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UMA HISTÓRIA DE VIDA. ( A ) real. nomes trocados

Publicado em maio 11, 2024 por Laura

É uma história real, mesmo. Os nomes foram trocados……….

Nasci em uma espécie de comunidade, bairro retirado do centro da cidade, ali moravam, muitos trabalhadores, mas também muitos vagabundos, arruaceiros, drogados, bêbados, etc.

Quando eu tinha 13 anos, meu pai abandonou nossa família, eu tinha 2 irmãs menores, de 10 e 8 anos. Minha mãe sem nenhum estudo, desesperou-se, já fazia faxinas em algumas casas, aumentou seu trabalho e nós em casa, ficamos mais abandonadas ainda. Além de cuidas do nosso “barraco”, passei a cuidar de minha duas irmãs. Minha mãe logo arrumou um namorado, um desclassificado vagabundo, alcoólatra, mas que trazia um pouco de dinheiro para casa. Logo depois minha mãe, em uma das casas que fazia faxina, se deixou enganar pelo filho mais velho da casa e ficou com ele, ele dava dinheiro pra ela.

Aquilo era bom, mais dinheiro, mais que as faxinas, então ela aprendeu que usar o corpo era mais lucrativo. Passou a se prostituir, o então “namorado”, vagabundo e alcoólatra, um dia embriagado, matou minha mãe com facadas, dentro da nossa casa. Eu então com 14 anos, sem saber nada da vida, pedia comida nos vizinhos e cuidava das minhas irmãs. As coisas só pioravam, dia a dia.

O sapateiro, se mostrando condoído com nossa situação, passou a deixar alguns alimentos em casa, ele ( João ) , já homem de certa idade, casado, sem filhos. Eu ficava feliz, grata a ele pela comida que nos levava, deixava ele me abraçar, mas comecei a sentir algo nele, durante os abraços, eu sabia o que H e M, faziam, pq dava pra ouvir minha mãe as vezes com o namoradinho dela, não tinhamos portas, eram cortina de tecidos nas portas, e uma vez tinha visto o vagabundo , alcoólatra, nu , no quarto com a mãe, então eu sabia o que era aquilo que os H tinham.

A mulher do João sapateiro, trabalhava fora, ele ficava na salinha da frente da casa, onde atendia clientes e consertava as coisas de couro. Ele começou me pedir pra ir lá, pegar os alimentos, pq não podia deixar o trabalho. Assim passei a fazer, ele sempre que eu chegava e sem não tivesse ninguém com ele, levantava e me abraçada, daquele jeito. Um dia ele me fez sentar no colo dele, e passou a mão nas minhas pernas, subindo até a calcinha e ele estava excitado pq eu sentia que estava sentada em cima. Depois ele sentado pedia pra eu me aproximar dele, e botava a mão por debaixo do meu vestido, sempre indo direto na minha calcinha, ficava segundos esfregando o dedo em mim.

Foi avançando, já afastava a calcinha e esfregava o dedo na minha bucetinha, molhava o dedo na boca e voltava a esfregar entre os lábios e começando a forçar o dedo, eu sentia que ele entrava com o dedo, entre os lábios, forçando mais. Então um dia ele depois de tudo que fazia, abria a calça e tirou o pau pra fora, me segurando pelo braço, puxou minha mão, fez eu pegar e apertar, depois com gestos fez eu começar a masturbar ele, mas não chegava a gozar, parava antes, esfregava mais os dedos em mim, já na bucetinha e também algumas vezes no meu cuzinho, sempre fazia assim depois que molhava o dedo na boca. Lembro que eu sabia que era errado, que não devia fazer aquilo, mas confesso que me sentia mais adulta, mais importante e sempre ganhava mais alimentos, logo algum dinheiro.

Um dia então, quando cheguei lá, a porta estava fechada, ele me viu, me chamou para entrar pelos fundos da casa.

 

Entrei pela cozinha, fui até a sala da frente, onde ele tinha o trabalho dele. ele estava lá de pé, me esperando, me abraçou e se roçou, logo senti a coisa dele. Me puxou e fez eu de costas pra ele me debruçar sobre uma pequena mesa que tinha ali. Me debruçou e logo tirou minha saia, tirando minha calcinha, eu tentava sair, ele me empurrava de volta, “fica assim”, como se estivesse bravo. Os dedos começaram a ser esfregados em mim, tanto na bucetinha como no meu cuzinho, forçava nos dois lugares, na bucetinha eu sentia que entrava um pouco.

Foi então que senti o primeiro empurrão dele na minha bucetinha, tentei sair pra frente fugindo, mas não tinha como, ele me segurava forte pela cintura. Forçando, forçando, até que senti dor, ardência também, e então perdi minha virgindade. Ele entrou acho que com tudo que tinha, estava horrível a dor, comecei chorar, ele mando calar e apertou meu pescoço por trás, socou algumas vezes puxou pra fora, quando me largou cai sentada no sofá, e vi ele ali na minha frente se masturbando e gozando, cuspiu longe o gozo dele, só então foi que realmente vi o pau dele por inteiro, um horror. Ele tinha alí rolo de papel, tirou um bom pedaço me deu pra me limpar, o papel ficou com marcas de sangue. Me deu uma sacola com comidas e um dinheiro. “Vai direto pra casa agora, nunca fala pra ninguém o que eu fiz. Vem manhã…….

A história é longa e dolorida… sigo contando na próxima oportunidade …

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