Sempre sempre desde que os meus hormônios começaram a dar sinais, eu já olhava para amigos, colegas da escola, nos banheiros, olhava mais para meus amigos de turma, que para as meninas da turma. Sempre achei também, que minha amigas me tratavam muito bem, pq talvez mesmo sem saber tinham sentimento que comigo não corriam riscos de um abuso, como já tinha acontecido na minha turma, no clube, isso aconteceu, numa semana de carnaval, quando o clube fazia baile por uma tarde , era baile infantil como chamavam e a noite para adultos e tinha uma segunda noite para adultos também, O que acontecia que algumas das meninas e meninos , ficavam no clube e participava do baile dos adultos também. Isso depois soubemos que só poderia dar problemas, como o que aconteceu com a Carla Maria, que ficou sem acompanhante responsável, e acabou indo parar na turma dos adolescentes, mais velhos,19 anos ou mais.
A Carla Maria era bem conhecida de quase todo grupo de adolescentes, mas era bem ingênua, muito nova, então nem pensava o que poderia acontecer, com jovens bebendo. Ela andava solta pelo clube, andava por todos lugares, esperava alguém vir buscar ela, só que este alguém não aparecia.
Todos da turminha que estava ali, estava bebendo e logo começa as conversas de putaria, falavam de uma ou outra da meninas da nossa turma, naquele momento chegou no grupo uma outra das meninas, a Marisa, mas logo depois de se esfregar em um dos amigos, falou no ouvido dele, alguma coisa, mas ele não deu bola, ela foi embora. Fui ao banheiro, quando sai, notei que o Luiz Carlos estava subindo a escada que dava acesso a boate e salas de jogos, ninguém lá em cima aquela hora, salvo alguns casais que queriam se esconder, o Luiz Carlos todo mundo sabia, que era uma espécie de coringa, gostava de tudo e eu particularmente, já tinha sido uma presa dele, ele em uma ocasião, tinha me deixado ardido, era meio baixinho, mas com um pau acima da média, que sabia usar muito bem, era preferido de ao menos duas das amiguinhas da turma.
Então, vi ele subindo a escada e logo veio o pensamento , de, quem sabe, poderia fazer algo com ele, eu estava bem embalado naquela noite. Fui atras dele, vi a Carla Maria, bem no fundo do salão, tentando abri a porta de uma das salas e entrou, deixando a porta aberta, e o Luiz Carlos metros atras dela, acelerou os passos, entrou e fechou a porta, na hora entendi o que podia estar acontecendo, fiquei parado por uns minutos, pensando como olhar, espiar, e decidi abrir a porta, único caminho, a cena muito legal, ele com a calça abaixada, a Carla ajoelhada na frente dele e com o pauzão dele, dentro da boca, eles se assustaram quando me viram, a Carla, levantou e correu, passou por mim, como um flexa, ele encostado em uma das mesas, calça abaixado e o pau duro, fui ao encontro dele, ele não guardou o pau, era muito safado, já me conhecia, sabia da minha atração por ele, me olhou sorrindo, fui paguei o pau ,duro, duro, ficou mais duro ainda depois que peguei e apertei, masturbei ele um pouco, e então eu me ajoelhei e engoli, ele segurava minha cabeça e fazia um vai e vem, que ia no fundo da minha garganta, ele falava, fazendo um vai e vem bem curtinho com o pau na minha boca, “quero comer teu cu, estou com saudade dele, deixa eu comer teu cu, vem para vem, deixa eu comer teu cu”, mas eu não obedeci, ele então começou acelerar o vai e vem, por experiencia eu sabia que estava para gozar, tirei a boca rápido, me levantei peguei o pau dele, todo babado, e masturbei bem rápido, foram poucos segundos pra ele cuspir longe, gozar.
Eu sai da sala antes dele, que se limpava com o lenço. Desci rápido a escada, no sofá que tinha bem ao lado estava a Carla Maria , sentada, me olhou, com uma cara meio envergonhada. Poucos minutos depois eu já estava lá no meio da turma conversando, ouvindo as piadas sem graça que as vezes contavam, então vi o Luiz Carlos descendo a escada, foi direto conversar com a Carla, veio até o grupo, nem me olhou, como se nada tivesse acontecido.
Tempos depois, soube por um dos amigos, que o Luiz Carlos, tinha forçado a Carla Maria, numa outra festinha, a fofoca era que ela tinha provocado ele, o que acreditei, e que ele tinha acabado com o cuzinho dela, arrombado, a família dela, não quis fazer nada, abafou o caso. Família tradicional, riquinhos, não quiseram fazer denuncia.
Tenho mais historias pra contar, daquele tempo, foi uma época muito louca, algumas coisas que estavam escondidas, a gente acaba sabendo, mas a nível de fofoca sempre…
… próximo capítulo (02), VERDADES ESCONDIDAS.
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