Então cresci, a idade avançou, já estava acostumado com traições na minha vida. Conversando com um amigo que tinha sido meu orientador na universidade, ele me contou a história dele, semelhante à minha. Também me contou que relaxou, deixou acontecer, pensou, e inclusive começou a acompanhar as escapadelas da sua noiva. Aquilo transformou muito a cabeça dele.
Até ajudava ela em algumas fantasias. Como eu viajava bastante, tinha mais coragem de conseguir algo emocionante, porque ninguém nos conhecia. Aceitei e ajudei a Helena em todas as suas fantasias, mas isso é uma coisa que vai perdendo a graça. Eu deixava ela indicar os caras nos hotéis, ela cada vez mais e mais agitada.
Alguns hotéis tinham álbuns de fotos de GPs, comecei a dar prioridade a eles. Quando viajava, ficava sempre no mesmo hotel. A Helena, quando vinha nos finais de semana, já vinha vidrada para escolher algum. Numa viagem ao Nordeste, em um hotel que já tínhamos ficado, ela chegou e já pediu para eu buscar o álbum na portaria.
Ficamos olhando os caras sem roupas. Quase sempre acontecia de ter fotos novas, outros homens, e naquela vez tinha mais de uma foto nova: um cara magrelo, bem magro, alto, chapéu de caubói, diversas poses nu. Em duas, estava de pau mole, dependurado, mostrando ser enorme. A cabeçona quase no meio da coxa.
Outra foto, ele sentado em uma cadeira, de pernas abertas, e o pauzão dependurado. E duas fotos grandes, ele de perfil e de pau duro, segurando, meio curvado pra baixo. Ela marcou as fotos dele e continuou olhando. Marcou outra, um jovem, bem jovem mesmo, no máximo 18 anos, idade mínima pra isso.
Até parecia ter menos, bem moreno. O pauzão dava as medidas ao lado das fotos: 18 cm x 5,5. Aquilo era bem grosso mesmo. Ela marcou e me deixou escolher.
Sempre fazia assim: marcava as fotos e me dava para telefonar. Queria ser surpreendida quando batessem a porta. Fiz minha escolha e não podia contar pra ela. Na hora marcada, bateram na porta, e o cara entrou.
Era o moreno, muito novo, devia ser de menor, achei. Tinha uma aliança na mão direita, era noivo. Entrou, estava feliz, transmitia isso. A Helena estava no banheiro quando ele entrou.
Quando saiu, viu ele, enrolada numa toalha, foi ao encontro dele. “Mas você é um menino e é noivo. Quando vai casar?”, perguntou. Ele não respondeu, entrou no banheiro.
Ela foi para a cama, ficou sentada esperando. Eu sentei em uma das cadeiras que tinha no apartamento, encostado em uma mesa. Ele saiu com uma toalha também, ficou bem perto dela, de pé, falou algo. Ela abriu a toalha, deixou cair no chão.
Assim que ela viu o que ele tinha, me olhou, fazendo cara de assustada, mas sorrindo. Na mesinha ao lado da cama, já tínhamos colocado camisinhas e um tubo de KY, gel lubrificante. Onde eu estava, não via o pau dele, ele estava de costas pra mim, mas sabia que ela estava amaciando. Confesso que eu estava curioso.
Ela falou algo pra ele, de onde eu estava não conseguia entender. Notei que ele tinha algo na mão, logo vi que era uma camisinha, devia ser especial, e notei a Helena entregando pra ele o tubo do KY, o gel. Entregou e se deitou, esticada na cama, olhando ele. Pelos movimentos, estava botando a camisinha.
Não me contive, levantei e fui olhar de perto. Caramba, era um toco enorme e super grosso, a cabeça fina, mais fina que o corpo, que engrossava depois dela. Nunca tinha visto nada assim. Fiz cara de preocupação, olhando para a Helena.
Ela sorriu. Vi também que ele não tinha conseguido botar a camisinha, que estava ali na cama. Helena depiladinha, ela era linda de corpo. Ele subiu na cama e entrou no meio das pernas dela, caiu de boca.
Helena segurava a cabeça dele, puxando para ele chupar mais. Cansou, se ajoelhou ao lado dela, bem perto da cabeça, puxou a cabeça dela e fez ela engolir até onde pode. Se masturbava com a boca dela, mexendo a cabeça. Parou, pegou outra vez a camisinha e tentou.
Conseguia cobrir a cabeça, mas quando ia abrir, desenrolar, ela escapava. Jogou-a no chão. Outra vez, entrou no meio das pernas dela e, depois de pincelar algumas vezes na bucetinha, parou e começou a baixar o corpo. Neste momento, notei que a Helena nem respirava, estava tensa, com cara de estar doendo.
Mas vi tudo. Foi entrando, entrando, até que não consegui mais ver nada. Ele estava todo dentro dela, deitado em cima dela. Helena gemeu o tempo todo enquanto ele entrava.
Ele, muito jovem, corpo atlético, começou a mexer, socar devagarinho. Ouvi ela falar: “Não goza em mim. Faz, pode fazer, faz, faz.” Falou outra vez no ouvido dele, eu ouvi: “Pode gozar atrás.” E me olhou com cara de decidida, como se dissesse que não era pra me meter. Mas eu estava preocupado, fiz sinal com a cabeça, como se dissesse: “Não, não, não faz isso.” Mas o cara, socando mais uma vez, saiu de cima dela.
Ela pulou e ficou de quatro, ajoelhada no meio da cama. Ele, pela primeira vez, começou a falar: “Adoro um cuzinho apertadinho. Esse agora vou arrombar. Fica assim, deixa que eu faço.
Vou devagar, você pede, eu paro, mas vou até o fim depois.” O gel foi usado, tanto no cuzinho da Helena como no pauzão dele. Acertou o cuzinho e foi devagar. Sabia que tinha que ir assim. Helena começou a gemer, ele parou.
Ela, incrível, deu uma sacudida na bunda, como se dissesse: “Empurra mais.” Ele entendeu assim e foi empurrando devagarinho. Ela gemia, e o pauzão foi desaparecendo, sumiu. Ela gemendo, sem eu saber se era de dor ou de prazer. Ele socou tudo, ela sempre gemendo, ele segurando ela puxada pra ele pela cintura.
Nem um centímetro estava fora. Logo ele começou bem devagar um vai e vem, mas puxava só um pouquinho pra fora e já enterrava tudo outra vez. Falou algo no ouvido dela, ela concordou com aceno da cabeça. Ele, rápido, puxou quase tudo pra fora e enterrou numa estocada só.
Ela chegou a dar um gritinho. Eu estava ali, louco, louco. Nunca tinha visto ela se comportar assim, a bunda empinada pra cima, estava gostando. Ele outra vez puxou um pedaço pra fora e foi numa estocada só até o fundo, e ficou fazendo meio ligeiro, só um vai e vem curtinho.
Os gemidos da Helena mudaram, começou a se sacudir, e ele acelerou. Ela então deu um gemido alto e deixou cair a cabeça no colchão. Ele segurando ela com tudo socado dentro, incrível, mas ela tinha gozado. Ele então devagar puxou o pauzão, ainda super duro, pra fora, todo melado, pulou da cama e foi para o banheiro.
Minutos depois saiu, vestido, só deu um adeus e saiu sem falar mais nada. Helena de bunda pra cima, como se estivesse morta, nem se mexia. Sentei ao lado dela, alisando a bundinha dela. Ele não se mexia, demorou um pouco para dar sinal de vida.
Disse pra ela ir se lavar. Demorou um pouquinho para reagir, levantou e foi devagarinho para o banheiro. Naquela noite, Helena não dormiu. Ela morreu e ressuscitou pela manhã.
Cuzinho ardido e bem dolorido. No café que estávamos tomando, ela só me olhava e sorria. Num momento, falou: “Querido, confesso pra você que, pela primeira vez, gozei com o cu.” Sorrindo. Claro, eu não achei graça nenhuma…
… segue nossas aventuras…
Leia outros Contos eróticos de corno bem excitantes abaixo:
Noivo Tinha a Fantasia Mais quem se Realizou Foi Ela, depois de ser bem fodida...
AO VER O PAU DO AMIGO SENTI QUE SERIA CORNO MANSO O conteúdo deste e outros contos que editarei são as verdades sobre minha entrada para o Clube dos Cornos Mansos. Foram uns 3 anos de muitas...
LER CONTOMeu nome é Lucélia e tenho 30 anos de idade. Sou loira, um rosto que considero bonito e um corpo de chamar a atenção. Sou casada há cinco anos com um homem que amo muito e que me mostrou como a...
LER CONTOApós a primeira noite em que fizemos um menage com meu primo nossas transas ficaram bem apimentadas e sempre eu e minha esposa tinhamos conversas quentes antes, durante e depois das transas. Como...
LER CONTOSou sargento e namoro uma linda secretária de uma empresa de agronegócio, Eu tava de férias então eu e minha namorada fizemos uma viagem de fim de semana pra cidade de Bragança onde tem uma linda...
LER CONTOEnviado por: Fantasybombom Olá!!! Somos casados a mais de dez anos e sempre mantivemos um casamento sólido, com 02 filhos, com harmonia, respeito e muito amor. Me chamo Gil, sou branco,...
LER CONTOEste Conto ainda não recebeu comentários