar mesmo, enquanto ele ficava devorando meus melões, parecia que até tava dando do jeito que ele tava chupando meus peitos. Quando ele finalmente parou eu sentia meus bicos doloridos e eriçados, eles ficaram bem sensíveis tanto que só de sentir a barba do Tião roçando na pele já me fazia gemer baixinho. “Olha como você me deixou.” Eu falava da maneira que podia em meio a respiração ofegante, peguei a mão dele e coloquei na minha buceta melada, apertei as coxas e comecei a rebolar esfregando os lábios carnudos da xana nos dedos calejados dele. “Mas eu não tenho pressa de comer o banquete.” Tião vendo necessidade de piroca que eu tava passando fazia questão de provocar mais, fazendo minha vontade só aumentar. Ele afastou a mão da minhas pernas e sem misericórdia nenhuma me deu um tapa no grelo, na hora meu olho encheu de água, minha xota tava toda inchada de tesão e bem sensível, aquele tapa quase me fez perder as forças nas pernas, eu me contorci e gritei gemendo dor, e pra completar ele começou a esfregar com a palma da mão grossa, parecia uma lixa, eu sentia os lábios da minha vagina arderem, e as lágrimas escorrendo por meu rosto, cravei as unhas nos ombros dele pra me apoiar e abri as pernas por instinto eu tentava mexer o quadril pra fugir da mão dele esfregando forte na minha buceta, mas tudo que eu consegui foi piorar minha situação, mordi os lábios e revirei os olhos pra tentar amenizar aquela tortura prazerosa, que me deixou com a encharcada com os sucos da minha buceta.

Depois de Tião terminar de esfoliar minha xana eu ainda sentia os lábios ardendo e fiquei gemendo sozinha respirando até, tentei massagear meu grelo mas mesmo um toque bem de levinho já me dava uma pontada de dor. Tião então voltou com um copo americano cheio até a metade de cachaça e me ofereceu. “Pra afastar o frio.” Eu percebia que ele tentava segurar o riso, pra não gargalhar da minha cara. “Obrigada, mas você quase fez uma fogueira na minha buceta agora.” Sem esconder o sorriso de safada no rosto, aceitei a cachaça, não que eu tivesse com frio depois de Tião ter me deixado tão acesa, mas eu queria um dose extra de coragem e fogo nunca é demais nessas horas, virei a metade num só gole, a cachaça desceu rasgando pela garganta, na hora senti tudo queimando de dentro pra fora, dei um suspiro e uma empinada quando senti pra aliviar, a cachaça era forte demais, aquele velho safado tinha caprichado na dose. Antes de eu ter tempo de pensar em falar qualquer coisa, senti o puxão no cabelo e o caseiro me tascou um beijão molhado, a língua dele já foi invadindo minha boca, e eu óbvio que retribuí aquele beijo delicioso, minha língua tava meio dormente por causa da cachaça fazendo a sensação ficar ainda melhor, eu já tava praticamente entregue nas mãos dele nessa hora, nossas línguas se entrelaçando num ritmo gostoso, ele mordia meu lábio, e ainda enfiou dois dedos dentro da minha buceta, do jeito que eu tava molhada eles simplesmente escorregaram pra dentro da minha xota, e ficou me dedando enfiando os dedos o máximo que dava, e ainda esfregava meu clitóris com polegar, quando eu perdia o fôlego ele me dava um chupão no pescoço pra não deixar meu fogo abaixar, eu senti as paredes da minha buceta gulosa meio que sugando e apertando os dedos dele, já tava delirando de tesão por causa de um velho depravado.

Enchi a mão na piroca dele por cima da bermuda e comecei a massagear. “Quando você vai parar de me atiçar e enfiar essa rola na minha buceta?” Já não pensava direito, só queria ser fodida por aquele homem. “Se quiser pica vai ter que pedir com jeitinho, de joelho ainda, implora pra eu foder tua buceta de égua.” Tião não cansava de torturar, ele queria me deixar louca só pode, e aquele velho tava conseguido, engoli meu orgulho me ajoelhei no chão do estábulo, agarrei firme nas coxas e fiquei olhando pra cima. “Por favor fode minha buceta de égua puro sangue com sua piroca de jumento velho.” Eu tava praticamente desesperada, e Tião fazia questão de que eu me humilhasse, confesso que na hora adorei ser tratada daquele, me tornei submissa a ele, olhava pra ele de baixo pra cima com olhos implorando pela piroca daquele velho. Tião então fez um carinho no meu rosto e deu uns tapinhas cabeça, aprovando meu comportamento de égua obediente, o volume na bermuda parecia uma tora roliça de madeira tão dura, eu sentia o forte cheiro meio azedo que exalava daquela pica, foi me dando água na boca, tive que me conter pra não cair de boca e dar uma bela mamada nele. “Agora fica paradinha, que preparei uma surpresa especial pra você minha putinha.” Ele falou com bastante calma, a voz grave e meio rouca dele ficou bem excitante, enquanto Tião ainda acariciava meu rosto, eu senti um calafrio no corpo, era uma mistura de medo, tesão e ansiedade por causa da “surpresa”, e como uma égua obediente fiquei paradinha, nem olhava pra trás, de tão dominada que fiquei por aquele homem.

Então ele puxou meus braços até as costas e levantou eles até me fazer gemer de dor, e depois me empurrou nome fazendo apoiar o rosto no chão, eu só sentia ele passando aquelas cordas laçar cavalo nos meus pulsos e deu um nó apertado, me deixando ainda mais vulnerável. Depois ele juntou meus cabelos numa só mecha, igual um rabo de cavalo e puxou pra trás, me fazendo ficar com o rosto empinado e mordendo o lábios de dor e tesão, então fez um nó no meio dos meus cabelos com o pedaço da corda que tava nos pulsos, ali eu já tinha percebido que perdi a liberdade do corpo, porque se eu tentasse abaixar a cabeça eu acabava puxando os braços pra cima, ou se tentasse abaixar os braços puxava o cabelo, então eu tinha que ficar praticamente imóvel, e toda rendida naquela posição, mas ainda falta um outro “presente” da surpresa. Enquanto eu me remexia no chão tentando achar uma posição um pouquinho confortável pra ficar com os braços e cabeça, levei um tapão no rabo, de deixar os cinco dedos marcados na nádega. “Seu velho desgraçado!” Urrei de dor, de joelhos eu ergui o corpo ficando toda empinada, enquanto dava umas reboladinhas pra ver se a aredência na bunda diminuía, e nem terminei de xingar o sacana do Tião, no que eu abri a boca ele passou uma outra corda pelo meu pescoço e puxou pra trás, amarrou forte na minha nuca por baixo dos cabelos e pronto, além de presa eu também tinha um coleira, sobrando quase um metro de corda pra ele puxar. “Agora sim tu parece uma égua de verdade, tem até cabresto e rédea.” Ele falava com vontade, fazendo questão de jogar na minha que eu era a animal de estimação dele naquele momento.

“Vamo, hora de ir pra cama.” Tião me agarrou meus cabelos por trás da cabeça e abaixou meu rosto na altura da cintura dele, então foi me puxando dizendo que pra domar uma égua metida tinha que pegar na crina, então de joelhos segui meu adestrador, olhando pra frente com o corpo inclinado, quando chegou perto do colchão ele me empurrou com força, me fazendo cair deitada, eu logo deitei de costas apoiando os pés no colchão e abri as pernas exibindo minha buceta pra ele, aquele homem fazia eu me sentir a mulher mais desejada do muito, e eu queria que ele ficasse louco por mim, ergui o quadril e comecei a rebolar na frente dele, atiçando a fera com minha buceta lambuzada, eu só conseguia gemer por causa do cabresto na boca, mas eu olhava pra ele cheia de tesão. “Rosadinha e peladinha assim eu só vi em revista, que lindeza.” Os olhos de Tião brilhavam e ele ficou me consumindo com o olhar, fazendo eu me sentir ainda mais excitada. Ele sentou no colchão e começou a acariciar os lábios maiores, ele falava que se pudesse ia foder minha buceta depiladinha todos os dias, tava uma delícia sentir os dedos grossos dele deslizando na xana, gemi e rebolei gostoso me esfregando neles. “Hoje vou comer igual rei.” Ele deu uma gargalhada, abriu os lábios da minha xota com os polegares e enfiou aquela língua grande na minha buceta, que linguada maravilhosa, eu comecei a empurrar meu quadril contra rosto dele, e Tião parecia um lobo abocanhando, passava a língua por toda a superfície da minha xana, usava a pontinha pra estimular meu clitóris, e depois enfiava a língua, sem cerimônia nenhuma, eu me contorcia no colchão e gemia revirando de tanto tesão, nunca tinha sido chupada com tanta vontade, a barba grossa e áspera roçando na virilha e no grelo era uma delícia. Ele então cravou as mãos na minha bunda e me puxou enfiando a língua ainda mais fundo na minha buceta, e colocou minhas coxas torneada em cima dos ombros, lacei ele por trás do pescoço e não largava por nada de tanto prazer que ele tava me dando, meu cuzinho piscava de alegria praticamente pedindo por atenção, e Tião parecia ter adivinhado, senti o dedo grosso dele forçando a entrada da minha bunda, eu senti uma pontada de dor que deixou minhas pernas congeladas, mas com minha buceta sendo chupada com tanto vigor eu só relaxei, e o dedo dele lubrificado com os fluidos da minha buceta foi forçando a entrada no meu cu apertadinho, quase gozei quando o dedo entrou todo. E agora com a bunda sendo masturbada e a buceta chupada por aquele velho safado não demorou muito eu já começava a tremer, me contorcendo toda e gemer loucamente, Tião percebendo que eu tava dando sinais de ter um orgasmo incrível enfiou outro dedo no meu rabo, nessa hora eu delirei de prazer, gemi de maneira escandalosa enquanto mordia mordia os lábios, me contorcia inteira tendo alguns espasmos musculares da cintura pra baixo, tive um orgasmo divino, esguichei o mel da minha buceta na cara daquele homem, que continuou chupando até eu parar, aquele tinha sido a gozada mais intensa da minha vida, porque o velho safado fez tudo que podia pra me deixar o mais excitada e sensível possível. Depois daquela experiência incrível, minhas pernas simplesmente perderam as forças, fiquei totalmente entregue de pernas abertas esbaforida no colchão, com a respiração acelerada e sem nenhum ritmo, mas se eu tava sem forças, minha buceta queria mais, eu ainda ela latejando de tesão, toda inchada e vermelhinha.

Os cavalos no estábulo ficaram agitados e começaram a relinchar. “Viu só, até os cavalos sabem que tu é uma égua no cio, eles devem tá loucos pra querer acasalar depois de sentir o cheiro de uma fêmea pervertida.” Tião não perdoava, toda a oportunidade ele usava pra me rebaixar e humilhar, e dava muito certo, eu realmente me enxergava como uma égua por causa dos cavalos agitados. “Eles devem tá com inveja do jegue que me deixou cheia de tesão.” Fazia questão de provocar e inflar daquele velho safado.

“Agora vou foder tua buceta tesuda, do jeito que tu merece.” Enquanto eu ainda tava com as pernas bambeando, Tião me viro com a bunda pra cima e me puxou pelos cabelos, me fazendo ficar ajoelhada, com a bunda empinada, e o rosto apoiado no colchão. Então ele começou a esfregar aquele pau  grosso feito uma tora nos lábios da minha xana, eu sentia aquela coisa enorme cheio de veias roçando na entrada da minha buceta e ficava ainda mais molhada de tesão, ele estapeava minha bunda enquanto roçava o pau. “Caralho, para de me provocar e me fode logo com essa piroca deliciosa de jumento.” Implorava para ele enfiar a pica a minha buceta e matar logo a vontade. Depois de atiçar bastante ele colocou a cabeça da pica na entrada da minha buceta e empurrou, a piroca tava toda lubrificada com o meu mel, e eu bastante molhada, ele só precisou de uma metida e a piroca dele simplesmente escorregou fundo na minha buceta, eu quase dei um pulo pra frente de tão rápido que senti aquela pica deliciosa entrando, eu praticamente relinchei enquanto urrava de satisfação. O velho safado começou a meter forte, tirando metade da piroca e socando no fundo da minha buceta, eu já praticamente anestesiada de tanto prazer comecei a rebolar igual uma vadia pervertida na piroca dele, eu sentia as bolas dele batendo na bunda enquanto era fodida, ele me puxava para trás pelos cabelos com uma mão e espancava minhas nádegas com a outra mão, eu já não pensava em mais nada, sentia minha buceta apertando a piroca veiuda daquele velho, tinha mais de 20cm e era bem grossa, me fazendo gemer enlouquecida a cada estocada. E ele continuou nesse ritmo forte durante quase meia hora sem descanso, senti a pica dele inchando dentro de mim, ele meteu ainda mais fundo quase batendo na entrada do meu útero e logo em seguida fui preenchida por um jato quente e pegajoso de porra, parecia que não ia ter fim, eu definitivamente teria ficado grávida se não tomasse pílula porque era uma quantidade enorme de porra que invadiu meu útero, não deu outra, gozei pela segunda vez enquanto minha buceta ficava entupida com a porra daquele velho, senti o corpo todo tremendo enquanto gemia, com a piroca do Tião ainda dentro de mim, quando ele me soltou eu caí deitada no colchão o suor e a saliva escorrendo pelo canto da boca fazia o lençol colar no meu rosto. Ele tirou a piroca ainda meio dura de dentro da minha buceta e um pouco da porra dele começou a escorrer. “Caralho, nunca fodi uma buceta tão apertada, mas agora tu nem deve mais sentir o pau do teu namorado, do jeito que te alarguei.” Ele debochava de mim, enquanto abria os lábios da minha cama fazendo mais esperma esbranquiçado escorrer. “É, tu tá parecendo um chafariz de porra.” O velho ficava todo orgulhoso depois de ter entupido minha buceta. “Mas fica tranquilo, que ainda tem bastante porra dentro de mim.” Comentava ainda sentindo o esperma viscoso daquele velho no interior do meu ventre.

“Agora vira pra mim eguinha, que vou arregaçar as pregas do seu cuzinho, mas quero olhar pra tua cara de vadia enquanto te deixo arrombada. Eu obediente me virei ficando deitada com as costas, mas ainda tava me recuperando do segundo orgamo, só conseguia olhar para aquele homem que mesmo depois de ter gozado tanto ainda tinha disposição pra continuar me fodendo. “Eu nem sei vou aguentar, se você enfiar essa pica maravilhosa no meu rabo vai rasgar em duas.” Fiquei assustada com aquele pau enorme entrando no meu buraco enorme, mas não podia esconder que também estava morrendo de vontade e com muita curiosidade de ter essa experiência. “Tem uma coisinha que vai te ajudar a relaxar.” Tião me puxou bruscamente pelo laço no pescoço me ajudando a ficar de joelhos, então ele pegou a garrafa de cachaça e me fez beber pelo gargalo igual uma mamadeira, virou meio litro de cachaça forte na minha garganta, a cachaça pelos cantos da minha boca, e eu fui bebendo até ele tirar a garrafa, eu sentia tudo arder fiz careta, e ofeguei, parecia que tinha bebido fogo de tanto queimava, meus olhos ardendo cheios de lágrima. Tentei falar alguma coisa mas a língua tava dormente e fiquei embolando as palavras meio grogue, então o velho sacana segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a balançar em círculos com força, fazendo tudo girar na minha mente, e depois me deu uma bofetada em cada bochecha me fazendo cair deitada no colchão, eu tava vendo tudo dobrado e girando, o álcool me deixou tão anestesiada que eu nem senti os tapas direito. “Tiaumm, fódi meu cuzinhu pufavor.” Falava embolado por conta da bebida, com a mente e o corpo atordoados.

E nem precisava pedir, Tião me segurou pelas coxas e me deixou com as pernas arreganhadas, fiquei igual um frango assado com o cuzinho apontado pra cima, e logo em seguida senti ele forçando a cabeça do pau na entrada do meu. “Não vai caber, é muito grosso.” Falei em meio aos gemidos, e minha visão duplicada por causa do álcool. “Cala a boca piranha, para de fingir que não tá gostando.” Ele me deu um tapão um peito, me fazendo dar um gritinho de tesão, então ele continuou enfiando a piroca besuntada de porra e fluído vaginal, a cabeça roliça foi alargando minha entrada enquanto eu prendia a respiração e relaxava, com um pouquinho de força a glande entrou inteira eu gemi suspirando de alívio, depois ele só foi empurrando sem nenhum cuidado, e eu fui sentindo aquela serpente enorme entrando no meu rabo, as veias pulsando, era maravilhoso, rebolei bem devagar pra fazer a piroca do Tião entrar mais fácil, e quando finalmente coube tudo eu vi estrelas, nunca tinha feito sexo anal com um pau daquele tamanho, e era incrível a sensação, eu nem acredita a que tinha enfiado tudo. Então ele começou a meter devagar, enquanto eu consegui relaxar e rebolar bem gostosinho no pau dele. “Cacete, é apertado demais, mas eu vou te deixar toda alargada pra mim.” Parecia que ele também tava sentindo um pouco dor, porque meu buraco detrás era bem estreito, mas então ele começou a ir acelerando enfiando e tirando quase tudo, e quando sentiu que tinha ficado confortável começou a socar com mais força, depois de alguns minutos nos dois estavamos acasalando freneticamente, eu gemendo que nem uma sem parar de rebolar enquanto ele metia com vontade, me estapeava no rosto, nos seios, me enforcava até eu quase perder todo ar, me xingava de vadia, de égua, e eu simplesmente adorando aquele homem cada vez mais, e então após ele encheu meu cuzinho de porra, e enquanto ele gozava começou a massagear meu grelo me fazendo gozar enquanto tinha as paredes do cu pintadas de branco. “Você me fez a égua mais feliz do mundo.” Eu sorria de orelha a orelha, ofegando exausta, com meus dois buracos entupidos com porra daquele velho, havia sido uma experiência maravilhosa, então Tião deitou em cima de mim e me deu um beijão molhado, e eu retribui sem nenhum pudor, com o pau dele amolecendo dentro do meu rabo.

Depois de gozar três vezes eu cochilei um pouco e fui acordada com uns tapinhas no rosto. “Levanta, tá na hora de te levar pra passear, antes de você voltar pra sua caminha.” Eu meio sonolenta e ainda bêbada me levantei, minhas mãos ainda estavam amarradas. “Pra onde vamos?” Perguntei confusa sem ainda conseguir raciocinar direito. “Tu é uma égua, tu só me obedece, mão faz pergunta.” Depois desse esporro eu calei minha boquinha e só acenei com a cabeça sem questionar. Ele tinha uma cenoura não mão e quando eu me levantei ele enfiou metade da cenoura no meu rabo, como meu cu tava alargado e cheio de porra eu só gemi um pouquinho e me contorcia. “Agora tu tem um rabo também, se deixar cair eu vou enfiar duas.” Na hora eu congelei e tranquei a bunda, tentando prender a cenoura escorregadia, e com o cuzinho dolorido e uma cenoura presa no rabo ele me puxou pela coleira improvisada me levando pra passear pela chácara, devia ser quase meia noite ou mais, não dava pra escutar, e eu pelada, descalça era puxada pelo laço, o vento gelado no meu corpo dolorido era muito relaxante, e me dava uma sensação gostosa de alívio, mas eu não podia relaxar, porque precisava ficar prendendo a cenoura dentro da bunda, eu cambaleava meio torta, por causa do álcool e ficava mandando porque o meu cu latejava de dor, e Tião me dava uma chinelada na bunda pra me fazer consertar a postura, aquela havia sido a situação mais vergonhosa e humilhante da minha vida. “Você não tá com medo? E se alguém ver você assim? Presa numa coleira com uma cenoura no cu?” Quando ele fez essa pergunta eu mordi o lábio e dei um sorriso safado. “Eu tô ficando cheia de tesão de novo.” Era a verdade, ser tratada daquele jeito, e ainda correndo o risco de ser vista, estava fazendo minha buceta ficar molhadinha de novo, ele deu uma risada. “Tu nasceu pra ser uma puta garota.” Eu não discordei e apenas segui acompanhando meu adestrador, enquanto era puxada pela coleira.

Caminhei assim por uns 20 minutos, e chegamos em frente a casa principal, ele me desamarrou, e  me fez um carinho gostoso na cama com os dedos, eu já ia me virando pra entrar em casa. “Mas não vai me dar nem um beijo de despedida.” Ele tava com as calças arriadas e o pau meio duro para fora. “Depois de me deixar arrombada, me obrigar a andar pelada enquanto me puxava pela coleira você ainda tem a cara de pau de me pedir um boquete em frente a casa dos meus sogros?” Eu só fingi mesmo que tava brava, na verdade ajoelhei no chão e dei uma mamada gostosa naquele pau, usei a língua pra limpar resto de porra, lambi as bolas peludas dele, e fiz o velho gozar na minha boca enquanto eu enfiava metade o pau na boca e massageei os testículo dele, fiz questão de engolir tudo, afinal adoro tomar leitinho antes de dormir.

Então entrei quietinha na casa dos meus sogros, ainda com a cenoura na minha bunda, a buceta cheia de porra e uns pentelhos grisalhos grudados no rosto. Tomei um banho quente bem demorado, aproveitando pra me masturbar enfiando os dedos dentro do cuzinho dolorido e da cama, até gozar gostosinho pensando naquele velho safado e tudo que ele tinha me feito passar. Deitei na cama e dormir até a hora do almoço ninguém nem desconfiou do que aprontei, e no dia seguinte já na presença dos meus sogros e do meu namorado eles tavam falando que não tavam conseguindo dormir direito por causa dos cavalos fazendo barulho a noite toda. “Aí ai, do jeito que a égua devia tá no cio aposto que acasalou até com um jumento velho.” Eles deram risada do meu comentário, achando que era só uma piada besta, mas mal sabiam eles que meu cuzinho ainda tava latejando e piscando por causa do caseiro.

E assim termina a parte 1 da minha aventura, espero que tenham gozado igual a mim, agora preciso ir no banheiro porque escrever tudo isso me deixou encharcada.

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5 - Comentário(s)

  • Silva 03/09/2020 06:26

    Melhor conto, cheio de detalhes, adorei!

  • Anaíz 25/08/2020 06:01

    melhor conto que ja li na vida, tantos detalhes, pqp

  • Maria 22/08/2020 07:35

    aii que tesão alguem me venha dar leitinho

  • Samuel 14/08/2020 06:17

    Queria ver a segunda parte...

  • Rogério sp 13/08/2020 11:42

    Que excelente conto. Eu adoro fuder uma mulher casada na frente do seu marido corninho manso olhando. Moreno 21 centímetros de pica. Sigilo absoluto. Se alguém tiver interesse me chama no WhatsApp

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