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Uma Noite Inesquecível Com Minhas Irmãs

Publicado em março 29, 2022 por J. R. King
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Lá em casa somos 6 pessoas no total. Além do meu pai e minha mãe, tem eu e minhas três irmãs, todas mais velhas que eu. São elas:

Fernanda: A mais velha das três, tinha 19 anos na época dessa história. Era a única que era filha somente da minha mãe, vinda do primeiro casamento. Alta, de cabelos longos, lisos e pretos, tinha um corpo bem esbelto, com seios empinados e uma bunda bem grande e gostosa. Estudava Jornalismo na faculdade federal e era como uma líder para todas as outras irmãs.

Amanda: 17 anos, cabelos castanho escuros, cerca de 1,65, a mesma altura que eu. Puxou os olhos da mãe e o nariz do pai. Tinha um corpo bem bonito também, com destaque para os seus seios que eram bem grandes e suculentos. Era a mais perfeitinha das três irmãs, meiga, meio ingênua e muito bondosa, nunca dava trabalho.

Jéssica: 16 anos, cabelos também castanho escuros, porém a única que usava eles acima do ombro. Também havia puxado o nariz do pai, mas seus olhos eram verdes como os do seu avô. Das três era que tinha o corpo menos voluptuoso, mas isso não impedia dela ser a mais problemática da família. Parecia que trocava de namorado a cada mês e já até colocou piercing no mamilo escondida, que quando minha madrasta descobriu, quase arrancou o piercing com as próprias mãos, além de quebrar tudo na loja de tatuagens e piercings que fez sem a autorização de um responsável.

E por fim, havia eu, 15 anos de idade, baixinho e um tanto, digamos, fora dos padrões de beleza, embora já tinha perdido a minha virgindade no final do ano passado.

Nessa família, eu me sentia um tanto deslocado, esquecido. Minhas três irmãs tinham um ótimo relacionamento, eram muito unidas e carinhosas umas com as outras. Mas eu, era um pouco afastado, talvez por ser o único menino. Mas no fim, eu me sentia marginalizado em minha própria família. Parecia que tudo o que acontecia naquela casa era pelas meninas ou por causa delas. Eu gostava um pouco de não ser notado, assim, eu tinha um pouco menos de supervisão em cima de mim e mais liberdade, mas também me sentia carente de atenção em certos momentos.

Porém, isso tudo mudou no feriadão. Seriam 5 dias de feriado, e a gente iria aproveitar na nossa casa de campo, Em Itaipava, no alto da Serra, como normalmente fazíamos. Subimos a Serra, e como sempre as garotas estavam todas bem animadas com a viagem, falando e brincando muito. Eu, no entanto, estava mais quieto na minha. Para falar a verdade, preferia ter ficado no Rio para poder ver meus amigos.

Chegamos no sítio por volta das 3 da tarde. Como sempre, cada um foi para os seus quartos. Eu tinha um quarto só pra mim, e assim ficamos até a hora da janta. Depois de jantar, todo mundo se reuniu na sala, assistimos um filme com a lareira acesa nos aquecendo e depois, novamente cada um foi para os seus quartos. Achei que seria assim o final de semana inteiro. Uma programação ou outra juntos com a família, mas sempre no final um para cada lado. Mas não foi isso o que aconteceu.

 

Por volta da meia-noite eu fui acordado. Fernanda, Amanda e Jéssica estava no meu quarto, me chamando.

Amanda: Psiu, ei, maninho, acorda aí.

Eu (ainda sonolento): O que foi?

Jéssica: A gente quer te mostrar um negócio.

Todas riram juntas.

Eu: Não dá pra ser amanhã não?

Fernanda: Não, tem que ser agora, vem logo, levanta daí e não faz barulho.

Levantei e a gente foi andando pela casa em silêncio, para não acordar os nossos pais. Saímos de casa, estava fazendo um frio intenso e eu estava apenas de pijama. Fui seguindo as garotas e elas começaram a entrar no mato que havia atrás do nosso sítio.

Eu: Aonde vocês tão me levando.

Amanda: É surpresa.

Andamos cerca de 5 minutos dentro da mata, até encontramor uma casa no meio do mato, parecia abandonada, mas havia um cadeado bem grande trancando a porta. Para a minha surpresa, Fernanda tirou do bolso uma chave e abriu o cadeado.

Eu: Que lugar é esse?

Jéssica: É o nosso clubinho, a gente achou essa casa abandonada há dois anos atrás.

Eu: E por que vocês nunca me contaram?

Jéssica: Porque a gente gostava de vir aqui sozinha. Só as garotas, mas agora a gente quer que você venha com a gente. Mas olha, o que acontece no clubinho, fica no clubinho, entendeu?

Eu: Entendi.

Entramos na casa, era bem pequena, mal havia um quarto direito. Não havia móveis, apenas algumas estantes e tapetes. Também não havia luz. Fernanda foi até um armário e pegou uns lampiões, acendeu e espalhou pela casa para iluminar.

Eu: Tá, o que tem de tão legal aqui?

Fernanda: Calma, a gente vai te mostrar.

Fernanda se abaixou e retirou uma das tábuas soltas do chão. Meteu a mão dentro do vão e retirou um saco com cogumelos ressecados.

Eu: Ah, então era isso que vocês vêm aqui né? Ficar tudo doidona longe do papai e da mamãe.

Jéssica: É, e também fazer outras coisas.

Eu: Que outras coisas?

Todas riram novamente.

Fernanda: Calma, a gente vai te mostrar. Mas antes, senta aqui com a gente e vemi se divertir um pouco.

Eu: Não, obrigado, não curto esse tipo de coisa.

Jéssica: Ah, deixa de ser careta, vêm logo. Só umzinho, não vai te fazer mal.

As três vieram me puxar, para eu me sentar no chão junto delas. Nunca tinha visto elas tão interessadas assim em mim. No começo, achei estranho, mas não liguei. No fim, acabei sentando com elas no chão gelado, mesmo em cima do tapete. Cada uma pegou um pouco dos cogumelos do saco e comeu. Eu peguei um pouco menos pois jamais havia experimentado algo do tipo.Ficamos lá por um tempo, esperando começar os efeitos, sem falar muito.

Amanda: Vamos contar logo pra ele.

Eu: Contar o quê?

Amanda: De por que a gente trouxe você aqui.

Eu: Por que vocês me trouxeram aqui.

Fernanda: Olha só, a gente vai te contar, mas você tem que prometer que não vai contar isso pra ninguém. Ouviu bem?

Eu: Nossa, assim vocês me deixam curioso. Tá bom, não vou contar. O que foi?

Fernanda: Bem, a gente não vem só aqui para ficar doidonas. A gente também gosta de fazer umas brincadeirinhas. E a gente gostaria que você participasse.

Eu: Que tipo de brincadeiras.

As três riram novamente.

Eu: Por que vocês sempre ficam rindo? Eu não tô entendo.

Jéssica: Aí, Marcelo, você é muito tapado mesmo. Ainda não entendeu? Deixa eu te mostrar. Amanda vem cá.

Então, Amanda se aproximou de Jéssica, e para meu estarrecimento elas se beijaram. Não um beijo normal como irmãs dariam em uma troca de afetos comum. Foi um beijo com tesão, muita língua e mordinas nos lábios. Meus olhos arregalaram vendo aquela cena.

Eu: Que porra é essa, garotas?

Jéssica: Era isso que a gente tinha para te contar.

Fernanda: É, a gente já faz isso tem uns 3 anos. E agora a gente quer que você participe com a gente, já que a gente sabe que você já não é mais virgem.

Eu: Que isso, gente. A gente é irmão. Isso é errado.

Jéssica: Errado nada. É muito bom. Aposto que você deve imaginar isso há muito tempo. Deve ser difícil, morar com 3 irmãs como a gente.

Eu: É… E-eu…

Tentei falar, mas já comecei a gaguejar. Antes que eu pudesse falar alguma coisa, Amanda e Jéssica já foram para cima de mim, me abraçando, passando a mão no meu corpo.

Amanda: Eu sempre te achei um fofo, maninho. Eu queria contar esse nosso segredinho antes, mas as meninas não deixaram.

Fernanda: É, eu falei pra elas que a gente deveria esperar você pelo menos a perder a virgindade antes de contar.

As três vieram para cima de mim, até que me derrubaram no chão. Elas ficaram rindo e começaram a falar bem mais sensual comigo.

Amanda: Vem, brincar com a gente irmão.

Jéssica: É, vem brincar, vai ser muito divertido.

Elas começaram a se esfregar em mim, passando a mão por todo o meu corpo. Senti uma delas acariciar o meu pau, mas não reconheci de quem. Amanda e Jéssica estavam uma de cada lado, começaram a beijar minha bochecha e meu pescoço. Enquanto isso, no meio das duas estava Fernanda, que passava a mão nas duas. Fernanda se aproximou e deu um beijo na Jéssica. Bem na minha frente. Devo admitir que fiquei excitadíssimo vendo isso. Ainda wue fossem minhas irmãs, eram duas garotas muito gatas se beijando na minha frente. Senti o meu pau se enrijecer rapidamente, e Amanda também notou.

Amanda: Olha só, parece que ele tá gostando mesmo, já ligou até o seu brinquedinho.

Fernanda se aproximou de mim, e bem no meu ouvido falou:

Fernanda: Me beija. Depois do primeiro beijo, tudo vai ser mais fácil.

E assim aconteceu. Estava fortemente tentado e não resisti. Fernanda logo chegou e beijou os meus lábios, e quando fui notar, nossas línguas já estavam entrelaçadas. Amanda colocou sua mão por dentro do meu short e sentiu o meu músculo rígido. Logo o colocou para fora e eu senti ela acariciando de leve antes de começar a chupa-lo. Jéssica se junto à brincadeira de Amanda. As duas começaram a revezar no boquete enquanto Fernanda me beijava. Em pouco tempo, eu ajudo estava completamente entregue a elas. Eu era o seu brinquedo sexual, de carne e osso e eu estava adorando aquilo como nunca achei que gostaria.

Fernanda tirou a parte de cima do seu pijama e deixou que eu tocasse em seus seios. Mesmo não tão grandes quanto a sua bunda, eram macios, charmosos e deliciosos de sentir em minha boca. Enquanto isso, eu olhei para Amanda e Jéssica, que alternavam entre beijos e chuladas, me fazendo delirar. Em pouco tempo, já não conseguia me controlar, e logo gozei bastante na boca de Amanda e Jéssica.

Jéssica: Hihihi, olha só, quem acabou gozando pras duas irmãs.

As duas riram e logo limparam todo o meu leite. As brincadeiras continuaram madrugada adentro. À medida que os cogumelos foram fazneo efeito, foram se tornando cada vez mais loucas. Em certa hora, as três fizeram eu chupar a buceta de cada uma, uma de cada vez e vendado, para que eu pudesse dizer qual era a mais saborosa. A da Amanda ganhou.

Depois, elas me fizeram escolher uma delas para eu comer, enquanto as das se pegavam. A escolhia foi Fernanda, que se ajoelhou de quatro no chão e deixou que eu a comesse por trás. Aproveitei horrores aquela raba enorme dela, dando fortes tapas enquanto a comia e via Amanda e Jéssica se chupando na minha frente.

Todas provaram um pouco de mim, como eu provei um pouco delas à noite toda. Quando deu cerca de 5 da manhã, o sol já estava raiando. Eu estava ensopado de suor, exausto, já havia gozado outras 2 vezes mais. Todos estávamos destruídos de cansaço. Por isso, só fomos embora daquele lugar e voltamos para os nossos quartos. Durante todo o dia, fingíamos que nada aconteceu. Mas durante a madrugada do dia seguinte. Voltamos todos para a casa no meio do mato, para continuarmos as nossas brincadeiras. Elas me contaram que isso só poderia acontecer alí, naquela casa no meio do mato em Itaipava. Que precisávamos manter o máximo de descrição possível, e por isso nenhum de nós estava autorizado a se pegar em nenhum outro lugar além dali. Era de fato o nosso clubinho. O clubinho do pecado, da luxúria, do incesto e do prazer.

Tivemos outras duas noites de intenso prazer, regadas a cogumelos e muito tesão, até finalmente voltarmos para casa após o feridao. Agora, eu finalmente entendia a excitação das garotas todas as vezes que viajávamos para lá. E eu também comecei a ficar animado todas as vezes que íamos para lá. Mesmo que isso só acontecesse em Itaipava, algo mudou em nossa relação. Passei a ser muito mais próximo das minhas irmãs e a me sentir menos excluído delas. Essas histórias duraram mais uns 3 anos. Até que com o tempo fomos parando. Cada um foi arranjando um namorado alí, outro lá. Até que hoje em dia Fernanda já é casada, Amanda se tornou a primeira das irmãs a assumir a bissexualidade para os nossos pais e arranjou uma namorada, com quem já tá há alguns meses. Jéssica ainda não para de trocar de namorado a cada mês. E eu, já tenho 23 anos e continuo solteiro, porém, cheio de histórias inesquecíveis com minhas queridas irmãs. Quem sabe, algum dia a gente não relembre os velhos tempos…

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