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SEMPRE FUI TRAÌDO ( 01 ) fatos verídicos

Publicado em maio 21, 2025 por Ubitarã
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Minhas duas namoradas anteriores me traíram, descaradamente. As duas me deixaram em choque, pq eu estava apaixonado por eles, hoje sei que me apaixono muito fácil de deixo de observar certas coisas que acontecem. O que também pode contribuir é que eu sempre desde que me conheço por gente sou bissexual, era um gurizinho no colégio, quando fiz um troca troca com um coleguinha, ele era mais velho, mas preparado, eu era iniciante. Foi na minha casa da praia, em um verão, férias de verão. Ele meu amiguinho do período de férias de verão, a gente se encontrava sempre, todos os anos, a vivíamos saindo juntos, praia, caminhadas pela cidade, ele sempre na minha casa e eu na dele, éramos bons amigos, sim.

E foi então em um novo ano, nos encontramos lá como sempre, começamos sair juntos, ele era maiorzinho que eu, e em dia a tarde, na casa dele, no quarto dele, ele tirou a sunga de banho e ficou nu na minha frente, ia tomar banho, mas me olhou, sorriu, “vc gostou de ver”, é que ele me pegou olhando fixo para o pau dele, mas é que eu achei que era muito maior que o meu, só por isso olhei fixo. Logo descobri que ele era bem mais safado do que eu podia imaginar. E esperei ele no quarto para sair do banho, ele veio enrolado numa toalha, deixo ela cair na minha frente, bem pertinho de mim, eu estava sentado na cama dele. “olha agora, tá bem limpinho, quer pegar?”, sacudi a cabeça dizendo que não, mas ele estava ficando excitado, “pega, pega, aperta, sente ele, depois quero ver o teu”, se aproximou mais ainda, pau já perto do meu rosto pq estava sentado, acabei pegando, “aperta, aperta”, ficou mais duro ainda, larguei ele sorriu, “baixa tua bermuda quero ver como é o teu”, levantei baixei a bermuda e a cueca, ele se aproximou e pegou meu pau, apertando , ele começou a endurecer, ele apertando, “vira deixa eu ver o teu cuzinho, fica ali, deixa eu ver”, tinha um armarinho baixo ali, me apoie no armarinho ele veio atras de mim, e abriu minhas nádegas, ” caramba que pequeninho, bem fechadinho ainda, vc sabe que eu posso pegar ele né, bem devagarinho vc vai gosta, e vc me pega também”, senti o dedo dele quando me tocou, naturalmente contrai, ele sorriu, “caramba se assustou”, ouvi ele cuspindo e só entendi quando ele colocou cuspe no meu cuzinho com o dedo e forçou o dedo, que acredito entrou a ponta, e ele logo veio com o pau, senti ele atras de mim, e forçando, não conseguia entrar, voltou a forçar, nada, e então ouvi ele cuspir outra vez, e o pau encostando em mim de novo, e sendo forçado, mas dai senti que algo começava acontecer, veio uma dor louca, a impressão que tive foi de que estaria me arrombando, senti o pau dele entrando ele me segurando pela cintura, me puxando contra ele, a dor era muita comecei pedir pra parar, tirar o pau de mim, mas ele ainda ficou um tempinho mexendo ele lá dentro, tirou o pau pra fora, me virei, ele estava ainda maior do que eu já tinha visto, daí ele nu, “vem, vem aqui”, foi na cama e se ajoelhou na beira, “vem põe cuspe e me come, vai cara, cuspe, e bota em mim”, fui, cuspi nos dedos, passei no cuzinho dele, rosado e cheio de pregas, primeiro cuzinho que eu via na minha vida, fiz com ele fez em mim, encostei e empurrei, ele chegou a entortar, nas eu apertei com o dedo, para ele ficar mais reto, e….a cabeça, entrou, ele meio que se mexeu, mas não falou nada, então segurando ele pela cintura, puxei o corpo dele, sentia meu pau entrando naquele cuzinho bem quentinho, ele as vezes gemia baixinho, dava pra ouvir. E foi assim que tudo começou, depois mais vezes ficamos juntos e fizemos esse troca troca….

E foi isso que sempre levei comigo, na minha cabeça, sempre achei que não devia guardar segredo, com minha namoradas, e depois de um tempo, me enchia de coragem e meio que insinuava o que tinha acontecido quando eu era um garotinho. Depois mais tarde eu conclui que nunca deveria ter contado a elas, pq elas eu estava convencido que me traiam por isso. Com 17 , quase 18, conheci a Renata (17), uma linda moreninha, pai militar, mãe trabalhando em uma loja do centro da cidade, ela sempre sozinha em casa, durante o dia, as vezes com uma das primas (Helena 16y) que ficava lá com ela. Quando nos conhecemos, não frequentávamos os meus ambientes, mesmas turmas, mesmos locais.

Mas continuamos cada um na sua, ela nas turminhas dela, eu com minha turma . Namoro tipo tradicional, quartas, sábados e domingos. Os pais dela, naquela ocasião estavam em conflito, o pai distante emocionalmente da mãe dela, e aconteceu de a mãe, arrumar um amigo, que foi descoberto, então acabou depois gerando a separação do casal. Única coisa que ficou, pegando bastante era que o namoradinho da mãe dela, era bem mais novo, muito mais novo, Jorge 26 e a mãe dela com 45, e pior Renata havia comentado, que era bem “galinha”, se achava, ela não gostava dele.

Foi no primeiro final de ano, natal, passei na casa dela a noite um jantar, então fui convidado pela mãe dela, de passar uns dias na praia com eles, haviam alugado uma casa , era comum naquela época do ano. Aceitei, fui de carona junto com eles no carro do Jorge, junto também a prima Helena. Uma casa bem retirada do centro da cidade, mas muito próxima ao mar, uma trilha na areia, saindo dos fundos da casa, nos levava a beira mar. Eu já me sentia bem apaixonado pela Renata, mas me chamou atenção, quando ela começou a falar, da querida prima, Helena, “as vezes ela fica bem soltinha, faz papel de putinha, e já notei que ela esta deixando o Jorge se aproximar, esta falando muito dele”, aquilo me alertou, e comecei também notar algumas coisa no comportamento da Helena.

Já no primeiro dia pela manhã, nos arrumamos para ir ao mar a primeira vez, duas coisas me chamaram atenção, a prima, tinha um corpo muito bonito, não parecia ter só 16 anos e o Jorge com uma sunga daquelas de quem quer se mostrar. Aquele volume saliente, logo que ele apareceu, notei e com uma reação que acho ter sido normal, notei que a Helena chamou atenção da Renata, para o volume dele, as duas se olharam, com cara de quem fazia uma gracinha. Fiquei na minha, mas ele realmente a mim, também tinha chamado atenção. Depois quando ele saiu do mar, aquela coisa dele salientou ainda mais, se moldou mais, tanto que a mão da Renata, abraçou ele, e enrolou ele em uma toalha. Olhei na hora para as duas que estavam sorrindo.

Anoite, a gente foi ao centrinho, fomos caminhando pela areia pela beira do mar, a Helena junto com a gente, no centrinho no barzinho que ficamos , apareceu um amiguinho de Helena e levou ela para uma outra mesa, onde tinha um outro casal de namorados. Assim que ela saiu a Renata, “querido, a Helena é fogo mesmo, não sabe se comportar, hoje na praia ela só me chamava atenção para o Jorge, para a sunga dele, vc viu ?, estava bem louca, falei pra ela não ficar se oferecendo, se mostrando curiosa, ele parece bem safadinho”, aproveitei para alfinetar, “mas vc também estava olhando, pensa que não vi “, ela sorriu, “também, quem não ia notar, a mãe deve estar bem satisfeita com ele”, sorriu novamente….

Na hora de voltar a Helena queria ficar com aquele amiguinho, dizendo que depois ele acompanhava ela até a casa, mas foi convencida pela Renata, de voltar com a gente, então o amiguinho (Léo 17y), se ofereceu para ir junto com nós, um cara super legal, bom papo, no caminho os dois começaram ficar para trás, e em um momento, olhamos estava já meio distantes, mas deu pra ver que estava se abraçando, e outra vez a Renata falou, “a prima é fogo, não esta nem aí, vai deixar o Léo maluco”, seguimos caminhando e tivemos que esperar eles aparecerem, pq haviam ficado muito para trás.  Na casa tinha uma enorme varanda no térreo, e ficamos ali, num dos bancos a Helena com o Léo, em outro banco, um pouco afastado  do nosso.

Eu estava de costas para os dois abraçado na Renata, sentia os seios dela apertados contra mim, Renata com o rosto colado eu meu, falou na minha orelha, se a gente não estive perto deles, ela ia sentar no colo dele outra vez, ano passado já fez isso “, fiquei na minha, “vc esta vendo?”, “sim, sim, agora ela deve estar apertando o pinto dele, pelos movimentos que faz, louca safada, sempre assim”, ficamos ainda abraçados e senti a mão dela no meu pau, que estava duro, apalpou e segurou apertado, meu braço se moveu e foi direto na bucetinha dela por cima da bermuda, ela deixou esfregar os dedos, consegui levantar a camiseta dela e cheguei nos seios, ela não usava nada por baixo, uma das mãos dedos esfregando a bucetinha dela, e comecei chupar o seio dela, senti que ela chegou a parar de respirar por um momento, a mão dela apertando meu pau, senti que eu ia gozar, ela respirava pesado, e estava ainda olhando os dois adiante, ela suspirava bem baixinho, bem disfarçado, mas dava pra ouvir, foi então que notei que ela abriu um pouco mais as pernas, meio que se contraindo e gemeu um pouco mais alto, entendi que tinha gozado. Segundos depois respirando pesado ainda, ficou imóvel. “Vem vamos deixar estes dois loucos aí, vamos dormir, amanhã tem praia”, Levantamos, ela gritou para a Helena , “não demora, ei, não demora tá bem ?, amanhã tem praia cedo”, logo que entramos, “a safada vai aprontar, tenho certeza” falou. Fomos cada um para seu quarto, depois ouvi ela indo ao banheiro, dormi.

Acordei um pouco mais tarde que o normal, pra mim, quando desci as duas já estavam na cozinha conversando, fofocando. ” A mãe e o Jorge já se foram para a praia, hoje ele vestiu mais decente, se cobriu melhor”, entendi , então a Helena, “quem pena, ontem estava melhor”, as duas acharam graça.

Então avisei que eu precisava ir em uma farmácia, precisava comprar algo, e que encontraria elas na praia. Sai, quando entrei na farmácia e encontrei com o Léo, estava com cara de safado, conversa vai, conversa vem, ele contou que a Helena deu pra ele, meio de pé mesmo ali onde estavam, ela se encostou na parede e deixou ele a vontade, “vc comeu a bucetinha dela então, seu safado”, falei, ele riu, “não não ela não da a bucetinha, só cuzinho mesmo, elas aprenderam assim”, então fiquei meio que travado por mini segundos, “cara, elas n??, me conta?”.

Saímos da farmácia e sentamos em um banco na calçada. “Olha eu conheci as duas primas no ano passado, lá no mesmo barzinho que estivemos, lembro muito bem quando entraram, eu e o Eduardo, logo fomos na mesa delas, depois umas bebidas, saimos juntos, o Eduardo estava com tua namorada, a Renata, eu fiquei com a Helena, estavam em uma casa que não era a de hoje, mas na mesma direção. A mãe da Renata tinha recem se separado do pai dela, e tinha saído com uma amiga, a casa estava vazia, ficamos na sala, e num momento a Helena levantou e me puxou pela mão, fomos a um dos quartos, ela mais novinha que é hoje, risos, mas já sabia tudo, ela mesma baixou minha bermuda, e depois ficou de quatro na beira da cama, comi o cuzinho dela, não foi fácil, mas logo entrou, sempre pensei que ela já tinha dado antes, depois quando eu pensava voltar pra sala, ela me segurou, não, não, esperamos um pouco, agora não”, ficamos deitados na cama mais uns minutos e ela levantou, vou olhar, saiu pé por pé, eu fui atras, acena vou falar, não briga comigo, o Léo estava comendo o cuzinho dela no sofá, mas isso foi bem antes de vc conhecer ela, fica frio, sei que ela gosta de vc, a Helena me falou”, fiquei travado, ele sorriu, “agora uma boa notícia pra vc se vc gosta, só bissexual, e achei vc super legal”, sorriu.

Com esta duas notícias fiquei super sem saber o que pensar. Pensava que a Renata era mais pura, e nunca imaginei que o Léo era bissexual……

…. segue no próximo (02 ) e último capítulo….

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