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Violeta: A Cor do Desejo

Publicado em julho 11, 2023 por J. R. King

Durante as décadas de 1910 e 1950, era um hábito comum lésbicas presentearem suas pretendentes com violetas, indicando seus desejos sáficos. A tradição surgiu em referência a um poema de Sappho, em que ela descrevia a si mesma como uma amante usando guirlandas de violeta.

Lembrei dessa história quando vi o novo tom de cabelo de Heloísa, um violeta vívido que brilhava sob a luz do estúdio enquanto me maquiava. Ela trocava de cor quase toda semana, mas sua raiz era loura. Tinha olhos azuis, rosto redondo, lábios grossos, seios grandes e firmes.

Heloísa já chamava minha atenção há um tempo, mas com garotas, era sempre tudo mais complicado. O flerte ficava nas entrelinhas, na troca de olhares, nos toques “acidentais”, nas falas sugestivas. Assim como as garotas que presenteavam suas pretendentes com violetas, nós fazíamos tudo em segredo, deixávamos que as mensagens subliminares fizessem o seu trabalho.

O fotógrafo estava preso no trânsito, nos mandou mensagem dizendo que atrasaria mais de uma hora para chegar. Heloísa estava terminando de me maquiar, seu rosto bem próximo ao meu, seus dedos passando batom com delicadeza. Ela me fitava não apenas como uma artista observava um quadro, eu podia sentir isso.

A tensão sensual que nós tínhamos era tão intensa que parecia palpável no ar. Mesmo assim, íamos devagar em cada passo, como gatas brincando com sua presa, mas não sabíamos ainda quem era a presa de quem.

– Como vai sua namorada? – Heloísa perguntou.

– Não te contei? Terminamos há algumas semanas.

– Que pena, mas você vai arranjar outra pessoa rápido. Uma garota tão bonita assim sempre arranja.

 

– E você? Tem saído com alguém?

– Alguns encontros, alguns rapazes. Mas nada sério. O meu problema é que eu não sei se eu realmente quero um homem, todos parecem tão superficiais.

– Talvez seja a hora de novas experiências.

Ela não me respondeu, em vez disso, apenas deu um sorriso de canto de rosto, como se deixasse o seu desejo subscrito.

– Acho que acabei. Agora, o seu cabelo.

Heloísa começou a me pentear, desenhando com minhas mechas. Iríamos fazer um ensaio fotográfico para uma marca de meias-calças arrastão. Em certo momento, percebi que Heloísa não estava mais me penteando, mas me acariciando.

– Acha que eu me daria melhor com garotas? – Nossos olhares se encontraram no espelho.

– Claro que sim! Garotas são bem mais divertidas. A gente se entende melhor.

Ela deu outra risada. Suas mãos encontraram meu pescoço, os dedos percorrendo a lateral gentilmente, que me fizeram arrepiar.

– Adorei a cor do seu cabelo.

– Eu também, e o melhor é que ele parece bem mais sedoso. Sente só.

Ela aproximou o seu rosto do meu, deixando que eu tocasse em suas mechas. Foi minha deixa para segurar o seu rosto e virá-lo para mim, puxando-a para um beijo doce e delicado. Lentamente, ela foi cedendo, deixando que nossos lábios e língua se encontrassem por alguns instantes, até que nos afastamos.

– Me desculpe! Eu não consegui me conter!

Heloisa lambeu os lábios, saboreando o gosto que meu batom deixou nela. Ela sorriu novamente e disse:

– Não tem problema. Acho que você estava certa. Garotas são realmente mais divertidas.

Ela se afastou, fingindo que nada havia acontecido, voltou a pentear o meu cabelo. Meu impulso não deixou que aquilo ficasse apenas em um beijo. A puxei novamente e lhe dei outro.

Desta vez, foi mais intenso, mais carinhoso, mais delicioso. Minhas mãos seguraram em sua cintura. Ela estava em pé, enquanto eu, sentada, a beijava como uma reencenação do quadro de Gustav Klimt.

– Por favor, não. Vai borrar sua maquiagem. – Ela fez jogo duro.

– Deixa borrar, você refaz depois.

Me levantei, puxei ela de novo para um beijo, desta vez com as minhas intenções mais desenhadas. A empurrei até o balcão, fazendo cair seu estojo de maquiagem enquanto nos agarrávamos.

Minhas mãos percorreram seu corpo, até se encontrarem em seus seios, sentindo a firmeza deles em minhas palmas. Sua roupa justa já quase não cabia aquelas duas beldades, foi fácil libertá-los para acariciá-los com mais desejo.

Beijei seu pescoço enquanto me deleitava naquele corpo, esfregando minhas pernas na dela. Em seguida, beijei seus seios, sua barriga e fui descendo, arrancando dela alguns suspiros.

Puxei sua calcinha por debaixo da saia, levantando e revelando para mim o seu sexo. Seus lábios carnudos e rosados, cobertos por uma discreta penugem loura. Com meus dedos, abri o seus lábios para que pudesse lamber bem fundo, saboreando o seu mel. Ela acariciou meus cabelos com suas mãos outra vez, enquanto eu a levava ao prazer.

Nos deitamos então em um futon que havia no camarim, para continuarmos nossa aventura pelo corpo uma da outra. Heloísa arrancou minha roupa, foi deslizando sobre meu corpo até também ir de encontro ao meu sexo. Ela foi mais intensa, lambeu o anelar e o médio e enfiou dentro de mim, mexendo para um lado e para o outro, sentindo as paredes do meu fruto pulsarem ao seu toque.

Foram mais beijos, dedos e lambidas, por quase toda hora em que esperávamos, nos deliciando em um desejo que pareciamos almejar há muito tempo. Nos deixamos gozar, sujar o futon com nossos líquidos e nos regozijarmos em nosso prazer.

Quando o fotógrafo chegou, ele reclamou que eu ainda não estava pronta. Heloísa deu a desculpa que havia esquecido seu delineador em casa e teve que ir buscá-lo, que aceitou um tanto indignado.

Após o ensaio, saímos as duas para tomarmos um drink juntas, e terminar o que havíamos começado.

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