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Meu vizinho sacaninha

Publicado em março 5, 2020 por Pedro

Hoje tenho 17 anos, mas a história que vou contar aconteceu há mais tempo, quando eu tinha 13 anos.

Eu tinha acabado de me mudar para Juiz de Fora, em Minas. Eu era um garoto de cidade grande (nasci em São Paulo) e não fazia ideia de como seria a vida numa cidade menor no interior de Minas.

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Sempre gostei de praticar esportes, chegava a jogar bola o dia todo nas férias e fazia natação durante o ano. Nunca fui extremamente musculoso (especialmente nesta época), mas sempre estive em forma. A verdade é que eu era (e ainda sou) bastante tímido com as garotas. Todos os meus colegas de SP já tinham ficado com alguém, e eu, claro mentia dizendo que já tinha pegado algumas meninas, mas ainda era BV aos 13.

Confesso que, na verdade, não sentia muita atração sexual por ninguém. Eu queria mais era jogar bola mesmo, videogame, etc. Quando começaram as “festinhas” com meninos e meninas dançando, eu nunca me sentia tranquilo.
Eu achava umas meninas bonitas, mas (na época eu não percebi isso) também reparava em alguns amigos meus.
A verdade é que a puberdade tinha demorado a chegar para mim e eu, filho único, de pais separados e criado pela mãe, era muito mais inocente do que meus amigos.

Bom, mudamos para um prédio em JF. Era um prédio maneiro, com quadra de futebol, e foi nela que eu conheci os outros moleques da vizinhança. A molecada ia dos 10 aos 16 anos e tinha jogo todo dia na quadra do prédio.
Eu rapidamente me enturmei com todos, mas um moleque me chamou a atenção.

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O nome dele era Rafael, mas todo mudo chamava ele de Rafinha.
Rafinha tinha 12 anos, era uns 6 meses mais novo que eu. Mas alguma coisa nele me chamava a atenção. Sabe quando você vai com a cara de alguém, assim que conhece a pessoa, mas não sabe dizer porque?
Pois é, a verdade é que, além de muito gente boa, ele era lindo. Por mais que isso me fosse estranho, algumas vezes eu me peguei admirando o corpo dele quando jogávamos sem camisa. O mais interessante é que ele parece que também gostava de mim. Ele colou em mim rapidamente e logo, nós estávamos fazendo quase tudo juntos.

Um belo dia, ele me interfonou e me chamou para ir na casa dele, como fazia sempre.
Os pais dele estavam fora e a gente ia jogar videogame a tarde toda, pensei.

Quando ele abriu a porta, estava só de bermuda da escola e me recebeu com o sorriso de sempre. Fomos direto para o quarto dele jogar. Começamos a jogar FIFA, como sempre. A competição era acirrada, ele era o dono do videogame e era um pouco melhor que eu. Mas eu sabia jogar bem. A gente podia passar a tarde inteira só no videogame sem ver o tempo passar. Mas, desta vez, após cerca de uma hora jogando ele me disse:

– Cara, vamos jogar valendo alguma coisa?
– Beleza, mas o que? – respondi
– Ah, quem perder paga uma prenda
– Ok, mas olha lá hein!

Jogamos a 1a… e eu perdi. Confesso que fiquei com um certo medo do que viria como prenda. A gente era amigo, e claro que eu não ia fazer nada que não quisesse, mas também não queria ficar com fama de cagão. Olhei para ele já meio resignado com o meu destino e perguntei:

– Vai lá, me fala a prenda.
– Hahahhaha… sua prenda é… fazer um bunda-le-lê na janela – ele respondeu rindo
Eu pensei – Ah é? – e respondi – Beleza, mas só aceito prenda que você também topar se perder, valeu?
Era um jeito de fazer com que ele não pedisse nada absurdo.

– Combinado! – ele respondeu

O quarto dele não era muito grande, além da TV e do Playstation sobrava apenas espaço para a cama encostada na parede. Então, para cumprir a prenda, eu tinha que subir na cama do Rafinha.
E lá fui eu. Subi na cama dele, e com o vidro da janela fechado, rapidamente fiz um bunda-le-lê. Ninguém ia ver mesmo, estávamos no 7o andar.

O Rafinha fez uma cara como quem não acreditava naquilo, mas ria ao mesmo tempo. Ele se divertiu me fazendo pagar mico, mesmo que ninguém estivesse vendo.

Na 2a partida eu queria descontar, fiz questão de pegar o Barcelona (time que eu estava cansado de jogar), joguei como um louco, os dedos até doíam e, no final, eu ganhei. Que alívio! Que alegria! Que vontade de descontar nele!

– Ah, Rafinha, agora você vai ver! – falei rindo
– Olha o combinado hein! – ele respondeu
– Sem problema! Você vai subir na sua cama e fazer um “pirocóptero” para a janela. – sentenciei.
– Cê tá doido!? – dava pra ver que ele não esperava por isso
– Rafinha, combinado é combinado! E se você ganhar e me pedir isso, eu faço!
– Ok, mas vai ser rápido! – ele respondeu enquanto subia na cama

Eu fiquei ao lado dele fingindo que estava olhando para fora para ver se tinha gente vendo, mas de relance dei uma conferida no pau dele. Já estava meia-bomba.
Naquele estado, não era muito grande… mas também não era pequeno. Fiquei na dúvida se era maior que o meu. Ele girou o pau umas 3 vezes perto da janela e já subiu a bermuda novamente dizendo:

– Agora você vai ver!

Voltamos para o jogo, e eu ficando excitado, sentindo a adrenalina…o coração batendo mais forte.
Veio a 3a partida, ele marcou o 1o gol e, por mais que eu tentasse, não conseguia virar. Empatava e ele logo desempatava, no final… ele ganhou

– Ahhhhh Pedro! Seu sacana! Agora é sua vez! – ele disse rindo
– Beleza!

Já fui subindo na cama dele para chegar na janela, achando que era para fazer a mesma prenda que ele tinha cumprido, quando ele interrompeu.

– Só que quero diferente. Antes, fica só de cueca para fazer o “pirocóptero” – ele disse
– Cara, eu só fico de cueca se você ficar também. – respondi

Ele aceitou rapidamente, tirou a bermuda e ficou só de cueca branca. Bom, tirei minha roupa (fingindo que não queria fazer isso), fiquei de cueca, subi na cama dele e pus o pau pra fora, virado para a janela e de costas para o Rafinha. Mas não teve jeito, meu pau já estava durasso! Não tinha como fazer o pirocóptero.
O Rafinha, ao contrário de mim, não tinha ido ficar ao meu lado na cama. Então eu subi a cueca e virei para ele dizendo:

– Agora eu te detono! – eu vi que ele deu uma olhada na minha cueca armada, e eu também vi que o pau dele dava sinais de vida dentro daquela cuequinha branca. Meio excitado, meio sem graça e totalmente sem saber o que fazer eu disse:

– Bora pro jogo que vou te arregaçar agora!
– Há! Quero só ver! – ele desafiou

As prendas estavam ficando cada vez mais excitantes e eu fingia que jogava enquanto dava umas olhadas na cueca dele, tentando ter nocão do pau dele de novo. Acabei me distraíndo e… perdi a 4a partida.
Dei um suspiro! Eu queria mandar nele de novo, não o contrário.

– Fala Rafinha… e agora? – perguntei
– Deixa eu ver seu piru – ele me respondeu direto, na lata

Juro que senti minha pulsação acelerar.
Sem pensar 2x, baixei a cueca. Meu pau não era muito grande, tinha uns 13cm, mas estava duro com uma rocha e já estava babando. Ele deu um sorriso, ficou olhando, e disse.

– O seu tem uns cabelinhos em volta, o meu não.
– Deixa eu ver o seu agora? – eu pedi (como eu queria ver a pica lisinha dele direito!)
– Uai, mas eu não perdi a partida!
– Cara, a gente é amigo, você viu o meu… – eu disse
– Então tá! – ele respondeu e baixou a cueca revelando aquela pica linda. Fiquei impressionado, ele era mais novo e até menor que eu (eu tinha 1,77m e ele uns 1,60) , mas aquele piru liso devia ser do tamanho do meu.

Após os primeiros segundos de excitação, veio a vergonha. Eu fiquei sem graça primeiro e subi a cueca, ele fez o mesmo em seguida. Peguei o console novamente sentei na cama dele só de cueca, virado para a TV na parede oposta e falei:

– Quero minha revanche!
– Beleza! Mas você vai perder de novo, e aí eu quero ver!

Rafinha se sentou novamente ao meu lado, em cima da cama e cruzou as pernas de uma forma que a coxa direita dele ficou quase que toda em cima da minha coxa esquerda. Estávamos os dois, um pouco sem graça, mas excitados demais para parar a brincadeira.

Começamos a 5a partida, o jogo seguia frenético, mas desta vez ninguém estava conseguindo marcar gol. O tempo ia passando e nada. De repente, eu vejo o jogador dele avançando passando pelo meu time sem que eu conseguisse deter ele.

– Agora vc vai tomar um golaço! – ele ria
– Nem fudendo! – respondi

Eu tinha que parar aquilo, ele de fato ia meter um gol! Eu podia sentir.
Resolvi então avacalhar o jogo. Soltei a mão esquerda do meu controle e, sem pensar duas vezes, através do espaço que havia entre o cotovelo direito e a coxa direita dele enfiei a mão até chegar no pau dele. Dei uma apalpada bem gostosa no pau dele por cima da cueca, dando duas bombadas naquela vara adolescente dele.
Funcionou!

Ele se descontrolou e acabou chutando para fora!
Empate! Faltavam os pênaltis!

– Cara isso não vale! – ele reclamou
– Você que se distrai fácil.
– Não, não valeu! Eu ia ganhar! Você sabe disso!
– Tá bom, vai, você ganhou… manda a prenda.
– Bate punheta na janela – ele sugeriu
– Você tá louco? Isso demora, aí sim alguém pode me ver.
– Então bate uma pra mim.
– Beleza, deita na cama então. – concordei

Ele imediatamente deitou de costas na cama, ainda com a cueca branca, que agora já tinha uma visivel mancha de pré-gozo bem onde estava a cabeça do pau dele.

– Fecha os olhos e finge que é a Luana (uma menina gata da rua de quem ele gostava), combinado? – perguntei

Ele simplesmente acenou com a cabeça e fechou os olhos.
Nessa hora, eu estava explodindo de tesão. Ter o Rafinha ali, daquele jeito, de olhos fechados era muita tentação.
Ajoelhei na cama, aos pés dele, coloquei as palmas das minhas mãos nas coxas dele e fui subindo, sentindo sua pele, até chegar no elástico das coxas na cueca. Deslisei meus dedos entre os elásticos e a pele lisinha dele , coloquei os polegares por baixo do saco dele e puxei seu pau devagarinho com as pontas dos dedos.

Ai Luana! – ele gemeu baixinho

Tudo estava acontecendo dentro da cueca dele, e eu queria ver ele todo peladinho. Virei as mãos, ainda dentro da cueca, com as palmas para cima e comecei a puxar a cueca para baixo. Rafinha entendeu e levantou a bunda para a cueca descer mais fácil. Só que isso deixou ele com o corpo arqueado e a pica virada para mim, a centímetros do meu rosto. Meu pau estava latejando já!
Tirei a cueca dele e já tirei a minha também.
Voltei minha atenção para aquela pica e aquele saco que tinha apenas uma penugenzinha.
Com a mão esquerda, massageava o saco dele enquanto punhetava ele com a direita. Ele gemia e se contorcia levemente, como se o corpo dele não conseguisse lidar com o prazer. A cabeça do pau dele já estava ficando vermelha e eu já não me aguentava mais de tesão.

– Ah, foda-se! – falei alto para ele ouvir

Foi a última coisa que ele ouviu antes de eu começar a engolir o pau dele. Eu nunca tinha feito nada nem parecido com isso antes, meu coração estava a mil, mas o tesão era tanto que eu já nem raciocinava mais. Quando coloquei a pica dele na boca e comecei a mamar, aconteceram duas coisas:

Rafinha deu um gemido alto: – Peeeeedro!!

E eu descobri que o gosto de uma pica adolescente não era bom, mas dava pra levar.
Mamei como um bezerro e quando olhei para frente, lá estavam os olhos bem abertos do Rafinha. Era uma cara de êxtase e admiração, ele estava adorando aquilo. Ele colocou as duas mãos na minha cabeça e ficou acariciando, dizendo:

– Não para cara! Não para!

Eu sabia que ele não devia estar longe de gozar. Então parei de chupar. Eu não sabia se queria que ele gozasse na minha boca. E pior, se ele gozasse agora, depois talvez não quisesse retribuir. Quando parei ele me olhou sem entender e implorou

– Cara, por favor! Chupa mais! Faço qualquer coisa!
– Beleza, é sua vez então. Você me chupa e depois eu termino de chupar você.

Se qualquer um de nós tivesse falado isso no início da tarde, nada teria rolado. Mas à essa altura, estávamos os dois com os hormônios à flor-da-pele. Os dois loucos para gozar.

– Tá, então vamos juntos! Deita aí!
– Como assim? – respondi já deitando na cama
– Assim – ele respondeu deitando na direção oposta, ao meu lado, de forma que íamos fazer um 69 de lado.

Achei a ideia genial! Assim ninguém ficava sem boquete! Eu estava muito ansioso para ser chupado. Mas nada na vida teria me preparado para o que eu ia sentir quando ele pegou meu pau e colocou para dentro da boca. Aquela boca, molhada e quente, fazendo vai e vem no meu pau… entendi porque ele estava implorando para eu não parar. Fiquei com mais tesão ainda e abocanhei o pau dele. Não sei porque, mas agora eu queria colocar tudo para dentro, e coloquei. Ele gemia e eu mamava forte, quanto mais forte eu mamava ele, mais forte ele me mamava também. Estávamos os dois deitados de lado, um chupando o outro e cada vez mais descontrolados. De repente ele para de me chupar e eu só escuto ele falar:

– Fode minha garganta, Pedro!

Eu juro que quase vi estrelas nessa hora. Dei três estocadas na garganta dele e não aguentei mais, gozei forte enquanto ele usou as duas mãos para apertar a minha bunda fazendo com que cada centímetro do meu pau ficasse dentro da boca dele. Gozei, mas não parei de chupar e em menos de 10 segundos minha boca se inundou com a porra quentinha dele. Sem saber o que fazer com aquilo, engoli.

O mais irônico é que eu não era mais BV, só que não do jeito que todo mundo esperava.

Ainda vou te contar o que aconteceu logo em seguida e como está o meu relacionamento com o Rafinha hoje.

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3 - Comentário(s)

  • Victor 27/05/2020 17:42

    Cara continua pfv amei

  • Diso 30/03/2020 02:46

    Adorei me fez lembrar de minha adolecencia

  • Lucas 26/03/2020 09:00

    Adoro esses conto alguém p fazer Amor comigo adoro passivo meu zap é

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