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VIDA DEGRADANTE ( B )

Publicado em julho 11, 2024 por Laura
4.3
(6)

…… segue vida fácil ? , só pra quem esta do outro lado.

Eu continuava, o dinheiro era bom, como eu era a mais jovem de todas meninas que estavam lá, sempre era a escolhida em primeiro lugar, até já havia criado ciúmes entre as colegas, mas era bem recebida todos os dias.

Em um dia da semana no meio da tarde, chegou um cara que ficou de conversa na porta com a tia que cuidava da casa, falavam alto se conheciam, logo entraram na sala, um negro, a tia já entrou me olhando, senti que ela havia falado algo pra ele, ele foi pro quarto, e logo fomos em fila nos apresentar, uma por uma, dando o nome e saia. Depois de todas terem se apresentado, a tia foi lá e veio falar que foi a escolhida….Não preciso dizer né ?

A tia me entregou três camisinha, e me entregou um tubo de gel, quando me entregou o gel, logo imaginei, meu cuzinho vai arder, era certo isso. Ele me recebeu legal, me abraçou me baixou eu logo fui tirando minha roupa, ele também, sentado na cama começou se despir, só de cueca se levantou e foi colocar a roupa em uma cadeira ali, ali mesmo tirou a cueca, e veio ao meu encontro, sacudi a cabeça, negando estar ali, ele sorriu, “calma querida, vamos devagar”, negro pauzudo, me deu medo.

Ele veio calmo me fez deitar, e começou me acariciar, mesmo sem tocar, notei que o pau dele começava a ficar duro, enorme, reto, grosso, cabeça afinada pontuda, ele sabia o que tinha, abriu o tubo de gel, e passou no pauzão dele, abriu minhas pernas se ajoelhou entre ela e veio, aquele pauzão, começo entrar, me alargando, não tinha dor, só a sensação de que estava sendo alargada ao extremo, ele empurrava um pouco, parava e voltava empurrar, até que não tinha mais o que empurrar, eu sentia a cabeça encostando no meu útero e dai sim dava uma pontadas de dor.

Socou, socou, eu na torcida que logo gozasse, Foi quando ele puxou todo pra fora, ajoelhado na cama, “querida ajoelha aqui vem, quero comer esse cuzinho, vou de dar uma grana boa por fora tá ?, falou em grana comigo era a chave pra me convencer, “vou te dar cachês por fora, sem avisar a tia”, acabei de quatro, ajoelhada na frente dele, ele já trocava a camisinha, passava gel na cabeça do pauzão e esfregou no resto do pau, com dedos senti ele entrando entre minhas nádegas e passando no meu cuzinho, “vou bem devagar tá, querida”, logo senti as pinceladas que ele dava no meu cuzinho, parou, senti que acertou, e veio a primeira pressão, pressão mesmo sem parar, pressionando, empurrando e começou a dor, não dava mais pra segurar, a dor aumentando muito, quando ele ja estava dentro, não sei quanto eu gemia, ela parou ficou imóvel, acariciava minhas nádegas, logo senti as duas mãos dele na minha cintura e começando a me puxar pra ele, eu sentia aquela coisa enorme, me alargando por dentro, ele não teve dó, devagar, devagar, mas entrou com tudo, senti o corpo dele encostar nas minhas nádegas, pra sorte minha, deus poucas mexidas de vai e vem , bem devagar, começou gemer, me puxou toda pra ele, e com o pauzão todo enterrado em mim, gozou, e minha dor só aumentou, me segurou gozando por alguns segundos, e comecei a sentir um alívio , era o pauzão saindo do meu cuzinho, quando a cabeça saiu, confesso que me borrei, escorreram fezes minha pra fora.

Ele nem deu bola, levantou e foi pro banheiro, usei uma toalhinha que tinha ali, pra me limpar. Quando levantei com a toalhinha ainda entre minha nádegas, ele saiu sorridente do banheiro, já com o meu dinheiro na mão, deixou nos pés da cama. Saiu do quarto, foi rápida pro banheiro, me lavar, ao esfregar sabonete no meu cuzinho, senti uma ardência, que depois soube que era duas pregas que haviam estourado, com os dedos deu pra notar que ele realmente havia me arrombado…

Sai da sala, as gurias me olhando e rindo, sabiam o que tinha acontecido, fui na cozinha, falei pra tia, tô indo embora, hoje , não atendo mais ninguém, ela nem falou dada, só deu um sorriso safado.

O taxi me levou pra casa, eu estava dolorida mesmo, ao sentar sentia dor, meu cuzinho ficou endurecido por fora, meio saltado pra fora, meu duro e dolorido. Pra eu não sentir mais nada se passaram dois dias…..

…segue…. ( C )

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