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EU LAURA ( 07 ) fatos reais nomes fictícios

Publicado em fevereiro 28, 2024 por Laura

………… continua do EU LAURA ( 06 ) …….

Ainda como supervisora de equipe, estava sempre viajando. Na minha cidade , onde aliás eu estava só quase nos finais de semana, depois de resistir bastante, aceitei começar a namorar com o Sergio, morador da cidade mesmo, e que conheci no clube nosso, ele havia se mudado pra cidade a poucos meses, nem um ano, e sempre vinha perto de mim para conversar. Sergio tinha sido militar por algum tempo e cidade vizinha a nossa e quando saiu do exercito, decidiu morara na minha cidade, tinha amigos na cidade.

Educado gentil, carinhoso, querido, mas H é homem, eu sabia como eles eram.

O namoro começou devagar, e logo foi se tornando um namoro sério, mas eu estranhava algumas coisas no comportamento dele, por exemplo não demonstrava ciúmes, no clube , reuniões dançantes, ele me incentivava a dançar com outros pq sabia que eu adorava dançar, mas dançando eu olhava pra ele na mesa, e via que ele estava ligado, olhando, os amigos dele que me convidavam pra dançar, quase todos me apertavam, e quando ficávamos na visão do Sergio, o cara se afastava, safados…..

As vezes eu pedia pra descansar, que sentia que estava começando a ter uma crise, o par me apertava eu começava a ter tremores internos, um medo enorme tomava conta de mim, medo de fazer alguma coisa louca alí mesma.

Sergio sabia do meus problemas, de como eu podia entrar em crise, as vezes tinha impressão que ele queria que acontecesse algo. Quando ele ia me deixar em casa, na despedida eu ficava fora de mim, alí na porta da casa mesmo, fazia ele entrar e atrás da porta deixava ele me pegar, me oferecia, eu tomava a iniciativa, ele sempre correspondia, mas não como eu queria, sempre sempre era pouco.

Nosso namora já estava bem sólido, mas eu sempre sentia que ele tinha algo, que eu não entendia, até que un dia ele me contou. Foi mais de uma hora no sofá da sala ele só falando, ele se considerava bissexual, com 14 ano havia começado com um coleguinha do colégio, que até os 17 anos fez muita coisa neste sentido, que tinha tido uma namorada lá onde morava antes, gostava muito dela, mas um amigo roubou ela dele, que ele descobriu, quando viu eles entrarem no cinema e disfarçadamente entrou e sentou fileiras atrás, viu perfeitamente quando ela se curvou, baixou a cabeça para o colo do amigo. Saiu antes de terminar o filme.

Cobrou dele na primeira oportunidade, ela não negou e disse que sabia dos amiguinhos que ele tinha tido na adolescência e aí o namoro acabou e que ele estava me contando pq não queria mais passar pelo o que havia acontecido, gostava imensamente de mim, me adorava, e estava aliviado por ter me contado tudo. Confesso que fiquei com sérias duvidas. Mas não deixei ele notar. Namoro seguia e eu sentia que ele estava sempre meio travado, ele quando a gente se despedia a noite na porta da casa, ele nunca estava duro o que seria normal, eu forçava, passava a mão no pinto dele sobre a calça, demorava pra endurecer, e quando eu estava começando a ter aquelas tremedeiras internas, ele me beijava e dava tchau.

 

Depois de algum temo tomei uma decisão, outra vez no sofá chegou minha vez de falar. Contei tudo que havia acontecido comigo quando era bem novinha, o tratamento que precisei fazer, e a sequela que fiquei que era incontrolava. Que eu ficava muita agitada, quando tocavam em mim, que eu meio que perdia a razão, queria sempre mais, e  mais e mais, que isso era perigoso, que eu nem podia muito ficar sozinha em alguns lugares, contei deixando claro que eu em alguns momentos me tornava uma insaciável, ele ouviu, disse que notava como eu ficava, quando me abraçava e me beijava, sentia que eu tremia um pouco, e que como eu tinha aceitado a bissexualidade dele, ele também podia aceitar algumas coisas de mim. Eu entendi mas não tinha certeza o que tinha entendido, que ele estava meio que me liberando se tivesse a necessidade de fazer algo, mas também deixou claro que ia querer saber, não queria ser enganado e que isso ele não aceitaria.

Ele depois que deu tchau, saiu, voltei a sentar no sofá, será mesmo que eu tinha entendido direito, me perguntei. Dias depois conversando com com uma super amiga, contei, dizendo que tinha medo de não ter entendido direito, ela sorriu, “amiga isso é tão bom, que vc não acredita né?”

Logo num sábado a tarde como de costume, no clube, na beira das piscinas, se aproximou de nós, o Leonardo, amigo do Sergio da infância, que estava de férias, na casa de uma tia. Nunca tinha visto ele, Sergio me apresentou, ele estava molhado havia saído da piscina de sunga. Fui apresentada, ele conversou um pouco de pé mesmo, ali na mesa, deu tchau, saiu, eles  combinaram um café no shopping.

Logo que saiu, o Sergio que parecia meio nervoso, ” Laura, vc viu na sunga dele, que coisa ?”, gelei com a pergunta, demorei pra responder, “sim, vi, é enorme né ?”, e então veio a pergunta dele que cause desmaiei, sério e sem rodeios , ” se vc quiser eu falo com ele, sei como ele é, acho que vc vai gostar pq ele tem fama de ser bem demorado, não precisa me responder agora”, “Sergio, vou a banheiro” falei, levantei saí. No banheiro eu estava bem tonta e com tremores internos, nunca esqueci minha reação. Depois de um tempo, já com o inicio da crise passado, voltei. Voltamos de boa a conversar de bôa, sem tocar no assunto. Mais tarde fomos pra casa, na porta da casa, “Laura me diz, vc quer que eu fale com o Leonardo “, não respondi, “vou entrar” falei, ele me segurou pelo braço, ” vou falar com ele, tá?”, não respondi, entrei.

Quando nos encontramos no outro sábado, no shopping, o telefone do Sergio tocou, eu sai da mesa pra comprar um refrigerante. Quando voltei, ” era o Leonardo no telefone, nos convidou pra ir lá na casa da tia dele, não tem ninguém  pq a tia  esta viajando, vamos “. Saimos pra garagem eu entrando em crise, entrei no carro, como se fosse uma zumbi, uma drogada, Sergio não falava nada, chegamos na casa da tia e entramos direto com o carro na garagem da casa. Subimos uma pequena escada e entramos na sala da casa, ouvi o Leonardo gritar , que já ia descer e que era pra nós ficar na sala.

Minutos depois ele desceu, uma bermuda colada no corpo, sentou na nossa frente, perguntando se queríamos beber algo gelado, quando terminou de perguntar, o Sergio, pediu para o Leonardo onde era o banheiro e se foi. Leonardo imediatamente se levantou e sentou ao meu lado. pegou minha mão, “O Sergio e eu somos amigos a muitos anos, ele confia em mim, e me contou coisas suas, o que vc sofreu o problema que vc passou e que vc ainda ficou com sequelas que são incontroláveis, acho vc linda, vamos subir” , já levantando e me puxando pelo braço, quase quase me faltou forças nas pernas pra levantar. Subimos ele me levando pelo braço. No quarto dele, ele me abraçou, senti o volume dele, quando ele se afastou um pouco olhei, estava lá marcado na bermuda, aquela coisa enorme. Ele foi até um sofá que tinha ali e tirou a bermuda, e quando ele se virou, dai me perdi, tipo seja o que vier.

Veio até mim, minha calça legue , foi pro chão, minha calcina acompanhou, minha camiseta meu , tudo no chão, eu nua como vim ao mundo, ele me abraçou puxou minha mão e fez eu pegar o pauzão dele, enorme, grosso, duro, duro, latejava, meio que me empurrou pra cama, e me ajeitou, numa gaveta ao lado da cama, tirou um tubo de um gel, e camisinha, fiquei imóvel olhando ele botando a camisinha, que não queria dar certo, consegui começou e desenrolou toda, não cobriu todo o pauzão, gel na minha ppk e logo na cabeçona do pauzão dele, e veio pra cima de mim. Confesso que eu estava sem reação alguma, senti quando ele acertou minha ppk e começou a forçar, eu sentia que alguma coisa me alargava, um pouco de dor, desconforte, ele bem devagar empurrando eu sentindo uma coisa louca, até que estava com tudo dentro, segundos imóvel e começou a mexer, na primeira puxada que ele deu até quase tirar fora, já gozei, empurro comecei gozar outra vez, um gozo intenso, contínuo, entrando e eu gozando me contorcia toda e tremia muito por dentro.

Ele num momento tirou tudo, me puxou pelas pernas pra beira da cama, ergue minhas pernas se ajoelho e começou me chupar, foi quando gritei, ao mesmo temo que gozei outra vez, quando me contrai gozando ele se levantou, segurando minhas perna pra cima, encostou a cabeçona na minha ppk outra vez e numa estocada contínua foi com tudo até o fundo, gozei outra vez, ele segurando minha pernas, uma botou sobre o ombro dele e com a mão que ficou livre, começou masturbar meu clitóris, escorregou o dedo e fui no meu cuzinho, massageando ele por fora, eu comecei outra vez me contorcer, quando ele puxou rápido o pauzão pra fora e se masturbando encheu a camisinha do gozo dele, também se contorcia e se contraia todo.

Gozei quatro ou cinco vezes perdi a conta. Fui pro meio da cama , ainda tremia por dentro, tinha algumas contrações internas. Ele saiu do quarto e foi pro banheiro, quando saia entrou na sala meu querido namorado, sentou ao meu lado e ficou me acariciando nas pernas e nas nádegas. Eu custei pra voltar ao normal, parara de tremer e sentir aquela sensação que sentia, Sergio puxou um lençol e me cobriu, fiquei encolhida no meio da cama. Adormeci por bons minutos, levantei fui até o banheiro, estava super alargada, notei ao tocar com os dedos. Meio que me lavei, vesti e desci, os dois estavam na cozinha. Nenhum falou, pedi ao Sergio para ir embora, saímos sem nos despedir do Leonardo. Em casa na sala, no sofá, Sergio começou a falar sobre o assunto, querendo meio que desculpar pelo que tinha aprontado e me contou que quando o Leonardo ergueu minhas pernas ele estava atrás do Leonardo e deu pra ver tudo, que viu eu tremendo e contorcendo, e que ficou feliz, acho legal.  Pedi pra ele ir embora que eu queria tomar um banho e ir pra cama, eu sentia a ppk, meio ardida.

Ele saiu,…………

Segue no capitulo ( 08 )…….

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Até que enfim

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