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TIVE QUE PAGAR A DIVIDA DO MEU NAMORADO NO BAR, ADIVINHEM COMO

Publicado em novembro 24, 2022 por Ademir

TIVE DE PAGAR A DÍVIDA DO MEU NAMORADO NO BAR, ADIVINHEM COMO

Desde que me conheço por gente, namoro um cara, o mesmo desde menina, por isso é tão difícil o que eu vou contar aqui! Não sei se me sinto pior por ter feito, por ter feito com quem fiz ou ainda por ter gostado muito de ter feito, Ok, acho que vocês não estão entendo nada, não é? Então vou começar do começo…Meu nome é Cíntia, sou branquinha, 1,68m, cabelos pretos, olhos bem azuis que chamam a atenção, cheia de sardinhas nas faces, seios fartos e empinados, cintura fina, mais um belo quadril e coxas bem grossas, o que eu mais gosto em meu corpo são os olhos azuis profundo e a boca, ela é pequena e bem desenhada, por isso os homens dizem que meu beijo é uma loucura, imaginem o resto então…..rsrsrsr.

 

Minha história começa quando ainda era bem novinha, foi na época de colégio que conheci o Marquinho, começamos aquele namorico, de adolescentes e quando percebemos, já havia nove anos que estávamos juntos, eu já com 20 anos, éramos vizinhos, nossas famílias eram amigas e nós namorados e por isso minha vida toda está atrelada a ele; Descobrimos todas as coisas de adolescentes e adultos juntos, inclusive o sexo, ele foi meu primeiro e único homem, eu gosto muito dele, ele é um amor comigo inclusive na cama, a gente fazia amor, que era um sexo bem romântico, suave, cheio de beijos e chamegos.

Eu estava feliz, quer dizer ainda sou feliz, mas a minha cabeça se encheu de pensamentos pecaminosos, quando em uma reunião de amigos em um bar, bebendo, comendo e nos divertindo muito e depois de diversos aperitivos, o assunto descambou para o sexo e a namorada de um dos nossos amigos toda assanhada, soltinha e alcoolizada, começou a falar um monte de putaria que ela já havia feito com diversos homens e contava com detalhes sobre as peripécias sensuais que fazia e eu me interessei pelo assunto pois estava muito picante e eu estava gostando, até minha calcinha começou a ficar úmida, achei que era efeito do álcool, mas comecei a ficar excitada só de ouvir sobre as suas aventuras dela, e eu ficava fazendo perguntas toda interessada, meu namorado, claro, não gostou de ver aquele meu interesse, Fiquei muito curiosa com o assunto pois tinha muitas vontades que meu namorado não satisfazia, ele era muito conservador inclusive no sexo e era só na base do papai e mamãe, ele jamais iria aceitar isso, ia dizer que esses desejos era coisa de vagabunda, puta e tudo o mais; Esses pensamentos me fez questionar o que estava perdendo, quando eu disse no meio da conversa que eu só tinha tido um homem e que estava feliz com isso, fui logo recriminada pela garota, que replicou que como eu iria saber se meu namorado era grande, gostoso e bom de cama sem nunca ter feito sexo com outro homem; Meu namorado ficou puto, levantou-se e me pegando pelo braço, praticamente me arrastou para fora, fomos embora, ele bufava de ódio com a tal garota que chamava de vadia e vagabunda, então fiquei na esperança de que ele iria me mostrar algo diferente, me mostrar que tinha pegada, me virar do avesso e descontar em minha bucetinha todo o ódio pelo que havia acontecido, mas isso ficou só na minha imaginação; ele me deixou em casa, mal se despedindo e se foi, eu entrei em casa e fui direto para o quarto onde me masturbei sozinha, imaginando tudo aquilo que eu queria fazer e meu namorado não fez…

Eu fiquei muito chateada e fiquei de mal com meu namorado por algum tempo, até que passou a raiva e voltamos, o namoro continuava sem fogo e muito monótono, o Marquinho se acomodou e só fazia sexo comigo se eu pedisse, e eu cansada de correr atrás, eu desejava um sexo mais selvagem, queria ser possuída com força, e vivia me masturbando com esses pensamentos..

Então um dia aconteceu algo que ficou marcado para sempre em minha vida, o Marquinho tinha me dito que iria sair com amigos para jogar sinuca e beber um pouco mas depois de algumas horas, ele me liga completamente bêbado; não entendi uma palavra do ele dizia, tão bêbado estava, falando mole e todo enrolado e desligou, fiquei muito preocupada, então o telefone tocou de novo, era o dono do bar dizendo para eu ir buscar o meu namorado, pois ele não tinha a mínima condição de voltar para casa sozinho: Corri para lá, pois o bar fica próximo de nossas casas, estava muito irritada com ele, como ele me aprontava uma dessas?

Chegando lá, um boteco de quinta categoria, mesas e cadeiras sujas, uma mesa de sinuca desgastada e embolorada, um ambiente horrível, entrei, havia no local uns 6 homens e todos me olharam me secando com aquela cara de safado e me comendo com os olhos, eu estava usando um vestido não muito curto mas o suficiente para mostrar um pouco das minhas coxas grossas e como era um pouco justo, marcava bem as minhas curvas, me senti mal devido os olhares ávidos dos homens ali presentes, todos cheirando a suor e urina rsrsr, mas levantei a cabeça e segui para dentro do bar, ai percebi um cara grandão, encostado na parede, calça jeans desgastada e camisa xadrez, barba por fazer, braços musculosos todo tatuado e com cara de safado me olhando com desejo e pegava no enorme volume que se formava em sua calça justa, dava pra perceber o enorme pacote que ele tinha ali, me aproximei e ele me mostrou meu namorado deitado em um canto no chão imundo, me assustei e me abaixando verifiquei que ele estava só dormindo completamente embriagado, falei com ele e o sacudi, e ele resmungou qualquer coisa que não entendi, mas ele estava vivo, só bêbado mesmo, foi quando percebei que o cara grandão, tatuado, estava bem do meu lado de olho em meus seios que apareciam pelo decote do vestido e percebi que ele estava de pau duro tão próximo de mim que eu sentia seu cheiro forte de suor, fiquei muito desconfortável com sua proximidade e seus olhares pecaminosos mas ao mesmo tempo um frio na barriga e uma fisgada na boceta rsrsr, fiquei curiosa e pensei, será que o pau dele e maior que do meu namorado, é mais grosso e tem o mesmo gosto.

Balancei a cabeça para espantar esses pensamentos e meu devaneio foi interrompido pelo dono do bar dizendo que ele estava ali o dia todo bebendo e incomodando os demais fregueses e quebrando as coisas e que eu tinha de pagar a conta do meu marido rsrsr, ele desconhecia que era só meu namorado; ele voltou a informar que eu teria de pagar pelo consumo e pelos prejuízos que ele causou, eu em pânico, informei a ele que não havia trazido dinheiro nenhum, pois saíra de casa apressada e que voltaria no dia seguinte para pagá-lo, mas ele não aceitou dizendo que queria receber agora pois conhecia esse papo de depois e acabava ficando no prejuízo e que era melhor eu dar um jeito nisso pois eu não sairia dali sem pagar as despesas dele, fiquei meio desesperada e tentei ligar para algumas pessoas mas era de madrugada de um dia de semana e estavam todos dormindo, foi quando ouvi aquela voz rouca próximo ao meu ouvido e me arrepie toda, o cara grandão que me olhava me comendo com os olhos se ofereceu para quitar a conta, desde que eu pagasse de alguma forma, eu imediatamente entendi que tipo de pagamento ele queria, na hora me neguei toda assustada e disse que jamais faria algo assim, mas ele insistiu, começou a me colocar medo, dizendo que era a única maneira do dono do bar me liberar, me deixando mais desesperada e excitada ao mesmo tempo, eu estava me sentindo uma puta negociando o valor do programa, ainda hesitante mas sem muita opção e além do que com um tesão enorme, sem pensar muito nas consequências, aceitei, mas desde que fosse rápido antes que eu mudasse de ideia; Ele tirou do bolso da calça um bolo de dinheiro e entregou em minha mão, e disse, pode ficar com o troco e informou que estaria me esperando nos fundo do bar, eu me sentia uma puta, peguei o dinheiro e paguei ao dono do boteco o valor pedido, ele então com um sorriso de deboche, me apontou o final do corredor meios as escuras, eu me recompus e andei devagar até os fundos do bar com o coração aos pulos e a boceta escorrendo de tanta tesão, eu estava muito ansiosa e foi ai que me caiu a ficha, eu estava em um boteco imundo e ia dar a boceta para um desconhecido para pagar a dívida de bar do meu namorado, isso era incrível e totalmente fora de contexto…

Encontrei o homem e fiquei parada diante dele, cabisbaixa e muito envergonhada com as mãos na frente do corpo, como proteção, ele me olhou de cima a baixo e disse, calma garota, isso vai ser rápido e muito gostoso, vou ti fazer gozar gostoso e se aproximando, me agarrou e começou a me beijar, tentei evitar mas ele muito forte, enfiou a língua em minha boca e sem cerimônia acariciou minha bunda me apertando contra ele, eu sentia o volume do seu pau pressionando meu ventre e sua língua grossa e viscosa lambendo meu pescoço, eu estava assustada e ao mesmo tempo entregue aquele homem rude, eu queria sentir aquela trepada com um desconhecido, eu nunca tinha sentido tando desejo assim pelo sexo oposto, ele puxou meu vestido para cima e apalpava minha bunda vestida com uma calcinha mínima que mal cobria minha boceta e entrava entre as nádegas, abriu meu vestido e empurrou para baixo me deixando só de calcinha pois estava sem sutiã, meus seios grandes saltaram soberbos, ele imediatamente segurou os dois apertando gostoso, eu estava louca de tesão por aquele macho desconhecido e rude que estava me usando para seu prazer, agora entendo porque toda mulher curte um cafajeste, ele se abaixou e mamou meus peitos, um e outro mordendo os bicos, delicia demais, segurou o elástico da minha calcinha e puxou para baixo até os joelhos.

Eu estava nua a mercê daquele macho mas apesar do medo, estava adorando e quase gozando, senti seus dedos entrando em minha boceta encharcada, eu vi estrelas, meus olhos reviraram e eu gozei gemendo muito, ele disse gostou né putinha, goza, putinha, goza gostoso, eu rebolava em seus dedos tendo um orgasmo fantástico, eu gemia desesperada, estava com aqueles gemidos entalados na garganta a nove anos, ele continuou a me masturbar violentamente enfiando os dedos em minha boceta, eu cravei as unhas em suas costas nuas ele havia tirado a camisa e gozei de novo gemendo bem alto, me agarrei a ele e pedi a ele para me comer, por favor, me coma, enfia esse pau em mim, eu queria ser fodida com força como uma putinha, afinal eu merecia, nove anos esperando meu namorado bocó, minha bocetinha estava louca para sentir uma rola grande, meu cuzinho piscava loucamente , ele me segurou pelos ombros e disse, claro putinha vou ti comer muito, mas antes ajoelha ai e mama meu pau para deixar ele bem melado e me empurrou para baixo, abriu o zíper e abaixou a calça e a cueca, eu senti o cheiro de macho, um cheiro de suor misturado com urina, o enorme pinto duríssimo, pulou e bateu em meu rosto, eu tirei a sorte grande, seu cacete era monstruoso, longo, grosso e cheio de veias grossas, bem maior que do meu namorado.

Lambi a cabeça rombuda e seu pau se agitou, ele gemeu e disse mama putinha, enche a boca, eu abri a minha boca ao máximo para receber seu pinto que mal cabia em minha boca e ele forçava tentando enfiar o cacete em minha garganta, eu me engasguei diversas vezes mas continuei a sugar avidamente seu enorme pau, ele me pediu para olhar para ele pois queria ver meus olhos lindos enquanto eu mamava seu cacete, eu sugava desvairada fazendo carinho com as mãos em seu grande saco, e não demorou nem 3 minutos, senti a ejaculação do homem, seu cacete se agitou em minha boca e começou a despejar esperma em jatos fortes e abundantes, que eu engolia avidamente, fiquei mamando até beber todo seu esperma, eu parecia uma verdadeira puta, terminou de gozar, tirou o cacete ainda muito duro da minha boca, e sem perder tempo, me virou de bruços sobre o freezer, senti o metal frio em meus seios fazendo os bicos ficarem ainda mais duros, ele então se colocou por trás de mim e senti sua língua grande me morder as nádegas e ir escorregando no reguinho lambendo o meu cuzinho que piscava loucamente, chegando em minha boceta, sugou forte e eu tive um novo orgasmo, o terceiro já em menos de 20 minutos, nossa eu estava com as pernas bambas, ele se levantou e encaixou o enorme pinto na entrada da minha boceta e escorregou devagar para dentro, nossa como doía, o pinto era enorme , foi entrando alargando minha boceta até se acomodar todo dentro de mim, nossa que delicia eu gemia de prazer, pedindo a ele, mete, mete cachorro, fode sua puta, ele fodeu forte amassando meus peitos e me mordendo o pescoço me chamando de puta, cachorra, eu gemia e comecei a ter orgasmos múltiplos, nossa era demais, eu estava quase desfalecida de tanto gozar ai senti ele se enterrar profundamente em mim, amassando minha bunda e seu pau latejando enquanto despejava porra em meu útero, nossa como tinha porra esse macho, gozou longamente, até se deitar sobre meu corpo, gemendo de prazer e me apertando, ficou descansando sobre mim e devagar tirou o cacete ainda duro de dentro da minha boceta toda larga e vazando esperma aos montes.

Eu fiquei ali na mesmo posição, ele descansou um pouco sobre mim, e depois, pincelou seu pau melado entre minhas nádegas e disse , agora vou comer seu cuzinho, eu me assustei, nunca tinha feito sexo anal pois tinha medo da dor, já havia tentado com meu namorado, eu não aguentei, como eu iria aguentar aquele pinto bem maior que o do meu namorado, ele encaixou o membro todo melado entre minhas nádegas e me pediu para abrir o cuzinho, eu disse a ele que nunca tinha dado o cuzinho antes, ele riu, e disse , humm que bom, vou foder um cuzinho virgem, o corno do seu namorado bêbado merece isso e forçou a penetração, eu tranquei o cu e ele pacientemente, me dizia no meu ouvido, abre linda, abre o cu pra mim, relaxa que entra fácil, eu mesmo assustada queria aquilo e relaxei um pouco sentido a enorme cabeça entrando em meu cu, gritei de dor e ele tapou minha boca, dizendo, calma gostosa, abre o cu abre, enfiando devagar, nossa que dor, demorou muito para pôr tudo, mais depois de algum tempo senti suas bolas batendo em minhas coxas, o seu pau estava todo dentro do meu pobre cuzinho, ele gemia de prazer dizendo que cu delicioso, apertado e quente e começou um vai e vem super dolorido mas ao mesmo tempo delicioso, demorou um pouco a gozar pois já havia gozado duas vezes na minha boca e na boceta, a meteção no meu cu demorou bem uns 15 minutos.

Ai senti seu pau se agitar e as contrações deliciosas do seu gozo, gozei com ele gemendo muito dentro de mim, eu sentia seu esperma morninho espirrando em meu cu, até ele se acalmar e terminar, ficamos assim agarrados e ligados pelo seu imenso pinto que aos poucos foi amolecendo e escapou do meu dolorido cu, imediatamente senti seu esperma escorrendo do meu cuzinho melando minhas nádegas e sujando todo o freezer de porra rsrsr, ele pegou um rolo de papel higiênico, me deu um pouco e enquanto eu me limpava, ele também o fez, levantou suas calças, eu vesti minha calcinha colocando um chumaço de papel por baixo para aparar seu esperma que não parava de vazar, vesti o vestido e saímos dali, os homens que estavam no local me olharam com malícia mas nada disseram, ele se afastou de mim sem nada dizer, eu me abaixei junto ao meu namorado e o chamei, ele balbuciou algo e levantou a cabeça, com minha ajuda, ficou em pé apoiado em mim fomos saindo do boteco sujo, olhei para o macho que havia comido e enchido de porra todos os meus buracos em 40 minutos de trepada, ele me sorriu e eu sai dali apoiando meu namorado até a sua casa, ajudei ele a se deitar, e fui para minha casa, eu sentia dificuldade para andar devido as dores no cu e na boceta, e as coxas estavam meladas do seu esperma que teimava em escorrer dos meus buraquinhos encharcado do seu gozo, em casa, tirei toda as roupas e ao retirar a calcinha, vi que além do esperma, havia filetes de sangue que ele tirou do meu cuzinho dilacerado agora, tomei um bom banho e fui para a cama ainda pensando naquilo que eu havia feito, fui uma verdadeira puta, torcia para não encontrar mais aquele homem que eu não conhecia da área e nem sabia o nome, ainda bem que nunca mais o vi mas valeu cada momento com ele, nunca mais gozei tanto quanto aquela madrugada, nos fundo de um boteco imundo mal cheiroso com um homem que nunca vi, fui puta por uma madrugada e adorei….

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