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Lê e Amélie, duas sapatas que não negam rola

Publicado em dezembro 13, 2022 por Leticia S.D

Sexta-feira a noite, Búzios.

 

Debaixo de um pier, a minha loira, Amélie, tava encostada numa coluna de madeira, com a sua minissaia saia erguida na cintura e com a sua calcinha puxada pra um lado, o moreno em pé diante dela a beijava a boca entre gemidos, de short abaixado e batendo virilha no meio dela, socando rola gostoso na xoxota carequinha e rosada dela.

 

Eu tava diante dela, de quatro na areia, de calcinha arriada no meio das coxas e vestido todo levantado e expondo minha bunda virada pra um negão ajoelhado atrás de mim, de bermuda aberta e me puxando pelas ancas ao encontro da virilha seca dele surrando o meu rabo enquanto socava gostoso sua delícia de rola preta onde eu mais gosto, no meu cu, ao mesmo tempo em que eu era sacudida pra frente com as estocadas do negão me enrabando, eu gemia de boca cheia na rola de um loirinho ajoelhado na areia e diante de mim.

 

Delícia começar uma noite de aventuras assim, dando pra 3 estranhos na areia da praia e debaixo do pier.

 

Tivemos que encerrar a foda por causa de alguns curiosos começando a aparecer e nos espiar por trás das vigas de madeira. Algum moralista que obviamente não costuma fazer sexo poderia chamar a polícia e tal.

 

Fomos saindo da praia com nossos corpos ouriçados, respiração ofegante, pernas meio bambas, com vestido, blusa e saia colados em nossos corpos meio suados… Sentamos em cadeiras de um quiosque no calçadão, dando uma arrumada em nossos cabelos com nossos dedos, eu passei uma mão no busto da Amélie, pois tava melado de porra. Lambi essa mão, delícia. Pedimos duas águas de coco com canudinho pro garçom.

 

Olhar pro garçom bonitão em pé diante de nós enquanto chupávamos o canudinho do coco foi bem sugestivo, pois ainda queríamos mais rola. E enquanto eu e ela conversávamos, olhávamos o lugar cheio de gente descolada pra ver se nos agradávamos com alguém… até que trocamos olhares com dois jovens morenos parados bem perto de nós no calçadão, ambos com roupa de academia, de bermudas, camisetas cavadas e tênis. Bastou rirmos pra eles e eles chegaram junto, se apresentando cheios de empolgação.

 

Minutos depois o carro deles tava estacionado num meio fio do calçadão da praia, numa área mais deserta, e dentro do carro eu tava no banco traseiro de quatro tomando socada de rola na buceta pra um deles que me puxava firme e forte pelos quadris numa foda deliciosa, enquanto no banco da frente a minha loira gemia feito uma cadelinha novinha quicando montada no pau do outro moreno. O carro era bem espaçoso por dentro, deu pra se posicionar e se arreganhar a vontade enquanto eles dois nos dominavam e mandavam ver veloz seus cacetes em nossas bucetas, nos fazendo gozar algumas vezes.

 

Uns 40 minutos depois dessa fodinha deliciosa, voltamos a caminhar no calçadão, bem sorridentes, de mãos dadas, com nossas peles viçosas e com nossas bucetinhas molhadas recém fodidas e ainda muito a fim de comer mais rola. Pois é, eu já tinha até falado pra minha esposa, a Amélie, que nessa noite eu queria dar até a minha buceta esfolar e meu cu arrombar, queria muito macho me comendo, de preferência uns bem tarados pra dar conta do meu fogo, e se fossem pauzudos melhor ainda. Pois abrir uma calça e se deparar com um pauzão todo veiudo, bem duro, grosso e cabeçudo sempre me deixa de água na boca e na buceta.

 

Minha loira também tava muito a fim de entrar na vara, e só o que tinha ao nosso redor, no calçadão, na avenida, nos quiosques, na areia da praia era macho disposto a nos dar o que queríamos, era só escolher e tentar, e nisso nossos olhos se voltaram pra dois caras saindo de uma Pajero Sport preta estacionando bem perto de nós, eram bem jovens, altos e malhados, trajados em camisetinhas regatas, shorts e tênis. Rapidamente consegui a atenção de um deles ao passar por nós, jogando meus negros e lisos cabelos pra um lado, dando uma empinada de bunda ressaltada pelo meu vestidinho colado estampado, ao mesmo tempo olhando de ladinho pra ele de forma maliciosa e com um sutil sorriso.

 

Nos apresentamos entre apertos de mãos e beijinhos aos lados de nossos rostos, onde com pouca conversa a minha esposa falou no ouvido de um deles que tava a fim de fuder. Ele sugeriu um motel, mas eu e ela queríamos algo diferente.

 

Atravessamos a avenida com eles dois, e na calçada de uns hotéis de praia, ficamos por baixo de umas duas árvores com pouca iluminação, onde em pé ergui meu vestidinho e puxei minha calcinha pra um lado, virando de costas e coloquei minhas mãos num muro a frente, onde de bunda empinada pra um deles de short abaixado fui fodida por trás bem gostoso… Minha esposa Amélie me acompanhava na mesma posição, de saia erguida, calcinha pra um lado toda de bundinha loira empinada e tomando gostoso surra de virilha por trás do outro garotão. Gozar em pé é foda, haja disposição pra se equilibrar enquanto as pernas bambeiam e ao mesmo tempo aguentar as estocadas de rola na buceta, ora lentas, ora mais rápidas. Finalizamos essa rapidinha nos ajoelhando diante de cada um deles e dando aquela mamada gulosa no pau melado de buceta deles até eles nos encherem a boquinha de leite quente e branquinho. Sugamos e engolimos cada gota sem desperdiçar nada, e por fim demos beijinhos estalados nas cabeçolas rosadas de suas pirocas.

 

Eles dois bem que nos chamaram pra irmos com eles pra um motel, mas não topamos, pois a gente queria só uma rapidinha num lugar público e nada mais.

 

Subimos pro hotel no qual estávamos hospedadas, já eram umas 23 horas por aí… Tomamos um gostoso e refrescante banho, ao mesmo tempo nos pegamos debaixo do chuveiro aos beijos intensos e dedadas no cuzinho e na buceta da outra. Depois de sequinhas e cheirosas colocamos camisolinhas e recebemos a visita de dois acompanhantes que tínhamos contratado pra encerrar esse nosso final de noite… Dois morenos altos com cara e corpo de lutador de MMA, ambos bem tatuados nos braços, pernas, peitoral e costas, e claro, com rolas maravilhosas, que mais pareciam duas marretas prontas pra nos arrebentar.

 

E esses não tivemos pressa nenhuma. Os safados tinham cacetes deliciosos, sentamos lado a lado na beirada da cama diante deles em pé na frente de cada uma e degustamos de suas rolas belíssimas… Grandes, grossas, veiudas e com falos rosados do tamanho de morangos. Sempre quando contrato acompanhantes, eu os escolho pelo tamanho da benga, pois é normal nos decepcionarmos com o pau de qualquer carinha que pegamos por aí, já chegamos a dar desculpa de dor de cabeça e tal quando demos de cara com pau pequeno demais, e tem cara que engana, tipo: é todo fortão e grandão por fora, mas dentro da calça é uma salsichinha fina.

 

E caralho, como é gostoso chupar rola grande. Adoro ficar com a sensação de boca cheia enquanto movimento meu rosto pra frente e pra trás mamando compenetrada. Segurando no meio onde meus dedos mal abarcam a sua grossura, sentindo as veias inchadas e a sua dureza quase que metálica. Eu e ela gemíamos e lambuzávamos nossas bocas mamando juntas e lado a lado. Ás vezes trocando de rola, chupando uma só nós duas. Delícia, deixamos cada qual completamente babadas e quase que gozando em nossas bocas de tão estimuladas, e só de olhar pra essas delícias assim tão imensas e pulsando inchadas, dava pra imaginar o quanto elas tavam cheias de leitinho, pronto pra nós duas bebermos tudinho.

 

Mas claro, não só nossas bocas queriam provar, nossas bucetas molhadinhas e latejando suplicavam ansiosas pra senti-las.

 

Mas antes disso eles nos pegaram, nos deitaram de costas e lado a lado nessa imensa cama e caíram de boca entre nossas pernas arreganhadas, escavando o rachado melado de nossas bucetas com seus lábios numa chupada nervosa, intensa, barulhenta e que rapidamente nos jogou em orgamos onde juntas gememos alto num tom de agonia, nos contorcendo descontroladas como se tivéssemos sendo incediadas.

 

Eles não tinham um pingo de carinho ou gentileza, eram brutos, estúpidos, gulosos e até agressivos no modo de nos pegar, nos arreganhar e nos chupar, eles chupavam dando cusparadas no rachado de nossas bucetas, enfiando dedos e socando, falando pra nós duas as piores indescências possíveis… Minha esposa gemeu de dor com um tapão na buceta que o garotão dela deu entre as pernas dela, já eu gritei com a socada de rola que tomei de repente do meu garotão, que me segurou as pernas arreganhadas e me empurrou toda a sua tora de rola grossa e cabeçuda, me sacudindo deitada enquanto me bombava com força a buceta.

 

Eu e minha esposa deitadas lado a lado, gemendo juntas e trepidando na cama enquanto sustentávamos os corpos malhados e vigorosos dos putos mandando ver virilhadas entre nossas pernas abertas, batendo com os cabeções de suas rolas bem dentro de nossas xoxotas molhadas e gozando de tesão. O mais gostoso e agoniante era que enquanto gozávamos no vai e vem da foda que tomávamos, mais intenso, forte e veloz eles bombavam entre nossas pernas, tacando sem dó dentro de nós suas imensas cacetas veiudas e duras feito barras de ferro. Caralho, que pirocada, que surra de rola. Quase me acabo de gozar.

 

As posições nessa cama foram variando, e eles dois nos tratando como duas vagabundas, nos pegando a todo momento de todas as formas e nos deixando do jeito que eles queriam pra melhor enfiar seus cacetes sempre intensos de tão duros. Me dava um puta tesão virar meu rosto pro lado e ver o safado por sobre a minha esposa, batendo virilha entre as pernas arreganhadas dela e ao mesmo tempo de boca nos peitões loiros dela, rodeando suas aréolas e mamilos rosadinhos com lambidas e ela de cabeça revirando na cama, em estado de transe com o vai e vem da rola dele fudendo a sua bucetinha.

 

Logo fui virada de quatro feito uma cadela e me tremi todinha de tesão com a empurrada que esse filho da puta me deu no meio da bunda sem cuspe e sem pedir permissão. Nossa, comecei a tomar no meu cu de tal forma que me descontrolei a gozar de tão gostoso que o safado me enrabava… Gozo muito fácil dando o cu, mas tem que meter assim, na marra, com força, como se me estuprasse, adoro uma enrabada bem animal. O bom de fuder com michê é que grande parte deles sabe direitinho o que gostamos e como gostamos, e aqui o meu parceiro me dominava de quatro, me sentando a mãozada na bunda, me xingando de puta, vadia, vagabunda e cadela, me puxando ora pelas ancas, ora pelos meus cabelos e me dando uma surra de pica no meu cu num vai e vem veloz sem tirar de dentro, me arrombando as pregas e me fazendo gemer como se eu tivesse perdendo o cabaço do cu pela primeira vez.

 

Gostoso foi quando eu e minha esposa fizemos um 69, com ela por cima de mim, e os dois nos meteram, um me bombando a buceta entre pernas abertas e o outro por trás da minha loira, socando pau na buceta dela, eu aqui assistia por baixo toda a movimentação do pau dele indo e vindo acelerado fodendo a xoxota rosada dela diante meus olhos, e ela de cara por entre as minhas pernas lambia a minha buceta e via de pertinho o cacetão do outro me socando a buceta… as vezes ele tirava e colocava na boquinha dela, pra ela chupar e sentir o sabor da minha buceta no pau dele. Eu também recebia socada da rola do puto que tava comendo a minha loira por trás e por sobre meu rosto nesse 69.

 

Eles eram fogosos, criativos, viris, tarados, mandando ver em nós duas o tempo todo ao ponto de nos deixar sem fôlego, só paulada na buceta, na boca e no cu. Tirando e metendo, tirando e metendo, trocando de parceiras, nos virando de lado, de quatro, de costas, nos montando neles e nos fazendo trepidar com agitadas socadas de baixo pra cima, e claro, gozávamos tanto que ficamos molinhas e ainda mais fácil de sermos abusadas como eles bem queriam.

 

Finalizamos essa safadeza a quatro da forma mais gostosa e hard possível, com nós duas de quatro, lado a lado, sendo puxadas pelas ancas por cada um atrás de nós e socando gostoso suas marretas enormes, grossas e duríssimas no meio das nossas bundas abertas e empinadas num arrombamento anal dolorido e não menos delicioso. Loira e morena de quatro, banhadas de suor e sendo sacudidas, ora trocando beijos, ora gritando, gemendo, chorando, ora mordendo a fronha e sempre mantendo o rabo virado pras rolas castigando nossos cuzinhos numa velocidade que só aumentava e nos fazia gritar mais ainda. Desabamos de bruços na cama juntinhas, com nossos rabos suados abertos e nossos cuzinhos arrombados cheios de porra.

 

Eles deixaram nossos quartos e o hotel lá pras 2 da madrugada de sexta pra sábado. Enquanto nós duas, lerdas e consumidas de prazer, dormimos por sobre os panos desarrumados e encharcados de suor e dos líquidos do sexo selvagem que provamos.

 

No dia seguinte, sábado, eu acordei primeiro, saí da cama e fiquei nua diante da varanda do nosso quarto de hotel, me espreguiçando e olhando o mar lindo e o céu azul maravilhoso que faziam nessa manhã quentinha, chamei a minha loira, ela gemendo deitada nua e de cara nos panos da cama, toda linda e deliciosa, deixei ela dormir mais um pouquinho. Coloquei então um biquíni e por cima uma camiseta e shortinho e antes de sair falei pra ela que a esperava lá embaixo. Desci pra curtir mais um dia aqui em Búzios.

 

A praia tava bem movimentada, cheia de gente bonita e descolada, todos curtindo o mar, a areia, o calçadão, os muitos quiosques, fazendo caminhada, exercícios… e eu aqui sentada numa toalha e passando bronzeador em meu corpo moreno, mostrando minhas curvas e recheios em meu biquininho nude. E por estar sozinha logo chamei a atenção de alguns carinhas, pois neste cenário e ambiente os olhares eram maliciosos e intencionados, mas não dei mole, pois eu mesma prefiro escolher quem vai meter rola em mim, e por falar em rola, me chamou a atenção uns dois carinhas que jogavam futevolei bem perto. Dois morenos gostosos e bem jovens com sunguinhas marcando seus paus na horizontal, Dei uma olhada ao redor pra ver se eles estavam sozinhos, pois vai que eles tinham donas e elas estavam olhando.

 

Me levantei e me aproximei de um deles, logo conversei com os dois, na verdade dei uma missão a eles dois.

Pedi pra eles subir no nosso andar, entrar no quarto, pegar minha mulher de jeito na cama e dar uma bela foda nela… e se ela se assustasse, eles teriam que falar pra ela que eles eram o café da manhã que eu tinha mandando pra ela… eles riram achando isso uma maluquice, mas pra convencer eles eu mostrei em meu celular algumas fotos da minha loira, principalmente pelada, eles ficaram bem empolgados, nisso eu dei meu cartão da porta do quarto pra eles.

 

Fiquei aqui na praia apenas imaginando tudo, bem excitada e quase tocando uma siririca em público de tão louca que eu tava, mas se eles voltassem logo era sinal que tinha dado tudo errado.

 

Bom, os minutos foram passando e eu fiquei aqui na areia da praia bem arrepiada e excitada imaginando o que tava rolando lá em cima no nosso quarto do hotel. Não aguentei, coloquei meu shortinho, camiseta, peguei minha bolsa de praia e voltei pro hotel.

 

Já no nosso andar, cheguei diante da porta, tava apenas encostada, entrei e dei de cara com a minha loira de quatro na cama dando a bunda pra um dos caras e chupando a rola do outro. Delícia, o sexo tava com cara de que tava rolando já a bastante tempo, pois eles 3 estavam bem suados e ofegantes… E como não sou de ficar só olhando uma putaria safada assim rolando diante de mim, tratei logo de tirar minha roupa toda e me juntei a ales 3, onde já cheguei caindo de boca na rola gostosa de um deles, enquanto a minha loira gemia igual puta sendo puxada pelas ancas e socada com força em seu rabo todo empinado pro safado mandando ver pau no cuzinho rosado dela.

 

Eles não eram tão criativos e dominadores como os putos que nos meteram gostoso na noite anterior, mas foda-se, queríamos era rola em nossas bocas, bucetas e cuzinhos, e eles nos deram gostoso.

 

Logo virei meu rabão moreno de quatro pra um e tomei uma sova de rola na buceta tão forte que rapidinho me molhei toda gozando e gemendo que nem uma putinha. O outro tava deitado de costas na cama, olhando pros peitões rosados da minha esposa chacoalhando pra cima e pra baixo enquanto ela quicava na virilha dele, fudendo o pau dele com sua bucetinha gulosa. Trocamos de parceiros, caindo de boca em seus deliciosos cacetes melados de suco da buceta da outra. Deitamos arreganhadas lado a lado enquanto eles por cima de cada uma bombaram gostoso em nossas bucetas. Gozamos, gozamos, gozamos e quanto mais gozávamos entrando na rola dos dois, mais eu e ela queríamos gozar… Caralho, somos assim, viciadas em putaria, em foda, em sermos pegas e fodidas com vontade. Tinha momento em que dava até pena dos coitados, tendo que mostrar serviço sem parar enquanto eu ou ela exigíamos que eles não parassem de meter.

 

Ao fim tomamos aquela deliciosa chuva de porra em nossas carinhas suadas e ofegantes e nos abraçamos num beijo pornô, vulgar, melado, babado e chupado. Eles foram embora satisfeitos e de paus consumidos. Tomamos um banho demorado na banheira entre beijinhos, cochichos e risadas, onde relaxamos um pouco mais todo esse fogo, afinal, o dia só estava começando.

FIM!!

Beijos, lindos, comentem!!

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Safadinha na rola

O Exame

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