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Meu melhor amigo travesti (Parte 2)

Publicado em outubro 4, 2021 por Alesandro Pierinni

Continuando a parte 1… Acabamos a transa e fui tomar banho e ele veio em seguida. Tomamos banho juntos, até que foi gostoso o banho, terminei e saí, voltei ao quarto e sentei na cama e continuei no vídeo game, não demorou 5 minutos e ele veio para o quarto e deitou na cama, começamos uma conversa e ficamos por ali até o fim do dia.

No dia seguinte, eu estava sozinho em casa, de manhã cedo, deveria ser umas 9hrs, meus pais estavam trabalhando, o Eduardo chegou lá, eu estava na sala, estava calor e a porta estava aberta, no quintal havia um portão que fazia a travessia da casa dele pra minha, ele entrou, eu estava deitado no sofá vendo TV, ele sentou perto da minha perna, se curvou, puxou meu short e começou um boquete, meu pau estava mole, ele começou lambendo, meu pau foi ficando duro, começou a chupar e foi chupando e chupava muito gostoso e não aguentei, puxei ele, coloquei de 4 no sofá e comi o cuzinho dele, fui empurrando devagar, enfiei tudo e ele soltou um gemido, parecia uma mulher, aquilo me excitou, continuei metendo, me sentei no sofá e coloquei ele sentado no meu colo, colocou às mãos em minhas pernas e foi quicando, estava muito gostoso, eu estava com muito tesão, segurei a cintura dele com uma mão, com a outra segurei o pau dele, estava duro já, e comecei a punhetar, escutei ele soltando um gemido e depois senti na minha mão aquele leite quentinho escorrendo pelos meus dedos, aquilo me encheu mais ainda de tesão, segurei a cintura dele com as duas mãos e puxei pra baixo, enterrei minha pica todinha no cuzinho dele, soltou mais um gemido e não aguentei, gozei bem lá dentro. Ele saiu e foi para o banho, fiquei sentando uns minutinhos no sofá e logo também fui para o banho, ele estava lá ainda, entrei no box, abracei de por trás, ele se empinou todinho, ficando com a bunda no meu pau, segurei o pau dele e comecei a beijar o pescoço dele, ficamos ali naquela esfregação por alguns minutos até ele sair do banho e ir pra casa, acabei de tomar meu banho e voltei para o sofá.

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Estávamos procurando estágios na época, por conta da faculdade, passei a manhã e inicio da tarde fazendo isso pela internet. No meio da tarde me deu uma vontade absurda de transar, estava pensando algumas coisa em relação as transas que eu estava tendo com o Eduardo e isso estava me enchendo de tesão. Não estava mais me concentrando nas buscas, olhei pela janela e vi a tia Patrícia saindo, pronto, sabia que o Eduardo tinha acabado de ficar sozinho em casa. Fui para casa dele, passei pelo portãozinho no quintal e entrei na casa dele em silêncio, fui até o quarto dele, a porta estava entre aberta, olhei pela abertura e ele estava peladinho, estava escutando música, o som estava um pouco alto, tirei meu short no corredor mesmo, entrei bem devagar, eu estava imaginando tudo, com isso eu estava de pau duro, fechei a porta bem devagar e ele n percebeu, fui caminhando em direção a ele e o abracei pelas costas, ele tomou um pequeno susto, segurei meu pau e coloquei bem na entrada do cuzinho dele, fui empurrando, quando estava tudo dentro comecei a socar aquela bunda gostosa, comi ele ali em pé mesmo. Gozei bem lá dentro do cuzinho dele, que bunda gostosa, mas quando o Eduardo se virou ele ainda estava de pau mole, segurei o pau dele, apalpei e perguntei se ele tinha gozado e ele respondeu que não. Eu estava cheio de tesão ainda e passou pela minha cabeça em fazer ele gozar, pedi pra ele se sentar na beira da cama, ajoelhei na frente dele e ele já estava se estava se contorcendo, gemendo, pau dele e comecei a lamber o pau mole dele, fui lambendo, passando a língua na cabecinha, mamava, subia e descia a língua pelo pau todo, até que o pau dele estava durão, pau lindo. Comecei a mamar, lambia, chupava, mamava e punhetava ao mesmo tempo, chupava o saco, ele era todo depiladinho, até que ele começou a gemer mais, com isso fui mamando mais, pedi pra ele avisar quando fosse gozar, não queria que ele gozasse na minha boca, em nada adiantou, ele gemia mais e com isso fui chupando mais, fazendo coisas pra ele gozar logo, até que ele soltou um gemido mais forte e senti o pau dele latejando e o leite quente jorrando na minha boca, de novo ele segurou minha cabeça e foi gozando mais, fui cuspindo e chupando o pau dele, gemia alto e fui chupando e soltou mais um jato, continuei chupando e ele se retorcia. Levantei e fui pro banho, ele foi comigo, tomamos banho juntos e ele falou que gostou demais do meu oral, mas que queria muito comer meu cuzinho. Eu parei e fiquei pensando, eu estava com muito tesão ainda e perguntei a ele: “Você quer comer meu cú?” Ele ficou sem jeito, mudo sem ação por uns 10 segundos e então completei: “Então vou te dar hoje, vou te dar agora, vai indo pro quarto!” Ele riu e não acreditou e repeti pra ele ir pro quarto, que eu estava falando sério. Realmente eu não queria, eu nunca tinha tido relações homossexuais, muito menos alguém ter comido meu cú, mas estava com muito tesão e eu já estava tendo relações com ele há mais de 1 mês, criei essa coragem. Continuei meu banho, me preparei e voltei ao quarto, eu já estava pelado, deixei a roupa no quarto, entrei e vi ele deitado na cama esperando, segurou o pau e foi punhetando e me chamou: “Vem gostoso, deixa eu comer seu cuzinho!?” Respondi a ele rindo: “Vai devagar em, é minha primeira vez, estou seladinho pra você!” Ele tem um pau de 14cm, lindo, mas grossinho e eu era virgem, então fiquei apreensivo com isso. Comecei mamando o pau dele, deixei o pau dele durão, eu já estava cheio de tesão, mamei, chupei, lambi e olhando pra ele e mamando o pau dele perguntei: “Como você quer comer meu cuzinho?” E ele respondeu: “Pode ser de quatro?” Eu ainda mamando balancei a cabeça dizendo que sim, meu pau já estava muito duro só de pensar nele comendo meu cuzinho. Levantei e fui pra cama, fiquei de quatro, parecia uma puta e ele comentou: “Que bunda gostosa, que cuzinho apertadinho!” E ele veio, foi passando o pau pra cima e pra baixo pelo meu cú, até que ele parou e colocou a cabecinha bem na entradinha, foi empurrando devagar, senti a cabecinha entrando, ele gemia e ia enfiando, mas antes que ele continuasse, escutamos o portão da garagem abrir, era o pai dele chegando mais cedo, saí da posição e vesti minha roupa rápido e o Eduardo também. Pra disfarçar voltamos a jogar vídeo game, não demorou muito o pai dele chegou na porta e falou com a gente. O Eduardo ficou extremamente chateado, eu em certo ponto aliviado, mas sempre que pensava até onde chegou eu fico de pau duro cheio de tesão em fazer de novo. Terminamos de jogar e fui pra casa, ficamos nos falando por mensagens até dormimos. Pela manhã saí pra ver uns estágios, voltei no meio da tarde e na volta encontrei com uma amiga, a Amanda, (linda, baixinha gostosa demais, toda certinha, peitos não eram pequenos mas também não eram grandes, olhos azuis, cabelo loiro um pouco escuro, ela me dava um mole, as conversas com ela sempre iam para a parte da putaria, eu só não transava com ela porque ela porque um amigo tinha ficado com ela e gostava dela, mas ela não ligava pra ele) ela queria uns livros emprestados, ela fazia o mesmo curso na faculdade, porém em outra turma. O Eduardo nos viu entrando na minha casa, eu vi imaginei que poderia “dar merda”. Emprestei os livros a ela, ficamos conversando e por pouco não transamos, numa falta de sorte minha mãe chegou na hora, a Amanda foi embora e logo depois o Eduardo manda mensagem. Nossa relação estava como de namorados mesmo ele ficou chateado e falou que aceitou um estágio em Campinas, que ele não tinha aceitado antes por minha causa. Diversas vezes tentei falar com ele mas ele ignorava, não atendia às ligações. No dia seguinte vi ele saindo com malas e tentei falar com ele, liguei e ele não atendeu e assim ele foi pra Campinas. Ele já havia falado que queria ir pra lá por outros motivos, mas nunca falou quais. Passou algum tempo, acho que uns 6 meses e enfim ele respondeu uma mensagem minha, mas não estava a mesma coisa, nos falávamos muito pouco, sem detalhes, ainda mais que consegui meu estágio também, aí passamos a nos falar bem menos, quase nunca. E assim se passaram dois anos. Em breve conto o final dessa história na parte 3.

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