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EU E MINHA IRMÃ. … UM SEXO MUITO GOSTOSO

Publicado em julho 1, 2022 por CARLOS A. LYRA

– . . . – EU E MINHA IRMÃ. … UM SEXO MUITO GOSTOSO. —
– . . . – Me chamo Carlos, sou moreno, 24 anos, 1,80 de altura. Tenho cabelos e olhos claros, pratico esportes e trabalho como professor de Ed. Física. Tenho uma vida sexual muito agitada desde quando eu era novinha. Acredito ter alcançado a maturidade de um homem aos 17 anos.
– . . . – Enfim, vou relatar o que aconteceu há um tempo. Tenho uma irmã extremamente linda, ela é baixinha, morena, olhos da cor de mel, corpo escultural. Mas o que mais admiro dela é sua inteligência, dedicação aos estudos e hoje ela faz Psicologia.
Sendo minha irmã, é a única mulher que eu confiei, confio e sempre vou confiar.

Nunca foi de escrever um relato um conto erótico, embora não me falte motivos. Então se o texto ficar longo, só lamento, mas vou contar tudo com detalhes.
Minha família e eu, fomos morar com minha avó, pois minha mãe teve que vender nossa casa para pagar as dívidas e tratamento. Meu pai nos deixou, por esse motivo, tivemos dias difíceis, e minha mãe que sustentava todos nós.
Alguns anos se passaram, e eu comecei a trabalhar bem novinha fazendo menor aprendiz, e foi nessa época que dei início a minha vida sexual. Tive a experiência de transar com minha professora de Ed. Física, e acho que foi por esse motivo que comecei a gostar do que faço atualmente. Minha irmã começou a demonstrar ciúmes de mim, principalmente quando levava alguma namoradinha em casa.

Depois de alguns anos, com muito trabalho e dedicação, conseguimos comprar uma casa melhor, minha mãe ficou com nossa avó, minha Irmã veio morar comigo. Ela sempre foi minha joia e eu sempre cuidava dela, ajudava nos estudos e tudo mais.
Certo dia, ela me surpreendeu revelando seu desejo sexual por mim, eu fiquei sem reação no momento, mas depois deixei para lá. Marcamos de ir ao cinema, mas houve um imprevisto e tive que voltar na empresa onde trabalhava e ficou combinado de ir outro horário.
Marcamos de nos encontrar para pegar o ônibus e ir para o shopping. Quando nos encontramos, ela fez o favor de aparecer com uma saia pequena, um palmo acima dos joelhos, sempre linda chamava atenção. Um rapaz passou por nós e comentou “nossa, que delícia em”. Não pensei duas vezes e discuti com o rapaz, queria arrebentar ele na porrada, mas minha irmã me pegou pelo braço e pediu para que deixasse para lá, tentei manter a calma e quando esfriou a cabeça, embarcamos no ônibus e eu pedi para que ela não se vestisse assim quando estivesse sozinha, não queria controlar a vida dela, mas que só me preocupava. Ela me pediu desculpas e me abraçou. Fomos comprar os ingressos e a moça da bilheteria disse que demos sorte, pois minha namorada e eu ficamos com os últimos ingressos.
– “Minha namorada?”, não, moça. Essa é minha irmã. Respondi todo sem graça.

Entramos, assistimos o filme todo, comemos muito, e nos divertimos. Chegou a hora de ir embora, e novamente vamos de ônibus, dessa vez foi mais tranquilo, sentamo-nos, ela aparentava estar cansada, colocou sua cabeça em meu ombro e acabou cochilando.
Chegamos em casa, ela estava meio estranha, quis passar mais tempo comigo, mas o cansaço me dominava, então foi me deitar, fomos cada um para seu quarto, bom, pelo menos eu fui.

Lembrei que tinha que pegar água como de costume para deixar no quarto e quando chego na sala, lá estava ela, deitada no sofá, sem blusa, sem short só com a mão dentro da calcinha, e na outra mão, o celular com fones de ouvido. Isso era umas 02h da manhã, eu fiquei espantado sem saber o que fazer, ela me viu e ficou sem reação, nessa hora, não sei o que aconteceu, mas comecei a desejar a minha irmã, aqueles peitos durinhos, coxas malhadas e grossas, barriguinha sarada. Olhei para ela e pedi desculpas, voltei para meu quarto, até esqueci da água que fui buscar. As coisas ficaram estranhas entre nós depois disso, costumávamos assistir filmes dividindo o mesmo sofá, e ficamos distantes por um tempo.

Quando foi numa terça, ia passar um filme bom na TV, chamei para assistir comigo, ela topou, mas ficamos sentados em sofás diferentes. Alguns minutos se passaram, ela olhou para mim e me perguntou se poderia deitar ao meu lado, disse que não, mas no fundo eu queria, tentei ignorá-la, foi difícil e acho que ela notou o quão nervoso estava, e isso parece ter deixado ela ainda mais afim. Me pediu novamente para ficar ao meu lado, prometendo não fazer nada, aceitei e ela se sentou comigo. Senti uma mão me tocando de leve, e era ela, me provocando, não cedia as provocações, nem olhava…

Então ela tomou a atitude de se levantar, abriu as pernas e se sentou em cima de mim, ajeitou aquela bundinha quente e deixou meu pau bem no meio daquele bumbum que já era bem gostoso, durinho e grande, se esfregava em mim com aqueles enormes peitos, fiquei excitado, confesso, então não tinha para onde correr, me entreguei, deixei rolar.
A sede dela por mim havia acumulado e ela se soltou totalmente naquela noite, me deixando extremamente louco de tesão, passei a mão naquela barriguinha, ela suspirava, coloquei a mão no short dela e já estava ensopado e chupei aquele melzinho gostoso.
Ela se levantou novamente, me empurrou para deitar-se no sofá, sentou-se em cima de mim e se esfregava sem parar, me chamando de gostoso e que queria que eu a comesse. Aqueles beijos quentes que me dava, fazia meu pau latejar de tanto tesão, e foi quando ela foi beijando meu corpo, chegando até meu pau, tirou da cueca e ficou chupando só a cabecinha, fui enlouquecendo, gente que mulher!

– – – Depois ela olhou para mim e me pediu para que a chupasse, peguei essa delícia e trocamos de posição, agora era eu quem estava no controle, chupava ela, me lambuzava todo, a safada gemia alto, não se importava com o barulho, segurava minha cabeça me sufocando naquela buceta molhadinha e gostosa.
– – – Ouvi um sussurro com tesão dizendo “me fode, me fode”, olhei nos olhos dela, nos beijamos, e meti meu pau naquela buceta deliciosa, entrou fácil, pois estava muito molhada. Fui metendo sem parar, não me cansava daquilo, mudávamos de posições, fizemos quase um kama sutra, a noite parecia não ter fim.

– – – Ela gemia alto, implorando para foder sua buceta, “mete com força, seu tarado, fode, fode! Aii que delícia, goza pra mim”.
– – – Foi de quatro que não aguentei, aquela enorme bunda, ela me olhando toda safada, fazendo caras e bocas… Enfiei meu pau na sua buceta, colocava devagar e tirava, repeti algumas vezes, nossa que delícia. Não queria gozar rápido, queria aproveitar, então fiquei passando as mãos naquele corpo maravilhoso e foi quando ela disse que queria gozar junto comigo.

– – – Aí eu não resisti, ela se sentou em cima de mim e ficou cavalgando, esfregando seus peitos no meu corpo e batendo na minha cara, sentava-se com tesão, gemendo no meu ouvido, dizendo que delícia, e que ia gozar. Não consegui segurar mais, aquela delícia de mulher quicava tão maravilhoso no meu pau, que gozei, gozamos juntos, ela ainda sentada em cima de mim, suspirava cansada, ao mesmo tempo satisfeita…
– – – Depois da transa louca e gostosa, fomos para nossos quartos dormir, aliás, tínhamos compromissos no dia seguinte.

Por ser minha irmã, tentava me afastar um pouco, mas não tinha jeito, ela sempre tinha planos para transar comigo, mesmo tentando cortar…
– – – O dia de filmes sempre aconteciam, então era o momento perfeito para ela, que sabia me provocar, me seduzir, sentava-se em mim já toda molhada, aí não tinha como resistir, penetrava aquela buceta molhada com tanta vontade, que gozava até rápido, mas não deixava de ser gostoso.

– – – Então sempre que dá, a gente transa, certa vez, eu estava jogando vídeo game na sala e ela na cozinha, do nada aparece com leite condensado, joga sobre meu peito e começa a me chupar com aquela boca deliciosa, até meu pau. Pedia para eu gozar na sua boca, e depois de chupar muito e bem gostoso, gozei, enchi a boca dessa safada de porra quente.
Passamos há transar toda semana, sempre que dava, ela se precavia com remédios para não engravidar, pois a gente transava sem camisinha.
C. Carlyle

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