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Uber me fodeu

Publicado em abril 27, 2021 por CooledCutie

Tinha saído da balada meio bêbada e entrei no banco de trás do Uber louca pra dormir no caminho. Estava de saia curtinha e um decote enorme que abria um pouco quando sentava, mas estava tão cansada que nem dei bola e pensei que o motorista nem ia reparar, afinal, deveria olhar pra frente ao dirigir.

Caí no sono e acordei com uma mão me acariciando as pernas, na parte interna das coxas e subindo. Era o motorista parado no sinal com o braço pra trás me tocando. Me assustei e tirei a mão. Ele olhou pra trás e riu.
– você entra assim no meu carro e espera o que? Olha o jeito que você está, só pode estar a fim de dar.
Olhei pra mim e percebi que um dos meus seios tinha escapado do decote. Rapidamente cobri ele e me ajeitei no banco. O sinal ainda estava fechado e ele voltou a colocar o braço pra trás e tentar meter os dedos em mim. Empurrei a mão dele e tentei abrir a porta, mas ela estava trancada.
– abre que eu quero sair – eu disse
– calma… Eu sei o que você quer, posso te dar… Não precisa fingir. Você saiu com essa roupa pq queria deixar os caras de pau duro. Você conseguiu, olha aqui – então ele pegou no pau por cima da calça, estava enorme.
Fiquei molhada de ver o volume na calça, mas também estava com medo. Ele continuava forçando a mão entre as minhas pernas.
– abre a porta, por favor.
O sinal abriu e ele encostou o carro.
– senta aqui do meu lado, vamos conversar e, se você não quiser, eu não vou forçar.
Ele me pareceu dizer a verdade e, como eu não tinha outra escolha, sentei ao lado dele.

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Ele acariciou meu rosto e colocou meu cabelo pra trás da orelha.
– deixa esse cabelo assim pra não atrapalhar quando você estiver chupando meu pau.
– nós combinamos uma coisa e eu quero sair!
Eu estava molhada, nunca tinha sido tratada assim, mas aquilo me parecia perigoso, sabia que estaria em apuros se não saísse dali.
Ele foi abaixando a mão devagarinho, passando pelos meu seios e afastou meu decote, expondo meu seio novamente. Fiquei imóvel de medo. Ele acariciava o biquinho e apertava seu pau na calça.
– que delícia…
Eu não conseguia reagir. Ele tirou o outro seio pra fora e começou a lambe-los. Enquanto isso enfiou sua mão no meio das minhas pernas, afastou a calcinha pro lado e meteu dois dedos dentro de uma vez só. Nesse momento me dei conta de que não teria mais jeito, ele ia me comer. Quando ele sentiu que eu estava molhada, riu e começou a meter os dedos mais forte, sempre me olhando. Pedi pela última vez pra ele me deixar sair e ele riu de novo e disse que agora que ele sabia que eu gostava, ia aguentar meter a noite toda.

Depois de dizer isso, ele tirou os dedos de mim e colocou o pau duro pra fora. Olhei para aquele pau e gelei, não conseguia me mexer.
– gostou, vadia? Olha o que vai te arrombar. Mas antes eu quero ver você me chupar bem gostoso. Deixa eu te ajudar – e ele segurou por trás da minha cabeça e foi baixando ela pro seu pau.
Eu só abri a boca e deixei o pau ir entrando até onde deu, e ele ainda deu mais uma forçadinha. Ele foi ditando o ritmo segurando meus cabelos e eu fui obedecendo. Depois ele levantou minha cabeça e esfregou a piroca na minha cara, borrando toda minha maquiagem e rindo. Me mandou lamber as bolas e enquanto isso tomou um comprimido que eu adivinhei que deveria ser um Viagra: ele planejava me comer a noite toda. Depois de engolir, ele me puxou pelos cabelos de volta pro seu pau e começou a dirigir enquanto eu chupava. Em dado momento ele parou o carro e ficou segurando minha cabeça pra baixo, com o pau na minha garganta. Abriu a janela e pediu uma suíte com hidromassagem, percebi que estávamos no motel. O atendente disse que precisava do meu documento, então ele puxou meu cabelo pra cima devagar e eu dei de cara com o atendente, com o pau do motorista ainda na minha boca, a maquiagem borrada e os seios de fora.
– ele quer teu documento, vou ter que tirar meu pau da tua boca, mas é só um pouquinho, não se preocupa. – disse ele rindo
Foi a coisa mais humilhante que já havia me acontecido. Levantei a cabeça e dei meu documento que ele pegou e depois me devolveu. Deu a chave do quarto para o motorista com um sorriso no rosto.
O motorista baixou minha cabeça de novo e voltei a chupar enquanto ele agradecia o atendente.

Fui chupando ele até estacionar. Depois de parar o carro ele aumentou o ritmo e começou a urrar, então senti um jato de sêmen na garganta e fui puxada pelo cabelo pra trás pra ele terminar de gozar na minha cara. Nunca tinham gozado na minha cara e eu estava me sentindo totalmente humilhada. Tentei apelar ainda uma última vez antes de sairmos do carro.
– você já conseguiu o que queria, me deixa ir embora.
– não consegui nem a metade do que vou fazer com você, cadela. Vou fuder você até te esfolar. E não limpa essa cara de puta. Hoje você vai passar a noite com a cara suja de porra. Sai desse carro.
Foi aí que comecei a chorar, não sabia se conseguiria aguentar tudo aquilo.
Ele riu e disse pra eu parar de fazer cena. Saiu do carro, deu a volta e abriu a minha porta, estendendo a mão.
– é isso que você quer, romance?
Ele pegou minha mão e beijou.
– quer que eu seja seu namoradinho? Vem, amorzinho.
Ele estava sendo irônico, estava adorando me ver chorar. Foi me levando até o quarto.
– não chora querida, vai borrar a sua maquiagem mais do que a minha porra já borrou. Vem cá…
Ele me puxou e me abraçou, pressionando seu pau que já estava duro de novo. Foi se esfregando em mim enquanto fazia carinho na minha cabeça.
– fica peladinha, vai. Seja uma namoradinha obediente.
Ele foi tirando a minha roupa toda e parou pra me olhar nua.
– minha namoradinha gostosinha. Deita na cama e abre as pernas.
Eu obedeci. Senti que estava ficando molhada de novo e fiquei com vergonha. Ele apenas tirou o pau pra fora da calça e foi deitando em cima de mim, todo vestido. Em seguida meteu o pau e ficou lá dentro parado olhando pra mim.
– sente meu pau todo dentro de você.
Deu apenas uma estocada e voltou a me olhar fazendo carinho na minha cabeça.
– toda molhadinha… Eu sabia o que você queria assim que entrou no meu carro. Sabia que ia te fuder inteira.
Mais uma estocada.
– e agora tô aqui todo dentro de.voce.
Ele pegou meu seio e começou a lamber.
– lambendo sua teta, olhando pra sua cara lambuzada com a minha porra.
Lambeu o outro seio.
– isso é só o começo, vou acabar com seus buracos.
Então ele começou a me comer, metia sempre até o talo, batendo as bolas na minha bunda. Pedi pra ele ao menos colocar uma camisinha.
– vadia como você a gente tem que encher de porra. Vadia, puta, vagabunda. Vai rebolar essa bunda na frente dos homens, vestida assim, e ainda fica ofendida porque te fodem. É isso que você queria. Chora agora… Chora com meu pau na buceta. Vai cadela. Você tá molhada! Olha pra você. Quer fazer doce, fingindo que não quer foder, que quer romance… Eu não namoro puta!
Então ele cuspiu na minha cara e.comecou a me comer mais forte. Eu não queria, mas não pude evitar sentir prazer naquilo. Tentei segurar e não deixar ele perceber, mas não tinha como evitar ficar molhada.
– você tá pingando de tão molhada! É disso que você gosta, então toma!
Ele cuspiu mais uma vez e aumentou o ritmo, até que eu comecei a gozar. Me contorci toda e segurei o gemido, mas meu corpo tremia e ele percebeu. Ele deu um urro e gozou também, dentro de mim.
– pode gemer no pau. Não precisa esconder, eu vi quando você gozou. Eu vi que você era puta quando entrou no meu carro. Conheço seu tipo.

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Ele começou a encher a banheira.
– vem, vou deixar você lavar sua cara.
Ele tirou a roupa dele e eu fui até a banheira. Ele me deu a mão pra eu entrar.
– quer mais romance? – e riu.
Eu entrei e comecei a.lavar o rosto e esfregar pra tirar a porra dele, ao.mesmo tempo chorava de vergonha de ter gozado e de estar sendo tratada assim.
– quer que eu te console daquele jeito de novo? Com o pau bem fundo dentro de você? Só assim você sossega, né?
– chega de me tratar assim, por favor. Eu não sou uma puta! Você que me obrigou a fazer tudo isso!
Ele entrou na banheira e me deu um tapa na cara que me fez virar de lado. Aproveitou e já me virou de costas, me deixando com metade do corpo pra fora da banheira, encostado no chão, e a bunda empinada pra ele e fora da água. Ficou segurando minha cabeça pra baixo e disse:
– me respeita e não grita comigo! Quem grita aqui sou eu, você cala a boca e obedece! Agora agradece que eu deixei você limpar o rosto!
Ele me deu um grande tapa na bunda, que me fez gritar. Com medo, eu agradeci.
– obrigada por me deixar limpar o rosto – e comecei a chorar.
– isso… Agora pode chorar porque vai ser dolorido pra você, mas pra mim vai ser uma delícia.
Então ele pegou um sabonete líquido, passou nos dedos e começou a enfiar no.meu cu pra lubrificar, sempre segurando minha cabeça pra baixo. Me desesperei, não ia aguentar que ele fizesse isso.
– não! Por favor, não! Por favor!! Eu te chupo de novo! O que você quer? Eu faço! Te imploro!
– shh… Não precisa se humilhar mais, deixa que eu te humilho. Fica quietinha, senão vai doer mais.
Comecei a chorar desesperadamente, então ele se levantou irritado, pegou minha calcinha e meteu inteira na minha boca.
– agora cala a boca que eu vou começar a meter. Se não parar eu tiro o sabonete e te como a seco!
Comecei a chorar baixinho enquanto ele terminava de lubrificar.
– agora vou tirar a calcinha e você vai agradecer por eu ter lubrificado seu cu. Depois vai me pedir pra te enrabar, ok? Não esquece de pedir por favor, que nem uma mocinha educada.
Ele tirou e eu obedeci.
– obrigada por lubrificar meu cu. Me enraba, por favor?
– claro, amor.
Dessa vez ele foi metendo.devagar. Eu gemia de dor baixinho enquanto ele gemia de prazer. Até que ele entrou todo e parou lá dentro.
– pode gemer agora, eu sei que você está gostando. Vou começar a estocar.
Ele foi.me.enrabando e puxando meu cabelo. Eu estava totalmente indefesa com aquele pau enfiado na minha bunda e, mais uma vez, comecei a ficar molhada. Ele.começou a dar tapas na minha bunda e foi aumentando o.ritmo.
Depois foi enfiando os dedos na minha buceta.
– deixa eu ver se já está molhada. Hahahah tá pingando de novo. Toma mais pau no seu cuzinho então!
Ele estava me arregaçando já e eu não conseguia me segurar. Então ele parou com o pau ainda dentro e mandou eu rebolar.
– rebola no meu pau, vai
Eu queria ter desistido,mas estava louca de tesão, então apenas obedeci e comecei a rebolar. Ele foi dando tapinhas e gemendo. Não aguentei mais e comecei a gemer junto. Ele aumentou ainda mais o ritmo e nós dois gozamos. Ele deitou na hidromassagem ofegando. Me deitei ali também, com tanta vergonha que nem conseguia olhar pra ele. Minha bunda doía e eu não conseguia me ajeitar em nenhuma posição.
– você gosta de ser enrabada, então? Hahahah
Não respondi.
– não consegue nem sentar agora. Dói ser puta, né?
– já podemos ir embora?
– eu acho que você não quer ir embora. Você está gozando mais do que eu.

Ele saiu da banheira, se secou e sentou numa cadeira. Começou a mexer no pau e em seguida ele ficou duro.
– vem me chupar.
Levantei da banheira e fui até ele.
– ajoelha.
Me ajoelhei e comecei a chupar olhando pra ele. Já tinha desistido de resistir. Vi que ele estava gostando e comecei a chupar as bolas.
– assim que você gosta? – perguntei.
– isso, assim… Agora sim… Me mostra o que você sabe.
Lambi ele todo, voltei a chupar com.vontade e enfiei ele fundo até a garganta. Ele tirou o pau e bateu com.ele na minha cara.
– toma surra de pau.
Gemi. Ele gostou e anunciou que ia gozar. Abri a boca e esperei. Ele gozou dentro da boca e pelo meu rosto.todo, até o cabelo. Engoli o que caiu dentro.
O pau dele não amoleceu.
– olha o jeito que você me deixou. Senta aqui agora.
Levantei e sentei. Comecei a rebolar e ele pegou meus seios e chupou. Apertava a minha bunda também e gemia de tesão.
Eu já não me importava de gemer e rebolava devagar. Eu comecei a gemer mais e ele, vendo quer eu ia gozar, me.tirou do colo dele.
– ainda não, vadia.
Ele foi até um armário onde tinha alguns acessórios e tirou dali um plug com um rabo de cavalo pendendo.
– fica de quatro.
Isso era demais pra mim.
– isso não.
– não o quê? Você não está em posição de dizer nada. Égua não fala.
Ele parou diante de mim e foi me empurrando pra baixo.pelos ombros. Eu mal podia acreditar. Ele empurrou minha cabeça pro chão e segurou-a com o pé. Enquanto isso, enfiava o plug na minha bunda que estava empinada.
– agora sim. Fica assim.
Ele foi pra trás de mim e posicionou o pau na minha buceta. Numa estocada só enfiou tudo e foi metendo e me dando tapas. Pegou meu cabelos como se estivesse guiando um cavalo e foi me comendo. Eu estava toda preenchida.
– vamos eguinha… Isso, bem obediente… Se você se comportar, eu como seu rabo de novo.

Ele queria me humilhar. Ele fez questão disso, mesmo quando eu não resistia mais. Eu estava com raiva e ele.estava adorando. Quando gozou eu me levantei e a porra escorreu pelas minhas pernas. Tirei o plug e fui pro banheiro, queria tomar um banho e sair dali. Ele me.puxou pelo braço e me fez.voltar.
– ainda não está na hora do banho. Eu prometi que ia comer seu cu se você se comportasse. Onde você quer me dar ele?
Ele.dizia isso tudo em tom de deboche.
– chega, você já me.comeu inteira, vamos embora.
– a gente vai embora quando eu estiver satisfeito. Eu ainda não estou e.vou te enrabar de novo. Já te avisei que vai doer mais se você não colaborar.
Empurrei ele, estava muito brava. Ele ficou com raiva e me deu um tapa.na cara. Aquilo me deixou molhada de novo, eu gostava de apanhar.
Ele me puxou e me arrastou pra cama. Colocou minhas pernas nos ombros, cuspiu na mão e passou no meu cu. Lubrificou também com a porra que ainda estava escorrendo da minha buceta. Tentei sair, mas não deu, ele entrou no meu cu muito rápido. Como estávamos de frente, ele conseguia me currar e chupar meus seios, às vezes dando tapinhas na minha cara. Aquilo me enlouqueceu. Eu gritava de prazer e ele metia ainda mais fundo. Ele estava me rasgando, não se preocupava se eu estava com dor, se eu aguentava, se eu queria parar. Eu estava toda dolorida, mas me sentir indefesa me deixou com muito tesão.
– você gosta é de dar o rabo, né? Você é mais puta do que eu pensava. Devia trabalhar na rua. Mas do jeito que eu tô te arrombando você ia perder o valor… Ia ser uma puta muito barata. Não paga nem a sua viagem no meu Uber. Com esse cuzinho arrombado eu vou ter que cobrar a sua corrida hoje. Que vergonha hein… Vai chegar em casa mancando ainda por cima. Toda arregaçada. Pingando porra.
Ele apertava meus seios e cuspia na minha cara. Eu só gemia.
– toma no seu cuzinho. Toma que você gosta. É isso que você queria quando saiu hoje. Você conseguiu foder como você queria. Da próxima vez é só me chamar que eu te como de novo. Te encho de porra. Até te rasgar.
Não aguentei e gozei. Em seguida ele também gozou.
– agora sim nós podemos ir.

Enviado por: Grazi

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