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Apaixonado pelo melhor amigo (Primeira parte)

Publicado em março 27, 2021 por Leandro Gomes

Eu tinha 17 anos no ano de 2001. Um ano antes, tinha terminado o ensino médio e agora me preparava para o vestibular. Queria muito passar e me mudar daquela cidade. Já não fazia mais sentido continuar ali, pois parecia que tudo que tinha sonhado se tornaram como um castelo de areia levado pelas ondas do mar.

Meu nome é Leandro e hoje tenho 36 anos. Sou negro, com 1.71 de altura, 80 kg, corpo malhado, tenho cabelos crespos, mas sempre em corte baixo, olhos castanho-escuros, lábios delineados, nariz mais fino em vista dos membros da minha família; pelos no peito, que raspo de tempos em tempos.  Quando tinha 11, eu estava na 5ª série. Na época, eu era magrinho, usava meu cabelo estilo “surfista” (máquina 1.5 na parte de cima e 1 na parte de baixo); talvez pela magreza do rosto, as minhas orelhas se sobressaíam, e eu ficava com “orelhas de abano”.  O ano letivo começou e eu todo empolgado para conhecer a turma e os professores novos. Me sentia mais crescidinho porque agora estava na quinta série. Passaria a estudar matérias mais “importantes” e difíceis que até a quarta não tínhamos. Lá estava eu na sala de aula e a professora se apresentando e depois pedindo para cada aluno fazer o mesmo. Todos fizemos. “Sou fulano, moro no bairro tal e vim da quarta série com a professora tal”.

Ao passar dos dias, como é normal, começamos a nos enturmar e, desde a apresentação do primeiro dia, notei que um dos alunos tinha vindo de outra escola e morava no mesmo bairro que eu. Porém, a minha casa ficava antes da dele e por isso ele ia de ônibus. Pra mim, ir de ônibus pra escola era um luxo, ao qual eu não podia desfrutar. Mas esse garoto, o Júnior, pegava o busão. Achei ele meio metidinho a rico por isso – coisa de criança que não foi acostumada a muitos “luxos”.

Na época, Júnior, apenas dois meses mais velho que eu, era gordinho, cabelos crespos, pele parda, rosto oval, lábios grossos, olhos castanho-mel, algumas espinhas no rosto, mostrando o início da puberdade; estava sempre sorridente e brincalhão, fazendo piada de tudo e de todos – algo com o qual me identifiquei. Depois de algum tempo, ao nos aproximarmos, ele passou a ir embora comigo depois da aula. Não demorou e estávamos marcando horário de ele me chamar em casa para irmos para a escola também. Assim começou a nossa amizade. A partir daí estávamos sempre juntos, sentando próximos na sala, brincando na hora do recreio.

Passou a quinta série, veio a sexta, e agora estávamos na sétima. Tínhamos entre 12 e 13 anos, e dupla Júnior e Leo eram como unha e carne. Nesse ponto, a gente já frequentava a casa um do outro. A família dele gostava de mim, principalmente a mãe, que me entupia de comida, mesmo eu recusando por já estar cheio. Uma jovem senhora muito simpática e engraçada. A essa altura, o Júnior já não era mais gordinho. As mudanças físicas da adolescência apareceram primeiro pra ele e levou seus quilinhos extras e o encheu de mais espinhas e de alguns pelos ralos no rosto. Eu e a maioria dos outros meninos da turma ainda tinham cara de criança, de pré-adolescente no máximo, com suas vozes variando de tom o tempo todo. Mas o Júnior já parecia um rapazinho. E eu comecei a notar essa mudança, que fez mudar algo em mim também: o que sentia por ele. Não era apenas atração física, como sentia por outros meninos da escola, mas com ele sentia a necessidade de estar junto todo dia. Apesar do meu exterior não ter mudado tanto ainda pela adolescência, por dentro eu já não era o mesmo, e agora eu admitia isso pra mim mesmo.

As nossas conversas agora estavam cheias de sacanagem e de alguns palavrões que aprendemos com outros colegas. De vez em quando algum amigo aparecia na sala de aula com uma foto de mulher nua recortada de alguma revista. Às vezes conseguiam a revista inteira e era um alvoroço entre os meninos durante o intervalo das aulas ou na hora do recreio. Eu olhava junto e apenas repetia o comentário dos outros. Eu não tinha opinião sobre o que via. Era interessante, mas nem tanto pra mim, a não ser que tivesse um homem junto. Nos comentários dos meninos sobre programas ou filmes picantes que passavam na TV, eu apenas concordava com eles sobre a gostosura de alguma atriz:

– Você viu a novela ontem? Que mulher gostosa! Queria lamber aqueles peitinhos durinhos.

– Eu vi. Nossa, muito gostosa né?!

Eu e o Júnior não tínhamos reserva nas conversas e falávamos bastante sobre sexo. Compartilhamos as nossas primeiras experiências com a masturbação. A minha primeira experiencia com isso, que contei pra ele um tempo depois, foi diferente da dos meus colegas e foi meio que por “acidente”. Naqueles dias eu comecei a tirar um cochilo depois do almoço, coisa que não fazia antes. Começava a lembrar das cenas picantes da TV, das fotos que via na escola, ou das conversas com os meninos, sobretudo os papos com o Júnior. Então, imaginava como seria ele nu, imaginava a gente se beijando. Meu pau, ainda sem pelos, e com prepúcio que cobria a cabeça, ficava super duro. Ali deitado, desci o short com a cueca até o meio das pernas e comecei a sarrar o colchão. Que sensação gostosa. Imaginava o Júnior fazendo isso em mim, a gente transando. Peguei o travesseiro e o coloquei debaixo de mim e depois coloquei o meu pau debaixo do travesseiro de modo a parecer que eu estava metendo em alguém. Que delícia era aquilo. Mas aí, por medo de ser pego eu parei, pois meu quarto não tinha porta, tinha somente uma cortina. Fiz isso algumas vezes nos dias seguintes. Uma outra vez repeti o processo. Ali imaginando algo picante com o Júnior regada de muitos beijos, eu fui sarrando meu travesseiro com mais vigor, até que senti meu pau pulsando tão forte, que levantei no susto e corri para o banheiro achando que tinha acontecido algo errado ou que iria mijar, mas foi muito gostoso. Foi meu primeiro orgasmo, mas sem esperma, meu corpo ainda não tinha desenvolvido essa parte. Por algum tempo eu me masturbei assim, sem usar as mãos socando o pau como é a tradicional punheta. Depois passei a usar uma toalha enrolada ou tirava minha camisa e a embolava, deixando um buraco para meter o pau. Chegava a fazer isso mais de uma vez no dia. Somente depois de um tempo é que comecei a ejacular. Que emoção ver aquele líquido branco!

A cada dia que passava, eu gostava mais do Júnior e minhas fantasias com ele só aumentavam. Eu o queria pra mim, mas não sabia se ele me queria da mesma forma. Eu criava historinhas na cabeça em que a gente namorava e se pegava. Mas a realidade começou a me dar uns socos no estômago. Um certo dia, o Júnior me avisa que tinha uma garota da outra turma que gostava dele e que ele iria ficar com ela. Essa notícia foi horrível pra mim, mas tive que bancar o amigo que se alegra com a boa notícia dos outros. Por dentro, eu sentia ciúmes, raiva e tristeza tudo junto. Mesmo assim não tinha raiva dele, tinha raiva de mim mesmo e da situação. Eu realmente o amava a essa altura. Logo começaram os relatos dele sobre os beijos que ele e a namoradinha davam e de como ela o deixava excitado. O Júnior era bem safado e não tinha vergonha nenhuma de me falar essas coisas. Tive que lidar com aquela situação, afinal na minha cabeça ele era hétero e isso era motivo suficiente para eu desistir da ideia de termos algo a mais.

O tempo passou e quando estávamos na oitava série, a gente já estava com mudanças físicas visíveis: o rosto mais másculo, com barba aparecendo (ainda que pouca, com exceção do Júnior que já precisava usar barbeador), voz mais grave, o peitoral e ombros mais largos, pelos pubianos e tudo o mais. Nossa amizade ficou mais sólida, as conversas um pouco menos infantis, havia mais cumplicidade. Nessa época, eu ia à casa dele mais do que ele ia na minha. Ficava horas lá batendo papo, vendo TV, comendo os quitutes da mãe dele. Junior, sempre brincalhão, gostava de implicar com o irmão dele mais novo. Não sei de onde ele tirou a ideia, mas colocava o pinto pra fora e começava a sacudí-lo, fazendo-o bater contra o corpo para fazer barulho. O irmão ficava super irritado e o xingava. Eu, vendo tudo aquilo, com uma vontade enorme de cair em cima dele, mas me controlava e apenas ria da situação. Outras vezes, ele ia tomar banho e saía nu do banheiro, eu delirava com a cena, mas fingia não querer olhar. A mãe dele rindo e brigando com ele ao mesmo tempo. Ela era bem legal.

O ano era 1999, e agora estávamos no Ensino Médio em outra escola. O nosso grupo de amigos infelizmente se desfez porque a grande maioria ficou no turno da manhã nessa nova escola, eu e Júnior fomos pro turno da noite porque ele já trabalhava e eu ia começar a procurar emprego. Tive experiências muito ruins relacionadas ao meu sentimento pelo Júnior. Tive que presenciar o reencontro dele com amigos que ele tinha na escola do primário antes de me conhecer, além do tempo que passavam conversando durante as aulas. Tive também que vê-lo namorando uma colega da turma. Eu a odiava por estar com ele, mas na verdade eu gostava dela, era muito simpática – meio infantil, mas realmente legal. E eu mantinha meu sentimento escondido. Talvez alguém percebia, mas ninguém nunca comentou comigo.

No segundo ano do Ensino Médio, eu já estava trabalhando e uma das coisas que era louco pra ter era um vídeo cassete. Comprei um e todo fim de semana alugava filmes pra assistir em casa com a família, às vezes o Junior ia assistir com a gente. Às vezes alugava algum filme pornô pra ver quando todos já estavam dormindo. Eu queria ver com o Júnior, mas lá em casa não tinha como. Porém, um sábado à tarde, o Júnior me chama na sua casa e me pede pra levar o vídeo cassete pra gente ver um filme. Fiz isso, e ao chegar lá, descubro que era pornô e que ele estava sozinho. Não estava acreditando nisso.

“Será que hoje consigo ver o pau dele?” Pensei comigo mesmo.

Ele fechou as cortinas da sala – para que ninguém que passasse na rua visse alguma coisa – e assim que instalamos o aparelho, ele já meteu a fita e começamos a ver o filme. Logo percebi que ele estava excitado, faltava babar vendo as atrizes com seus seios grandes e suas bocetas molhadas. Ele pegava no pau sobre o short, e vendo isso, meu pau ficou duro na hora.

De repente, ele tira o pau pra fora – foi a primeira vez que via o seu membro. Uau! Como eu delirei com aquela visão. O Júnior tinha um pau de tamanho normal pra sua idade, talvez uns 15 cm, e era curvadinho pra cima, o que me deu (e dá até hoje) muito tesão. O pau dele tinha a cabeça coberta por prepúcio, mas que podia ser descoberta puxando-a pra baixo, diferente do meu que não dava pra fazer isso.  Ele se masturbava e olhava pra mim rindo.

– Ei, se quiser pode bater aí também. Só não goza no sofá.

Rapidamente desci meu short até os pés. Ficamos ali batendo punheta – ele com tesão na cena do filme, e eu com tesão olhando pro pau dele. Ele deslizava a mão no pau com muito desejo, ele curtia o movimento da sua mão naquele membro rígido. Às vezes, ele tirava a mão para não gozar rápido e eu podia ver melhor como era lindo, e podia ver também o caralho dele pulsando de tão duro. Eu estava com o coração a mil, ainda sem acreditar que estava vendo aquilo. Meu tesão subiu a níveis que ainda não tinha sentido. Era a primeira vez que via um outro homem se masturbando na minha frente. Estávamos lado a lado, cada um segurando seu próprio pau. Percebendo que ele estava também com muito tesão, quando ele tirou a mão do pau por um instante novamente, eu levei a minha e segurei firme aquela pica. Ele então me olhou assustado, mas eu não tirei a mão e o olhava firmemente nos olhos. Sem falar nada, comecei a movimentar minha mão, ao que ele foi relaxando e reclinando no sofá. Pronto, o caminho estava livre pra mim. Enquanto punhetava seu pau com uma mão, levei a outra e acariciei suas bolas. Ele apenas gemia de olhos fechados. Depois me abaixei de joelhos na sua frente e tirei seu short e cueca que estavam apenas abaixados no meio das coxas. Passei as mãos em suas pernas, depois subi até seu peito que já tinha uns pelos finos, que lhe davam um quê de macho viril. Então, voltei para seu pau e continuei a punheta, acariciando a glande, as bolas, a extensão daquele membro rijo, que pulsava na minha mão. Meu pau a essa hora estava babando. Senti o líquido transparente escorrer e pingar no chão. Eu estava muito excitado, e não seria preciso bater muito pra eu gozar. Aquela era a minha primeira experiencia sexual com outra pessoa, mas por causa dos filmes que via, eu sentia uma vontade enorme de chupar o pau do Júnior ou de propor um 69; queria que aquele momento durasse mais, queria curtir aquele pau na minha mão, queria também pedir pra ele fazer o mesmo comigo, mas não tive coragem de propor nada disso a ele, achei melhor ir com calma.

O filme continuava rolando na TV, mas eu estava de costas e quando olhei pro Junior, ele estava de olhos fechados curtindo a punheta que batia no seu pau, soltando gemidos tímidos. Creio que não durou 5 minutos, e senti sua respiração ofegante e ele movimentar o quadril querendo uma punheta mais intensa como que estivesse metendo mais fundo no cu de alguém.

– Vou gozar, vou gozar! Aaaaah caralho!

Ao ouvir isso e vendo os jatos de porra alcançando seu peito e pescoço, eu levei minha outra mão no meu pau, e bastou apenas tocá-lo e gozei com fartura no chão perto do pé dele. Foi muito intenso. Ele ficou ali olhando pro seu corpo cheio de gozo, depois me levantei e ele me olhou com firmeza e não disse nada, apenas deu um sorriso meio sem graça. Nos levantamos, ele foi no banheiro se limpar. Ali da sala, contemplei ele de costas, nu. Ele já era um homem com pernas grossas e um pouco peludas, costas largas, andar másculo, bunda redondinha e empinada. Eu não sabia se o esperava sair do banho, ou se ia embora, pois estava confuso por causa do silêncio que pairou sobre nós.  Resolvi esperar. Desliguei a TV. Quando ele saiu do banheiro, eu entrei para lavar meu pau que ainda estava duro, e notei que Júnior também ainda estava excitado pelo volume na toalha enrolada em sua cintura. Eu estava ali na pia me limpando, quando ele me agarrou por trás e começou a beijar a minha nuca. Ele então começou a me sarrar, esfregando aquela vara na minha bunda, enquanto seus braços, passados por baixo dos meus, me envolviam e suas mãos percorriam meu peito até descer com uma delas até meu pau. Eu delirava de prazer. Sentir o corpo do Júnior colado no meu fazia meu pau pulsar em sua mão e meu corpo arrepiar.

A toalha se soltou de sua cintura pela intensidade do sarro e caiu no chão. Ele me soltou e num só puxão, abaixou meu short e me despiu. Então se levantou e começou a passar o pau pela minha bunda, depois o ajeitou entre minhas coxas. Eu comecei a gemer sentindo aquela vara dura passando nas minhas bolas. Como foi mágico aquele momento, que até a noite passada eu apenas imaginava nas minhas fantasias. Ele então, me surpreendendo, sussurrou em meu ouvido:

– Me chupa.

Sem pensar duas vezes se eu saberia fazer aquilo, me abaixei e segurei seu pau com vontade e iniciei um vai e vem com a boca. Como por instinto, a mexia a minha língua em torno da sua glande, o que o fez gemer e se contorcer de tesão. Com a outra mão, eu passeava pelo seu peito e barriga e às vezes passava na bunda dele. Eu me sentia em um transe, parecia um delírio, parecia que era um daqueles sonhos bem reais e, por isso, eu esperava o momento de acordar. Mas não acordava. Eu estava ali fazendo um tremendo boquete no meu amigo. Eu ainda estava confuso. Na verdade, quando tomei a iniciativa durante o filme de pegar seu pau e caí em mim sobre o que tinha acabado de fazer, esperava no mínimo ele pular do sofá e brigar comigo. Também passou na minha cabeça que levaria um baita soco. Como não conseguia chegar a nenhuma conclusão, eu me entreguei e curti aquele momento. Eu então, pra não gozar, ele segurou o rosto e me levantou. Como eu também já estava com corpo de homem, pernas grossas e com pelos bem ralinhos, e músculos se desenvolvendo nos braços, levei minhas mãos em sua bunda e num impulso o peguei no colo. Como num instinto, ele passa as pernas pela minha cintura e eu o levo pro seu quarto. Chegando de frente pra sua cama, eu o deito ali e levo minha boca até seu pau que já estava babando e o chupei com mais vontade ainda, era como se estivesse num deserto escaldante e encontrasse uma fonte de água geladinha. Estava me saciando com o pau do meu amigo na boca, sentia o gosto, o cheiro, a textura, o calor daquele membro que apontava pro seu umbigo. Foi então, que em um insight, fiquei por cima dele em posição de 69 e encaixei o pau dele na boca e fui ajeitando até que sentir ele na garganta – parecia que foi feito na medida certa pra mim. Ele então começou a me masturbar. Suas mãos eram macias, mas tinha um toque pesado e forte, que logo me fez chegar ao clímax.  Tirando o pau dele da boca rapidamente, eu disse com a voz trêmula:

– Júnior, eu vou gozar!

Tentei me levantar antes, mas não tive tempo e acabei gozando sobre o peito dele. Vendo aquilo, eu levei a minha outra mão em seu pau e o fiz gozar também. Sua porra se mistura à minha, e o cheiro de gozo toma conta do quarto. Saí de cima dele e me sentei na cama ofegante e ele ficou ali deitado com o braço direito sobre os olhos também ofegante. Mas então, quando nos demos conta, já estava escurecendo e sua família iria chegar logo. Tomamos um banho rápido, em silêncio. Ao terminar de me vestir, me virei pra ele e disse:

– Vou nessa. Foi muito bom o que aconteceu. A gente podia…

– “Sim, foi mesmo. Mas eu tenho namorada, você sabe como é” – Disse ele me interrompendo.

Saí pelo portão sem dizer mais nada.

Continua…

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1 - Comentário(s)

  • Gilman 20/07/2021 18:44

    Adorei

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