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Minha Ex-Enteada Transex

Publicado em agosto 9, 2021 por J. R. King

Durante 10 anos eu vivi um casamento infeliz com Eliza. Eu tinha 26 anos quando a conheci. Ela tinha 30, e era mãe de um garoto de 8 anos, chamado Pedro. Pedro era um garoto muito gentil, um pouco tímido e delicado, mas que nós tínhamos uma boa relação. Isso ajudou em nossa decisão repentina, em 6 meses de relacionamento nos casamos. Estávamos apaixonados, o sexo era excelente e eu estava pronto para me tornar padastro e ser uma figura paterna para Pedro. Porém, os problemas começaram a ocorrer.

Eliza era dona de uma personalidade possessiva e controladora. Isso afetava a mim e Pedro também. Ela controlava minuciosamente minha vida, quando estava com os amigos, ela me ligava a cada meia hora pra saber onde estava, me interrogava a todo momento e controlava até as minhas redes sociais. Durante 10 anos, isso foi um inferno em minha vida.

Durante todo esse tempo, eu acompanhei o crescimento de Pedro. O garoto gentil e delicado que eu conheci se tornou um adolescente igualmente gentil e um pouco inseguro. Eu e Eliza sabíamos que ele era gay, é algo que toda mãe e acredito que todo pai sabe quando é, apesar dele nunca ter contado para gente. Talvez isso tenha sido afetado pela personalidade controladora de Eliza, que quase nunca deixava Pedro sair para festas ou coisa do tipo, o que causou muitas brigas entre a gente, pois não via problema nenhum em deixar ele se divertir um pouco de vez em quando.

O relacionamento foi se desgastando ao longo dos anos. O sexo que antes era maravilhoso e apaixonado, no final mal existia. Já no fim do relacionamento, outra mudança total em nossas vidas. Pedro, agora com 18 anos já, nos contou que ele se identificava como transgênero, e que ele ia começar a trabalhar para pagar o tratamento hormonal. Elize nunca aceitou direiro algo do tipo, e eu sempre fui mais mente aberta com isso, o que culminou em mais brigas. Até que as coisas chegaram ao fim.

Elize foi embora da minha vida, levando Pedro consigo. Chegou a mudar de cidade, como uma forma de garantir que nunca mais me veria. Eu no começo me senti mal com o divórcio, mas com o tempo, voltei a aprender a viver livre, sem alguém em cima de você te controlando a todo momento. Voltei a aproveitar mais a vida, agora solteiro com 36 anos. Comecei a fazer exercícios, emagreci bastante. Conheci várias outras mulheres, aos quais tive diversos relacionamentos casuais, mas nada que chegasse a ser algo sério.

Três anos depois, eu me via ainda solteiro, consegui uma promoção no escritório de contabilidade onde trabalhava. Tinha mais dinheiro para mim e podia aproveitar a vida em festas, bebida e muito sexo. Mas algo estava para acontecer que seria uma das experiências mais singulares de minha vida.

Ela tocou a minha campainha às 9 da manhã. No primeiro momento eu não levantei da cama, estava com uma dor de cabeça enorme, uma ressaca causada pelo excesso das bebidas na última noite. Sequer me lembrava de como havia chegado em casa. Ela continou a tocar minha campainha sem parar, e quando o toque se tornou mais irritante que a dor de cabeça, eu decidi me levantar. Coloquei rápido um roupão e fui até a porta. Ela me olhou surpresa, e então disse:

– Nossa, como você mudou, hein. Quase que não te reconheço.

 

– Desculpa, mas quem é você? O que você quer?

– Ué, não está me reconhecendo não.

Ela disse de forma irônica. No auge da minha enxaqueca, eu tentei lembrar de onde a conhecia, mas seu rosto não me recordava nenhum momento. A não ser aqueles olhos. Aqueles olhos castanho escuros, com aquele olhar ingênuo. Eu consegui reconhecer, pois vi aquele olhar durante 10 anos da minha vida.

– P-Pedro?

– Isso aí! Bom, não sou mais o Pedro né. Pode me chamar de Pâmela.

Ela esticou sua mão para que eu a cumprimentasse. Eu, ainda incrédulo, apertei a sua mão delicada. Era como se um fantasma que te assombrou durante 10 anos voltasse para te assombrar novamente. Mas de certa forma, apenas as boas memórias vieram a tona no primeiro momento. De fato, o tempo que tive com Pedro foi talvez os momentos mais felizes de meu casamento. Ter tido uma experiência como pai foi algo incrível. Eu queria que eu e Eliza tivéssemos um filho, mas ela rejeitou a ideia. Ela odiou o tempo em que esteve grávida, principalmente por não ter tido um pai presente para Pedro ajudando, e não queria passar por isso de novo.

– O que você tá fazendo aqui? Perguntei.

– Ah, é que eu estava pela cidade, e pensei em ver se você ainda morava aqui. Eu posso entrar?

– Claro, claro.

Ela foi entrando, caminhando graciosamente, olhando por toda casa, tudo o que havia mudado e o que não havia mudado. Eu ainda não acreditava em sua transformação tão abrupta. Eu já não via mais Pedro em Pâmela, com exceção de seus olhos. Seu corpo mudou completamente, ela tinha longas e sedosas pernas, expostas ao sol pelo curto shorts que usava. Possuía seios pequenos, mas que pareciam bem bonitos embaixo da camiseta despojada que ela usava. Seus lábios haviam se tornado carnudos. O cabelo cresceu até os ombros. Ela tinha sombrancelhas bem definidas, o que lhe dava um charme e chamava a atenção para os seus olhos, que pareciam ser quase hipnóticos.

Ela se sentou na mesa e tomamos café juntos. Durante o café, ela me contou quase tudo do que acontecera durante esses 3 anos. Mas apenas sobre ela. Era como se Eliza tivesse sido apagada da minha e da sua história. Falou sobre o seu emprego em uma agência de publicidade e como adorava o seu trabalho. Falou sobre o seu tratamento hormonal e como aprendeu a se amar ao passar dos anos.

– Posso lhe pedir um favor? Ela perguntou.

– O que é?

– Posso dormir aqui hoje? Você sabe, pelos velhos tempos.

– Claro que pode. O seu antigo quarto eu transformei em um escritório, mas você pode dormir no sofá.

E assim, o dia se passou, apenas nós dois. Enquanto o dia passava, eu não deixava de reparar em como ela havia se tornado uma mulher tão bonita. Eu não sabia o que eu sentia, mas eu já não via mais Pedro naquela garota. De noite, tomamos um vinho e assistíamos a um filme na televisão. Pâmela, parecia bem à vontade comigo alí. Ela passava a sua mão em meu ombro, fazia carinhos em mim que no primeiro momento eu estranhei, mas no segundo momento, eu comecei a gostar.

– Você sabe – Pâmela falou -, quando eu morava aqui, você me ajudou bastante a lidar com as coisas.

– É bem gentil da sua parte dizer isso, eu agradeço.

– Mas eu posso te contar uma coisa?

– Diga, Pâmela.

– Eu sempre tive uma quedinha por você.

Eu quase me engasguei com o vinho que tomava.

– Como assim? Perguntei.

– No começo, eu achei que era só admiração, mas depois que eu fui crescendo, eu percebi que eu realmente gostava de você. Não como um pai, ou padrasto, mas como um amante.

Ela me olhava de forma maliciosa. O garoto inseguro que eu antes havia conhecido, agora era uma garota bem decidida e confiante, ela estava de pernas cruzadas, sentada no sofá. Pâmela passou o braço em volta do meu corpo, passando a mão sobre o meu peito e continuou a falar:

– Você ficou mais forte, hein.

– Sim, e você ficou muito bonita.

– Ah, obrigada. Sabe, uma vez, eu espiei você tomando banho. A porta tava um pouco aberta, e fiquei olhando pra você pelo reflexo do espelho. E eu lembro como eu fiquei impressionado com o tamanho do seu pau. Era tão grande e bonito. Eu corri direto pro meu quarto e fiquei pensando nele o dia todo.

Ela se aproximou mais de mim, eu já conseguia sentir o cheio do seu perfume misturado com o vinho em sua boca. E Pamela continuava a falar:

– Você deixa eu ver ele de novo.

Ela começou a acariciar o meu pau, passando sua mão por cima de minha bermuda. Eu não conseguia me controlar, meu desejo era de possuí-la naquele momento e nada mais. Então a puxei contra mim, dando-lhe um beijo intenso. Seus lábios eram macios, como a pele que eu apertava com as minhas mãos. Não demorou muito e eu já abaixei a minha bermuda, segurando o meu pau já rígido em minha mão. Com a outra mão em seu pescoço, eu a empurrei em direção ao meu pau, que não fez nenhum esforço contra para me chupar. Aquela boca carnuda me chupando era divina, em muito tempo eu não recebia um boquete tão gostoso quanto aquele.

Por um momento, eu parei para pensar em tudo o que estava acontecendo. Nunca pensei que iria transar com uma transex, muito menos que esta seria alguém tão próximo de mim, mas o desejo e o tesão falaram mais alto, e agora eu estava com ela engolindo o meu pau até o final, como uma boa puta.

Ela deitou no sofá, tiramos a roupa. Em segundos já estávamos totalmente pelados. Seu pênis era pequeno, estava rígido. Seus seios já havia algum desenvolvimento, e me convidaram a beija-los. Eu comecei a passar o meu pau em volta do seu cuzinho, chamando para receber o meu pau.

– Vai devagar, por favor. Ela disse para mim.

Eu comecei a enfiar, indo bem devagar. Ela começou a gemer, segurando um pouco da dor, sentia o seu cu se pressionando contra o meu pau e aquilo era uma sensação maravilhosa. Comecei a socar com força dentro dela, enquanto a beijava.

O sexo não durou tanto tempo, foi algo intenso e selvagem. Eu segurei o seu cabelo, puxando um pouco enquanto ela pedia por mais. Logo, eu enfiei todo o meu pau dentro dela e soltei o meu gozo. Quando eu tirei, ele escorreu pelo corpo de Pâmela, sujando o sofá. Caímos cada um para um lado do sofá, sem falarmos nada. Nos vestimos e era como se aquele momento tivesse sido um segredo até para nós dois, não dissemos mais nada. Eu dei boa noite para ela e fui para o meu quarto.

Quando acordei, Pâmela já tinha ido embora, e era como se ela nunca estivesse estado lá. Ela não deixou nada que fizesse me lembrar de sua visita, e tudo pareceu ter sido um sonho. Mas não havia sido. O que eu senti naquela noite foi algo único e que jamais esquecerei, e espero que Pâmela também não se esqueça.

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6 - Comentário(s)

  • Marcos 08/05/2023 05:50

    Nossa que delicia dr conto Queria eu encontrar uma delicua assim

  • Tata safado 31/10/2022 14:39

    Estou há um tempo sem transar com uma trans, realmente elas sabem nos trar bem.

  • Mario centauro 07/07/2022 11:32

    Eu já tive experiência íntima com travesti e não tem nada melhor, São carinhosas e dão de 10 em qualquer relacionamento com mulheres, teria outro se surgir a oportunidade com certeza. Instagram:

  • Tata safado 21/06/2022 15:18

    Eu já transfiro com algumas trans, em cibea pornor e casa delas comi e fui comido por duas e bom demais

  • Marco 03/01/2022 23:40

    Tenho vontade de sair com uma tran nunca tivi essa experiência sou de itanhaem

  • Atecubanos 14/08/2021 00:34

    Adorei seu conto Eu teria levado ela dormir na minha cama Abraçadinho de conchinha

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