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SEMPRE TEVE UM TALARICO (02) verídico

Publicado em outubro 22, 2025 por Clarica Mendes
3.5
(2)

O tempo passou, meio que esqueci a Carolina, a Beth, ainda nos encontramos algumas vezes, mas partiu dela o afastamento. Deve ter cansado de mim.

Fiquei sem namorada por algum tempo, comecei trabalhar, primeiro em uma loja no centro de cidade, atendia clientes, depois saí para ser vendedor de um atacadista de utilidades domésticas. Tinha uma área com diversas cidades que visitava, fazendo pedidos. Saia da minha cidade nas segundas cedo pela manhã, voltava sexta a noite e as vezes no sábado pela manhã.

Em uma das cidades, um loja, uma cliente, já de certa idade, loja bem pequena, as tardes trabalhava lá, a filha da dona, Jane que estava com 17 anos, eu já 19, linda linda, comecei a achar que ela gostava de mim, e fui me aproximando, aquela loja, passei só a visitar pela parte da tarde.

Normalmente não costumava sair a noite, e permanecia no hotel, TV e ou algum livro. Uma das noite com um colega viajante também, me convidou, comer algo fora do hotel, e então saímos, fomos a um barzinho, cidade pequena, mas bem movimentada, para minha surpresa encontrei a Jane lá, pela primeira vez encontrei ela fora do balcão da loja, ela ficou alegre sorriu, me chamou para a mesa dela, meu colega me incentivou fui, depois de me abraçar e dar um beijo no meu rosto, me apresentou toda turminha de amigas e amigos, ali reunidos, em duas mesas. Todos muito legais, todos adolescentes, rolou um papo legal, eu devia ser o mais velho de todos ali. Logo o grupo começou a diminuir, e fiquei com a Jane e mais duas das amigas. “vc nos acompanha até nossas casas, as gurias ficam no caminha da minha que vc sabe onde é”, concordei, elas eram muito legais, deixamos as duas em suas casa, e seguimos caminhando, bem devagar, para poder conversar bastante. a Jane começou me perguntar coisas minhas, minha família, meus amigos, minhas amigas, e veio a pergunta que eu já estava esperando, “vc tem uma namorada?”, dei uma resposta seca, “estou precisando de uma”, ela sorriu, “que bom”, respondeu e emendou a resposta, “também não tenho”, sorrindo.

Nossos encontros fora da loja, começaram a se repetir, em um deles, ela me pediu para visitar a cidade numa sexta feira, ficar lá e ir a uma festa com ela no sábado a noite no clube. E no sábado fomos a tal festa, era uma data comemorativa de aniversário do próprio clube. Chegamos lá, fomos para o salão, uma mesa com um casal de namorados, amigos dela, já nos esperavam, conhecia então o Tadeu (18) e que namorava a Glória (18), a Gloria eu já conhecia, o Tadeu, um cara super legal. O que mais me chamava atenção na Jane, era a forma dela falar as coisas, mesmo picantes, ela falava na maior tranquilidade. Logo que chagamos, minutos depois, chegou um jovem Wilson (17), que beijo e a Jane no rosto, nos comprimento e a Jane me apresentou, “meu primo Wilson”. Ele, “prima e eu que pensava dançar com vc hoje”, sorriu e saiu. Quando o Tadeu e a Gloria foram dançar, a Jane, “sabe o Wilson, ele é um idiota, fica me mandando sacanagem no celular, a ultima fiquei furiosa, avisei, se fizer outra vez ia bloquear ele no celular”, curioso perguntei, “mas pq, o que ele mandou”, “ele nu, e duro”, não consegui segurar meu riso, ela sorriu também. Ela não esperou nada pegou o celular e achou a foto, me mostrou, o cara totalmente nu e de pau duro, outra vez não segurei meu riso, mas ao mesmo tempo pensei que ela estava abrindo a guarda, me mostrando aquilo.

Logo levantamos e fomos dançar, no inicio ela bem distante, mas logo aproximou o corpo e se deixou apertar, ela com certeza sentia minha excitação e mesmo assim ficou o tempo todo, se mantendo apertada. Ficamos lá quase até o final da festa que se prolongou madrugada a dentro. Saímos e fomos caminhando até a casa dela. Na porta da casa, que era um pouco pra dentro, tinha uma área de entrada, ele ficou me olhando com cara de quem estava pedindo, um aperto, abracei ela outra fez super excitado, e beijei ela na boca, ela retribuiu, avancei mais um poucos, com as duas mãos puxei ela mais apertada ainda, pela nádegas, segurei ele alguns segundos apertada em mim, assim, ela deixou. Mas logo me deu um beijo no rosto, “vem aqui amanhã”, entrou.

Fui no domingo pela manhã, acabei almoçando com ela e a mãe, pai ele não tinha mais desde os 12 anos. Depois ficamos na sala no sofá, por um bom tempo conversando e decidimos sair, ir ao centro. No caminho ela sem eu esperar, pegou minha mão, me olhou sorrindo, e ali começou nosso namoro. Fomos em um café, bem em frente a apreça principal. Lá ela começou se confessar, contou que já tinha tido um namorado, mas era muito bobinha e não durou muito, falou das amigas, colegas de escola, dos amigos, deu um panorama geral. Contei sobre minha ex namorada também, não falei da traição, falei da minha cidade, também da minha turma de amigos e amigas, nesta hora ela me interrompeu, ” e nessa turminha tinha alguma amiguinha?”, fui sincero, contei que tinha uma guria que a gente se aproximou muito, mas foi só em alguns momentos, ela sorrindo, “ahh, entendi “, insinuando que tinha entendido que minha amiga, foi um caso que tive.

Em poucos meses, conheci toda a turminha dela, e o primo, muitas vezes se aproximando com cara de maus amigos.

O que mais me chamava atenção na Jane, era a forma adulta dela falar, das coisas, sobre namoro, noivado e casamento, ela tinha um papo meio liberal, e expressava isso e também alguns amiguinhos dela era mais chegados que os outros. Uma vez combinamos de nos encontrar no clube, cheguei bem antes do horário combinado, ela já estava lá, com dois dos amiguinhos, conversando e um deles segurando a mão dela, quando ela me viu, rápido largou a mão dele, fiz que não vi, não comentei nada.

Nos aproximamos de um feriadão, ela queria que eu ficasse lá, podia ficar na casa dela, mas eu precisava ir com minha mãe, para nossa casa da praia, ajudar a controlar um conserto que contratado ia lá fazer, minha mãe não queria ficar só com o cara dentro de casa. Falei isso pra Jane e combinei que não podia ir, “azar o teu, vou ficar sozinha, a mãe, vai lá na casa da tia”, era em outra cidade, aniversário desta tia dela, e a mãe só ia voltar no domingo.

Fiquei triste, pensando que seria muito legal, ficar sozinho com ele, seguramente eu ia conseguir algo mais. Na sexta pela manhã , a mãe recebeu uma ligação, o contratado para o serviços na praia, não ia poder ir, e foi cancelado nossa ida para a praia. Me apressei então no início da tarde, ir encontrar a Jane, fazer uma surpresa.

Só pensando no que ia rolar, me sentia excitado, toda a estrada, estacionei na esquina da casa dela, fui, ao lado da casa um corredor, que levava aos fundos, por ali muitas vezes tinha entrado, entrava na casa pela cozinha. A porta como sempre, nunca estava chaveada, feliz e sem fazer barulho, quando entrei na cozinha ouvi conversa e imaginei que a mão dele estava em casa, não tinha saído, mas a supressa que eu queria fazer para ela, foi uma surpresa pra mim.

Jane ajoelhada no sofá, o primo nu de pé no sofá, e um cara desconhecido, já mais velho, também nu segurando a Jane pelo pescoço, e com um enorme pauzão duro, travei na porta da cozinha para a sala, estavam se preparando com certeza. Recuei meio sem saber o que fazer, sai da casa, fui direto ao carro, fiquei um tempão, pensando o que fazer, decidi voltar pra casa.

No domingo a tarde ela me ligou, querendo saber se já tinha voltado, e quando ia aparecer, nada falei sobre o que vi, falei do meu roteiro, chegando na cidade dela no meio da semana. Cheguei na quarta feira, e já era costume, não ir mais para o hotel, ficando na casa dela. Todo o caminho pensando o que fazer, num momento, pensei, vou me fazer de louco, vou finalmente comer ela, e depois desapareço, mas não me convenci disso, então decidi colocar tudo à limpo e fui para o hotel, deixei minha coisas lá. A tardinha ele ligou outra vez, estranhando que eu não havia chegado, e então, me enchi de coragem, “estou quase chegando aí”, respondi.

Quando cheguei sem minha mala, ela estranhou, então convidei ela pra sentar no sofá, e com muita calma, já com discurso preparado, contei o que aconteceu, que vi ele no sofá, com o primo e um outro desconhecido, nus, ela nua, falei tudo que queria, ela muda o tempo todo, começou a chorar, terminei de falar, levantei e fui embora.

A partir daquele dia não encontrei mais com ela, a loja, voltei a visitar pela manhã quando ela não estava lá. A mãe dela quando me perguntou o que tinha acontecido, enrolei, disse que tinhamos combinado terminar, ela não perguntou mais nada.

………. segue no TALARICO (03) ……

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