Transei numa festa

Oi, meu nome é Ana e o conto que vou estar expondo agora é verídico. Eu sou uma garota um tanto diferente de 16 anos, tenho cabelo azul e corpo magrinho, diferente das garotas da minha idade, que já tem peitos e bunda grande, nunca saí muito por conta dos meus pais protetores, não diria exatamente que eu sou inocente, eu com certeza não sou, mas como não posso sair não tenho experiência nenhuma (ou não tinha). Certo dia eu viajei com meus pais pra ver minha avó, a cidade onde ela mora é bem pequena, porém estava em tempo de festa, o que fazia ter muita gente bonita e extrovertida lá. No centro da cidade tinha apresentações de cantores, que sinceramente não faziam muito meu estilo, fui com meus pais pra essa festa e fiquei o tempo todo com a cara emburrada na mesa, estava entediada por só poder ficar com eles, minha mãe notou isso e como um milagre do destino disse “Ana, você pode ir se divertir, mas 10:30 em ponto quero você nessa mesa” eu nem sei descrever o quão feliz fiquei, já eram 9 horas e eu não tinha muito tempo, nem sei o que faria primeiro.

Tratei de sair da mesa e me afastar o máximo possível dos meus pais, eu estava completamente perdida naquela festa, até que vi uma pessoa… era uma garota, ela era alta e magra mas tinha peitos grandes, mas eu tinha certeza que ela estava tentando disfarçar eles com sua blusa folgada de banda. Seu cabelo era curto e preto, jogado pro lado, eu podia ver perfeitamente sua nuca levemente suada. Ela estava com um cigarro na mão e conversava com um pessoal que estava bebendo vodka. Eu nunca vi uma pessoa tão linda quanto ela, nunca tinha sentido atração por garotas, mas ela era diferente.

Eu não tive coragem de ir falar com ela, sua aura transparecia confiança e eu só era uma garota de 16 anos, o que aquela mulher poderia querer com alguém como eu? Porém meu cabelo azul não me deixou continuar olhando ela de um jeito discreto, ela logo notou que eu a encarava e me chamou com a mão pra chegar mais perto.
Minhas pernas estavam tremendo, eu não podia acreditar que havia sido notada, eu ia morrer de vergonha!!

Chegando lá ela me olhou de cima a baixo e sorriu e me ofereceu um cigarro, e eu que nunca tinha fumado aceitei mesmo assim, queria manter a pose perto dela. Mas isso não deu muito certo, no primeiro trago eu engasguei com a fumaça e ouvi no meio da música alta ela rindo de mim, eu com certeza morreria de vergonha naquela noite. Olhei pra ela com desdém e vi saindo dos seus lábios um “você é muito linda, sabia?” nessa altura no campeonato os amigos dela já tinham parado de nos olhar e estavam só curtindo a música, pra mim naquele momento só existia eu e ela.
Fomos conversando sobre assuntos triviais, o que logo se transformou em outra coisa, ela puxou meu corpo pro dela e me beijou, meu primeiro beijo numa garota!! Eu nunca tinha sentido aquilo antes, minhas pernas estavam bambas e eu sentia os seios dela colados no meu corpo, aquilo era tão pouco e eu já estava completamente molhada. Seu beijo era quente e nossas línguas pareciam dançar na sintonia perfeita, estava tudo incrível. Logo senti nossos corpos se afastando e suas mãos apalpando meus pequenos seios, meus mamilos estavam durinhos e notando isso ela apertava eles, eu estava cada vez mais molhada, porra, como aquilo estava gostoso. Mesmo no meio da festa ela tratou de colocar a mão em baixo da minha saia, ela empurrou a calcinha pro lado e…

-Aaaaahnnnnnnn

Foi inevitável não gemer alto quando ela enfiou seus dedos na minha boceta, ela estocava seus dedos cada vez mais rápido, eu não conseguia parar de gemer, com minha respiração oscilando eu falei pra ela ir mais fundo, eu sentia que ia explodir de tanto tesão. Foi aí que notei que eu tinha horário pra voltar, já eram 02:00 da madrugada e eu estava fodida, me despedi da garota beijando seus lábios e apertando seus peitos enormes e fui direto pra casa da minha vó, deitei na cama e dormi direito, naquela noite sonhei com ela aquela mulher chupando minha boceta e acabei gozando lá mesmo.

Para fotos minhas coloque seu número nos comentários 💙

Enviado por: Ana