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Corneado pelo pai – I

Publicado em fevereiro 5, 2022 por Helga Shagger

Meu pai Bruno foi morar conosco após a morte de minha mãe. Ele já tinha mais de cinqüenta e tantos anos. Minha filha Kelly de 14 anos quanto minha mulher Cátia, de 32 anos, o adoravam.
Ele era professor universitário, inclusive tendo dado aulas pra Cátia, na época minha noiva.
Meu pai sempre nos uniu e sempre soube com sabedoria lidar com nossas crises, muitas provocadas por minha mãe (que descanse em paz!). Ele sempre foi muito ligado a minha filhinha.
Enfim, para o que precisássemos, sempre chamávamos por super-Bruno!

Meu casamento tinha chegado ao ponto em que tudo se encaixava divinamente. Eu ganhava bem, Cátia trabalhava e ganhava tão bem quanto eu. Kelly, fora os rompantes da idade, era uma jovem encantadora, um pouco tímida porém.

Com a ida de Bruno, meu pai, pra nossa casa, eu e Cátia tivemos mais liberdade para sairmos e socializarmos mais.
Um dia perguntei a meu pai se ele sentia falta de minha mãe.
-Claro.- respondeu ele laconicamente- …já tenho uma namorada…mas ninguém substituirá sua mãe para mim!

Há três meses a foi a comemoração dos quinze anos de Kelly. O evento foi num club de golf, onde meu chefe era uns dos diretores. Em dado momento fui tomar um pouco de ar e admirar os amplos fields de grama bem amparada, embora já fosse por volta de meia-noite.

Nisso, vejo meu pai e minha mulher caminhando rapidamente em direção ao estacionamento, e me pareceu que eles iriam buscar o presente da Kelly, portanto só os fiquei observando.

De repente, minha mulher dando um passo rápido a frente e dando meia volta, suspende a mini-saia com as mãos mostrando que estava sem calcinha e abraça meu pai que de imediato passa o braço em volta de sua cinturinha e a beija na boca de lábios carnudos e semi-abertos!

Cheguei a me engasgar!! Minha doce esposinha, nas sombras do estacionamento se esfregando na virilha de meu pai enquanto se beijavam!!

Meu peito estava apertado e parecia que meu coração estava entalado em minha garganta, dificultando minha respiração, ou mesmo de articular qualquer ruído!
Então eles se separaram e parecendo que tudo já estava combinado, entraram no Jeep dele, que estava estrategicamente estacionado junto a um muro, facilitando assim a visão de quem se aproximasse normalmente.

No meu caso, eu fui atrás me esgueirando cuidadosamente até ficar a uma boa distancia entre os carros para observar o que estaria acontecendo.

Com os encostos dos assentos semi-abaixados e meu pai sentado no assento ao lado do motorista, onde minha mulher acomodada de joelhos e a voluptuosa bunda prensada na janela, abria a barguilha de meu pai, enquanto ele lhe beijava e acariciava os belos cabelos anelados!

– “Meu deus…Cátia e meu pai…são amantes!!” custava eu acreditar no que via.

Minha linda esposinha, de quem nunca percebi a mais leve insinuação para outro homem, que sempre fora a mim muito dedicada.
Não precisávamos fazer sexo tão constantemente e poucas vezes se disse indisposta!!
Sempre a deixei tomar a iniciativa nestas questões sexuais. E eu sempre lhe fui fiel!

“Não acredito!! Ela está chupando o pau de meu pai!!”

Eu via incrédulo o baixo-levanta manhoso da cabeça de minha mulher com os lábios circundando a maciça rigidez da rolona de meu pai!!

Isso foi uma das coisas que aprendemos juntos. Eu já tinha sido chupado por prostitutas antes de casar. Um dia Cátia me perguntou como era ser chupado e chupar o sexo um do outro!!

Parecia que Cátia gostava mais de me chupar do que ser chupada!
Talvez eu não soubesse fazer tão bem!!

Lá estava ela fazendo o mesmo com meu pai e com o mesmo gosto!!
Eu estava enraivecido e pronto a avançar e acabar com aquela traição!
Dupla traição por sinal!!

Mas o que eu poderia fazer? Bater em meu pai? Matá-lo? E o escândalo?
Pensando assim eu me controlava em não partir pra cima deles e arrebentar com tudo!!
Ao mesmo tempo toda a situação estava me excitando, e de repente me vi apalpando meu pau duríssimo enquanto via minha mulher colocar um ovão do saco de meu pai dentro boca e sugá-lo levemente!!

Eu não me aguentava de tanta tezão por ver Cátia boqueteando uma rolona, diga-se de passagem, mais grossa que a minha!!
Minha fúria tinha se dissipado e somente o tesão de ser traído tomava conta de mim como um novo vício que eu próprio desconhecia!!

Sim, parecia que aquela esposinha agradável, concordata e fiel não me interessava, mas sim aquela mulher fatal, dominadora…minha dona! Minha senhora!
Eu estava totalmente em êxtase por me encontrar com este novo sentimento que eu desconhecia em mim, ser traído! Ser corno!!

A tesão era tanta que me arrisquei, chegando mais perto, me esgueirando até ficar encostado a parte trazeira do carro. Eu só podia escutá-los.
“Me dá…todo…teu leitinho…Bruno!! Goza em…minha…boquinha vai…goza vai!!”

A voz de Cátia fazia meu pau dar pulos como se quisesse se arrancar de mim!! Literalmente e o segurava firme com minha mão como se isso fosse acontecer!

Os suspiros fortes de meu pai eram ouvidos enquanto Cátia fazia sons próprios de quem chupa alguma coisa com sofreguidão!
” Goza, vai! Goza…que eu quero sentir…o gostinho desse…mingauzinho!!”.

Aquilo era uma nova revelação pra mim! Eu nunca gozei na boquinha de Cátia!!
Eu pensava que ela acharia nojento! Eu próprio pensava assim!

“…e também não quero…que fique…escorrendo…de dentro…de meu cuzinho…quando voltarmos…pra festa!!”

O que estava eu escutando?? Minha mulher também dava o cuzinho?!
E pro meu pai!!

Eu ainda estava delirando com o que tinha escutado quando meu pai começou a balbuciar algo como “vou gozar!!” e começou a dar urros medianos enquanto soltava lavas de esperma dentro da boquinha de minha mulher, nora querida dele!!

Meu gozo foi tão intenso que uma rajada de esperma foi parar na janela do carro ao lado!!

Eu me controlei tremendamente pra não emitir nenhum som, enquanto os dois dentro do carro pareciam que estavam cantando ópera!

Minha mulher dava gritinhos de “mais” e “mais” enquanto meu pai arfava pesadamente!! “Norinha gostosa…minha…putinha…preferida! Chupa…chuuupa….maaaaais bezerrinha! Seca…seca teu…sogrinho…seca!!”. E minha mulher ainda com a rola endurecida respondia; “ Dá…me dá…mais, velho canalha…gostosão!”.

Alguns segundos depois, escuto a voz de meu pai.
“Agora vem…sentar aqui…aqui na minha rola…com teu anelzinho…vem…vem minha bezerrinha, vem!!.

Em seguida escuto movimentos e logo após um longo suspiro! Um longo suspiro de Cátia ao sentir a vara de meu pai deslizando pra dentro do cuzinho dela!!
“Assssiiiimm…velho sacana!!! Vai fundo…no cuzinho da…tua nora putinhaaaa….aaaahhh!!”

Meu deus!! Meu pau estava dando pulos de novo!! Meu coração se acelerava de maneira descontrolada! Eu achei que não iria agüentar outro gozo daqueles!! Eu ia ter um ataque!!

As vozes e os urros dos dois amantes me enchiam de prazer, mas era demais por aquela primeira vez!
Assim, ainda de pau duríssimo fui me esgueirando ainda escutando as vozes deles como uma sinfonia de saudação ao novo feliz corno que era eu!!

Três carros adiante, pouquíssimo se ouvia as vozes deles e num súbito ato de ousadia eu levantei a cabeça e olhei através das janelas de todos os outros carros a frente e pude apreciar minha mulher se sacudindo toda, agarrando a cabeça de meu pai entre os seios, entalada e rebolando com o pauzão dentro do cuzinho!!
Gozei novamente e bastante! Coisa que nunca tinha acontecido antes!!

Quinze minutos depois, já no salão, apareceu Cátia com o presente na mão. Ela me viu e me brindou com aquele sorriso maravilhoso!
Ela não percebia o quanto eu a amava mais do que nunca!!
Eu retribuo seu sorriso de puro contentamento e seus belhos olhos azuis faiscaram!

Eu sabia o que ela estava sentido. Tinha acabado de me trair com o sogro, sentido imenso prazer nessa pervertida baixeza, se extenuado em gozo com o macho que a tratava como santa e como puta e me vendo ali com aquele olhar de corno apaixonado!!

Por um momento, ao encará-la, me pareceu que Cátia ruborizava, enquanto baixava a vista com um leve sorriso nos lábios.
Será que ela ficaria feliz se soubesse que eu aceitaria esta nova condição de corno manso?!

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