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Razão e emoção (03)

Publicado em novembro 7, 2022 por ANTONIO

Naquele dia eu e Braga ficamos algum tempo juntos trocando beijos e carícias até que ele lembrou-se de um compromisso; quando estava para saltar do seu carro onde havíamos nos encontrado ele segurou meu braço e disse: “Gostei demais desse momento com você …, se quiser e puder este é o meu telefone, me liga, tá?”; peguei o cartão e saí do carro caminhando na direção do meu; no caminho para casa eu pensava naquele dilema entre razão e emoção imaginando até onde eu poderia ir sem correr o risco de um envolvimento emocional que, assim como Jeremias, acabasse me quebrando por dentro. No mesmo sentido pensei se realmente precisava de Geraldo para seguir o caminho da pura emoção, temendo que aceitar sua ajuda poderia se transformar em alguma espécie de dependência doentia que me aprisionasse ainda mais tornando nossa relação algo tóxico.

Dias depois recebi uma ligação intrigante; o sujeito do outro lado da linha apresentou-se como Everton, homem de meia-idade, casado sem filhos, profissional liberal que recebera uma indicação de Geraldo para que conversássemos com o fito de uma possível aproximação; esse Everton tinha um papo um tanto rebuscado, mas suas meias palavras pareciam funcionar como um escudo atrás do qual ele escondia seus reais interesses. Após algum tempo de conversa ele me convidou para conhecer seu escritório ao que aceitei sem reservas; sugeriu que nos encontrássemos naquele mesmo dia na hora do almoço; anotei o endereço e disse que em breve nos veríamos.

 

O escritório de Everton ocupava um andar inteiro em um pequeno edifício comercial não muito distante de minha residência; a placa do andar indicava que ele atuava como advogado e no mesma placa havia o nome de uma mulher atuando como design de interiores; toquei a campainha na lateral da ampla porta envidraçada e logo vi surgir o sujeito; Everton era um negro alto bem apessoado com corpo musculoso sem excessos; trazia a cabeça raspada e um rosto bem escanhoado exibindo um largo sorriso acolhedor; nos cumprimentamos e ele me convidou para que fossemos para sua sala; contou-me que a design de interiores era sua esposa de nome Sílvia que no momento estava em viagem para o interior do estado atendendo a um cliente.

-Eu confesso a você que Geraldo me inquietou ao falar a seu respeito – explicou ele após me servir um café e nos sentarmos no confortável sofá de couro na lateral da sala – Creio que ele não deva ter falado nada a meu respeito, não é?

-Na verdade, Geraldo nem se dignou a falar comigo – respondi com tom moderado – todavia me diga o que te inquietou?

-Tive uma experiência com outro homem ainda na adolescência – prosseguiu ele com tom entristecido – Foi algo tão profundo que eu jamais tornei a sentir algo parecido …, jamais tive outra experiência …, digo, não sentimental, mas físico que me impactasse e me fizesse sentir vivo como naquela época …, isso te lembra alguma coisa?

-Parece que sim – respondi controlando minha aflição – Então …, você quer apenas voltar no tempo ou almeja uma diversão que o faça sentir-se vivo novamente?

-Creio que um pouco de ambos – respondeu ele abrindo um sorriso contido – Mas antes, preciso te mostrar uma coisa.

Após dizer isso, Everton se levantou e caminhou até a porta de sua sala fechando-a girando a chaveta; voltou-se na minha direção e depois de alguns passos medidos ele parou, desafivelou o cinto, abriu a calça e deixou que ela escorresse até o chão, fazendo o mesmo com a cueca boxer revelando algo incomum; diferentemente da mística que se tem acerca da robustez viril dos africanos e seus descendentes, Everton tinha uma rola pequena, algo em torno de catorze centímetros com grossura mediana. Pedi a ele que ficasse nu para mim e o conjunto da obra era realmente instigante; diante de mim um deus de ébano com peitoral largo, braços fortes pernas torneadas e um pinto pequeno; embora aquilo não representasse algo inconveniente para mim, para ele a sensação era diferente.

Pedi que ele se sentasse ao meu lado e assim que o fez percebi seu olhar entristecido; sem que eu dissesse alguma coisa Everton começou a falar como se precisasse desabafar com alguém; contou-me que na adolescência sentia muita vergonha de seu corpo em especial de sua virilidade, escondendo isso de todos; todos, exceto seu melhor amigo que ele disse chamar-se Jeremias (!); ambos desfrutavam de algo especial e também inocente; o tal Jeremias adorava observar o contraste de suas peles já que ele tinha a pele branca e dizia que eles eram os opostos que se atraem. E isso acabou se concretizando quando Everton contou-lhe seu segredo.

Como é próprio da adolescência, eles se descobriram sexualmente e Jeremias entregou-se ao amigo e juntos eles desfrutaram de momentos inesquecíveis. “Quando estávamos juntos não havia mais nada que importasse …, nos víamos como realmente éramos e desfrutávamos de um prazer indescritível!”, arrematou ele evitando as lágrimas.

Confesso que também eu tive que me esforçar para evitar as lágrimas; nos entreolhamos e o primeiro beijo foi inevitável e deliciosamente envolvente. Com gestos carinhosos, Everton me despiu e começou a beijar meus mamilos enquanto eu acariciava sua cabeça; levei minha mão ao seu cacete e o senti rijo e cheio de vida; afastei-o gentilmente pedindo para mamar sua rola; ele sorriu e deitou-se sobre o sofá permitindo que eu me aninhasse entre suas pernas e usufruísse daquele membro depilado, viril e delicioso; mamei gostoso aquele pau preto e cabeçudo ouvindo Everton gemer pedindo mais; dei a ele tudo que merecia e somente parei quando senti seu corpo tremelicar e sua rola pulsar dentro da minha boca pouco antes de despejar sua carga quente e viscosa em seu interior que fiz questão de engolir.

Permanecemos naquela posição um pouco ofegantes comigo ainda fazendo carícias na rola do meu parceiro cujo olhar insinuava que ainda não havíamos terminado nosso embate. Depois de uma breve conversa, Everton me puxou até que nossas bocas se encontrassem para mais beijos repletos de voluptuosa eloquência; enquanto nos beijávamos minha pele arrepiava com o toque de suas mãos apalpando e acariciando minhas nádegas numa indiscreta insinuação de suas reais intenções. “Hummm, o que você está querendo, hein?”, perguntei sussurrando em seu ouvido. Everton me fitou e sorriu.

-Prefiro mostrar em lugar de falar – ele respondeu apertando minhas nádegas com suas mãos grandes e fortes – mas garanto que você não vai se arrepender …, confie em mim!

Partimos para um meia nove comigo por cima dele saboreando sua rola que já dava sinais de renascimento; Everton tinha outras pretensões, pois ao invés de mamar minha piroca preferiu entreabrir minhas nádegas dando início a uma sucessão de linguadas e dedadas bastante abusadas e que resultaram nos meus gemidos de prazer; toda vez que ele metia o dedo no meu cu eu me contorcia com gestos oferecidos. E quando dei por mim estava de quatro sobre o sofá com Everton se preparando para me fuder pincelando sua piroca dura no rego até conseguir cutucar meu buraquinho rompendo a resistência das pregas que já se acostumaram a serem dilatadas por um pau de macho.

Foi outra foda delirante com meu parceiro mostrando-se carinhoso e gentil sem perder a virilidade de vista; aos poucos ele foi introduzindo seu membro dentro de mim e dadas as suas dimensões era uma deliciosa e delirante invasão à qual eu me rendia dominado pela forma eloquente com que meu parceiro a conduzia submetendo-me sem grosserias e deixando-me alucinado em pertencer a ele de todas as formas que ele quisesse; Everton iniciou uma sucessão de golpes contundentes usando suas mãos ora para apertar minhas nádegas, ora para apoderar-se de meus mamilos assediando-os com apetitosos beliscos que resultavam em meus gemidos delirantes e suspiros instigadores. Fiquei ainda mais alucinado quando ele intensificou seu ataque denunciando que seu gozo estava bem próximo de irromper; em dado momento ele acelerou ainda mais até seu corpo ver-se derrotado por um forte espasmo ao mesmo tempo em que seu membro inchava dentro de mim.

Não fui capaz de conter um grito de prazer quando os jatos de esperma explodiram dentro de mim provocando uma calorosa sensação de preenchimento, de completude que não podia ser expressa em palavras; Everton descarregou em minhas entranhas uma volumosa carga de sêmen que causou indescritíveis percepções sensoriais muito além da carne concedendo-me o melhor dos prazeres que já havia desfrutado em minha vida. E o safado ainda fez questão de sacar seu mastro mantendo minhas nádegas separadas enquanto ele valia-se de sua língua para lamber o filete de sêmen que escorria do meu orifício laceado impondo que eu gemesse ainda mais. Pouco tempo depois estávamos derrotados e exauridos abraçados ainda sobre o sofá sem qualquer intenção de nos separarmos.

Quando consegui me levantar tratei de me vestir com ele perguntando se eu queria tomar um banho. “Não precisa! Vou direto para casa e levo comigo o seu cheiro e o seu gozo!”, respondi com tom maroto; Everton sorriu e me abraçou; nos beijamos mais algumas vezes antes de que nos despedíssemos daquele tórrido encontro. Nos dias que se seguiram ele não parou de me enviar mensagens picantes insinuando por um novo encontro. Eu não me fiz de difícil, mas ponderei que precisaríamos ter cuidado para não chamarmos a atenção indesejada. É claro que voltei ao seu escritório algumas vezes com direito a suculentas mamadas e algumas fodas imperdíveis. Todavia, uma manhã ao chegar em seu escritório me deparei com ele e Geraldo a minha espera. “Acho que mereço uma retribuição pelo prazer que proporcionei a você, não acha?”, questionou Geraldo com tom zombeteiro. Depois de alguns minutos em que toda gama de pensamentos bons, ruins e duvidosos orbitaram em minha mente, perdi a noção ao vê-los nus sentados no sofá acariciando suas rolas em riste e abandonei o falso recato que me impedia de agir pela emoção; tirei minhas roupas e me pus de joelhos passando a alternar aquelas pirocas rijas em minha boca, saboreando-as como mereciam; vez por outra eu olhava para seus rostos e via a expressão de prazer que exibiam, mas logo estava de volta à imperdível tarefa de mamá-los até culminar no recebimento de seus espermas em minha boca e também em meu rosto; ao término, eu ainda queria mais!

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