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Contos adultos » Contos de incesto » Papai me ensina – Capítulo 3

Papai me ensina – Capítulo 3

Publicado em julho 19, 2022 por Guilherme

Depois de mamãe me fazer ter um orgasmo e eu chorar de tanta felicidade. papai vai me dar um exercício, e vamos descobrimos segredos sobre Agatha e sua mãe, espero que gostem desse conto também!
— vamos filha — gritou papai lá do quintal

— já estou indo papai— eu gritei do meu quarto.

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Eu estava terminando de pentear os cabelos, me olhei no espelho e me achei linda, eu estava com uma saia jeans e um cropped de manga longa preto e meu tênis ALL star branco favorito. Corri para o quintal onde estava o papai.

— que tal papai? — disse dando uma voltinha para ele

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— você está linda meu amor — papai me olhava e apontou minha saia — mas essa saia tá curta demais não acha menina?

Olhei para a saia que estava um pouquinho pra cima da metade das minha coxas, eu olhei para papai e ele estava ajeitando a rola na bermuda jeans que usava, ele também vestia uma blusa de manga comprida apertada no peito e nos braços.

— E essa blusinha aí não está muito apertada?— eu disse colocando a mão na cintura igual mamãe fazia quando questionava papai —Quer exibir esses músculos lindos por acaso?

— ok ok — disse papai sorrindo — cada um usa a arma que tem. Entra no carro.

Sentei no banco da frente e cliquei na localização que Agatha havia me mandado no whatsapp e abri o GPS, coloquei o celular no suporte para o papai seguir as instruções rumo a casa da minha amiga trans.

Papai olhava para mim as vezes enquanto dirigia e resolvi provocar ele, puxei minha saia um pouco mais para cima e abri um pouco as pernas, eu estava com uma calcinha de renda sem forro preta que deixava transparecer minha bucetinha lisinha e rosinha depois do orgasmo que mamãe havia me proporcionado. Papai me olhou de novo e começou a dirigir devagar e me olhou de novo eu sorri maliciosamente puxei mais a saia para cima deixando a calcinha toda a mostra e fingi pegar algo na minha mochila que estava no banco de trás, passei pelo meio dos bancos ficando com o bumbum empinado na direção do papai e pela primeira vez papai me deu um tapa no bumbum eu dei um gritinho e entendi porque a mamãe gostava disso, no começo doeu e eu massageia com a mão mas depois da dor inicial fica uma ardência um formigamento gostoso na marca da mão do papai, senti uma coceirinha na bucetinha e papai deu outro tapa onde não tinha dado ainda, dei outro gritinho e papai massageou com sua mão grande, ele puxou minha calcinha até as coxas e abriu meu bumbum e cutucou meu cuzinho com seu dedo e meu cuzinho piscou, como um alerta, papai tirou a mão da minha bunda e ouvi ele cuspir na mão e depois colocar seus dedos melados com sua saliva no meu cuzinho dando voltinhas aquilo me deu um tesão do caralho e voltei pro meu banco e fiquei de 4 pra ele com meu cuzinho empinado, papai pegou seu dedo indicador e começou a forçar pra dentro.

— relaxa filha — disse papai de forma sedutora, e a pontinha do seu dedo entrou e eu gemi, doeu um pouco, mas eu gostava de como a dor passava aos poucos e eu só sentia o prazer, o calor do dedo dele aquecendo meu corpo, papai começou um vai e vem devagar e eu comecei a brincar com meu clitóris aquilo era gostoso demais o dedo do papai me arrombando aos poucos. Ele colocou todo seu dedo que era comprido e senti cutucar fundo dentro de mim eu gemi e rebolei pra ele, a sensação daquilo me fazia mover os quadris querendo que ele enfiasse mais ainda, eu estava pegando fogo e meu corpo pedia por mais.

— que gostoso papai — gemi, eu estava quase gozando e papai parou — não para.

— calma garota — disse papai rindo — não seja afobada, aprenda a brincar mais antes de gozar.

— você é malvado — eu sentei e fiz bico de choro de brincadeira, olhei pra minha bucetinha e ela estava melada — olha como você me deixou, toda melada e na vontade.

Papai gargalhou e abriu o short e colocou seu pau maravilhoso pra fora, estava duro e cheio de veias, peguei na mão e era até pesado masturbei ele e coloquei na boca empurrando o máximo que eu conseguia pra dentro.

— oooooh — gemeu papai — depois eu que sou malvado. Vai babando o pau do papai, vou te passar um exercício, vamos chegar em 7 minutos, você tem quatro minutos pra sentar no meu pau e tentar enfiar no seu cuzinho.

— sério? — levantei a cabeça olhando para ele.

— começando agora.

cuspi na cabeça da rola dele e então subi no colo do papai, apoiando os pés no banco e uma das minhas mãos  no ombro do papai e a outra segurando seu pau era muito grande e grosso e eu sabia que ia ser difícil de enfiar no meu cuzinho virgem e jovem, mas eu ia tentar, apontei o pau do papai no meu cuzinho e sentei fazendo força devagar, e a cabeça da rola do papai começou a empurrar minhas preguinhas e abrir meu cuzinho e começou a doer eu parei.

Tentei mais algumas vezes rebolando e esfregando o pau dele no meu cuzinho, passei a minha bucetinha melada na cabecinha pra lubrificar e tentar enfiar aquela monstruosidade no meu buraquinho apertado que mal aguentava um dedinho agora, eu sabia e era impossível naquele momento mas toda aquela serração era gostosa demais o contato com a pele do papai, o cheiro dele me deixa com calor e minha bucetinha babava só de sentir a rola dele tão perto da entradinha para o paraíso.

— acabou o tempo — disse — guarda o pau do papai e se arruma.

— tá bom — obedeci, queria muito mais, mas a gente já ia chegar então eu vesti minha calcinha novamente ainda sentindo a ardência do tapa do papai, minha calcinha estava toda melada mas não me importei porque era por causa desse homem delicioso, baixei a saia e ajeitei os cabelos.

Chegamos ao destino e minha amiga já estava na frente de sua casa me esperando, o sorriso que ele deu quando me viu foi lindo de morrer. Corri e abracei ela com força e ela me devolveu.

— você não disse que sua amiga era Mariana Ruy Barbosa — disse papai se aproximando, parei para pensar e papai tinha certa razão, Agatha era ruiva natural com cabelos longos e ondulados até o meio das costas, a pele branquinha, olhos azuis e lábios rosas, ela era magra como eu só um pouco mais alta.

— E você não me disse que seu pai era o Cristiano Ronaldo — disse Agatha observando papai, ela passou seus olhinhos azuis por todo o corpo do papai, descendo o olhar mais vezes do que devia.— Sou Agatha, é um prazer conhecer o senhor.

— me chame de Cristiano, sim esse é mesmo meu nome. — disse papai sorrindo para ela e olhando nos olhos da garota.

— sim senhor — disse presa no olhar do papai, parecia quase hipnotizada.

— você me lembra alguém que conheci a muito tempo — disse papai, ele ainda sustentava o olhar da garota que estava corando.

— Agatha — fiz ela me olhar, se não ela ia agarrar o papai daqui a pouco — onde está sua mãe?

— Venham entrem — disse a garota abrindo o portão e entrando, fui atrás dela e papai atrás de mim e Ágatha gritou — mamãe!!!

Uma mulher apareceu na porta, ela parou de repente e falou surpresa.

— Cristiano!

— Bruna! — olhei para papai e ele parecia ainda mais surpreso ele deu um passo para trás e baixou os olhos até Agatha e se recompôs olhando a mulher ruiva de olhos azuis idênticos ao da filha, seus cabelos igualmente ruivos elas eram bem parecidas tirando que a mãe da Agatha tinha peitões de respeito grandes me deu uma invejinha boa, sua cintura era fina e seus quadris largos coxas musculosas, ela era mulher de academia e estava em plena forma, ela usava legging rosa que deixava a bucetinha dela bem marcada, senti água na boca, de repente a calça dela começou a molhar debaixo da sua bucetinha e ela colocou a mão na frente discretamente talvez papai e Agatha não tivessem percebido pois se olhavam. Aquilo estava ficando desconfortável para todo mundo, menos para a ruiva que parecia feliz em ver o papai, então resolvi quebrar o silêncio.

— vocês se conhecem?— Perguntei para o papai.

— sim nós éramos amigos antigamente — disse papai sério, olhando para Bruna. Algo na palavra “amigos” não estava certo.

— porque vocês não entram — disse bruna virando e entrando.

fomos atrás dela, ela subiu a escada para o segundo andar e disse para Agatha levar a gente para sala que já ia. Um minuto depois ela voltou vestida com um shortinho legging curto absurdo, que puta, ela queria seduzir meu pai? Senti uma coceirinha na buceta porque vi papai ajeitar a rola sentado no sofá enquanto observava descaradamente Bruna, olhando ela dos pés à cabeça enquanto ela desfilava até nós e se sentou no sofá à nossa frente.

— caramba a quanto tempo Cristiano — disse Bruna agora mais relaxada, papai pegou o celular e começou a digitar e ficou em silêncio voltei a olhar para a mulher ela era linda e seus olhos esquadrinhavam meu pai. Olhei para o ele e ele guardou o celular no bolso.

— desde que você fugiu Bruna— disse papai nervoso, olhando furioso para a mulher — sabia que você é procurada por sequestro? Falsificação de identidade?

— mamãe quem é Bruna? — perguntou Agatha confusa

— filha você pode levar sua amiga pra conhecer seu quarto — disse a mulher de forma autoritária.

Agatha estaqueou por um momento não falou nada e obedeceu pegando minha mão e me levando com ela, subimos as escadas e Agatha me mandou parar na base da escada e colocou o dedo nos lábios pedindo silêncio abriu a porta do quarto e fechou e voltou no sapatinho até a base da escada. E ficamos em silêncio enquanto escutamos a conversa deles e espiavamos pelas frestas.

A mãe da Agatha se levantou e se sentou no mesmo sofá que o papai.

— Antes de você fazer alguma coisa eu só vou dizer que voltei pra me redimir com você, cheguei a uma semana e estava tentando entrar em contato com você.

Papai estava muito nervoso olhando pra ela com fúria, e mesmo ele estando com raiva seu pau estava volumoso na bermuda e a mulher não parava de olhar.

— 10 anos — disse papai — Faz 10 anos Bruna, o que você fez com aquela cria…

— shhhhhh — a mulher colocou o dedo na boca do papai fazendo ele se calar, que filha da puta ela colocou a outra mão em cima da rola do papai e começou a esfregar sobre a bermuda — você ainda continua tão lindo e viril.

— porra e você continua uma psicopata — disse papai chegando a mão aberta bem perto do pescoço dela, Ágatha ia se levantar e eu segurei ela dizendo que ele não ia machucar ela — se você fosse a porra de um homem eu ia te encher de porrada.

Bruna era inabalável e ver papai furioso com ela parecia agradá-la, ela sorriu para ele mordendo os lábios e subiu no colo do papai deixando seu rabão maravilhoso a mostra para mim.

— Eu quero que você use todo esse ódio e me foda com esse pau maravilhoso — disse a mulher se esfregando no colo do papai, e a coceirinha na minha bucetinha apareceu novamente e eu coloquei a mão no meu clitóris, Agatha me observou e sorriu para mim ela gostava do que via. — use essa fúria e me foda sem dó, eu sei que você quer descontar sua raiva em mim, mas não vai me bater por ser mulher, a não ser que eu permita que você faça qualquer coisa comigo.

— eu devia — o papai tentou falar mais a Bruna tapou sua boca de novo.

— eu permito que você faça o que quiser comigo enquanto me fode — disse a mulher manhosamente — sem palavras de segurança só faz o que quiser, eu permito, me machuca.

— meu pai vai acabar com sua mãe — sussurrei para Agatha e ela riu, ela estava de vestido preto e estava agachada do meu lado e podia ver sua calcinha branca e tinha um volume pequeno ,seu pau devia estar duro fiquei curiosa queria ver.

— você é louca — disse papai

— você sabe que sou — disse ela tirando a blusa e mostrando seus peitos para o papai e falando de um jeito manhoso novamente — você lembra quantas vezes já gozou nos meus peitos enquanto eu fazia uma espanhola e chupava a cabecinha desse pau gostoso.

Agora papai pegou ela pelo pescoço de verdade e Agatha quase se levantou de novo e eu a impedi.

— sua mãe deixou — sussurrei para ela

— mas…

— meu pai vive espancando a bunda da mamãe e ela adora, sua mãe parece bem pior que a minha e papai não vai machucar mais do que ela aguentar, eu juro eu mesmo irei lá se ele não parar se ela pedir.

— mas…

— sexo tem um pouco de violência também, calma — sussurrei para Agatha, ela era bem inocente dava para ver — você tá de pau duro amiga isso é um bom sinal, confia na sua rolinha igual eu confio na minha bucetinha quanto tenho uma coceirinha.

— como você sabe dessas coisas Feh? — ela sussurrou e eu fiquei constrangida, ela com certeza me via como uma safadinha agora. Olhei para a cena na sala.

— eu vou fazer você pedir arrego sua puta — papai deu 3 tapas na cara de Bruna. Agatha se levantou e eu agarrei ela pela cintura e fiz ela sentar no meio das minhas pernas e envolvi a garota com força tapando sua boca

— hmmm, que delícia — gemeu manhoso Bruna e Agatha olhou para a mãe incrédula — dá mais 3 do outro lado, por favor.

Ela implorou de um jeito que eu teria esbofeteado ela só pra deixar ela feliz minha calcinha começou a melar quando papai deu 3 tapas de respeito na mulher e ela gemeu gostoso. Tirei a mão da boca da Agatha e relaxei as pernas, ela não se moveu ficou ali mesmo observando a mãe sendo massacrada. Papai pegou a mulher pela cintura e a empurrou pro lado em cima do sofá, ele colocou a mão no short dele e começou a rasgar tudo, ela já estava sem calcinha, já estava mal intencionada, a bucetinha dela era branquinha e estava melada ela estava depilada mas conversou um bigodinho do Hitler na testa da buceta, papai pegou os pelos e começou a puxar com força e a mulher gemia gostoso, ela claramente adorava apanhar, papai deu 3 tapas com força na buceta dela deixando tudo vermelho

— aaaaahummm, que delícia — gemeu a ruiva com um sorriso no rosto olhando a cara séria do papai.

Papai tirou a sua rola monstruosa e veiuda pra fora e pegou Bruna pelo cabelo com força, puxando ela pra fora do sofá e dando 3 tapas na cara dela de novo.

— ajoelha puta — mandou papai e Bruna não obedeceu, então ele pegou ela pelo pescoço e ergueu fazendo ela ficar de joelho enquanto ela olhava com brilho nos olhos para o homem furioso que a dominava. Mais três tapas e ela gemeu — abre a boca.

Agora ela obedeceu, e papai colocou seu pau duro na boca dela e começou a empurrar e não parou até todo seu pau estar dentro da garganta, e ficou ali parado enquanto a ruiva engasgava e salivava, papai começou a foder a garganta dela com força empurrando e tirando sem dó. Papai pegou o nariz de Bruna e segurou com dois dedos tapando sua respiração enquanto fodia a boca dela, seu rosto estava vermelho e apareceram veias na testa dela, ela fez um carinho nas coxas do papai e ele tirou o pau pra fora da boca dela ela respirou fundo duas vezes e papai empurrou o pau na boca dela de novo segurando a cabeça dela com as duas mãos agora e fodendo sua boca com velocidade enquanto a ruiva engasgava e salivava sobre seus peitos e escorria sobre seu abdômen, papai tirou o pau pra fora e deu 3 tapas na cara da mulher, seus olhos lacrimejavam mas ela sorria amando tudo aquilo.

O rosto do papai era a máscara da selvageria, ele era um homem diferente agora. Ele pegou os cabelos ruivos da mulher e puxou fazendo ela ficar de pé e olhou nos olhos dela, ela tentou beijá-lo e papai deu outro tapa no rosto dela, ela voltou a olhar para papai sorrindo

— você conseguiu machucar minha garganta — disse ela rouca e feliz.

papai pegou ela pela nuca e levou ela até o sofá fazendo ela ficar de 4, a bunda branquinha da mulher ficou instantaneamente vermelha quando papai deu seu primeiro tapa, ele nunca bateu na mamãe daquele jeito, Bruna deu um gritinho e contraiu os glúteos e depois voltou a empinar o rabo pro papai igual uma cadela, e papai deu outro tapa igualmente forte do outro lado, ela deu outro gritinho e massageou a bunda choramingando dessa vez.

— seu bruto — ela disse manhosa — quero mais!

Olhei para Agatha que estava sentada no meio das minhas pernas, ela olhava a cena toda da mãe sendo dominada com o pau na mão agora, olhei por cima do ombro dela e vi a rolinha dela bem branquinha com a cabeça rosinha era pequena e fofa me deu vontade de chupar, Ela fazia movimentos lentos para cima e para baixo se masturbando mas não interrompi a garota ela estava gostando  do que tava vendo e eu também.

Papai deu mais alguns tapas na raba dela e abriu sua bunda deixando seu cuzinho rosa à mostra e deu 3 tapas nele, papai pegou os braços dela e colocou na bunda e ela abriu a bunda pra ele. Ele apontou sua rola toda babada com a saliva da ruiva no cuzinho e empurrou com força e ela empinava a bunda com cara de dor, então a cabeça da rola passou e papai enfiou tudo até o talo de uma vez só, a ruiva gritou de dor dessa vez, mas não mandou parar só ficou ali parada aguentando enquanto papai bombava sem dó essa puta.

— machuca, filho da puta — gemeu Bruna com cara de dor — machuca, machuca. Aaaaah que pau grosso tá me arregaçando hmmmmmm, que delícia

Papai ficou 5 minutos bombando na mesma velocidade enquanto espancava a bunda da mulher e ela choramingava manhosamente.

Agatha na minha frente tapou a boca e começou a contrair o corpo encostando as costas no meu peito e vi o pauzinho dela gozando jogando seu leitinho pra cima e caia no seu umbigo em cima do vestido enquanto segurava com força, ela gemeu gostosinho e olhou nos meu olhos.

— que delícia amiga — sussurrou ela — seu pai é tão gostoso

Eu sorri para ela e continuei olhando papai fodendo a ruiva, o corpo de Bruna começou a tremer, ela estava gozando mas papai não parou de foder ela, ele pegou ela pelo cabelo e puxou fazendo ela se curvar mais empinando seu rabão que estava todo vermelho, tinha até uns roxo também, papai não teve dó dela, ela ia ficar alguns dias com a bunda ardendo certeza. Que disposição o papai tinha ele estava todo suado e o cheiro daquela sala estava exalando sexo, ele parou e tirou o pau de dentro dela, vi seu cu todo arrombado, meu deus que cena linda.

Papai puxou ela pelo cabelo e colocou ela de joelhos de novo, o rosto de Bruna estava vermelho e feliz, papai deu mais um tapa e abriu a boca dela de novo e começou a foder sua garganta sem dó levou um minuto pro papai gozar, ele gemeu gostoso e empurrou o pau todo na garganta da ruiva e deixou ali parado dando seu leito até acabar.

Ele tirou o pau da boca dela e Bruna respirou com força e ofegante. Papai sentou no sofá todo suado e lindo.

— cadê meu filho Bruna — grutou papai, e eu arregalei os olhos, papai tinha mais um filho? Eu nunca soube disso — você sumiu com ele a 10 anos e nunca mais soube de vocês. Porque diabos você fez isso?

— sua filha você quer dizer — Agatha enrijeceu ao ouvir o que a mãe disse.

— Ela era aquele menininho de 1 ano que você roubou de mim? — papai começou a derramar lágrimas, e entendi porque papai tinha transado com ela, ele só queria machucar ela de alguma maneira.— você me roubou 10 anos com minha filha sua puta, porque? Caralho fala alguma coisa!

— eu estava com problemas e a gente estava separado a algum tempo naquela época — disse Bruna rouca — eu tive que sair do país se não iriam me matar.

— eu falei pra você que se não parece enganar as pessoas isso ia acabar acontecendo, foi por isso que a gente se separou, você é uma psicopata, estelionatária, eu devia chamar a polícia e te denunciar agora.

O celular do papai tocou e ele pegou, viu uma mensagem e se levantou e se vestiu. A gente não precisava escutar mais nada, já tínhamos entendido a situação,  Peguei a mão de Agatha e a fiz levantar em silêncio e a levei em direção a porta que ela tinha aberto e fechado antes, abri devagar e entramos. Agatha estava quieta e mais pálida do que o normal, eu a levei até a cama e fiz ela sentar, ela me olhou nos olhos.

— você é minha irmã — ela disse e eu sorri para ela, ela riu, na verdade ela gargalhou e começou a pular — eu tenho pai.

Então a porta do quarto se abriu, mas não era nem Bruna nem meu pai, era minha mãe.

— E aí meninas — disse ela sorrindo e entrando — acho que vamos mudar os planos, o Cristiano vai cuidar de umas coisas com a sua mãe Agatha e eu vou sair com vocês hoje.

— que tal a gente só ir pra nossa casa mãe — eu disse — a gente escutou a discussão deles.

— qual parte? — mamãe perguntou

— A gente sabe que a Agatha é filha do papai. — eu disse logo pra cortar o mal pela raiz.

— Eu sei querida seu pai me contou a muito tempo atrás que tinha um filho que foi sequestrado pela mãe — disse mamãe, ela não parecia chateada nem nada, sorriu para Agatha de forma gentil e se sentou na cama de frente para ela— é um prazer conhecer você finalmente, seu pai me falou muito de você durante todos esses 10 anos, ele sentiu muito a sua falta lembrou de todos os seus aniversários e sempre acreditou que um dia vocês iam se ver de novo.

— Ele nem se importou que eu não era mais menino. — disse Agatha chorando, ela devia ter mil coisas na cabeça.

— ho querida — disse mamãe abraçando a garota — mas isso não é ruim, só quer dizer que ele te aceitou já.

— E.. e.. eu sei — soluçou ela com a cabeça no peito da mamãe ela respirou fundo — mas minha mãe me disse que a gente fugiu porque meu pai não me aceitava assim, eu já sabia que era menina desde os 2 anos e  eu tenho ciência disso e alguns anos depois quando eu perguntei para mamãe sobre meu pai e ela me contou que ele não aceitaria ter uma filha como eu que nem era uma menina de verdade. Eu me senti mal por anos.

Agatha chorou, e mamãe ficou abraçada nela, seu rosto demonstrava raiva pela mulher ruiva lá em baixo, papai tinha mesmo razão ela era uma psicopata e ludibriadora, havia enganado a própria filha por 10 anos e que mais traumas essa mulher já não deve ter causada nela.

— vamos pra casa mamãe — eu disse me levantando — venha irmã.

Ela me olhou com seus olhos azuis vermelhos cheios de lágrimas até assim ela era linda, ele pegou minha mãe e se levantou, descemos as escadas e olhei para sala mas papai e Bruna não estavam lá.

— onde eles estão? — perguntei para mamãe e ela olhou para Agatha.

— Agatha talvez você não veja sua mãe por algum tempo.

— porque? — disse Agatha com os olhos arregalados

— sua mãe tem que pagar pelos crimes que cometeu — mamãe disse de forma séria, como um corte, não tinha outra maneira de dizer isso —principalmente os crimes que cometeu com você querida. Ela te roubou do seu pai, mentiu.

— Eu sei que ela não foi a melhor mãe e nem a mais carinhosa, mas ainda sim é minha mãe. — ela pensou por alguns segundos e disse — Está tudo bem, eu já sabia que algo assim ia acabar acontecendo um dia ela sempre está com problemas, Fugindo, enganando…

— vamos — eu disse para ela, puxando ela para fora daquela casa

Espero que tenham gostado do conto leitores ávidos,estou tentando colocar mais emoção a cada capítulo, particularmente adorei esse. E por favor leiam em sequência os contos são numerados por capítulo, e é importante que vocês entendam o que está acontecendo na trama dessa família safada!

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1 - Comentário(s)

  • Beatriz Gonçalves 21/07/2022 16:50

    Adorando esse conto , poste mais !! Será que o Pai conseguirá continuar ensinado a filha agora sabendo que tem mais uma?? Ansiosa por mais !!

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