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O dia em que virei putinha de negrão, e amei!!!

Publicado em abril 12, 2020 por Marcelo

Eu o David crescemos juntos no mesmo prédio e éramos inseparáveis na infância. Jogávamos futebol, empinávamos pipa e fazíamos todas as outras brincadeiras que dizem ser típicas de meninos. Quando tocava a campainha do apartamento dele e a mãe dele atendia, a dona Rosana o chamava gritando: “David, é o seu amigo branquelo”. Eu dava risada. O tempo passou e o David começou a fazer mais sucesso com as meninas do bairro, enquanto eu fiquei mais na minha. Eu só gostava da Renatinha, mas apenas como amiga. Desconversava quando o assunto era sexo, pois não tinha coragem de assumir minhas recaídas. Além de legal e engraçado, achava aquele negro simplesmente fabuloso. Sonhava com ele me beijando e fazendo amor comigo, mas continha o meu tesão perto dele.

Depois de um tempo sem nos falarmos, voltamos a conversar falar como antigamente. Aconteceu de repente, em uma sexta-feira, quando o interfone tocou e ele me convidou para descer e ver televisão, só para passar o tempo. Os convites continuaram, sempre no apartamento dele. Ríamos bastante em qualquer filme, mesmo sendo drama, fazendo chacota com os personagens ou tentando adivinhar a parte final. O David não me pressionava mais perguntando se eu estava namorando, e também não tentava mais me indicar para uma de suas amigas. Tinha ciência de que ele só queria a minha companhia nas tardes vazias. Mesmo assim, eu adorava ouvir suas histórias amorosas, e ele adorava conta-las. Suas garotas eram, a maioria delas, branquinhas como eu. Me imaginava no lugar delas na cama.

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Certa vez, durante o intervalo comercial, ele saiu do banheiro e fui flagrado mirando diretamente o volume de sua bermuda. Disfarcei desviando o olhar para a tevê, e ele perguntou se eu queria ver o membro dele. Dei risada e falei que não, mas ele abaixou a bermuda mesmo assim.

– Olha para cá, Marcelo!

Distraído e ainda sorrindo, virei o rosto sem imaginar que avistaria aquele cenário tão belo e grandioso. Meus olhos brilharam.

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– Quer chupar, veadinho?
– Você é louco!?

Contra a minha própria vontade, voltei meus olhos para a tevê. Achei que fosse só zoeira, mas percebi que ele falava sério.

– Eu sei que você gosta. Sou seu melhor amigo, não sou?
– É, mas…
– Vem cá, Marcelinho! Vai me deixar aqui passando vontade?

Extremamente envergonhado, hesitei por alguns segundos. Ai, que tentação! – eu pensava. E o David insistia, falando de forma afetiva para me fazer derreter.

– Não precisa ter medo. Pode vir que eu deixo.

Tímido como sempre, respirei fundo para me acalmar. Mordi meu lábio inferior ao vê-lo parado lá de pé, e fui me aproximando do garotão bem dotado. O pintão do David era bem maior que o meu. Era forte e bonito, assim como ele.

– Tira a roupa, fica peladinho para mim.

Obedeci com receio. Quando arriei a calça jeans junto com a cuequinha vermelha, ele deu um risinho que me deixou um pouco sem graça.

– Tava só brincando, não precisa se acanhar. Eu sou seu amigão!

Sei que foi provocação, mas não liguei. Nossos pênis desproporcionais ficaram frente a frente, ambos já se dilatando de sangue, ousadia e diversão. Uma excitação proibida em muitas amizades, mas nosso atrevimento foi mais além.

– Mostra o seu bumbum para mim, Marcelo.

Já estava mais tranquilo naquela brincadeira. Virei e dei uma empinadinha com as pernas bem juntinhas, para valorizar o volume das minhas nádegas brancas. Ele veio ao meu lado encostando seu pênis envergado para baixo em minha cintura, e ficou me alisando de leve. Aí meu coraçãozinho disparou, minha timidez foi embora e me soltei de vez.

– Que bundinha bonita você tem, hein! É toda fofinha.
– Você quer?

Minha voz já era mais fininha e manhosa àquela altura.

– Só quero que você mame na minha pica. Já fez isso antes, né?
– Já. Só tive um namoradinho, mas chupei ele bastante!
– Quem é ele?
– Você não o conhece. É lá do colégio, mas terminamos faz uns dois meses.
– Ah, bom.
– Ficou com ciúmes, é?
– Fiquei sim. Quero ver o que você sabe fazer então.

Manejei suavemente seu pênis, fazendo carinho de amigo, mas o David não queria perder tempo. Colocou suas mãos em meus ombros e empurrou com força para baixo. Já agachado, segurei na cintura dele fiquei de cara com o pirulão dos meus sonhos. Ele então tirou a camiseta e bateu uma punheta hipnotizante. Parei e fiquei só olhando, impressionado. Que corpo, que braços, que peitoral, que rola! Ficou toda ereta na minha frente. De tudo que me veio à cabeça na hora, resumi pronunciando apenas uma palavra:

– Nossa!

Convencido que só ele, o David continuou se gabando.

– Você já tinha visto um deste tamanho de perto?
– Nunca.
– Então chupa, veadinho!

Eu beijava, passava os lábios e a língua pelos lados e lambia por baixo. Tinha que caprichar, pois era uma chance imperdível e poderia ser única. Sorri para ele com olhar de sedução e desejo, e voltei ao batente, mas já caindo de boca no meu melhor amigo. Ele acariciava meu cabelo e eu deslizava minha mão direita no peito dele. Enquanto meus lábios e minha língua umideciam aquela rola preta maravilhosa, senti meu corpo inteiro arrepiar. Fechei os olhos e mostrei serviço no boquete.

Chupava com paixão. Meus lábios transmitiam calor e prazer, e o barulhinho gostoso de boquete só aumentava. Quando a coisa foi esquentando mais, ele simplesmente empurrou minha nuca com força para junto dele, e começou a foder minha boquinha com vontade. Abri bem e resisti o máximo que pude pensando em satisfazê-lo. Que rola! A cabeça batia na minha garganta sem parar, e tive que pedir arrego. Com fôlego retomado e cheio de tesão, continuei boqueteando a pica do negrão. Ele exalava cheiro de homem, que eu sentia intensamente vindo de seu púbis semi aparado. Na segunda engasgada, ele afastou minha cabeça para trás e despejou o primeiro jato, na minha cara, batendo punheta e segurando-me pelos cabelos. Além da felicidade explícita, meu rosto era uma mistura de baba, suor e gozo, tudo escorrendo ao mesmo tempo.

– Você gosta de pica de negrão?
– Gosto.
– Um pouquinho ou muito?
– Eu amo!
– Então chupa mais!

Com a cara toda gozada, voltei para aproveitar o máximo do pirulão dele. Usei a ponta da língua para explorar a parte inferior da cabeça, pois sei que é uma parte extremamente sensível e estimulante. Chupei mais um pouco bem devagar, emitindo gemidinhos de paixão. Ele suspirava e demonstrava claramente que estava gostando, e isso me motivava demais. Após acelerar o ritmo, o pintão dele se encheu novamente de força e meu objetivo foi alcançado. O David me deixou livre para chupá-lo dessa vez, e fiz com bastante intensidade. Então veio o golpe final. Tirei da boca, enchi o peito de ar e enfiei até o limite da minha garganta, apertando forte sua bunda musculosa com minhas duas mãos bem abertas. Quem diria que conseguiria fazer um negrão daquele ser emocionar até ejacularmos juntos. A porra dele era densa e gostosa. Engoli com todo o amor do mundo, tossindo, babando e todo descabelado. Já meu gozo espirrou longe no chão da sala. Ainda fiquei de boca aberta por um tempo, recuperando o fôlego. O safado bateu com a pica lambuzada nos dois lados da minha face. Olhei-o de joelhos e fiz biquinho de menina feliz.

– Você quer ser minha putinha de hoje em diante?
– Eu adoraria.

Só minha alegria já respondia aquela pergunta.

Ganhei um beijo na bochecha de despedida. O elevador chegou alguns segundos depois com a mãe dele dentro. Por pouco não enfartei, mas mantive a serenidade. A dona Rosana passou ao meu lado me cumprimentando, estressada como sempre. Retribui respeitosamente e entrei, rumo ao meu andar. Mal sabia ela o que o David e eu tínhamos acabado de fazer, e o que voltaríamos a fazer em outras oportunidades.

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1 - Comentário(s)

  • CRT 26/05/2020 01:06

    Gostei queria eu sentir uma pica dessas no meu cu, adoraria...

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