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Minha primeira vez, com meu primo

Publicado em maio 26, 2024 por Rapaz Safadinho

Quando eu tinha 18 anos, passei a frequentar bastante a casa do meu primo. Ele tinha 20 anos na época. A gente jogava video-game, estudava para o vestibular, e ficava mexendo com eletrônica, desmontando aparelhos velhos pra tirar peças, montando circuitos novos, etc. Era bem interessante, e a gente passava a tarde toda fazendo isso.

Depois de um tempo minha tia arrumou um emprego, então eu e ele ficávamos sozinhos. Um dia ele abriu o armário dele e pegou uma pilha de revistas pornô que estavam escondidas. Ficamos vendo as fotos e comentando. Ele gostava principalmente das fotos de sexo anal. E falava: “nossa, deve ser uma delícia comer um rabão assim”, e eu concordava. Parecia que ele estava tentando dizer alguma coisa, mas não tinha coragem de falar diretamente.

Eu ainda era virgem, e acabei descobrindo que ele, como todo bom nerdão, também era. Eu sentia atração por mulheres, mas também ficava excitado pensando na sensação de tocar no pau duro de outro cara, chupar, empinar a bunda e sentir o cara cutucando meu cuzinho. Eu não entendia isso, achava contraditório. Do que será que eu gostava mais, de mulher ou de homem? Essas perguntas ficavam na minha cabeça, então eu pensei que só tinha um jeito de descobrir: experimentando os dois. E nesses dias com meu primo vi que era uma grande chance de conhecer uma piroca.
Ele insistia nas fotos de sexo anal, e quase todo dia fazia o mesmo comentário. Então eu falei “parece que a mulher também tá gostando muito, olha a cara que ela tá fazendo”. E ele ficou super animado: “sim sim, olha só, ela tá adorando”. Ele estava excitado e angustiado, queria falar alguma coisa e não conseguia, eu olhei pra ele e tive que abrir o jogo: “se você quiser, eu deixo você comer a minha bunda”.

Por alguns segundos ele ficou de boca aberta sem saber o que dizer. Um misto de susto com tesão. Até que falou: “sério mesmo?”. Então eu disse que tinha condições. Primeiro, se ele vai comer o meu cuzinho, vai ter que deixar eu chupar ele antes. Ele, obviamente, concordou na hora “sim, sim eu estou de acordo”. Segundo, “vou te chupar, e vc vai me comer. O contrário não”. Ele ficou alguns segundos processando a informação, foi até engraçado de ver, e concordou novamente. Terceiro, “não vamos ser um casal, nem namorados. Nada de beijos, nada de sentimento além do normal entre primos. Vai ser somente putaria”. Instantâneamente ele concordou de novo. E quarto: “segredo total, ninguém pode saber”. Ele concordou com tudo.

Naquele momento ficamos meio sem saber o que dizer ou fazer, então eu falei: “então é isso, quer começar?”. Pedi pra ele tirar a roupa toda, e também fiquei pelado. O pau dele estava super duro, finalmente tinha o pau de outro cara nas minhas mãos. Fiquei pegando, acariciando de leve, punhetando bem devagar, conhecendo a textura, aquela rigidez macia, o calor, foram alguns minutos nessa brincadeira deliciosa. Elogiei o pau dele: “que pauzão bonito, tô morrendo de vontade de te chupar”. Então sentei na beirada da cama dele, e ele ficou de pé na minha frente. Continuei acariciando o pau dele, agora com o rosto bem perto. Senti o cheiro gostoso de um pau bem duro, fui ficando com cada vez mais tesão, até que não aguentei mais, fechei os olhos, e abocanhei a cabeça da pica dele. Ele estremeceu o corpo todo, e soltou um gemido abafado. Fiquei passando a língua nele dentro da boca, babando, sorvendo, chupando, saboreando. O coração pulava dentro do peito, primeira vez que fazia aquilo, não imaginava que seria tão bom.

Ficamos em transe por alguns minutos naquele boquete maravilhoso. Então eu perguntei se ele queria me comer. Ele respondeu que sim. Pedi pra ele deitar na cama, e eu deitei do lado dele, de costas pra ele. Empinei bem a bunda, e esperei ele encostar o pau em mim. Ele colocou a cabeça da pica bem no meio das minhas nádegas. Que sensação maravilhosa, dava pra sentir o calor daquela piroca gostosa.

Eu dava leves “bundadinhas” nele, e ele ficava cutucando meu cuzinho. Alguns minutos assim e eu já não aguentava mais, queria muito ser penetrado por ele. Com a mão abri bem minha bunda, e empinei mais ainda. Ele forçava o pau contra o meu cuzinho, mas não entrava. Eu rebolava, ele forçava. Percebi que precisava de lubrificação. Coloquei um pouco da minha saliva na mão, e passei bem no rego e no cuzinho. Novamente rebolando, ele forçando. Com a mão eu puxava ele pra dentro de mim, e ele forçava mais. De repente senti que estava entrando, doendo um pouco, mas o tesão era muitas vezes maior. Então “ploft”, a cabeça do pau dele entrou toda. Nossa, que sensação estranha e gostosa ao mesmo tempo: ele estava me enrabando.

Ele ficou um pouco afoito, começou a foder rápido, tentando enfiar o resto do pau. Pedi calma, ele parou. Fui rebolando, mexendo a bunda. Em cada rebolada eu forçava a bunda contra o pau dele, em cada rebolada entrava um pouco mais. Que delícia, eu quase não acreditava que aquilo estava acontecendo. De repente senti que estava quase tudo dentro de mim. Ele começou a me foder, tirava alguns centímetros e socava de volta. Senti o pau dele me tocando por dentro. Sensação deliciosa. A cama era muito macia, estava atrapalhando os movimentos, então perguntei se ele queria que eu ficasse de quatro. Ele tirou o pau do meu cuzinho muito rápido, até doeu um pouco. Fiquei de quatro, empinei bem novamente, e ele de pé do lado da cama meteu o pau novamente, de uma vez. Doeu, e falei pra ele meter mais devagar. Ficamos fodendo assim, vai-e-vem lento. Eu pedi pra ele gozar dentro de mim, o mais fundo que ele conseguisse. Ele ficou alucinado, segurou forte na minha cintura com as mãos, passou a socar rápido e com força, enfiando o pau todo. Eu estava com muito tesão, e mesmo com meu pau meio mole, gozei três ou quatro jatos de um esperma diferente, bem líquido. Eu gemia, e isso fez ele chegar ao orgasmo também. Socou o máximo que conseguiu e segurou assim, e começou a gemer alto: “aaaaaah, aaaaaah”. Eu senti os jatos fortes da ejaculação dele dentro de mim, não sabia que isso era possível. Ele gozou feito um cavalo, bem demorado, em grande quantidade.

 

Depois do gozo ele ficou na mesma posição, respirando forte. Mais alguns segundos e ele se recompôs, e tirou o pau de dentro de mim. Estava duro ainda. No mesmo instante senti o esperma dele, bem quente, escorrendo, lambuzando meu saco, meu pau, e a parte de dentro das minhas coxas. Fiquei de pé, e passei a espalhar a porra que escorria pela minha bunda.
Ele sentou na cama, e ficou me olhando. Eu virei de costas pra ele e falei “olha só, fiquei toda gozada”. Ele sorriu e falou: “minha putinha toda gozada”. Achei engraçado e sorri também. Então ele percebeu que eu gozei na cama dele, que precisava limpar. Enquanto isso fui para o chuveiro, e tomei o banho mais feliz da minha vida até então.

Depois desse dia foram muitas e muitas outras oportunidades como essa na casa dele. Ninguém nunca desconfiou de nada.
No final do ano fizemos vestibular e passamos. Cada um foi para uma universidade diferente. Tivemos bem pouco contato nos anos seguintes. Soube que estava namorando uma garota da faculdade, depois casou. Eu desisti do meu curso já no início, não era o que eu queria. E segui minha vida. Hoje não temos mais nenhum contato, mas ficaram as lembranças desses momentos de intenso prazer e sacanagem entre primos.

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