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Minha Segunda Vez Com Uma Trans

Publicado em janeiro 15, 2021 por J. R. King

Depois que eu comi a Karolzinha no meu carro, a gente voltou pra nossa resenha com os amigos na mureta da Urca. Ficamos lá por mais uma hora. Depois, Karol foi embora com a Fê e me deu o seu número.

Assim que eu cheguei em casa eu já mandei mensagem pra ela. Ficamos conversando durante semanas, sempre falando altas putarias. Eu dizia que tinha sido uma experiência incrível, e que estava louca pra transar com ela novamente. E era verdade.

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Combinamos então um dia. Eu saí da faculdade a noite, peguei o meu carro e fui encontrá-la alí perto. Ela estava com um shortinho bem curtinho e uma camisa coladinha no corpo. Ela entrou e já me deu um beijo.

“Oi, gato. Como você tá?”

“Tô bem.” Já coloquei a minha mão na coxa dela. “E aí, vamos pra onde?”

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“Ah, vamos logo pra um motel, tô louquinha pra te dar. Eu sei um aqui perto muito bom.”

A gente foi até o motel que ela havia falado. No caminho, ela tirou os seus sapatos e ficou sentada no banco de carona, com os seus pezinhos tocando no meu pau por cima da bermuda que eu tava usando. Eu acariciava as coxas delas, branquinhas e sedosas.

Chegamos no motel, estacionei o carro e entramos. Quando entramos no quarto. Karol já foi me beijando. Seus lábios eram carnudos e seu beijo era delicioso. Coloquei logo as minhas mãos na bunda dela e agarrei com vontade. Eu esfregava o meu pau nas coxas delas, e ela já estava ficando excitada também. Sentia o pau dela se enrijecendo enquanto se esfregava no meu.

Ela então se afastou de mim e foi andando pelo quarto. Havia uma hidromassagem lá. Ela tirou a roupinha e ficou toda pelada. Seus peitos eram pequenos e graciosos, areola rosadinha, e seu pênis era bem pequeno e fino. Ela então entrou na hidromassagem e me chamou pra entrar junto.

Eu também tirei a roupa e entrei na banheira. Começamos a nos beijar de novo. Eu apalpava os seus seios enquanto ela tocava em seu pênis. Foi então que ela ficou de pé na banheira e apontou o seu pênis pra mim.

“Eu quero que você chupe meu pau dessa vez, seu safado.” Disse Karol, balançando ele pra mim.

“Sério? É que… Eu nunca fiz isso.” Estava bem nervoso em relação ao pedido dela.

“Relaxa, é só botar na boca. Vai, deixa de frescura.”

Ela empurrou a minha cabeça em sua direção e eu fiz o que ela mandou. No começou foi bem esquisito mesmo, mas depois eu fui me acostumando e comecei a chupar o seu pênis. Ela gemia enquanto eu sentia ele se enrijecer dentro da minha boca. Pensava que era assim que deveriam se sentir as garotas que me chupavam também, e era uma sensação muito boa.

Depois disso, foi a minha vez. Karol se ajoelhou do lado de fora da banheira e começou a me chupar. Ela era uma verdadeira profissional boqueteira. Sabia me chupar com perfeição. Beijava, lambia, me punhetava e colocava tudo dentro da boca fazendo garganta profunda.

Depois de uns 10 minutos, ela se virou, ficou de quatro e mandou eu ir com tudo. Meti dentro dela e fui socando com vontade dentro daquele cuzinho. Ela gemia alto cheia de tesão e pedia por mais. Eu só fazia o que ela mandava. Comer aquele cuzinho que se apertava todo no meu pau era delicioso.

Depois, fomos pra cama ela se deitou e eu comecei a fode-la por cima dessa vez. Socava a minha rola bem fundo dentro dela e ela estava adorando. Ela ficava tocando uma punheta enquanto eu fodia ela bem gostoso na cama. Depois, ela me pediu pra tocar uma nela, e foi o que eu fiz. Peguei no pau dela, que devia ter un 13 cm duro e bem fino, e toquei uma punheta pra ela enquanto comia o seu rabo.

Depois ela me pediu que colocasse a mão em seu pescoço e apertasse. Eu coloquei a minha mão direita em seu pescoço, ela fez uma cara de safada e começou a revirar os olhos enquanto eu apertava a minha mão no pescocinho dela. Ela pediu que eu continuasse e continuava tocando umazinha. Até que ela abriu a boca cheia de tesão, com os olhos se revirando e gozou. Deu uns três jatos em si mesmo, uma porra bem líquida e transparente.

Depois, foi a minha vez. Tirei o meu pau e mandei ela chupar e assim ela o fez. Ficou ajoelhada na cama enquanto me chupava. Eu rebolava socando o meu pau dentro de sua boca, estava praticamente fudendo a boquinha dela e ela deixava.

Até que coloquei o meu pau pra fora e comecei a bater uma, ela ficou alí com a boquinha aberta e a língua pra fora esperando eu jorrar o leitinho na boca dela. Eu gozei bem na sua boquinha e ela fez questão de engolir tudo. Depois, a gente deitou na cama e ficamos fazendo carinho um no outro, até irmos embora finalmente.

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