website page counter
Bem Vindo, visitante! [ Entrar | Cadastro ]
Contos adultos » Contos eróticos gay » VERDADES ESCONDIDAS. Desde muito cedo.01. Fatos reais

VERDADES ESCONDIDAS. Desde muito cedo.01. Fatos reais

Publicado em outubro 16, 2025 por TUTY
5
(2)

Minha mãe muito católica, acreditava em tudo da igreja. Um dia me viu eu só soube anos depois, eu com meu amiguinho, vizinho, nos dois de pinto de fora e um tocando no outro, dois magrelos, com crescimento rápido de hormônios para nossa idade. Eu e Júlio éramos pré adolescentes, sempre inventando coisas. Tipo se tocar, um pegava no pauzinho do outro, de mostrar um cuzinho um para o outro, e nos masturbava também, juntos lado a lado, eu achava muita graça quando ele estava começando gozar, eles espichava as pernas e se contraia todo. O pau dele, e ainda um pauzinho, já mostrava que seria maior que o meu, diferente ele tinha feito a operação de retirar a pele que cobria a cabeça do pau, eu não.

Então de uma hora para outra minha mãe inventou que estava na hora de eu falar com o padre, fazer uma confissão. Eu nem sabia o que era fazer confissão, mas o padre estava preparado, com certeza minha mãe havia falado pra ele. Ele falava mais que eu, perguntando coisa sempre em torno do sexo, como eu me sentia, o que eu fazia, comentou da idade, que a gente fazia coisas, insinuando pra im falar das coisas que fazia com o Júlio, mas não falei nada. Então ele no fim, me disse, que eu devia arrumar uma namoradinha da minha idade, que era importante namorar, que isso poderia levar ao casamento e depois constituir uma família, que eu devia falar mais seguido agora com ele, e que ele sempre poderia me ajudar, blá, blá, blá…

Lembro que a melhor coisa que ouvi, foi que era tempo de arrumar uma namoradinha, mas eu sabia que isso era para me afastar do Júlio.

Então como o Júlio era meu super amigo, eu nem tinha outro, falei de namorar, ele ficou influenciado, “sim, sim, vamos, eu arrumo uma pra mim, também, e já começamos falar das coleguinhas do colégio, muitas delas eram bem queridas, mais comigo do que com o Júlio, pq o Júlio era mais avançado.

Eu comecei flertar com a Flavinha, que sempre parava pra conversar comigo, ela logo me contou que mais nova ainda tinha namorado um menino, filho do dona da farmácia, ele dois anos mais velho, mas nem sabia pq o namoro tinha acabado, ele simplesmente parou de procurara ela.

A gente se encontrava na saída do colégio e comecei acompanhar ela até em casa, o Júlio não conseguia nada com as meninas, mas todos os dias me perguntava da Flavinha, como era o que eu fazia, me dizia o que fazer como fazer, me incentivava, depois no outro dia eu contava pra ele um avanço qualquer, a gente se reunia na quarto dele a tarde, ele se mostrava excitado, falava em pagar as gurias, como seria, se elas deixassem e me incentivava a avançar na Flavinha, e foi em  uma destas tardes no quarto dele, ele tirou a calça, ficou nu da cintura pra baixo, estava excitado, pau super duto apontando pra cima, “tira a calça, tira, quero ver teu pau, vc vai meter nela”, a gente ficava nu um para o outro já fazia um tempinho, mas naquele dia ele estava com outras ideias, !vem deixa eu apertar teu pau, e vc aperta o meu, a gente já fazia isso, mas ele então falou, “olha só, eu boto meu pau no teu cu, e vc bota no meu depois”, neguei, mas ele insistiu, já meio que me empurrando pra cama dele, fica aqui ajoelhado, me ajeitei ajoelhado ele veio atras de mim, e com um dedo molhado com cuspe, esfregou no meu cuzinho e empurrou a ponta pra dentro, senti aquela sensação estranha, mas ele continuou mexendo o dedo, “vi aperta meu dedo, contrai quero ver como fica”, contrai, ele riu, caramba beleza, faz de novo”, fiz ele então se levantou ficou de pé atras de mim, e senti que estava encostando o pau dele no meu cu. “Fica assim, eu entro devagar e vc aperta, contrai, quero sentir”. Mas ele tinha outra intenção, devia ter programado isso, com cuspe ele encostou e forçou, forçou, parava e empurrava outra vez, e foi então que senti que ele estava entrando em mim, mas foi pela dor, quando reclamei, ele ao invés de tirar como pedi, fez o contrário empurrou o que deu, gritei, “tira, tira, para, tira, tá logo”, ele se fez de louco e demorou bastante pra sair todo ele, puxou bem devagarinho, reclamou, “caramba, vc me cagou todo, vou me lavar”, saiu do quarto apressado, fui atras precisava me limpar, entrei no banheiro ele estava lavando o pau na pia, me limpei com papel, depois papel molhado. “vamos sair, vamos no shopping”, nem falou em comer ele. Indo para o shopping, “cara, meu cu esta doendo, vc me machucou?”, “Não, não claro que não, a primeira vez é assim, mas depois acostuma”. Eu fiquei meio que revoltado com ele, pq ele não me deu.

Então eu comecei de fato um namoro com a Flavinha, o Júlio vinha onde nos estávamos, bancava o engraçadinho,. elogiava a Flavinha, dizia monte de besteira, tipo, ” te cuida , ele tem cara de santinho, mas não é não”, foi indo comecei frequentar a casa dela, a gente começou sair, sempre ela com hora pra voltar. Num sábado a tarde, no shopping e agente estava esperando a hora para entrar no cinema, ele apareceu, “que coisa boa ver vcs aqui”, e abraçou a Flavinha, mas abraçou de corpo inteiro, apertou ela, por segundos deu pra notar, pior eu notei que ela deixou, foi nítido pra mim, “ela deve ter notado meu espanto, empurrou ele, “sai nojento”, empurrou sorrindo. “Vou a cinema com vcs, posso?”, perguntou, a Flavinha que respondeu, dizendo que sim, tinha alguma coisa que começava me incomodar no comportamento dele, entramos na fileira das poltronas ele rápido entrou na nossa frente e acabou sentando do lado da Flavinha, eu fiquei do outro lado, eu segurava a mão dela no colo, mas achei que tinha algo estranho, não consegui comprovar, pq não queria olhar direto, mas ele estava tentando ou tinha acariciado os seio dela, pq ele meio que tremeu, acho que de susto, mas logo se acalmou, ficou dura sem se mexer.

Quando terminou, eles não se olhavam, como fizeram ao entrar, o macaquinho da dúvida pousou no meu ombro. Saímos caminhando em direção a casa dela, ele foi um pedaço, junto, procurando assunto, e no fim da primeira quadra de tchau, foi para a casa dele, “vem amanhã aqui amigo, vem almoçar na minha casa, vou falar  pra mãe que vc vem, tá?” Na saída da casa da Flavinha, abracei e apertei ela na porta, meio escurinho ali, ela deixou o corpo todo, com certeza sentiu meu volume, acaricie os seios dela, por cima da blusa ela deixou, só respirava mais forte e olhos fechados, então arrisquei desci a mão e cheguei na bucetinha dela, encostei por cima da saia que ela vestia, notei que ele chegou muito disfarçadamente afastar um pouco as pernas, então deu pra encaixar um dedo bem na bucetinha dela, que ficou imóvel, travada, só ouvia a respiração mais forte dela, meu dedo na bucetinha por mesmo por cima da saia deu pra sentir que estava bem na portinha, o dedo afundou um pouco mais. Então ela reagiu, me empurrou, “tá, amanhã a tarde a gente sai, vamos no clube”, beijei ela antes de sair, beijei de verdade. Ela aceitou de boa e correspondeu.

Na casa do Júlio no domingo, depois do almoço no quarto dele, ele logo ficou só de cueca, ia troca de roupa pra sair, mas parou e ficou de cueca, dava pra ver o que ele estava pensando pq ficou mais saliente o volume dele.

Sentou ao meu lado na cama, “me conta da Flavinha, já consegui comer ela”, falei que não, “cara come pq ela parece estar pronta se vc não comer, alguém vai comer, “falei, que achava ela ainda muito novinha, e que também tinha medo de prejudicar ela, e também de quebrar a cara, que eu estava gostando dela. “Amigo, come, come, bota pra dentro esse pauzinho”, risos.

Sai dali, fui direto para a casa da Flavinha, ficamos na sala, a mãe dela passava na sala de cinco e cinco minutos, a gente achava graça, depois de um café forte, saimos fomos ao clube, claro quer não podia ser diferente, minutos depois apareceu minha sombra. Conversamos ele me mandou “vai dançar com ela a musica já esta tocando faz tempo”, “não estou a fim,”, respondi, os dois se olharam pareciam combinados, “então eu danço com ela”, puxou ela que levantou e foram direto pra pista do salão, tinha muita gente dançando, eu fiquei em pé na entrada olhando eles seguido desapareciam no meio do outros casais, eu com o macaquinho da dúvida no ombro, sentia algo errado.

Estava no banheiro quando ele entrou, parou ao meu lado, fazendo xixi, “cara ela gosta, mas te respeito, já te disse come ela, vc tem que comer, se vc não comer vou roubar de vc e vou comer ela, leva ela lá em casa, pego ela no meu quarto”, gozando da minha cara, mas conhecendo a fera eu sabia que ele estava mesmo afim. Tempo passou chegamos a semana de natal, depois disso a cidade ficava meio vazia a grande maioria das famílias iam para a praia, muitos tinha casa de praia. Os pais do Júlio foram, dois dias antes do natal, Ele me procurou, “cara estou de dona de casa, vem lá, vamos ficar lá em casa”, afirmei que ia pensar e avisar ele, mas eu queria esta com a Flavinha, pq a família dela ia para a praia no final daquela semana, queria aproveitar ficar mais com ela. A gente estava no clube, quando minha sobra apareceu, conversamos bastante, ele sempre com a piadinhas que só ele achava graça, mas muito interessado na Flavinha, dava pra notar os olhares dele, ela conversando tocava nela, de passar a mão nos cabelos dela. E num segundo, “gente vamos lá pra casa , estou sozinho a gente pede algo pra comer, vamos, vamos”, olhei para a Flavinha esperando que ela pensasse como eu, mas ela “Vamos querido, vamos lá?”. Fiquei sem saber o que falar, acabamos saindo indo para a casa dele, o Júlio ligou encomendou comida, ficamos vendo TV na sala, ele estava bem agitado, pensei comigo, vou agarrar a Flavinha, pra ver se ele descansa, nos alivia um pouco. Logo tocou a campainha lá do portão da frente, ele me pediu pra ir receber, era um terreno longe a entrada, fui passo a passo, o cara pra me entregar a comida pediu uma senha, e não sabia, então ele ligou, esperamos um tempinho e pediram para ele tira foto da minha identidade. Voltei , entrei na sala ninguém, fui na cozinha ninguém, e me caiu a ficha, fiquei segundos indeciso e decidi ir no quarto dele, lá em cima, quando entrei a cena quase me fez desmaiar.

Flavinha deitada no sofá, nua, o Júlio de pau super duro apontando pra cima, quando entrei ele esta bem naquela hora começando e entrar nela, ele me viu na porta ela não me viu naquele momento, ele deitou nela e o pauzão dele sumiu, enterrou tudo direto sem parar, ela baixou a perna e de olhos fechados, não tinha me visto ainda, não sei de onde reuni forças e calma, entrei e me sentei no braço do sofá, ele ali enterrado nela, ele me olhava puxava o pau pra fora quase até sair e enterrava tudo outra vez. Ela sempre de olhos fechados e começou a gemer bem baixinho, ainda desnorteado, levantei e sai do quarto. Na sala com a cena que vi ainda na minha cabeça, tomei a decisão de sair, ir embora e foi o que fiz, deixei ela lá, com o Júlio, pensei ela que se foda, ele pode levar ela pra casa, posso confessar que indo pra casa , chorei de desilusão…….

… segue em mais um capitulo, a vingança é minha….

O que você achou deste conto?

Clique nas estrelas

Média da classificação 5 / 5. Número de votos: 2

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este post.

Leia outros Contos eróticos gay bem excitantes abaixo:

O dia em que virei putinha de negrão, e amei!!!

O quarto

1280 views

Contos Eróticos relacionados

Como tudo começou

O Início Tudo começou no condomínio onde morava, com brincadeiras que, como sempre, começam com muita ingenuidade. Havia um rapaz mais velho, Fernando, que tinha muita popularidade e chamava...

LER CONTO

Rebolando para o primo leiteiro

Após ter mamado o Maicon ( nome fantasia ) eu fiquei viciado, enquanto não estava chupando o pau dele, sonhava em estar chupando ou sentando até as bolas como havíamos combinado. Até tentamos em...

LER CONTO

ACABEI GOSTANDO. 02. FATOS REAIS

O tempo foi passando , agente se encontrava (Lucio) algumas vezes mas os espaços foram aumentando. Quase nem me encontrava mais com o Lucio. Já namorava uma outra menina. Renata tinha minha idade...

LER CONTO

Masturbando A Irmã Gordinha

Masturbando A Irmã Gordinha

LER CONTO
  • Enviado por: Admin
  • ADS

Minha Mãe Está no CIO

Minha Mãe Está no CIO

LER CONTO
  • Enviado por: Admin
  • ADS

Chupando Cu Da Novinha

Chupando Cu Da Novinha

LER CONTO
  • Enviado por: Admin
  • ADS

MEU VIZINHO COMEU O MEU CU NO MATO PERTO DA MINHA CASA

Olá a todos. Meu nome é lauro, moro no RJ e eu sou casado, branco, tenho 55 anos, 1,90 m, 105 kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, bunda grande, com pelos...

LER CONTO

Coroa me fez virar fêmea

Coroa me faz virar femea dele por muito tempo   Essa historia aconteceu a  muito tempo atras, eu era muito novo e inocente e viviva com minha mãe em uma regiao muito carente. Minha...

LER CONTO

0 - Comentário(s)

Este Conto ainda não recebeu comentários

Deixe seu comentário

2000 caracteres restantes

Responda: 2 + 2 = ?
ContosAdultos.Club - O seu site de Contos Eróticos
Se você gosta de ler contos eróticos ou contos adultos é o site perfeito para você. Aqui você vai ler contos sexuais reais, e o melhor de tudo é que o site é atualizado diariamente.
© 2025 - Contos adultos