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Razão e emoção: Reta final

Publicado em novembro 11, 2022 por ANTONIO

Após aquele encontro no escritório de Everton eu me isolei de Geraldo procurando afastar-me o máximo que podia; algo em meu interior me deixava um pouco atemorizado com a ideia de que ele estivesse exercendo algum tipo de dominação sensorial sobre mim, estimulando meu lado emocional e detrimento do racional apenas para servir aos seus propósitos que eu sequer sabia quais eram; deixei de atender suas ligações e responder suas mensagens, mesmo quando ele rondou minha casa com seu carro numa tentativa assustadora de me intimidar o suficiente para que eu cedesse ao seu assédio. Foram algumas semanas realmente escruciantes em que eu tinha receio de sair de casa e ver-me cercado por ele, até que, sem mais nem menos ele desapareceu!

Confesso que sua ausência me deixou entre a cruz e a caldeira, pois se de um lado alivia-me saber que ele desistira de mim, por outro eu carecia dos encontros que ele promovia para mim; experimentava a dificuldade de conseguir um parceiro confiável e lembrava de todos que ele me oferecera com a companhia de parceiros viris e também muito carinhosos; não tive coragem de ligar fosse para quem fosse temendo que isso despertasse o interesse de Geraldo que tornaria a me perseguir sem trégua. Isso resultou em uma carência desmedida que me enlouquecia de tesão e me deixava dominado por uma sensação de impotência avassaladora, que culminou em meu desespero na busca pelo prazer, fazendo-me retornar às origens nas salas de bate-papo!

 

No início foi bem frustrante, principalmente porque esses ambientes virtuais haviam se transformado em uma espécie de local para busca de autoajuda, troca de confidências e simplesmente um lugar para conversar com alguém; todas as buscas resultavam infrutíferas e mesmo quando surgia alguma esperança ou o sujeito residia longe demais, ou ambos acabávamos desistindo por falta de oportunidade. Estava prestes a desistir e retornar ao marasmo do cotidiano quando encontrei alguém interessante. Seu nome era Alexandre, morava próximo de mim e parecia estar mesmo interessado em algo presencial; entabulamos uma conversa animada onde ele me contou ser proprietário de uma loja de equipamentos e acessórios automotivos, casado e sem filhos; sua mulher sabia de sua bissexualidade e não impunha obstáculos em que ele procurasse alguém para desfrutar de alguns momentos mais tórridos, sempre exigindo que ao final de tudo retornasse para casa e para seus braços.

Trocamos fotos e eu o achei muito interessante; Alexandre, ou Alê como gostava de ser tratado, era moreno jambo, gordinho, com sorriso fácil e carinha de safado e um ar de quem não perdia a oportunidade de se dar bem em qualquer situação; um dia ele deixou as firulas de lado perguntando diretamente quando poderíamos nos encontrar. De minha parte, deixando todos os receios de lado e permitindo que a emoção comandasse a situação, propus que nos encontrássemos no dia seguinte pela manhã; Alê topou de primeira e acertamos os detalhes do encontro. Na manhã seguinte saí de casa com uma desculpa frívola e rumei para o local combinado, uma praça arborizada que dava para uma larga avenida nas imediações do meu bairro. Alê não se atrasou encostando seu sedan esportivo e já abrindo a porta; nos cumprimentamos com alguma formalidade e ele arrancou rumando para o local que eu indicara em nossa conversa.

O motelzinho era bem fajuto, porém servia aos nossos interesses; entramos na suíte e Alê tratou logo de tirar a roupa exibindo seu corpo rechonchudo onde se destacava uma piroca de uns dezoito centímetros bem grossinha e já enrijecida; me despi com gestos atabalhoados e corri na direção dele, pondo-me de joelhos e abocanhando o bruto desfrutando de sua rigidez preenchendo minha boca sedenta; mamei com tanta voracidade que não demorou para que Alê estivesse acariciando minha cabeça e gemendo de tesão.

Repentinamente ele me puxou para cima, me encarou e disse que minha boca deveria ser melhor fazendo outra coisa; engatamos uns beijos de língua profundos e demorados com o safado apalpando minha bunda e beliscando meus mamilos; fomos para cama ainda engalfinhados em mais beijos; em dado momento, Alê me fez ficar de costas para ele e colou seu corpo ao meu apertando-me com firmeza ao mesmo tempo que lambia e mordiscava minha orelha usando uma das mãos para me punhetar elevando a situação para um nível ainda mais alucinante. Aos poucos pude sentir sua rola roçando minha bunda causando-me deliciosos arrepios; fui me ajeitando até conseguir que a cabeça da piroca avançasse entre as nádegas provocando-a com gingados para que me cutucasse mais profundamente.

Você não quer assim, né? Não a seco!”, sussurrou em meu ouvido me empurrando para que ficasse de bunda para cima; Alê veio sobre mim apertando minhas nádegas e afastando-as até que conseguisse afundar seu rosto entre elas passando a linguar meu cuzinho causando sensações alucinantes que me deixavam fora do eixo. Foi nesse clima que ele me puxou até deixar-me de quatro sobre a cama preparando-se para me enrabar; logo na primeira investida ele rompeu a resistência das minhas pregas metendo sua chapeleta para dentro e seguindo em frente com cutucadas cada vez mais fundas.

Em poucos minutos meu cu saciava o tesão de Alê que mostrou-se um parceiro fogoso e carinhoso permitindo que eu desfrutasse da mesma intensidade de prazer que ele experimentava junto comigo; foi uma foda delirante e mais ainda quando ele descarregou sua carga espermática quente e espessa dentro de mim encharcando minhas entranhas ao mesmo tempo em que um gozo explodia em mim sem que eu precisasse usar as mãos; ele desabou sobre mim e eu alucinei com a sensação do macho pesando sobre mim com seu corpo suado e volumoso e em momento algum reclamei ansiando que ele ali permanecesse por quanto tempo quisesse. Aproveitamos o restante do tempo com beijos e carícias e Alê me confidenciou que sua esposa adoraria me conhecer, pois ela curtia gordinhos safados como eu. Combinamos que oportunamente marcaríamos alguma coisa.

Depois daquele dia saímos mais algumas vezes, mas eu ainda sentia uma dependência mental de Geraldo que precisava ser suprimida a todo custo. Gentilmente evitei um possível encontro com a esposa de Alê e optei por voltar para as salas de bate-papo procurando algo que sequer eu sabia identificar com coerência. Foi nesse clima que conheci o Pedro; nosso primeiro contato foi bastante formal com troca de perguntas amenas e até mesmo frugais; nesse início senti que Pedro era apenas mais um a procura de um bom papo e entrei no clima aproveitando uma troca de mensagens constantes nos momentos em que eu e ele estávamos “on line”. Somou-se a isso uma troca de e-mails também um tanto comportados até o dia em que ele me enviou uma mensagem com uma foto anexada.

Na foto ele estava nu e de óculos “Ray Ban”, estirado em uma espreguiçadeira segurando sua rola e sorrindo, seguindo-se na legenda uma pergunta: “Gostou?”. Dei vários likes na foto e depois respondi dizendo que ele me deixara com água na boca; foi então que ele sugeriu um encontro formal em algum lugar público o que aceitei sem receios. Como sempre sugeri uma cafeteria que eu conhecia muito bem, mas Pedro contra-argumentou indicando uma conveniência instalada dentro de um hipermercado mais próximo dele me deixando sem opção de negar a proposta. Tudo acertado para o dia seguinte e fiquei eu ansioso pela chegada do nosso encontro presencial.

Pedro chegou um pouco atrasado pedindo milhares de desculpas enquanto nos cumprimentávamos; o sujeito era alto, magro, com uma calvície disfarçada e um bigode tipo cortina que lhe concedia um ar de safado; assim que nos sentamos ele tirou os óculos exibindo um lindo para de olhos esverdeados. A conversa iniciou-se amena com ele me contando um pouco de sua vida; depois de trabalhar por alguns anos em uma multinacional, pediu as contas para estabelecer um negócio próprio.

Tornou-se então um bem-sucedido empresário do ramo de logística e transporte, com uma empresa que andava por suas próprias diretrizes pouco exigindo de sua presença; jamais fora casado, mas teve inúmeras aventuras tanto como homens como com mulheres conservando assim sua liberdade de escolha para fazer o que bem quisesse de sua vida. Após ouvir sua narrativa contei um pouco a meu respeito procurando não esconder nada já que Pedro mostrava-se uma pessoa extremamente perspicaz.

-Sabe de uma coisa – comentou ele assim que teve oportunidade – estou aqui pensando em você pelado junto a mim, mamando minha rola aproveitando o que a vida tem de melhor.

-E porque pensou nisso agora? – perguntei com tom provocador – Viu alguma coisa que gostou?

-Gosto de homens gordinhos – respondeu sem titubear – e pelo que vejo você deve ter um corpo que me excita, principalmente a bunda e os peitos.

-Então creio que precisamos resolver isso o mais breve possível! – devolvi com tom irônico.

-Também acho, mas não hoje! – disse ele com uma expressão marota – quero você com muito tesão para que possamos aproveitar ao máximo quando estivermos juntos.

Muito embora a resposta de Pedro tenha me causado certa surpresa, percebi que ele dizia o que sentia não se usando das palavras como um mero jogo sem finalidade. Antes de nos despedirmos, ele me fez uma última pergunta bastante intrigante. “Não curto hotel, nem motel, então se eu te convidar para vir até a minha casa, você veria algum problema?”, quis ele saber com um tom enigmático. Por um momento pensei em não aceitar a proposta, mas algo em Pedro me inspirava confiança então acabei cedendo. Voltei para casa envolto por uma aura de receio, temor e excitação imaginando o que poderia acontecer entre nós em sua casa. Não demorei muito para saber já que dois dias depois logo pela manhã ele me enviou uma mensagem convidando-me para sua casa e já mandando também o endereço. Terminei meu café e em seguida rumei para o encontro; Pedro residia em um bairro não muito próximo que se destacava por ser um dos mais antigos e tradicionais da cidade onde se misturavam áreas destinadas ao comércio e indústria com outras ocupadas por imóveis residenciais.

Pela fachada de sua casa descobri que Pedro realmente estava bem de vida, pois embora fosse um imóvel antigo fora totalmente reformado apresentando uma ótima aparência. Antes que eu pudesse saltar do meu carro notei o portão da garagem se abrindo ao mesmo tempo em que recebia uma mensagem no celular pedindo para que eu estacionasse dentro da casa; logo depois disso a porta se fechou enquanto uma outra porta social ao lado da garagem se abria fazendo surgir Pedro que usava uma minúscula sunga cuja justeza servia para enaltecer o pacote em seu interior e cujas dimensões indicavam uma possível ereção em andamento. Ele sorriu e me convidou a entrar; serviu-me um suco de frutas e depois nos sentamos no confortável sofá da sala de estar, conversando amenidades.

-O dia está bem quente – comentou ele a certa altura já se levantando do sofá – Vamos pra beira de piscina onde podemos ficar mais à vontade …, o que acha?

-Acho uma ótima ideia! – respondi já ficando de pé – pena que você não me avisou antes para que eu pudesse trazer um calção ou algo parecido.

-Ora! E desde quando isso é problema? – arguiu ele com tom maroto enquanto se livrava da sunga exibindo sua nudez e também sua rigidez – na minha casa quero que se sinta livre para fazer o que quiser.

Fomos para a área da piscina circundada por um piso de borracha com mesas munidas de guarda-sóis, cadeiras, espreguiçadeiras e um espaço coberto onde se viam um bar bem equipado e uma pequena cozinha. Tirei minhas roupas e sentei-me ao lado de Pedro em uma confortável espreguiçadeira; mantivemos o papo ameno muito embora eu não conseguisse tirar os olhos da sua rola em riste que pulsava com as contrações musculares feitas por ele com o intuito de me provocar. Meu anfitrião tinha uma linda piroca de uns dezoito centímetros por outros três ou quatro de diâmetro cujo formato lembrava um cone, ou seja, mais grosso na base e mais estreito na direção da glande.

-Faz tempo que você não mama uma pica? – perguntou ele sem aviso fitando meu rosto com atenção – seja sincero, caso contrário vou descobrir a verdade!

-Não tem tanto tempo assim – respondi com tom de indiferença – Mas sou insaciável em desfrutar de uma rola em minha boca …, gosto muito de saboreá-la aos poucos causando uma boa impressão no meu parceiro.

-Hummm, que interessante – comentou ele já fazendo carinhos em sua rola rija – Porque você não me mostra o quanto é insaciável de verdade!

No momento seguinte eu estava aninhado entre as pernas peludas de Pedro mamando sua rola que eu apertava com uma das mãos enquanto a outra fazia festinhas em suas bolonas; vez por outra ele acariciava minha cabeça ao mesmo tempo em que gemia e sibilava exibindo um olhar lânguido. Desfrutei daquela piroca com gosto, mamando, lambendo, chupando as bolas e apertando a glande entre meus lábios intercalando momentos em que aplicava uma vigorosa punheta arrancando mais gemidos de Pedro que já não se cabia em si de tanta excitação. Antes de continuarmos, ele fez questão de deitar a espreguiçadeira sugerindo que fizéssemos um meia nove que eu aceitei com enorme avidez.

Fiquei por baixo dele permitindo que, vez por outra, ele simulasse movimentos de penetração usando minha boca como alvo e saboreando sua boca safada mamando meu pau sem dar trégua; seguimos assim por tanto tempo que eu já não me importava com mais nada a não ser usufruir daquele momento único. E foi nesse clima que o ápice nos atingiu, comigo saboreando os jatos de esperma quente e muito espesso enchendo minha boca ao mesmo tempo em que descarregava minha arma na boca de Pedro. Infelizmente não pude mostrar a ele o prêmio e acabei engolindo percebendo que ele fizera o mesmo. Voltei para minha espreguiçadeira e fiquei prostrado em um breve descanso.

E qual não foi minha surpresa quando olhei para ele e vislumbrei sua benga avolumando-se em um claro processo de renascimento das cinzas, erigindo-se lentamente. Nossa! Ele tá ficando duro outra vez? Como pode isso?”, perguntei em tom estupefato incapaz de esconder meu atordoamento com o que via.

-Isso sempre acontece comigo – explicou ele enquanto brincava com seu cacete já em sua plenitude eréctil – Não sei explicar isso não …, só sei que é muito bom! …, vem …, vamos pro meu quarto!

Pedro estendeu sua mão em um claro convite para nosso próximo embate; e de mãos dadas fui conduzido pela casa ampla até o quarto principal onde se via uma enorme cama redonda; ao ver aquele móvel tive que conter a vontade de rir, pois além dela outros apetrechos e mobiliários concediam ao lugar uma atmosfera de suíte de motel sofisticado; Pedro bem que podia não gostar de motéis ou hotéis, mas certamente transformara seu quarto em algo bem próximo disso!

Pedro me pôs de bruços sobre a cama, separou minhas nádegas enterrando o rosto entre elas para linguar meu cu que já estava piscando de tesão. Confesso que o sujeito era um artista com sua língua, lambendo meu rego várias e várias vezes, detendo-se no buraquinho em que ele a pressionava contra ele para logo depois usar os lábios para beijá-lo com eloquência. Pedro permaneceu nessa provocação por muito tempo, embora meu desejo secreto fosse que ele jamais parasse de fazê-lo. Em dado momento senti quando ele espalhou algo frio e cremoso pela região como se ele me untasse para o doce sacrifício.

Gentilmente, Pedro pediu que eu ficasse de quatro e começou a esfregar sua rola no meu rego e sem aviso estocou com vigor; repetiu o gesto algumas vezes até obter êxito em seu intento varando meu cu com a glande que laceou as pregas causando um leve incômodo que foi ganhando intensidade a medida em que ele avançava com o bruto para dentro de mim; esforcei-me para relaxar o quanto era possível e mesmo com uma dor que se tornava aguda aos poucos empinei meu rabo enterrando o rosto em um travesseiro entregando-me de corpo e alma ao meu parceiro que mostrava-se gentil e carinhoso.

Quando as socadas ganharam intensidade procurei abstrair e fiquei ainda mais surpreso quando senti a mão de Pedro aplicando uma punheta cadenciada no meu pau o que funcionou como um alívio em face dos golpes contundentes que Pedro desferia em meu traseiro; nossa cópula avançou ainda que eu sequer tivesse a noção de quanto tempo estávamos naquele doce embate e por um motivo desconhecido eu não me importava com isso; o que me movia naquele momento era a sensação delirante de sentir o membro rijo entrando e saindo de meu cu, arregaçando-o sem rudeza mas com a gentileza de um homem que sabe tratar seu parceiro independentemente de seu gênero. E nesse quesito, Pedro era realmente alguém confiável e sedutor.

Mais uma vez nosso gozo sobreveio ao mesmo tempo e experimentei a doce percepção do membro inchando e descarregando sua carga dentro de mim, me encharcando e me aquecendo deliciosamente; ao mesmo tempo meu gozo explodiu sobre a cama enquanto estávamos ambos envoltos por gemidos, suspiros e grunhidos de puro prazer, inundando o ambiente com o voluptuoso odor do sexo suado que nos deixava prostrados e derrotados pela exaustão absoluta. Nos ajeitamos sobre a cama abraçados e pela primeira vez Pedro colou seus lábios aos meus selando um primeiro beijo que logo foi seguido por outros ainda mais profundos. E ele não parecia ter a intenção de promover uma trégua deslizando sua boca até meus mamilos que ele sugou e lambeu alternando-os para saboreá-los como mereciam.

-Não sei como está o seu dia, mas gostaria muito que ficasse aqui comigo – confessou ele no primeiro intervalo que ele permitiu em nosso interlúdio – Mas, se você não puder, tudo bem …, eu entendo.

Aquelas palavras caíram sobre mim causando um profundo impacto, pois era a primeira vez que eu realmente sentia vontade de permanecer ao lado de um homem tão doce e amável e também extremamente ávido por um sexo repleto de preliminares sempre culminando em um prazer indescritível. “Como é que eu posso recusar um convite tão amável? Mesmo que eu não pudesse, eu ficaria!”, respondi com tom enfático fazendo Pedro abrir um largo sorriso que iluminou seu rosto. Imediatamente ele me convidou para que tomássemos um banho juntos o que aceitei correndo com ele para debaixo do chuveiro.

Com a água morna e reconfortante caindo sobre nossos corpos eu e Pedro nos ensaboamos entre beijos e carícias provocadoras com direito a sentir suas mãos passeando sobre minhas nádegas que ele não se cansava de elogiar afirmando que era obcecado por homens gordinhos, depilados e bundudos. Aproveitou ainda para explorar todas as minhas tatuagens fazendo questão de obter uma explicação para cada uma delas, o que concedi com todos os detalhes que ele merecia. Saímos do box e nos secamos com Pedro me convidando para almoçarmos informando ainda que prepararia algo especial para nós com a condição de que permanecêssemos sem roupas, sugestão que acatei de bom grado.

Novamente ele me surpreendeu mostrando-se um cozinheiro de mão cheia preparando uma fausta refeição que degustamos envoltos em uma animada conversa sobre a vida. Ao término tomamos café e fomos para a sala sentando no sofá ficando coladinhos enquanto víamos alguma coisa na televisão. Naquele clima cheio de carinho acabamos por adormecer usufruindo de um merecido descanso. Não sei bem quanto tempo depois, acordei e ao entreabrir os olhos deparei com a piroca de Pedro dotada de ereta prontidão; olhei para ele e percebi que ainda estava imerso em sono profundo; esforcei-me para resistir à tentação de cair de boca naquela pica rija, pois não queria acordá-lo, mas não fui capaz de conter cingi-lo com os dedos desfrutando de sua rigidez pulsante.

Oi, minha gorda tarada! – exclamou ele abrindo os olhos – Já tá com fome de pica? Doida pra mamar? Pois fique à vontade que ela é toda sua!

Não contive um sorriso de felicidade antes de cair de boca na piroca mamando com a voracidade de um esfomeado; alternava longas mamadas com lambidas e punhetas e Pedro vez por outra me pedia um beijo que eu não era capaz de recusar. Me deitei de bruços sobre o sofá para degustar melhor daquele membro lindo que me deixava ensandecido de desejo; logo senti a mão de Pedro apalpando minha bunda e chegando a dedar meu buraquinho que ainda se encontrava dolorido pela penetração anterior o que me fazia grunhir abafado. Ele percebeu meu incômodo e pediu um minuto retornando com uma bisnaga na mão. “É uma pomadinha miraculosa, você vai ver!”, disse ele enquanto a espremia na ponta do indicador.

Pediu-me ajuda para que eu mesmo afastasse minhas nádegas o que fiz retomando a deliciosa mamada em seu pau; com carinho ele untou meu anelzinho dolorido e disse que em pouco tempo eu sentiria os resultados; continuei usufruindo da piroca rija do meu parceiro, embora minha vontade fosse senti-la dentro de mim; alguns minutos depois senti um alívio no rego e já fiquei açodado com a ideia de mais uma foda alucinante com meu parceiro insistindo na mamada que realizava. “Eu adoraria, mas te peço perdão por não curtir o lado passivo, preferindo ser mais ativo”, disse Pedro com tom suave querendo se desculpar por ser ele mesmo.

-Isso jamais será um empecilho, pois gosto de você desse jeito! – respondi com tom enfático – E quando você quiser me terá inteiramente!

Imediatamente, Pedro pediu que eu me levantasse e pegando minha mão dirigiu-se de volta para seu quarto; me fez deitar sobre a cama de barriga para cima e tendo outra bisnaga nas mãos, untou meu rego com atenção no selinho; fez com que eu erguesse as pernas flexionando-as e mantendo a posição usando minhas mãos debaixo dos joelhos; Pedro arremeteu com um golpe contundente fazendo a glande deflorar meu cu irrompendo para seu interior; em seguida ele seguiu golpeando cuidadosamente, enfiando seu mastro centímetro por centímetro, fitando meu rosto e sorrindo carinhosamente.

Mesmo experimentando uma dorzinha aguda não dei sinais de receio, deixando que meu parceiro prosseguisse em seu avanço para dentro de mim; soltei um gemido exultante ao sentir-me inteiramente preenchido pelo macho que não perdeu tempo em dar início a uma sucessão de estocadas longas e profundas aproveitando ainda para pegar meu pau e aplicar-lhe uma deliciosa punheta. Novamente fiquei alucinado com as sensações que aquela foda despertavam em mim, impondo que eu gemesse e suspirasse ante o prazer que usufruía proporcionado por um parceiro que realmente sabia o significado da palavra cumplicidade. Pedro estocava e me masturbava com dedicação e esmero sem perder de vista a mágica do momento e provocando um prazer delirantemente indescritível que tornava aquele momento único e especial.

Algum tempo depois de iniciarmos não havia em nenhum de nós a intenção de que tudo chegasse ao fim; de minha parte alheio à dor que já perdera intensidade, o que havia era uma inebriante sensação de desfrutar e ser desfrutado distante da ideia de sexo como realização meramente carnal, mas sim como uma perfeita concupiscência de corpo, mente e alma; e foi nesse clima carregado de desejo e ansioso que o desenlace não se desse permitindo que ficasse ele gravado em nossos corpos e almas, que o clímax acercou-se de nós culminando em um gozo profuso cuja eloquência eclodiu em gritos, gemidos e suspiros.

Pedro e eu estávamos empapados de suor e ainda desfrutávamos dos derradeiros espasmos com a rola murchando e escorrendo lentamente para fora do meu buraquinho deliciosamente alargado, permitindo que eu ainda sentisse o sêmen escorrer pelo rego causando prazerosos arrepios que intumesciam meus mamilos fazendo Pedro achar graça. Tomamos mais um banho gostoso salpicado de beijos e depois tratei de me vestir dizendo a ele que meu passe “Cinderela” estava prestes a expirar. Estávamos tão encantados um com o outro que combinamos de nos encontrar, pelo menos, uma vez por semana, compromisso que envidei todos os meus esforços para cumprir, sendo que cada encontro parecia ser o primeiro.

Infelizmente, meses depois, durante nosso encontro semanal, Pedro anunciou que sua vida estava prestes a mudar com a descoberta da existência de uma filha, fruto de uma relação antiga que renasceu de surpresa; a mãe da criança acabou se separando do marido dizendo-se incapaz de ficar distante de Pedro, e ele decidiu aventurar-se na experiência de uma relação conjugal que pretendia cultivar com amor, dedicação e respeito. Fiquei imensamente feliz por ele e lhe declarei meu apoio incondicional o que o deixou de olhos marejados.

Segui minha vida sentindo-me livre das amarras de Geraldo do qual jamais tornei a atender suas ligações, bem como render-me a seu eventual assédio presencial. Eu estava feliz embora solitário e carente, mas olhando para meu passado recente concluí que mesmo que a vida não me trouxesse mais deliciosas surpresas eu saberia lidar com isso sem buscar dependência em outra pessoa.

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