…. Seguimos na nossa rotina, a Claudinha, me provocando o tempo todos com os amigos, e eu não tinha jeito de avançar, então em outro sábado a noite no barzinho de sempre, ela chamou pra nossa mesa um dos amiguinhos dela (Eduardo 19a), e pediu para ele chamar outro amigo, para sentar comigo. Quando vi, os dois sentaram com a gente e começou rolar um papo, o que estava comigo Sergio (18a), loiro alto surfista, bronzeado, achei ele lindo e agradável pelo modo de falar, enquanto o amigo dele que estava com a Claudinha era também loiro e lindo e surfista bronzeado. Conversamos muito tempo, eles pediram bebidas para nós, em um momento a Claudinha me convidou para ir no banheiro, fomos, ela fez o que precisava, também fiz, e ela me falou, “amiga o Sergio é um gato, vc tem que relaxar, ele demonstrou esta a fim de vc, fala com ele , pega na mão dele e fala qualquer coisa ele vai entender que vc gostou dele”, a professora me instruindo.
Voltamos para a mesa, o Eduardo muito a vontade com a Claudinha, tocavam nela, nos braços, ele acariciou o rosto dela algumas vezes, ela imediatamente correspondia com o mesmo gesto. Eu não conseguia me destravar com o Sergio, um cara super gentil, papo legal, eu lembrava da orientação da Claudinha mas não conseguia tocar nele.
Depois de longa conversa , se aproximou a hora de ir embora, eles se ofereceram nos dar carona, quando entramos no carro o Eduardo, “vcs não querem ir lá no nosso apto”, eles tinham alugado um apto, por semanas, nem deu tempo de pensar algo a Claudinha, “sim, sim, né amiga?”, me olhando com cara de quem queria que eu confirmasse, só que não respondi nada, eu estava atras com o Sergio, naquele momento senti que ele pegou minha mão, apertando ela, e acho que por instinto, apertei de volta. Prédio pequeno, poucos apartamentos, escada para subir, entramos no apartamento, bagunça, roupas jogadas por todos os lados.
Claudinha entro no apto e logo foi levada para um dos quartos, eu fiquei ali no sofá com o Sergio, que logo pegou minhas mãos puxou meu corpo pra ele e me abraçou e começou me apalpar, estava agitado, nervoso, eu super nervosa, sozinha ali na sala com ele, sem nada falar, levantou e começou a tirar a roupa, nu me puxou para ficar de pé me deixou só da calcinha, estava muito agitado, ele totalmente nu e aquela coisa dele, super dura me esfregando, pensei masturbar ela, sabia que assim ele ia se acalmar, mas ele me puxou pela mão, me levou no outro quarto, fez eu me ajoelhar na beira da cama, só afastou minha calcinha, ele foi rápido, logo senti a cabeça do pau dele no meu cuzinho, ele empurrou, dei um grito, cai pra frente ele não consegui entrar. “querida vc nunca fez?”, perguntou, sacudi a cabeça confirmando, ele “calma então, já volto” em segundos estava de volta e com um pote de gel, que esfregou no meu cuzinhos, jogou o pote do meu lado, e voltou a me arrumar de quatro, pau voltou ao meu cuzinho e forçou, mas forçou fazendo um vai e vem bem devagar, sentia que cada vez pressionava mais, até que veio uma dor enorme, ele tinha conseguido entrar, “para, para, tira por favor, esta horrível”, ela não me obedeceu, mas ficou imóvel, parado a dor continuava, mesmo com minha reclamações, ele me segurou pela cintura e voltou a empurrar, eu tinha impressão pela dor, que estaria me rasgando, ele só falava pra eu me acalmar, relaxar, que ia passar, “não passa, não passa, tira por favor, tá me machucando”, ele outra vez imóvel, desta vez a impressão é que estava tudo dentro, sentia que ele começou fazer delicados e curtos vai e vem, em minutos minha dor aumentou, ele gemeu alto e me puxou com força pra ele, gozou dentro de mim, ficou me segurando puxado pra ele, e aos poucos foi me soltando eu sentia a dor diminuindo, senti bem direitinho quanto o pau todo caiu fora, e escorrer algo nas minhas pernas, era o gozo dele, eu me borrei, um nojo.
Uma pequena toalha que tinha ali, ele me deu, e saiu do quarto, eu tinha dor, menor mas sentia dor e ardência, precisei esperar ele sair do banheiro e fui então molhar a toalha para me limpar, com os dedos toquei meu cuzinho, estava bem dolorido. Quando sai do banheiro ainda nua, a Claudinha já estava no sofá, me viu passar nua para o quarto, começou a rir, “ei, ei, tua roupa esta aqui, pera vou te levar”, veio sorrindo, me olhando, “como foi? foi legal?, gostou?”, “Para com essas perguntas idiotas, estou toda dolorida, acho que ele me machucou”, “não acredito, é assim mesmo, depois acostuma, deixa ver”, me ajoelhei na cama, ela abriu minhas nádegas, “não aconteceu nada, tá bem vermelho, mas isso logo passa, veste tua roupa, vou te esperar na sala”, saiu do quarto. Fui a última a ir para a sala, os três lá com cara de safados, Sergio veio ao meu encontro, me abraçou, me beijou no rosto, vamos levar vcs em casa.
Nos deixaram na esquina onde pedi para pararem, combinamos nos encontrar outra vez, sem marcar nada. Em casa no quarto com a Claudinha, ela se mostrava feliz, parecia ter vencido um campeonato, me olhava sorria e não falava nada, depois “como esta querida, melhorou, tenho ali na minha mochila uma pomada que ajuda , “quer ?”, aceite, ela trouxe um tubo da pomada, “vai vira essa bundinha pra mim”, e ela mesma passou a pomada. “Sabe o Sergio falou, que não sabia que seu cuzinho era virgem, ele ficou nervoso quando vc gritou, mas depois deu certo, ele adorou”, risos……….
A Claudinha não perdia oportunidade de me gozar, “amiga agora é só praticar, logo não vai sentir dor, dai fica legal, sempre vamos encontrar quem gosta, …..
Esta noite de sábado, ficou na história pra mim, nunca esqueci….
Depois daquele dia, eu sentia atração diferente, era um sentimento diferente, mais forte, talvez por eu já ter sido iniciada, e estar mais confiante. Na praia ainda tínhamos muitos dias pela frente…..
… Segue capítulo 03…Viúva Negra, muito agitada ,se revelando
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