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A primeira dupla-penetração interracial de Nanete

Publicado em julho 23, 2021 por Helga Shagger

Nanete aparece de dentro do box, nua como antes. Suas grossas coxas brilham com a leve camada de suor devido ao estresse.

Ela tinha soltado os cabelos e seus esplendidos olhos azuis faíscam por baixo das grossas sobrancelhas negras.

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Seus amplos quadris e as fartas e firmes nádegas compensam o pequenos volume dos seios, mas de grandes aureolas rosadas.
– Meu deus! Você está mais gostosa ainda! Você é uma maravilha!
– Bom… faça logo o que quer fazer…
– Aaaaaah, onde está a esposinha fiel? A esposinha que se sacrifica pelo maridinho, se submetendo a todo tipo de chantagem?
– Não precisa tripudiar, seu f. da p.! Eu sou humana! Você e o Jardel me viciaram! Meu marido trabalha demais! E Bene sempre esteve por perto! Ele assistiu meu parto e meu marido não! Estava viajando!

E Nanete deixa cair algumas lágrimas enquanto fala. Rafer escuta e a encara enquanto desabotoa o cinto da calça.

Nanete pára de chorar e fixa o olhar em lugar algum. Ela sabe que toda a chantagem, todas as situações a que foi submetida, estavam fora de seu controle.

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Ela tenta não encarar a realidade que no fundo ela espera ser tratada assim. Pecaminosa, depravada, abusada, usada, mas respeitada.
Fingindo não gostar, mas adorando o gozo!

O grosso e imenso pau de Rafer salta de dentro da cueca, quando ele a abaixa. Ele não se move e fica apenas observando Nanete.

Depois de um minuto assim, ela começa a ficar incomodada por ele não tomar a iniciativa. A curiosidade e o desejo começam a enfraquecer sua vontade de resistir.

Ela dá uma rápida olhada pro cacetão dele. Rafer continua encarando-a com um leve sorriso de cafajeste nos lábios. Nanete sente a fervura lhe tomar conta do corpo.

Ela olha de novo, um pouco mais demoradamente, pro cacete, que agora deixa cair duas gotas de fluido pré-seminal. Ela tem dificuldade em manter a respiração normal e não consegue controlar os batimentos do coração.

A esposinha do deputado cobre com uma das mãos a xaninha e com o braço, os seios. Mas, isso não é o bastante pois a visão do cacete de Rafer a hipnotisa e agora ela não consegue mais desviar os olhos.

No desespero, Nanete dá meia volta e os glúteos de sua bela bunda tremem com o movimento, deixando agora, Rafer embasbacado com a visão daquele rebolado sensacional..

Rafer percebe que seu momento de durão acabou.
Ele avança e a abraça encaixando sua rola entre as nádegas dela.
Ao primeiro toque, Nanete treme, mas o calor do corpo de Raferjunta-se ao seu e o caralho dele é como ferro em brasa roçando em sua bundona.

Ela joga a cabeça para trás, se entregando aos poucos, enquanto Rafer lhe beija a nuca e leva uma de suas mãos até a mãozinha dela que está cobrindo a xotinha.

Nanete começa a suspirar e arfar enquanto dá os primeiros rebolados em cima da rola de Rafer. Ele, por sua vez, a abraça mais forte e lhe acaricia os seios, a xaninha, as coxas e por fim, com as duas mãos, enche com as carnes da bunda dela!

Depois, ele pressiona cada banda das nádegas de encontro à outra para apertar mais ainda seu pau, quase todo sumido entre elas.
Nanete tenta controlar-se, mas o cacete de Rafer, subindo e descendo pelo seu rego, está soltando o pré-semem em sua bunda, a deixando com água na boca de vontade chupar aquela cabeçorra, como tantas vezes ela fez antes, até que ele jorrasse todo seu semem em sua boquinha!

Rafer está a ponto de gozar quando Nanete se afasta e rapidamente se abaixa, virando o corpo e antes mesmo que ela conseguisse se apoiar firmemente nos joelhos, já tinha a avermelhada cabeçorra lhe tocando o fundo da garganta!

Ela tenta ignorar o som da conversa do marido dela com Bene que vem lá da sala. Na verdade há um conflito entre o remorso que ela sente por estar traindo o marido e o estado de êxtase em que ela se encontra por chupar a rola de outro homem, com apenas uma porta lhe separando da presença do marido!

A risada nervosa de Bene lhe chega aos ouvidos e ela se martiriza por o estar traindo, pois ela jurara a si mesma que Bene seria seu único amante. Ele tinha apagado seu fogo por todos esses anos quando ela sentia uma vontade incontrolável de ser sexualmente abusada por vários homens!

Como que adivinhando, Rafer passa a mão por trás da cabeça dela e a levanta e antes que sinta o que está acontecendo, ele a vira e a faz inclinar-se e apóia-se no mármore em volta da pia.

Ele segura a própria rola de encontro as nádegas dela, enquanto uma mistura dos fluidos dele com o suor de ambos, escorre por entre o rego da bunda e vai se acumular encima da glande.
Cuidadosamente, ele vai guiando com a ponta da rola essa gosminha até a entrada do cusinho de Nanete.
-Aaaah, que saudade! – Nanete escuta a exclamação dele como se fosse a dela!

Ela levanta a cabeça e o busto, mas ainda apoiando os cotovelos no mármore, se deliciando com a saudosa rola de Rafer, mais uma vez lhe enchendo o cusinho!

– Diga ao Sr. Rafer que voltarei a contatá-lo ainda esta semana e que deixo um abraço. E quanto a você…vá me encontrar em meu hotel assim que você acabar aqui.
Nanete e Rafer escutam essas últimas palavras do marido dela.

Rafer sabe que em segundos Bene vai entrar no banheiro, não sabendo qual a reação dele.
Nesse meio tempo que Bene se despede e fecha a porta e se encaminha pro banheiro, já adivinhando o que vai assistir.
Mas então, porta do banheiro é abruptamente aberta, surgindo Rafer carregando Nanete.
Ela está numa pose como se fosse uma perereca. Um dos braços dela está passado por trás do pescoço de Rafer e ele a segura com as mãos por trás dos joelhos, na curva que faz com as coxas.

Nanete balança a cabeça lentamente de um lado pro outro e tem a boca semi-aberta com um leve sorriso nos lábios, pois enquanto Rafer caminha com ela no ar, seu cusinho aperta-lhe o caralho para não deixá-lo pular fora!
– Senta aí Bene! Senta aí! E vamos dar a esta beleza de criatura, o gozo da vida dela!

Bernardo só tem que obedecer e deixar a endurecida rola em posição, enquanto Rafer cuidadosamente vai abaixando Nanete até a boquinha de sua xaninha encontrar a arroxeada cabeçorra da piroca de seu amante negro!

Ele sente os lábios dela lhe chupar o lado do pescoço e também o corpo dela se tesar enquanto sua rola lhe vai invadindo a xaninha.

Lentamente ea esposinha vai relaxando até se acostumar com aquelas mangueronas lhe preenchendo a o cusinho e a xana!
– Aaaaaaaaaahh!

Bene e Rafer escutam este longo e demorado suspiro que Nanete dá de satisfação!
Por todos esses anos ela vinha enganando a si própria que jamais faria dupla penetração novamente.

Que aquilo era animalesco e que só tinha se deixado penetrar porque fora obrigada. Agora ali, ela se rendia completamente por ter aqueles dois esplendidos homens de raças diferentes, mas de igual virilidade com seus magníficos instrumentos fálicos!

Nanete sabe quando Bene vai gozar, pois ele dá uma parada de repente, abraçando-a firmemente, pra depois dar uns dois longos coices com a virilha de encontro a sua xaninha, pra logo em seguida acelerar esses movimentos enquanto urra como um garanhão.
Ela não se importa que ele lhe inunde o útero, pois há anos que ela usa o diafragma. Mas a razão maior é que ela espera que parte do semem dele escape pra fora da xaninha lhe dando o frisson necessário que ela alcance o orgasmo!

Rafer sabe que Bene está gozando devido aos urros que ele solta. Isso parece que faz Nanete gozar também, pois ela redobra a rapidez do rebolado em cima da virilha do amante e de encontro à virilha dele próprio!
Incontrolável, Rafer ejacula como um vulcão dentro do cusinho da infiel esposinha do deputado.

Nanete já está vestida enquanto se maquia. Ela escuta as instruções que Rafer dá a Bene. Aquilo soa mais como ordens. Bene não se mexe e apenas encara Rafer enquanto ele está falando.

Parece que é assim que os dois homens se entendem. Mas, Nanete sente mais satisfação quando imagina que Rafer a está tomando de seu amante, que ela sabe que ele é apaixonado por ela.
– …. e você, minha querida, telefone pro corninho e diga-lhe que vai aproveitar uma carona em meu jatinho, até o Rio!

Nanete sente a tezão lhe subir dos pés à cabeça com o tom autoritário de Rafer e o que ele a está obrigando a fazer. O olhar resignado de seu amante quase lhe dá um orgasmo!
– Alô, alô querido! Eu encontrei o Sr. Bernardo e o Sr. Rafer a caminho do hotel e ele falou que estava indo pro Rio no seu jato particular. Será que você poderia pedir pra ele me dar uma carona?

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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