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DEI O CU PARA O SEGURANÇA DENTRO DO DEPÓSITO DE BEBIDAS

Publicado em outubro 4, 2022 por lauro
3.9
(10)

Esta história aconteceu no mês de fevereiro de 2022 e quem me comeu foi o Adriano, um segurança negro de 48 anos, com quase 2 metros de altura, uns 130 kg, que trabalha num depósito de bebidas no bairro onde moro.

Eu sou branco, tenho 55 anos, 1,90m, 105 kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, bunda de média pra grande, com pelos nas pernas, na bunda e no tórax, boca gulosa e cu hospitaleiro. Sou um homem casado com mulher que gosta muito de chupar piru e dar o cu.

Conheci Adriano numa sala de bate-papo da internet e, depois de conversarmos um bom tempo, marcamos de eu ir o seu encontro no seu local de trabalho às 21 horas daquele mesmo dia. Isso só foi possível porque minha família tinha viajado para outro estado.

Depois de uma boa higiene interna (xuca) e um banho gostoso vesti um jeans bem desbotado e um pouco apertado, camisa polo listrada de branco e azul marinho, cueca branca, tênis cinza, meias brancas e peguei um Uber para ir ao encontro do macho.

Cheguei no local na hora combinada e Adriano veio me receber, abrindo um lado do grande portão de ferro da entrada do galpão onde fica o depósito de bebidas. Ele estava usando uma camiseta de escola de samba (soube depois que ele prestava serviço de segurança também para essa escola), bermuda bege e sandálias.

Depois de nos cumprimentarmos ele já foi logo me indicando para segui-lo. Andamos até um local pouco iluminado nos fundos do galpão, onde havia vários engradados de bebidas empilhados.

– É aqui? – Perguntei.

– É sim. Pode ficar tranquilo que não vai aparecer ninguém. É aqui que eu costumo comer os viados da região. – Respondeu ele.

Nem bem terminou de falar e Adriano foi logo abrindo o zíper da bermuda e puxando para fora a sua rola preta semidura.

– Caralho! – Foi a única coisa que eu consegui dizer quando vi aquela pica enorme de seus 19 x 5 cm, aproximadamente.

– Gostou? – Me perguntou o macho.

– Putz, é enorme. Não sei se aguento isso tudo dentro de mim! – Respondi, meio que fazendo cu-doce.

– Que nada, eu sou carinhoso e sei comer cu de viado. Relaxa, você vai gostar e pedir bis! – Falou ele, tentando me encorajar.

Enquanto eu pensava nas consequências de receber aquela rola toda dentro de mim  Adriano começou a balançar a sua rola, me convidando:

– Vem cá, vem… Vem chupar o pau do negão, vem!

Diante de tal convite eu procurei um local limpo onde pudesse me ajoelhar e me preparei pra pagar um boquete no macho. Nem bem me posicionei na sua frente, de joelhos, e Adriano já foi colocando a sua mão enorme atrás de minha cabeça, me puxando em sua direção, ao mesmo tempo que me oferecia a rola, segura por sua mão direita, e dizendo:

– Aqui, chupa meu pau, viado!

Ao ouvir o elogio não perdi tempo e caí de boca, num boquete bem gostoso no pau do segurança negão.

– Aaaah, que boca gostosa… Puta que pariu… Boca-de-chupar-pau… Caralho…! – Ouvi o macho dizendo, com prazer.

Visando agrada-lo ainda mais, procurei dar um capricho na sua rola pra deixar uma excelente primeira impressão. De fato, ele estava gostando tanto de meu boquete que ficou metendo direto na minha boca sem me dar descanso. Meu queixo já estava doendo quando Adriano disse que queria comer o meu cu.

Ele então me levantou e eu tirei o tênis, as meias, a calça e a cueca, ficando apenas com a camisa. O macho então me virou de frente para a parede dos fundos do depósito, me fez abrir as pernas e se posicionou atrás de mim, entre elas. Nessa posição eu arrebitei o meu burrão e me apoiei na parede, esperando a invasão da minha gruta do prazer.

Antes de me penetra o macho deu uma gostosa linguada no meu cu e só após isso é que eu senti a cabeça babada da sua pica forçando a minha entrada e querendo se introduzir em mim. Depois de algumas tentativas a cabeçona da sua rola pulou pra dentro do meu anel de couro, arrancando gemidos de prazer de meus lábios:

– Ah, caralho, que delícia… Que piroca gostosa… Puta-que-pariu… Caralho… Aaaaaah!

– Sente a rola do macho entrando em você, putinha… Sente…! – Sussurrou o macho ao meu ouvido.

Senti então a vara grossa de Adriano conquistando espaço e avançando dentro de mim, me invadindo aos poucos, até ficar totalmente alojada dentro do meu ALOJAMENTO-DE-ROLAS, o meu cu.

– Pronto, viado, minha rola tá todinha dentro do seu cuzinho. Tá gostando da rola do macho, tá? Fala pra mim, fala! – Me provocou o macho.

– Ai, tô… Aaaaaah! – Me limitei a responder, buscando me acostumar com a aquela trozoba toda enfiada em mim.

– É? Então rebola essa bunda branca na pica do negão, rebola… Isso… Assim que eu gosto, putinha safada… Delícia de rabo branco…! – Me elogiou o macho enquanto eu rebolava devagar o meu burrão na sua piroca.

Estava assim rebolando na pica do macho quando senti suas mãos fortes em minha cintura e ele passou então e meter bem gostoso sua pica no meu cu de uma forma lenta e profunda. Seus 20 cm de pau entravam todo dentro de mim e saia até a base da cabeçona. Depois entrava e saia novamente num vai-e-vem e um entra-e-sai delicioso.

– Aaah, safada… Vai ser minha putinha depois dessa foda, vai? Vai ser mulherzinha do negão, vai? – Me pergunto ele, bem safado.

– Ai, vou… Aaaaah… Aaaaaah… Aaaaaaaah! – Gemi na pica do macho.

– Então toma rola nesse cu, viado filho-da-puta… Toma rola nesse seu cu, bichona! – Falou o macho, ao mesmo tempo que me segurava forte pelos ombros e socava piroca pra dentro de mim.

Ele ficou um bom tempo me pegando assim em pé até que resolveu mudar de posição. Adriano então se sentou num engradado de bebida, encostado na parede e eu me agachei sobre ele, de costas pra ele, sobre sua pica, engolindo-a toda com meu cuzão. Daí pra frente fiquei cavalgando com vontade a rola dele, dando fortes cuzadas na sua pirocona.

Depois de um tempo assim cavalgando eu me sentei de vez no colo de Adriano, com sua pica toda enterrada dentro de mim, e passei a rebolar gostoso na sua rola. Aí o macho não se aguentou mais e gozou.

– Aaaaah, caralho, eu vou gozar… Rebola, rebola mais, viado… Rebola… Aaaaah… Aaaaah… Aaaaah… Puta que pariu… Caralho… Rebola, filho-da-puta… Rebola mais, caralho… Eu tô gozando… AAAAAAAAH… AAAAAAAAAAH… AAAAAAAAAAAAH… AAAAAAAAAAAAAH… Gozei! – Urrou ele.

Após ele terminar de gozar sua rola começou a amolecer e eu me levantei do seu colo, liberando sua rola do meu cu.

– Fica de 4, viado, que eu quero ver o meu leite escorrendo do seu cuzinho! – Mandou ele.

Fiquei então na posição, arrebitei bem o meu burrão, fiz um pouco de força e rapidamente o leite grosso e abundante começou a escorrer de dentro do meu cu.

– Caralho, parece uma cachoeira de porra. Gozei muito nesse seu rabo branco, bichona! – Falou ele, se gabando.

Eu estava ainda nessa posição quando Adriano pegou um punhado de papel higiênico, que ele deixava estrategicamente no local, e me limpou. Depois disso eu me levantei e comecei a me vestir para ir embora.

Enquanto me vestia ele pegou um caco de tijolo e fez uma marca na parede do fundo do depósito. Quando ele terminou eu fui ver o local onde ele havia marcado e encontrei uma grande quantidade de marcas. Devia ter quase 50. Ele então me falou:

– Esse é o número de viados que eu já comi aqui no depósito!

Como eu adoro fazer parte desse tipo de estatística, me limitei apenas a sorrir, satisfeito e contente. Depois disso ele me levou até a entrada do depósito, eu pedi um Uber e fui embora pra casa. Até agora ainda não repetimos a brincadeira, pois com a família em casa fica complicado sair à noite, mas acredito que irei novamente poder visitar aquele depósito de bebidas, que receberá mais uma marca em sua parede.

Se você gostou desta história e ficou com vontade de me comer, como o Adriano, me escreva: [email protected]

Eu sou bem fácil de se comer!

Um abraço a todos!

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2 - Comentário(s)

  • 54CoroaGrisalho 25/01/2026 02:34

    Excelente relato, estou aqui na minha suíte, batendo uma bronha deliciosa e gozando bastante, é uma delícia, não tem comparação com outros relatos, que li aqui.

  • Jorge de Araújo Oliveira 02/04/2025 09:54

    Conto extremamente excitante e prazeiroso, gozei horrores.

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