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Janaina, Morena Bunduda

Publicado em maio 11, 2022 por Shadowrealm

Vou fazer um relato de quando eu tinha 21 anos, hoje em dia tenho 30.
Na época eu trabalhava com venda externa, abordávamos pessoas nas ruas para vender nosso produto.
Sou do Rio de Janeiro, Capital, e no dia do ocorrido, eu e minha equipe estávamos numa praça na Zona Sul, quando vejo vindo a caminho de onde estávamos uma senhora de vestidinho florido. Morena com feições de negra, por volta de 1,55 de altura, rosto simpático, parecia ter por volta de 40 anos, cintura razoavelmente fina e um quadril enorme.

Meu pau ficou duro na mesma hora, imaginando que a bunda também deveria ser grande. Praticamente pulei na frente de minha colega para poder abordá-la. Tenho 1,80, tenho físico esguio, mas boa postura e musculatura razoavelmente definida, um rosto não tão bonito mas agradável, “carinha de bom menino” como dizem. Até hoje as pessoas me julgam com bem menos idade do que tenho rs Ela disse que se chamava Janaina, era super simpática e tinha um sorriso lindo. Fui falando do nosso produto e sem que ela percebesse, me posicionei ao lado dela pra poder dar uma bela olhada em sua bunda, e foi aí que até me embolei nas palavras.

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Era ainda mais impressionante que o quadril, um bundão enorme que fazia muito volume pra trás, além de ser tão empinada que parecia dar pra apoiar um copo de água em cima sem ele virar. Uma autêntica morena bunduda. Ela disse que não poderia comprar nosso produto, pois trabalhava como doméstica, então não tinha condições. Eu disse que tudo bem, que o que contava era a intenção, desde que eu pudesse ver aquele sorriso lindo novamente. Ela sorriu, e agradeceu. Puxei assunto, ela disse que morava em Realengo, bairro da Zona Oeste, e eu comentei que também morava na mesma região.

Perguntei se ela queria companhia no caminho, e ela disse que sim, pois eu era muito gentil. Pedi autorização ao meu superior pra ir embora sem precisar passar no escritório, ele me disse que poderia ir tranquilo, então eu e Janaina nos encaminhamos pro Metrô. Pra quem não souber, no Rio de Janeiro os transportes públicos em horários de pico sempre estão extremamente lotados, então pegamos um Metrô atulhado de gente. Fomos conversando de pertinho, pois o Metrô fazia muito barulho, e descobri na conversa que Janaina era solteira, morava sozinha, e não namorava havia muito tempo, ela alegava que não tinha tempo pra isso.

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Eu prontamente disse a ela que aquilo era um absurdo, pois ela era linda e precisava se divertir e ter carinho. Disse inclusive que como era muito bonita, chamava muito a atenção, e era bom que tomasse cuidado com os tarados do transporte público. Na mesma hora um homem olhava fixamente pra sua bunda, mas parecia mais estar distraído do que tudo. Ela olhou e achou que estivesse fitando seu bundão, então automaticamente se achegou mais a mim. Eu disse a ela que ficasse tranquila, que eu a protegeria. Abracei sua cintura e a conduzi gentilmente de forma que ficasse em minha frente, e então posicionei meu pau bem no meio daquela bunda gigante, sentindo aquele rabetão através da minha calça de moletom.

Agradeci a todos os deuses por ter aceitado a sugestão de minha irmã de usar aquela calça, que estava na moda. Ela deu um sorrisinho meio sem graça, mas agradeceu, e continuei puxando conversa como se nada tivesse acontecido. O metrô balançava, e eu aproveitava cada oportunidade pra deslizar meu pau já extremamente duro pelo meio daquela bunda macia e empinada, algumas vezes até segurando mais firme na cintura e puxando ainda mais pra mim, disfarçando no balanço do Metrô. Aquela situação já estava me deixando louco, e então chegamos na Central do Brasil e tivemos que descer. Joguei a camisa por cima pra disfarçar o volume do pau e notei que Janaina estava bem corada, parecia estar com vergonha, mas fingi que não notei. Passamos das catracas e nos encaminhamos para a plataforma da linha de Santa Cruz, que já estava bem cheia. Deixei que ela fosse na frente e fui com a mão nas costas dela, na altura da cintura, e sem a menor cerimônia parei bem atrás dela quando paramos para esperar o trem. Disse a ela para esperarmos as primeiras pessoas entrarem na correria, por que eu odiaria que ela se ferisse por causa de alguém mau educado.

Ela agradeceu a gentileza, mal sabendo que o que eu queria era que ficássemos de pé, pra que eu pudesse passar a viagem toda deslizando meu pau naquela bunda gigante. Entramos no trem depois da massa, então me posicionei atrás dela, separei um pouco minhas pernas e arqueei um pouco os joelhos, pra que meu pau ficasse ainda mais na altura certa daquele rabetão. A abracei pela barriga e disse baixinho em seu ouvido: “fica tranquila que eu te protejo, tá?”. Conforme o trem saiu, enquanto eu roçava meu pau estourando de tão duro naquela bunda incrível, fomos conversando, e eu sempre que falava algo, era bem pertinho do ouvido dela. Aproveitei pra elogiar o perfume dela, apertando-a ainda mais contra meu corpo. E então eu disse que ela era muito legal, e que tinha gostado muito de conhecê-la, ao passo que ela disse que também gostou muito de me conhecer, que eu era gentil e educado.

Então eu disse que estava me convidando pra tomar um café na casa dela, e que não aceitava um não como resposta. Ela disse que sua casa estava bagunçada, e eu disse que não ligava. Como eu poderia prestar atenção na casa com um rabão daqueles na minha frente? Ela insistiu que não, pois estava cansada, e eu resolvi apelar. Perguntei se eu tinha feito algo que a tivesse chateado. Logo ela disse que não, e que me receberia na casa dela com o maior prazer. Eu não disse, mas pensei que o que eu mais queria naquele momento seria sentir prazer com ela. Descemos na estação de Realengo e nos encaminhamos pra casa dela, que não era longe. Ela logo me pediu desculpas pela casa não ser grande, e eu disse que tudo bem, que eu era uma pessoa simples, e que estava lá pra aproveitar a companhia dela, não reparar em sua casa. Entramos, e ela soltou um ufa, logo depois de fechar a porta. Disse que eu podia deixar a mochila onde quisesse, que ficasse a vontade e me sentisse em casa.

Então eu prontamente disse que ela fizesse o mesmo, disse que não repararia, que ela deveria pôr o tipo de roupa que põe pra ficar a vontade em casa. Que eu acharia uma desfeita ela ficar desconfortável por minha causa. Ela enrijeceu e disse que iria trocar de roupas. Quando ela voltou, não pude deixar de ficar boquiaberto. Ela estava com um shorts preto que deveria ficar larguinho, mas como o bundão dela era gigante, ficou completamente enterrado atrás e aparecendo metade daquela bunda linda, e bem justo na parte da frente, e então eu pude ver o que não dava com ela de vestido: ela tinha um bocetão estilo capô de fusca, muito expressivo, chegava a ser exagerado. Eu arregalei os olhos secando aquela boceta incrível, com meu pau quase pulando fora da calça, ela percebeu minha expressão e pediu desculpas, então me levantei rápido e a peguei pela mão, dizendo que estava tudo bem, e que eu estava feliz de ela estar a vontade.

Perguntei se poderia dar um abraço nela, pois gostei muito de a ter abraçado no trem, ela ficou com vergonha, mas disse que eu podia. Então dei um abraço bem apertado, segurando firme com os braços ao redor da cintura, apoiando os braços em cima do rabetão dela, de forma que ela sentisse meu pau duro. Dei um beijinho suave no pescoço dela e disse que tinha sido o melhor abraço da minha vida. Ela perguntou: “Sério?” E eu disse que sim. Que queria outro, mais demorado e mais intenso, e perguntei se ela deixava. Ela assentiu, então sem demorar nem um segundo a mais a puxei com firmeza, e agarrei aquela bunda imensa com as duas mãos, desci a mão pela coxa e levantei de leve uma das pernas dela, e encostei meu pau naquele bocetão. Ela ficou boquiaberta, mas sem ação. Então eu disse que uma mulher linda como ela não deveria ficar sem carinho e proteção por tanto tempo, e que eu cuidaria dela.

Beijei aquela boca carnuda com vontade, e fiz o que queria desde que a vi pela primeira vez: passei minhas mão pelo corpo todo, massageando e apertando tudo que eu queria, do jeito que eu queria. Ela não teve tempo de responder nada, tirei sua camiseta de algodão e caí de boca nos peitos dela, que não eram tão grandes como gosto, mas eram macios e cheirosos. Ela gemia e dizia “não” bem baixinho, mas eu não estava mais me aguentando. Beijei a boca dela novamente, tirando o short mais devagar que a camisa. Ela parecia querer relutar um pouco, mas fiz mais força, e logo ela estava sem o short. Pude então passear as mãos naquele monumento de bunda e deslizar os dedos por aquele bocetão. Era muito carnuda e com os lábios pequenos, e estava bem lisinha. Ela começou a gemer e se contorcer conforme eu acariciava aquela boceta perfeita. Mandei que ela se sentasse, abri as pernas dela e não esperei mais, caí de boca no bocetão da Janaina.

Ela gemia muito alto, e começou a morder a mão pra não gemer ainda mais alto. Em pouquíssimo tempo ela estremeceu toda, gemendo alto e se esquecendo de morder a mão ou tapar a boca: ela gozou tão intensamente que ficou toda mole. Mandei ela se levantar e a virei de costas, então comecei a beijar aquela bunda macia e gigante inteira, passando o rosto, e aí comecei a dar tapas. Levantei por trás dela e cheguei bem perto de seu ouvido, e perguntei se ela agora agradaria o macho dela, que cuidaria e protegeria ela sempre. Ela disse que sim, ainda um pouco trêmula por causa da gozada intensa. Pedi então que ela abrisse as pernas, pois queria fazer papai e mamãe com ela antes de tudo. Ela me perguntou se eu tinha camisinha, eu disse que sim, mas que queria passar um pouco o pau na boceta dela. Ela aceitou, mas me disse pra colocar a camisinha antes de entrar.

Então Janaina abriu as pernas pra mim, demarcando mais ainda aquele quadril enorme, e foi aí que percebi que eu precisava sentir a boceta dela, sem látex algum me atrapalhando. Comecei a pincelar aquele bocetão macio, e agora bem molhado, com a cabeça do pau bem duro, e fui vendo o quanto excitada ela estava. Gemia, mordia a boca, revirava os olhos… Então me debrucei por cima dela e comecei a beijá-la, morder sua orelha, dizer que estava louco pra sentir a boceta dela molhando meu pau, e comecei a passar a cabeça bem na portinha. Ela foi ficando cada vez mais excitada, e eu comecei a entrar, pois ela estava encharcada e estava entrando muito fácil. Meu cérebro quase derreteu quando percebi o quanto a boceta era apertada, apesar de ser tão carnuda, e o quanto estava quente e molhada. Não consegui pensar em mais nada, e comecei a socar com força. Segurando as pernas abertas dela por baixo, apertando a bunda dela de forma que eu a comprimisse contra mim, e socando fundo, sentindo a cabeça do meu pau batendo no útero dela.

Depois de ela dizer umas três vezes que tinha gozado, percebi que ia acabar gozando, a situação toda do Metrô e do Trem já tinham me deixado maluco de tesão, então disse que ela ficasse de quatro. Eu PRECISAVA comer aquela bunduda de quatro. Ela me disse que estávamos fazendo sem camisinha, e eu disse que tudo bem, que ficasse tranquila, e a conduzi de forma que ficasse de quatro, com a bunda bem empinada e com as pernas levemente abertas. Me posicionei entre as pernas dela, e deslizei meu pau de uma vez pra dentro daquele bocetão apertado, admirando aquela bunda perfeita balançando toda vez que eu socava. Segurei firme pela cintura e comecei a dar tapas, e então novamente o instinto assumiu.

Puxei Janaina com força pelo cabelo com uma mão, e com a outra eu apertava seus peitos, segurava sua cintura firme e batia naquela bunda imensa ou em sua cara, o tempo todo a chamando de puta, de cadela, e dizendo que agora ela era minha, e só minha. Ela gozou duas vezes assim, e então eu a segurei firme pelo pescoço e desci a mão pra acariciar sua boceta, então ela gozou mais uma vez, e foi aí que ficou completamente entregue a mim. Puxei Janaina pela cintura e segurei bem firme, e perguntei se estava gostoso, e se ela estava gostando de sentir meu pau inteiro dentro dela. Ela respondeu que sim, que estava se sentindo incrível. Então eu falei pra que ela me pedisse pra sentir tudo dentro dela. Ela pediu, então virei o rosto dela pra mim enquanto socava ela por trás, beijei sua boca e gozei tudo dentro de sua boceta. Acho que nunca gozei tanto na minha vida. Mesmo depois de gozar dentro daquele bocetão, não saí de dentro dela, e continuamos a nos beijar, enquanto eu acariciava o corpo dela, o tempo todo minhas mãos voltando pra bunda incrível dela. Tomamos um banho quentinho juntos, me despedi dela e a deixei sonolenta, de tão exausta que ficou. Nos encontramos outras vezes, mas isso eu conto outro dia.

Adoro mulheres de bunda gigante, não ligo caso seja gordinha, pode ser novinha ou madura. Adoro uma negona bunduda, mas não dispenso brancas, morenas ou ruivas de bunda GG. Se ficou interessada e for do Rio de Janeiro, me manda um email que a gente marca de dar uma volta de Trem ou de Metrô. [email protected]

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