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CHUPEI UMA PIROCA PERTO DA MINHA CASA

Publicado em novembro 5, 2022 por lauro

Olá a todos. Meu nome é lauro, moro no Rio de Janeiro, sou branco, casado, tenho 55 anos, 1,90m, 105kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, bunda de média pra grande, com pelos nas pernas, bunda e tórax, boca gulosa e cu hospitaleiro.

Apesar de ser casado eu gosto muito de ser passivo para homens exclusivamente ativos. Eu sou bem discreto e não dou na pinta. Sou do tipo que, quando ando na rua, ninguém desconfia que eu sou viado. Minha aparência é de um homem sério e até mesmo conservador, mas entre 4 paredes com um macho ativão eu gosto muito de ser usado como objeto sexual.

 

Este relato vai ser bem rápido. Aconteceu em uma manhã do mês de abril deste ano (2022). Na noite anterior eu tive um pouco de dificuldade para dormir e, sendo assim, por volta das 4:30 hs do dia em questão liguei o computador e acessei uma página de bate-papo bem conhecida para ver o que estava rolando.

Já estava amanhecendo o dia quando comecei uma conversa bem interessante com uma pessoa que descobri morar perto da minha casa. Soube isso quando essa pessoa me deu como referência de seu local um posto de gasolina que fica uns 400 metros de minha residência.

Nessa hora eu já estava com tanto tesão que não me importei com o fato de sermos praticamente vizinhos e que ele ficaria sabendo que eu sou viado. Ele devia estar com muito tesão também, já que insistiu muito para que eu fosse até sua casa. No caso, ele havia me informado que sua esposa estava na casa da sogra e que daria pra eu chupar o pau dele sem perigo.

Não querendo demorar mais para ter uma rola dura entre os lábios fui tomar um banho e me arrumar para ir de encontro ao macho. Para tanto, dei a desculpa que ia na padaria comprar pães para o café da manhã.

Com o álibi formado, saí de casa por volta das 6:30 hs vestindo camisa polo listrada, bermuda bege e tênis cinza. Em menos de 10 minutos cheguei ao posto de gasolina e encontrei o macho com quem tinha conversado na sala. O nome dele é Antônio, ele é branco, tem 62 anos, 1,76m, 77 kg, e estava vestindo uma bermuda jeans, camiseta laranja e sandálias pretas.

Assim que cheguei nele nós nos cumprimentamos e eu o reconheci de minhas andanças pelo bairro. Ele também disse me conhecer de vista.

Após os cumprimentos ele me conduziu até a sua casa, que ficava uns 200 metros depois do posto. Rapidamente chegamos ao local, uma casa com um muro alto pintado de azul e com um portão pintado de branco. Entramos pelo portão e Antônio me levou até os fundos da casa, a uma pequena área de serviço. Lá, ele me indicou um canto perto de um banco de madeira, um tanque e uma máquina de lavar roupas, dizendo:

– É aqui!

– Tá, você quer que eu me ajoelhe ou você vai se sentar no banco? – Perguntei.

– Melhor você se ajoelhar e eu fico em pé na sua frente!

– Ok!

Eu estava me ajoelhando quando Antônio fez menção de abrir o zíper da bermuda e eu o impedi, dizendo:

– Não. Deixa que eu faço isso!

– Tá legal. Você é quem sabe! – Retornou ele.

Dito isso agi com as duas mãos no botão da bermuda, abri o zíper com a mão direita e depois comecei a baixar devagar a bermuda do meu quase vizinho. A medida que a bermuda ia descendo dava para ver o volume embaixo da cueca azul de Antônio.

Assim que terminei de baixar a bermuda fui direto com minha mão direita dentro da cueca do macho e resgatei a sua pica, trazendo-a para fora do seu cativeiro. Era uma rola de seus 16 cm e estava bem babadinha.

– Nossa, ela já tá toda animadinha pra brincar! – Falei, sorridente.

– É, ela tá doida de vontade de gozar na sua boca! – Falou ele.

– Sério? Então vamos satisfazer a vontade dela!

Dito isso caí de boca na cabecinha babada e comecei por ali um boquete bem guloso na pica dura do macho. Antônio se limitava a ficar com as mãos na cintura e acompanhar com seu olhar interessado a minha boca deslizando por toda a extensão de sua linda piroca.

– Mmmmmmm… Mmmmmmmmm… Mmmmmmmmm… Sluuuuuuuurp…! – Eram os sons que eu fazia em meu boquete.

– Aaaaaaaah… Aaaaaaaah…. Aaaaaaaaaah… Puta-que-pariu, que boca gostosa você tem… Aaaaaaah, caralho…! – Gemia o macho com o pau na minha boca.

De vez em quando ele interrompia o boquete e ficava esfregando e batendo com a pica na minha cara e nos meus lábios, e depois voltava a aloja-la dentro do meu ALOJAMENTO-DE-ROLAS, a minha boca. Adoro quando fazem isso comigo.

Alguns minutos depois ele me avisou que estava quase gozando. Nesse momento eu parei o boquete e sugeri a ele:

– Segura a minha cabeça com as mãos e fode a minha a boca no seu ritmo pra você gozar bem gostoso em mim!

– Tá! – Respondeu ele, com a voz embargada de desejo.

Antônio então me segurou pela cabeça com as duas mãos e passou a enfiar e a tirar a piroca da minha boca num vai-e-vem constante e bem gostoso. A pica entrava toda e saia até um pouco antes da cabecinha enquanto sua virilha batia de leve no meu nariz e rosto. Depois de pouco tempo assim o macho não aguentou e gozou.

– Aaaaaaaah, eu vou gozar… AAAAAAAAAAAAH… AAAAAAAAAAAAAAH… AAAAAAAAAAAAAAH… AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH – Urrou ele, enquanto se derramava na minha boca.

Antônio gozou uma quantidade generosa de porra e eu tive o cuidado de apertar de leve os lábios para não deixar escapar nenhuma gotinha dela, mesmo quando a pica escapuliu mole do meu DEPÓSITO-DE-LEITE-DE-HOMEM, a minha boca.

– Nossa, você gozou muito… Uau…! – Falei, ainda de joelhos, com a boca cheia, pra ele poder ver o produto do seu prazer dentro dela.

– É eu costumo gozar muito, ainda mais quando estou com bastante tesão! – Respondeu ele.

– É, deu pra perceber! – Falei, sorrindo.

– Se quiser pode cuspir no tanque mesmo! – Sugeriu ele.

– Não, eu tenho uma ideia melhor! – Respondi.

Dito isso eu fechei a boca e engoli o leite do meu quase vizinho, para seu espanto.

– Caralho, você engoliu?

– Engoli. Eu sempre engulo. Eu gosto de porra! – Respondi.

– Que doideira. Nunca ninguém engoliu o meu leite antes!

– Gostou da experiência? – Perguntei.

– Adorei. Você nem sabe o quanto! – Respondeu ele.

Nem bem ele acabou de falar e eu segurei sua rola com minha mão direita e apertei e espremi de leve a região da cabecinha, lambendo as gotinhas de porra que ainda estavam lá, limpando assim a piroca do macho, deixando ela prontinha pra ser guardada no seu ninho.

Após um beijo de despedida na cabecinha da rola eu a devolvi para dentro da cueca eu levantei a bermuda de Antônio, fechei o zíper e abotoei o botão da mesma. Serviço completo. Terminado assim o boquete, o macho me ajudou a levantar e me levou até o portão da casa, onde nos despedimos.

Eu estava voltando direto para casa quando me lembrei que tinha que passar na padaria. Por pouco não voltei pra casa sem os pães. No café da manhã tomei café puro, já que o leite eu havia bebido em boa quantidade… Kkkkkkkk

Se você gostou desse conto e ficou com vontade de ganhar um boquete meu, igual ao que eu fiz com o Antônio, me escreva: [email protected]

Eu sou bem fácil de ser comer.

Um abraço.

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